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Polícia tenta prender bandidos em Teresópolis que torturaram e mataram vítima só porque ela achou um celular e quis devolver ao proprietário sendo que os criminosos queriam ficar com o aparelho

A Polícia Civil faz operação hoje para prender criminosos que torturaram moradores da Comunidade das Paineiras, em Teresópolis.A ação acontece depois da investigação de um homicídio, ocorrido em abril, na localidade. Até o momento, três pessoas foram detidas. As investigações começaram em 22 de abril, quando uma das vítimas morreu. A pessoa foi torturada pelo simples fato de ter achado um celular na rua e querer entregar ao proprietário, enquanto os criminosos queriam ficar com o telefone. Na época, a pessoa parou em um bar na comunidade e comentou que o proprietário do aparelho estava mandando mensagem e iria devolvê-lo.Os autores, contudo, queriam quebrar o telefone e, diante da resistência da vítima, iniciou-se uma sessão de tortura. As agressões foram brutais, utilizando-se de pedaços de madeira, a ponto da vítima ficar desacordada no chão. Dois dias depois, ela faleceu. Não contentes com a tortura e subtração do celular, os criminosos ainda roubaram o dinheiro que estava com a vítima, que havia acabado de receber seu salário. As investigações apontam que os torturadores ainda tentaram se justificar para a família do agredido, dizendo que ele teria roubado um telefone na favela e eles teriam recebido ordem para aplicar um castigo no morador, para servir de exemplo. As ações desta quinta visam esses criminosos que impõe o terror nos moradores da comunidade. Agentes cumprem mandados de prisão e também de busca e apreensão contra menores infratores. FONTE: Polícia Civil do RJ

Relembre o assassinato do adolescente de 13 anos na Cidade de Deus (CV) que vai levar dois PMs a júri popular

Relembre agora o assassinato de um adolescente de 13 anos em agosto de 2023 na Cidade de Deus que vai levar dois PMs a júri popular no Rio de Jnaeiro. . Segundo consta nos autos da época, no dia dos fatos, os acusados – policiais militares lotados no Batalhão de Choque da Polícia Militar – estariam fardados portando fuzis, no interior de um veículo descaracterizado (automóvel C4 Pallas), realizando cerco tático à Comunidade da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, nesta com o objetivo de monitorar a área e captar imagens de eventual barricada, tráfico de drogas e demais intercorrências que ali se apresentassem para repassar tais informações às demais equipes do batalhão que, posteriormente, para lá se dirigiriam, objetivando, assim, diminuir o efeito colateral da operação policial a ser realizada na localidade, caso se deparassem com homens armados. Em torno de 00h do dia 7/8/2023, após os acusados terem colhido e repassado as informações acima especificadas, a equipe por eles composta teria se dirigido ao Posto deGasolina Shell – localizado na Avenida Miguel Salazar – local previamente ajustado para o encontro com as demais equipes do Batalhão de Choque. Alegaram os acusados que, enquanto lá aguardavam, teriam avistado alguns elementos suspeitos, dentre os quais, dois ocupantes de uma motocicleta de baixa cilindrada, cujogarupa estaria portando uma arma de fogo, ao que teriam passado a segui-los, quando, ao fazer uma curva, o condutor da moto teria escorregado, provocando a queda de ambos os ocupantes. Na versão dos acusados, neste momento (da queda), um dos elementos teria tentado ajeitar a pistola que trazia em sua mão, ao mesmo tempo em que tentava levantar a motocicleta, enquanto os policiais desembarcaram da viatura descaracterizada e teriam dado voz de parada aos ocupantes da moto que, para além de descumprirem a ordem dos agentes, teriam contra eles desferido disparos de arma de fogo. Segundo a narrativa dos acusados, sem alternativa, eles teriam revidado à injusta agressão efetuando disparos contra os “opositores” e apreendendo a pistola por eles utilizada. Ocorre que a tese apresentada pelos ora denunciados se mostra dissonante de outas declarações prestadas na inquisa. Nesse ponto, destaca-se que outros agentes do próprio Batalhão de Choque, que compunham guarnição diversa da dos réus, afirmaram não ter visualizado qualquerarma próxima ao corpo do adolescente Thiago, muito menos a apreensão do referido armamento. Além disso, sensivelmente divergentes da narrativa defensiva as informações fornecidas pela vítima sobrevivente em sede inquisitorial.Na oportunidade, a vítima declarou que no dia 7/8, estava sentado, na rua de casa, com a esposa e amigos, quando chegou o menor Thiago – convidando para dar um “rolezinho” de moto pela comunidade. Disse que, aceitou o convite, e o sobrevivente passou a conduzir a motocicleta que é depropriedade do pai de Thiago, levando o menor em sua garupa, até que, em determinado ponto do trajeto, já após terem passado em frente ao Posto Shell (onde se encontravam os policiais), ao reduzir a marcha da moto para realizar manobra de retorno, na Avenida Miguel Salazar, o veículo “morreu”, provocando desequilíbrio e queda das vítimas. Assegura Marcos Vinícius que a rua estava deserta e sem fluxo de veículos, que não tinha nenhum carro seguindo a motocicleta, até que, com as vítimas já em solo (devido à queda), teria surgido oveículo C4, cor prata, cujo condutor teria desembarcado, portando um fuzil e efetuando disparos na direção da panturrilha de Thiago, que, naquele instante, já tentava se levantar com a motocicleta. Ainda segundo a vítima sobrevivente, “o primeiro disparo acerta a perna de Thiago, o qual gritou para o autor dos disparos, “Calma, calma”O declarante se dirigiiu ao autor dos disparos reagindo “Somos moradores”. Quando o tiro acertou a perna do menor, o mesmo já estava de pé, mas, tentando levantar a moto; No instante, que ele foi alvejado, o declarante ainda está caído, só com a perna direita por baixo da moto; Após após perceber Thiago caído, o declarante se levantou rápido, e tenta puxar o amigo para o interior da comunidade;Ao tentar ajudar Thiago, o sobrevivente fo alvejado na mão direita. Ele disse que Thiago , após ser alvejado, ainda conseguiu correr não sabendo precisar até aonde, pois também saiu do local; Assutado e com muita dor, o declarante correu para o interior da comunidade . As informações passadas pela vítima sobrevivente eramcompatíveis com as lesões constatadas no Laudo de Exame de Necropsia de Thiago: dois ferimentos transfixantes, de alta energia cinética, ambos com entrada pelas costas, um na altura do peito direito e outro na coxa esquerda), bem como com aquelas constantes do BAM da própria vítima sobrevivente (vítima de PAF na mão direita), O sobrevivente veementemente, que ele ou Thiago estivessem armados. Os autos indicaram na época que, pela leitura das diversas declarações prestadas, em sede policial, pelos moradores da localidade, não há informações concretas de que o sobrevivente ou Thiago tivessem envolvimento com o tráfico de drogas, nem que houvessem praticado qualquer outro crime, muito menos que tenham sido vistos portando armas de fogo. Na realidade, as testemunhas afirmaram que o sobrevivente trabalhava como ajudante de pedreiro enquanto a vítima fatal Thiago seria aluno assíduo da Escola Dorcelina Gomesda Costa (localizada na própria Comunidade da Cidade de Deus), além se dedicar ao futebol, estando matriculado em 3 (três) escolinhas, como informado por seu tio e treinador, Por fim, cumpre registrar que, diferentemente do alegado pelos acusados, uma negou que tenha dito aos policiais que viu “a moto fugindo da PM com os ocupantesarmados” . Em suas declarações, assegurou não ter dito nada neste sentido e que, inclusive, nomomento da execução do delito, estaria no interior de sua residência, de onde teria saído, justamente, após ouvir estampidos. Acrescentou a testemunha que, ao se dirigir para a frente de sua casa, teria avistado uma movimentação de pessoas correndo e se aproximou de onde os populares estavam, quando visualizou o corpo de “Thiago”, oportunidade em que um policial teria solicitado os seus dados/documentos, sem, todavia, explicar-lhe para qual finalidade. De acordo com os autos, o ato foi

Chefe de milícia de Itaboraí (RJ) foi preso em SP. Ele é suspeito de um homicídio

Um homem apontado como chefe da milícia que atua em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio, foi preso em Atibaia (SP). Ele é acusado de envolvimento em uma morte ocorrida em março deste ano. A vítima foi assassinada em razão de uma disputa entre organizações criminosas pela exploração territorial na comunidade Retiro de São Joaquim. A investigação apontou que o crime aconteceu porque o homem realizou uma festa em outubro de 2024. No dia do crime, a vítima foi retirada à força de uma lanchonete na comunidade e, no dia seguinte, seu corpo foi encontrado com marcas de tiros no bairro Jardim Itambi. o acusado foi localizado no interior de São Paulo. Ele foi preso quando se preparava para entrar em um veículo, o mesmo que ele usava, segundo apurado, para praticar extorsões contra comerciantes em Itaboraí. O homem já havia sido preso anteriormente, durante uma operação que desarticulou um grupo paramilitar do município. FONTE: Polícia Civil do RJ

Militares da Marinha foram condenados a até 25 anos por homicídio de policial civil no RJ

A Justiça do Rio de Janeiro condenou os sargentos da Marinha do Brasil Bruno Santos de Lima e Manoel Vitor Silva Soares pela morte do perito da Polícia Civil Renato Couto de Mendonça, ocorrida no dia 13 de maio de 2022. Bruno foi condenado a uma pena de 25 anos e 8 meses de reclusão e Manoel Vítor a 23 anos e 10 meses de reclusão por homicídio qualificado. A sentença também determinou a perda dos cargos públicos dos condenados.  Lourival Ferreira de Lima, pai de Bruno Santos, foi absolvido do crime de homicídio qualificado, mas condenado por fraude processual a seis meses de detenção em regime aberto e 20 dias-multa. O cabo da Marinha Daris Fidélis Motta foi absolvido das acusações.A sentença foi concluída no sábado (7 de maio), depois de mais de 35 horas de julgamento. O crime O perito da Polícia Civil Renato Couto de Mendonça foi morto no dia 13 de maio de 2022. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio, os réus teriam efetuado disparos de arma de fogo contra a vítima em frente ao “ferro-vellho” de Lourival, na Praça da Bandeira, Zona Norte do Rio, e depois lançaram o policial, ainda com vida, no Rio Guandu, na divisa entre os Municípios de Japeri e Seropédica. O policial civil investigava a receptação de material roubado de uma obra que fazia e que foi parar no ferro-velho.   FONTE: TJ-RJ

Justiça tenta confirmar se vapor do tráfico que usa tornozeleira eletrônica foi autor de homicídio de homem que foi comprar droga em boca de fumo em São Gonçalo. Ele teria dito “era doido pra pegar ele, agora eu consegui”

A Justiça enviou ofício à Secretaria de Administração Penitenciária para que envie dados do monitoramento da tornozeleira eletrônica usada por um vapor do tráfico suspeito de cometer um homicídio em São Gonçalo. Os resultados deverão ser entregues para a Delegacia de Homicídios da região prosseguir com as investigações sobre o assassinato. A vítima foi Victor Guilherme Lima Vianna, cujo cadáver foi encontrado em 11 de janeiro de 2025, por volta das 03 horas e 20 minutos, na Rua Salvatori, nº 1532, bairro Centro em São Gonçalo. O corpo de Guilherme, vítima de disparos de arma de fogo, foi achado no interior de um caminhão baú pequeno, da marca da Volkswagen, placa QYB-1C24, modelo 5-140 e cor branca. Uma testemunha contou que soube por meio de populares, que não quiseram se identificar por receio de represálias do tráfico , vulgo “Feio”, que exerce a função de vapor no tráfico, teria sido o executor dos disparos que atingiu a vítima e teria dito na comunidade Malafaia que “era doido pra pegar ele, agora eu consegui”. O suspeito estaria emliberdade condicional, pois anda com tornozeleira pela comunidade. Declarou ainda que no dia do fato Guilherme havia ido comprar droga em uma boca da Comunidade Malafaia, onde estavam, além de Moisés, os indivíduos vulgos Stive e Bernah Guinancio Patrizi e o vulgo “DVD”, que trabalha como “recolhe” para as bocas de “Paulinoh Madureira”, liderança local.A polícia apresentou relatório final indiciando os três suspeitos pelo crime “ Ocorre que o Ministério Público, entendeu ainda existirem diligências relevantes a serem realizadas com vistas à plena formação do caso, inclusive para confirmação da informação de que o indiciado vulgo “Feio”, usava tornozeleira eletrônica, para, em seguida, avaliar a medida de afastamento do sigilo de dados de monitoramento eletrônico. Em prosseguimento às investigações, foi acostada aos autos do IP informação do Setor de Controle Inspeção e Fiscalização e Monitoração Eletrônica da SEAP no sentido de que Feio teve a sua monitoração eletrônica iniciada em 08 de julho de 2024, cujo equipamento encontra-se ativo e comunicando normalmente até o presente momento. Diante disso, o Ministério Público ”’requereu a quebra de sigilo para obter dados de geolocalização do monitoramento dos dados da tornozeleira eletrônica do indiciado Moisés de Souza Carvalho, vulgo “Feio”, relativos aos dias 10 e 11 de janeiro de 2025, frisa-se dia anterior e dia do encontro do cadáver da vítima, a fim de analisar se o indiciado estava próximo ao local dos fatos a reforçar os indícios sobre sua participação do crime em apreço.Assim, para a obtenção dos referidos dados, para fins de identificação de autoria delitiva e prosseguimento frutífero das investigações, mostra-se imprescindível a quebra de sigilo de dados. FONTE: TJ-RJ

PM foi assassinado em Guapimirim

Um policial militar foi assassinado em Guapimirim , na Baixada Fluminense. De acordo com relatos, Uilliam de Oliveira, de 44 anos, vinha combatendo o crime com intensidade na região. Os criminosos o seguiram até em casa após o fim do turno de serviço e, em seguida, efetuaram vários disparos contra a vítima. A principal suspeita é de que o crime tenha sido uma retaliação pela prisão de integrantes do mesmo grupo ocorrida na madrugada de hoje. Ao menos três bandidos teriam participado da ação e são ligados ao Comando Vermelho. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Em novo ataque, CV matou suposto rival no Fubá (TCP) e comemorou. Facção invadida disse que era morador

Durante o ataque de hoje, os traficantes do Comando Vermelho mataram um suposto membro do TCP de no Morro do Fubá, em Cascadura. Algumas fontes e o próprio TCP disseram que o mesmo era um morador do morro. O Cv comemorou nas redes. “Pensou que a gente fosse desistir. Bota cara TCP. Ficou um no chão”, disseram eles em vídeo Sobre a morte do Kaioba ontem em suposto fogo amigo, no Fubá após rumores que o criminoso Bolinha, ex-TCP do Morro do Campinho, teria sido responsável pelo fato, traficantes do Morro do 18 (CV) afirmaram que o mesmo continua atuando na facção Comando Vermelho. FONTE: Submundo Criminal.(Telegram) e Baú do Rio OFC (Telegram)

Corpo do traficante Kaioba (CV) foi encontrado

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Kaio da Silva Honorato, o “Kaioba”. O corpo do traficante foi encontrado dentro de um carro em frente da UPA do Engenho de Dentro. A perícia foi feita no local e agentes realizam outras diligências para apurar a autoria e as circunstâncias do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares foram até a UPA do Engenho de Dentro verificar a entrada de um criminoso ferido por disparo de arma de fogo, na noite desta segunda-feira (09/06). Ele foi identificado como Kaio da Silva Honorato, vulgo Kaioba, integrante do tráfico do Morro do 18. Ele não resistiu aos ferimentos. Ocorrência registrada pela DH. Traficantes obrigaram um motorista de Uber a trazer o corpo do traficante para a UPA. Kaioba teria sido morto no Morro do Fubá, em Cascadura. Dizem que ele foi vítima de fogo amigo por parte dos comparsas do Comando Vermelho. Kaioba comandava a Equipe Caos, um braço do CV que vinha atacando os morros do Fuba e do Campinho. Traficantes do TCP voltaram a festejar a morte dele com queima de fogos agora de noite. So este ano, a Justiça abriu sete processos por homicídio contra Kaioba mas no site do TJ só consta o nome de uma das vítimas, Igor dos Santos Fernandes. A pagina não traz detalhes sobre esse crime nem dos outros. FONTE: PCERJ, PMERJ, TJ-RJ, Direto do Miolo e Submundo Criminal .(Telegram)

Justiça decretou preventiva de homem suspeito de envolvimento em morte de instalador de sinais de TV em Bangu durante guerra entre o CV e a milícia. Vítima foi ameaçada e teve que parar o serviço mesmo assim foi assasinada

Leandro Moura Peres foi asasssinado no dia 27 de janeiro deste ano por volta das 23h35min, na Rua Tiziu, em frente ao número 210, bairro Jardim Bangu, Um dos asassinos teve a prisão preventiva decretada na semana passada. As investigações revelaram que a vítima trabalhava instalando sinais de TV e havia recebido ameaças de morte caso continuasse a exercer tal função. Ressalte-se que o crime ocorreu em uma área marcada por conflitos entre a milícia e a facção conhecida como Comando Vermelho Leandro fazia um churrasco com sua esposa em frente da sua casa. Ao chegarem, os acusados passaram pelo casal caminhando pela rua e, pouco depois, dois deles permaneceram estrategicamente na esquina para dar cobertura ao ato criminoso. Enquanto isso, dois bandidosretornaram ao local e abordaram a vítima e sua esposa, rendendo ambos. Logo após, o cúmplice efetuou uma série de disparos de arma de fogo contra Leandro, atingindo-o fatalmente. A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Albert Schweitzer, mas já chegou ao local sem sinais de vida, tendo seu óbito constatado pelas equipes médicas. . O crime foi praticado por motivo fútil, vez que motivado em razão do ofício exercido pela vítima, o qual contrariava interesse de grupos criminosos existente na região. 2A mulher de Leandro afirmou que há dois anos residia no Catiri, Durante o tempo em que residiram no Catiri, seu marido Leandro trabalhava instalando sinal de tv, não sabendo informar para quem ELE trabalhava, sabendo informar apenas que Leandro usava uma camisa na cor cinza com um símbolo de uma tv estampada na frente da camisa, do lado esquerdo, e, na parte de trás havia uma escrita “técnico”; Falou que seu marido Leandro passou a sofrer ameaças no sentido de que se fosse pego em cima de poste, seu corpo ficaria estirado no chão. a partir desse momento Leandro deixou de exercer essa função de instalador de tv a cabo. Falou que na localidade do Catiri, Jardim Bangu há uma guerra envolvendo a milícia e a facção comando vermelho e alguns integrantes da milícia “pularam” para a facção comando vermelho. No momento do homicídio a depoente e a vítima estavam em frente a sua residência, rua Tiziu, nº210, Jardim Bangu, Bangu I, fazendo churrasco e bebendo quando, por volta das 23hs:40min quatro indivíduos passaram caminhando pela depoente e cumprimentaram Leandro. A declarante perguntou a Leandro se conhecia os quatros indivíduos, tendo Leandro respondido que não os conhecia e apenas respondeu por educação. Disse que os quatros indivíduos chegaram à esquina, pararam e dois retornaram. O indivíduo que abordou Leandro era negro e fazia uso de boné ou algum tipo de chapéu na cabeça, não sabendo informar mais características físicas. O segundo homem abordou a depoente portando uma arma de fogo curta, se colocando logo em sua frente, a cerca de 1 metro de distância, local bem iluminado. Essa segunda pessoa era pardo, magro, cerca de 1,70cm de altura, olhos claros, cabelos castanho escuro cortado tipo asa delta. Ela disse que ouviu dois disparos de arma de fogo e dois clarões, momento em que pediu “meu marido não, meu marido não., Contou que ouviu mais dois disparos de arma de fogo, momento em que a depoente achou que tivesse sido alvejada. Não se lembra do que aconteceu depois, mas ouviu comentários de que após atirarem em seu marido, os dois indivíduos caminharam até a esquina e se juntaram aos outros dois que lá estavam. Segundo ela, cerca de três dias depois do homicídio de Leandro, policiais militares entraram no Jardim Bangu e trocaram tiros com dois indivíduos, sendo um negro, o qual veio a óbito, e outro indivíduo, sendo pardo, olhos claros, cabelo tipo asa delta que foi preso; Obteve essa informação através da rede social Instagram, na página “bangunoticias”; Ao ver a publicação, a depoente começou a chorar compulsivamente , chorou desesperadamente, teve crise de ansiedade, e sua filha que tem doze anos de idade tentou acalmá-la dizendo “Calma mãe, calma mãe”. A esposa de Leandro afirmou “Foi ele, foi ele e não teve dúvidas em apontar o indivíduo que apareceu na postagem do instagram no dia 31/01/2025, o qual foi preso por policiais militares no interior do Jardim Bangu, como sendo o indivíduo que a abordou e manteve uma arma de fogo apontada em sua direção; Foi pesquisado no sistema da polícia sobre prisão em flagrante ocorrida no dia 31/01/2025, e foi encontrado o flagrante 034-01798/2025, no qual constava como preso um homem chamado João Pedro, que teve a prisão preventiva decretada. Ao ao ser apresentada a foto dele para a depoente, a mesma começou a chorar e confirmou a participação dele no homicídio de seu marido. ” O acusado foi reconhecido, espontaneamente pela testemunha, através de postagem em rede social dansdo conta de que teria diso preso num confronto armado entre policiais militares do 14ºBPM e criminosos da comunidade Jardim Bangu, tendo sido encontrada em seu poder uma pistola prateada, conforme descrito no depoimento da esposa da vítima em sede policial. FONTE: TJ-RJ

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