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homicidio

Doca, Abelha, Tiriça, Pedro Bala e outros líderes do CV são acusados de mandar matar um rival do TCP no Fubá. Executores cometeram o crime para serem aceitos na facção e ainda roubaram três fuzis dos rivais

Chefões do Comando Vermelho como Doca, Tiriça, Piolho, HO, Bochecha Rosa, Pedro Bala e Abelha são acusados de matar um homem ligado ao Terceiro Comando Puro em dezembro de 2023 no Morro do Fubá, em Cascadura. A Justiça só recebeu a denúncia em agosto mas não decretou a prisão preventiva dos suspeitos. No dia 02 de dezembro de 2023, por vola de 08h45min., na área de mata no alto do “Morro do Fubá”, nesta comarca, o traficante conhecido como “Cabelinho”, apoiado por traficantes conhecidos como “Matador e Capetinha obedecendo ordens subtraíram 3 (três) fuzis, mediante violência, exercida por disparos de arma de fogo contra as vítimas Rubens Alves Avelino e J.G.B.F Rubens morreu e J.G ficou em estado grave Consta dos autos que as vítimas eram integrantes do tráfico de drogas do Morro do Fubá, ligados à facção criminosa “Terceiro Comando Puro”, sendo que, à época do fato, essa comunidade estava sendo objeto de constantes ataques da organização criminosa que controla a comunidade “Morro do 18”, ligada à facção criminosa “Comando Vermelho”, em razão da disputa territorial pelo controle do comércio ilegal de drogas explorado naquelas comunidades. No dia do fato, seguindo o plano criminoso orquestrado pelos ora denunciados, o traficante vulgo “Cabelinho”, com o apoio de outros traficantes não identificados, visando mudar de facção criminosa e para que fosse aceito no “CV”, subtraiu os fuzis, para os líderes da organização criminosa, executando uma das vítimas e baleando a outra, causando-lhe lesões corporais graves. Durante período que não se pode precisar, mas com certeza até 02 de dezembro de 2023, os denunciados, com vontade livre e consciente, constituíram e integraram com, ao menos, outros três indivíduos ainda não identificados, de modo estruturalmente ordenado e com divisão de tarefas, organização criminosa que atua na comunidade “Morro do 18”, nesta comarca, voltada para obtenção de vantagens financeiras por meio da prática reiterada de diversos crimes, cujas penas máximas são superiores a 4 (quatro) anos. Conforme restou apurado, a comunidade “Morro do 18” é dominada por organização criminosa pertencente à facção criminosa “Comando Vermelho”, que atua na região há muitos anos, explorando como atividade principal o comércio ilegal de drogas, porém, de maneira acessória, também explora a prática dos crimes de porte ilegal de armas de fogo, homicídios e roubos, como o denunciado acima. Com base nas investigações perpetradas, pode-se identificar que os denunciados pelo crime figuram como “chefes” do Morro do 18, exercendo liderança dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Além de controlar o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados e a realização de roubos por meio destes, os denunciados determinam ataques e execuções de traficantes de comunidades rivais e de agentes de segurança pública, com o fim de aumentar e/ou manter os domínios territoriais dos seus pontos de vendas de drogas

Suspeitos de envolvimento em homicídio ligado à máfia dos cigarros vão a júri popular. Eles eram associados a contraventor

Dois suspeitos de participarem do homicídio do empresário Cristiano de Souza vão a júri popular. O crime está ligado a máfia dos cigarros. Ele foi cometido no dia 06 de junho de 2023, por volta das 11h54min, em via pública, próximo ao nº 95 da Rua Crispim Laranjeiras, no bairro Recreio dos Bandeirantes. Um dos envolvidos foi o responsável por comprar os rastreadores usados no monitoramento da vítima e passar as informações sobre a sua localização para o restante do grupo e executores. Cristiano relatou que vinha recebendo ameaças. O outro que foi pronunciado porque foi o responsável por identificar a vítima como sendo o empresário que vinha comercializando cigarros na região de domínio da organização criminosa e em desacordo com os ditames dela O ex-PM Sem Alma também foi apontado nas investigações como participante do crime sendo o encarregado de obter o veículo utilizado na execução do homicídio e, também, providenciar o monitoramento da vítima mas não foi pronunciado. A investigação aponta para uma possível ligação com outro homicídio, o do policial Bruno Killer. Isto porque o reastreador encontrado no carro de um vizinho da vítima apresentava características semelhantes ao dispositivo instalado no carro do policial, e, ambos adquiridos do mesmo vendedor, que é um dos acusados da morte de Cristiano. Bruno também era envolvido com a venda de cigarros. Um dos acusados do crime chegou a ser visto nas proximidades do endereço de um contraventor apontado como o cheffe da máfia dos cigarros na orla da Barra da Tijuca. Sem Alma e o outro acusado da morte de Cristiano (o fornecedor do rastreador) constavam como pessoas autorizadas a entrar na residência do contraventor. Na [epoca, houve diversos homicídios relacionados à chamada “máfia do cigarro” em várias regiões do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense, envolvendo pessoas ligadas à venda de cigarros ilegais; que, dois dias após a morte de Cristiano, ocorreu outro homicídio na mesma região, no Recreio dos Bandeirantes, cuja vítima era um policial penal identificado como Bruno Killler, executado ao sair de casa por indivíduos encapuzados, em circunstâncias semelhantes ao crime de Cristiano. Depois, houve outro homicídio na Barra da Tijuca, tendo como vítima Mateus, e anteriormente ocorrera um homicídio em Campo Grande.

Roubou um celular e acabou caindo no ‘tribunal do tráfico’ da Serrinha (TCP). Vítima teve as mãos cortadas. Justiça decretou a prisão de Lacoste e Coelhão

A Justiça decretou as prisões dos traficantes Lacoste e Coelhão da Serrinha além de outros cinco bandidos por conta de um homicídio de uma pessoa que foi pega com um celular roubado. O crime teria sido praticado com emprego de intensa violência, à luz do dia e em local público, submetendo a vítima a intenso sofrimento, como se observa das imagens acostadas em id. 4, em que o ofendido aparece com as mãos cortadas e extremamente lesionada. Testemunha disse que a vítima foi sido pega em posse de um celular que havia sido subtraído na “Comunidade Patolinha”. Outra testemunha falou que a vítima foi pega por integrantes do tráfico local, os quais compõem a facção criminosa denominada Terceiro Comando Puro. Na linha do que foi narrado pelas testemunhas, há fundados indícios de que o homicídio da vítima se deu em contexto do chamado “tribunal do tráfico”, em razão da suposta prática de subtrações levadas a cabo pela vítima. Nesse sentido, os ora denunciados foram identificados como integrantes da liderança do tráfico local, havendo, inclusive, mensagens de áudio recebidas pela autoridade policial que indicam a conduta adotada em relação a terceiros que venham a praticar crimes na região da comunidade.

Adolescente de moto foi morto em Nova Iguaçu

Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na última terça-feira (9) no bairro Jardim Nova Era, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Identificado como Guilherme Nascimento de Souza, ele estava em uma moto na rua Alcir Brasil quando foi atingido pelos disparos. De acordo com a Polícia Militar, agentes do 20º BPM (Mesquita) foram acionados e encontraram o jovem já sem vida. A área foi isolada para a perícia, e o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que busca identificar os responsáveis e a motivação do crime. Até agora, não há informações sobre suspeitos

Um morto e dois feridos em Guaratiba

A Polícia Militar informa, através do comando do 27º BPM (Santa Cruz), que, na noite desta terça-feira (09/09), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na Rua José da Mata, em Guaratiba, Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, no local, os agentes constataram a morte de um homem. De imediato, a área foi isolada e o local preservado para o trabalho da perícia da Delegacia de Homicídios Outras duas pessoas foram atingidas também. A Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada e investiga a morte de Eduardo da Silva Alves, de 19 anos. Durante a ação, outras duas pessoas ficaram feridas. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

Dois adolescentes foram baleados no Recreio. Um deles morreu

A Polícia Militar informa, através do comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), que, na noite desta terça-feira (09/09), policiais militares foram acionados para verificar uma ocorrência de disparos de arma de fogo na altura do Posto 12, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No local, foi constatado que dois adolescentes foram atingidos, sendo um deles em óbito e o outro encaminhado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. O local foi preservado e a Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada para realizar a perícia. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de um adolescente de 16 anos, no Recreio dos Bandeirantes. Durante a ação, outro menor, de 15 anos, ficou ferido e foi socorrido a uma unidade hospitalar. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.

Adolescente foi morto e outros dois foram baleados em ataque a tiros em Campos (RJ)

Um adolescente foi morto e outros dois foram baleados durante um ataque a tiros no início da noite do último domingo (7) no bairro Vila Industrial, na área do Eldorado, em Guarus, Campos. No local, morreu Fábio Henrique dos Santos da Silva Leite, 16 anos, após ser atingido por cerca de cinco tiros. Já os dois baleados são os adolescentes de iniciais C.M.V. e C.H.W.S, ambos de 16 anos. Os baleados foram levados para o Hospital Ferreira Machado. Os tiros foram disparados por homens que estavam em um carro modelo Gol, geração 4, de cor branca. Os atiradores estavam encapuzados. Informações iniciais são de que o caso pode estar ligado com a disputa de duas facções rivais do tráfico de drogas

Traficantes do TCP mataram homem que vendia drogas de forma independente no Terreirão

A Justiça decretou a prisãol preventiva dos traficantes Chapoca, Lobinho e Sem Vulgo por um homicídio no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, de um homem que venida drogas ide forma independente. Sem Vulgo foi preso esse fim de semana, A vítima Gilmar foi morta por traficantes do Terceiro Comando Puro, que haviam lhe convidado para a integrar, sem êxito. Os bandidos envolvidos são conhecidos como “meninos da praia”, sendo um deles conhecido como “Sem Vulgo” e outro como “Bebel”. Uma testemunha afirmou que Gilmar vendia drogas na Comunidade do Terreirão e incomodou integrantes da facção local, pelo que tentaram que ela integrasse a organização e, não tendo êxito, foi morto por quatro elementos Um morador da Comunidade do Terreirão mencionou que a vítima vendia drogas na região, mas não integrava facção, pelo que estava tendo problemas com ela e que, no dia dos fatos, gritou pelo seu nome, dizendo que os “meninos” queriam o matar, tendo conhecimento do envolvimento de Chapoca””.

Mãe matou a filha de oito anos e escondeu o corpo por quase um mês. Cadáver foi encontrado em estado de esqueletização

Uma mulher foi presa essa semana acusada de matar a filha Evellen Dayane Silva de Lima, de oito anos, no Morro do Urubu, em Pilares, e ocultado o corpo da criança no interior da residência localizada na Rua Pequi De acordo com testemunhas a vítima estava desaparecida desde o dia 02/08/2025 e que após denúncias de maus tratos a acusada impediu por diversas vezes a entrada e assistente social e do conselho tutelar. No mais, conforme apurado através de declarações de testemunhas e perícia de local, vizinhos arrombaram a porta da casa e constataram a vítima em estado de esqueletização em cima da cama. Embora as testemunhas ouvidas em sede policial tenham mencionado não saber a causa efetiva da morte da criança, certo é que vizinhos e parentes narraram negligência da mãe para o cuidado dos filhos, mencionando que utiliza substância entorpecente e os mantêm sem higiene e alimentação. Ainda, a investigação apurou informações no sentido de que os demais filhos da acusada (5 anos e 8 meses) teriam convivido com o cadáver da irmã e de que ficavam sozinhos para que a mãe pudesse sair à noite.

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