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homicidio

Ex-candidato a vereador foi morto em Tanguá. Polícia apura atuação da milícia

Carlos Henrique, conhecido carinhosamente por todos como Cascudo do Gás, foi assassinado naa noite do último sábado, 27/12, em Tangua. Ex–candidato a vereador em Tanguá no ano de 2016, foi executado com cerca de 15 disparos de arma de fogo, em frente ao seu próprio comércio de água, carvão e gás. Um crime brutal, cometido com frieza, que choca, revolta e assusta toda a cidad A policia apura se milicianos estariam envolvidos. Segundo relatos em redes sociais, a vítima estaria em atraso com cobranças atribuídas à milícia. O modus operandi do crime, pela forma, quantidade de disparos e local, é semelhante ao padrão observado em ações desse tipo em outras regiões do Estado do Rio de Janeiro. Existem procedimentos e processos em andamento no Ministério Público que indicam a gravidade do que está acontecendo. A cidade parece dividida entre dois polos de poder: o governo formal e a milícia, enquanto a população fica no meio, desprotegida. L L L L L 1Homem simples, trabalhador incansável e de coração generoso, ele construiu sua trajetória com esforço, honestidade e dignidade. Seu comércio ia muito além da atividade profissional: era um espaço de acolhimento, de conversa franca e de relações construídas ao longo dos anos, onde cada pessoa era tratada com respeito e atenção. Cascudo conquistou a confiança da população não apenas pelo serviço que prestava, mas pela maneira humana com que sempre lidou com todos. Era conhecido pelo sorriso fácil, pela palavra amiga e pela disposição em ajudar, mesmo nos momentos difíceis. Para muitos, ele não era apenas um comerciante, mas um amigo, um conselheiro e uma presença constante que fazia diferença na rotina da cidade. Sua partida repentina deixa um vazio imenso e uma dor coletiva difícil de ser mensurada. Tanguá perde um trabalhador honesto, uma referência de simplicidade e um exemplo de caráter. Ficam as lembranças, as histórias compartilhadas e o legado de uma vida pautada pelo respeito ao próximo e pelo amor ao trabalho. Neste momento de profundo luto e comoção, nos unimos em solidariedade aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Carlos Henrique. Que Deus conceda conforto aos corações, força para enfrentar esta perda tão dolorosa e serenidade para atravessar este período de imensa tristeza.

Polícia prendeu suspeito de participar de roubo que resultou em morte de mulher no BRT. Envolvidos foram agredidos e um deles até baleado por outros criminosos

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prendeu, nesta segunda-feira (29/12), um dos envolvidos no latrocínio de Priscilla da Silva Almeida, de 40 anos. A mulher foi assassinada no dia 25 de dezembro em um ônibus do BRT, na Avenida Brasil, na Zona Norte do Rio. As investigações, que tiveram apoio da 21ª DP (Bonsucesso) e da 22ª DP (Penha), apontaram que três homens embarcaram no veículo para praticar crimes patrimoniais e roubar quem estava no articulado. Durante a ação, houve reação de passageiros e, em meio à confusão, Priscila foi atacada e não resistiu aos ferimentos. Um segundo passageiro também acabou ferido. Durante o trabalho investigativo, os agentes receberam informações de inteligência de policiais militares que um dos envolvidos havia dado entrada em uma unidade hospitalar na Zona Norte do Rio, após sofrer agressões. A equipe confirmou a identidade do homem e ouviu o criminoso no próprio hospital. Em depoimento, o homem relatou que ele e dois comparsas embarcaram no BRT para irem até o bairro de Benfica para realizar furto de fios de cobre. De acordo com a declaração, os criminosos passaram a realizar roubos na parte dianteira do ônibus. O preso afirmou que tentou subtrair a bolsa da vítima, momento em que os comparsas se aproximaram e passaram a atacá-la com uma faca. Ainda de acordo com o relato prestado no hospital, o preso informou que, após o ataque, todos fugiram do local. Posteriormente, ele acabou sendo localizado e agredido por criminosos da região. Além disso, um dos envolvidos também teria sido atingido por um disparo no pé. O criminoso afirmou que os comparsas costumam praticar roubos e furtos na região, geralmente portando facas. Os agentes analisaram as imagens das câmeras de segurança, ouviram testemunhas e representaram pela prisão do criminoso, que foi reconhecido por um familiar nas imagens divulgadas. As investigações continuam para identificar, localizar e responsabilizar outros envolvidos no latrocínio.

Homem assassinado em praia de Búzios era gerente de boca de fumo

Um homem foi executado a tiros na tarde deste domingo (28), na Praia de Geribá, em Armação dos Búzios. A vítima, identificada como Allan Moreira Padilha, foi atingida na rua, tentou fugir em direção à praia, mas caiu e morreu no local. Segundo apuração, Allan possuía mais de dez registros policiais, todos relacionados ao tráfico de drogas, e era apontado como gerente do tráfico na região da Sinagoga, em Unamar, distrito de Cabo Frio.

Domingo de sol com banho de sangue em praias do RJ

Domingo de sol, muito calor, praias ĺotadas e crimes na orla Um homem foi baleado próximo ao Posto 12 da Praia do Recreio, na tarde deste domingo (28). Dois homens armados iniciaram uma discussão e a vítima, que não tinha qualquer relação com a briga, acabou sendo atingida por um disparo. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Um homem foi assassinado na Praia de Geribá, em Búzios O crime aconteceu no canto esquerdo da praia, área bastante movimentada, e provocou pânico e correria entre banhistas. A vítima foi atingida por dois disparos nas costas e morreu no local. Dois homens armados fugiram em direção à Estrada da Ferradurinha. A 127ª DP (Armação dos Búzios) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. A perícia foi solicitada para o local e outras diligências estão em andamento para apurar os fatos.

Homem morreu esfaqueado ao tentar defender irmã na noite de Natal em Cantagalo (RJ)

Um homem de 32 anos morreu esfaqueado ao tentar defender a irmã na noite de Natal na cidade de Cantagalo, interior fluminense. A vítima se intrometeu em uma discussão entre a irmã e o ex-companheiro dela e acabou golpeado no peito. Segundo familiares, o suspeito do crime não aceitava a separação; O autor fugiu logo após cometer o homicídio. O pai da vítima disse que se o filho não tivesse se envolvido na briga, quem morreria era sua filha. O homem chegou a ser socorrido a um hospital mas não resistiu.

Roubos a depósitos de revenda de gás explorados pelo Comando Vermelho provocaram série de assassinatos em São Gonçalo

Roubos em depósitos de revenda de gás controlados pelo Comando Vermelho e também na casa da amante do chefão do tráfico provocaram uma série de assassinatos em São Gonçalo em setembro. Uma das vítimas foi José Acyoli que foi morto em um estabelecimento comercial conhecido como Bar do Compradre. O autor do fato chegou na condução de uma motocicleta Honda CG Titan 160, cor vermelha, ano 2025, sem placa, e, em seguida, portando uma arma de fogo, desembarcou e correu em direção à vítima, perseguindo-a. Ato contínuo, obteve êxito em alvejá-la com diversos disparos de projetis de arma de fogo, os quais foram a causa eficiente do seu óbito. No dia anterior ao óbito de Acyoli, ou seja, 09/09/2025, Kaio França Gomes teria sido sequestrado por traficantes e morto na comunidade do Anaia, em razão de suposto envolvimento aos roubos de depósitos de gás controlados pelo Comando Vermelho, e, sob tortura, teria afirmado que José também estaria envolvido. Kaio foi sequestrado na porta de asa no dia 09/09/2025, por volta de 08h, quando saía para trabalhar no bairro de Alcântara. Foi levado por quatro homens armados de fuzil, usando roupas camufladas e balaclava, em um carro branco com uma faixa preta em volta; Imediatamente após o sequestro, familiares passaram a procurá-lo. Populares disseram que havia quatro homens amarrados dentro da comunidade do Anaia; Há relatos de que soltaram um dos homens e que teriam sido executados Kaio e mais dois; A família foi informada pelos traficantes que deveria parar de procurar por Kaio para não arrumar problemas. Os bandidos disseram que o corpo de Kaio não seria devolvido porque o mesmo tinha “vacilado” e roubado quem não podia. Chegou a circular uma fotografia de Kaio e outros dois jovens sentados antes da execução; Circularam duas versões sobre a motivação da morte de Kaio. Ambas são ligadas ao tráfico de drogas. Dsseram que Kaio havia roubado um depósito de gás na praça de Santa Isabel; Segundo relataram, os autores do roubo queriam dinheiro do depósito e não havia valores no loca. Após a morte de Kaio disseram na região que as características do autor do roubo não coincidiam com as dele, tratando-se de um homem gordo e branco; O gás no local é explorado pelo tráfico de drogas, e o responsável seria o nacional conhecido como Thiago do Gás, que seria uma espécie de laranja do tráfico; Também atribuíram a Kaio a participação em um roubo que teria ocorrido um mês antes de sua morte, quando quatro homens invadiram a casa de uma mulher apenas como Alice, ao meio-dia, levando ouro e dinheiro, somando cerca de 40 mil reais; Alice é amante do traficante Farm, dono do tráfico local; Esses fatos seriam uma sentença de morte para qualquer envolvido. No dia seguinte à morte de Kaio, houve a morte de um homem no Laranjal; Kaio e José eram conhecidos e estariam possivelmente envolvidos no roubo à casa de Alice. O serviço de gás daquela área é explorado pelo tráfico de drogas local, sendo o investigado, Thiago do Gás”, proprietário dos depósitos de gás explorados, supostamente, pelo Comando Vermelho daquela região.

Jovem executada por traficantes do CV em Friburgo estava jurada de morte por ser considerada ‘inimiga da facção’

A polícia concluiu que o assassinato de Maristela Emerique de Carvalho, de 23 anos, ocorrido em outubro, em Nova Friburgo, foi motivado pelo fato de a vítima ser considerada inimiga da facção criminosa Comando Vermelho Maristela estava jurada de morte peo CV sob acusação de colaborar com grupo rival, o Terceiro Comando Puro (TCP) ajudando o grupo a tomar bocas de fumo. Segundo as investigações, Haron, namorado da vítima, foi incumbido por Gabriel, líder do tráfico local, de levá-la ao cemitério de Riograndina, onde os demais aguardavam. No local, a vítima foi contida com o auxílio de Sophia e Rômulo, impedida de fugir e posteriormente entregue a Max Miller e Diveneta, que a colocaram em um veículo e a executaram com disparos de arma de fogo em via erma. Ela foi morta com dois disparos, um na cabeça e um nas costas. O corpo foi ocultado atrás de entulhos às margens da estrada Riograndina-Banquete, dificultando sua localização. Com efeito, há indícios de que os autores, todos vinculados ao tráfico de drogas, agiram de forma premeditada praticando homicídio qualificado por motivo torpe e mediante traição, seguido de ocultação de cadáver, em contexto de associação criminosa armada, com o objetivo de eliminar pessoa considerada “inimiga” da facção. A execução sumária de uma mulher sob pretexto de “disciplina” do tráfico demonstra a capacidade de intimidação do grupo e a sua influência sobre a comunidade local, impondo terror e desordem. Cinco suspeitos chegaram a ser detidos por envolvimento no crime O caso ganhou grande repercussão na cidade na época quando familiares procuraram a delegacia para comunicar o desaparecimento e passaram a divulgar a foto dela nas redes sociais. Maristela havia saído de casa na companhia do namorado e não retornou para casa, causando preocupação na família pois não era comportamento habitual.

Mulher morreu esfaqueada em assalto no BRT

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Priscilla Da Silva Almeida esfaqueada durante um assalto no BRT Trransbrasil. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do Batalhão de Vias Expressas, policiais militares foram acionados para uma ocorrência de roubo, nesta quinta-feira (25/12), no BRT estação Rubem Vaz, altura de Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. No local, de acordo com informações preliminares, duas vítimas ficaram feridas por arma branca (faca) e socorridos ao Hospital Salgado Filho. Uma mulher não resistiu aos ferimentos e a outra vítima foi atendida e liberada. Ocorrência a cargo do BRT Presente.

Polícia prendeu assassino de PM em hospital

Menos de 24 horas após o crime, policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam o criminoso que assassinou um policial militar, no início da manhã desta quarta-feira (24/12), no Méier, Zona Norte do Rio. Ele foi capturado em um hospital, na Região Central da cidade.  De acordo com as investigações, bandidos em uma motocicleta tentaram roubar o policial militar, que reagiu ao assalto. Durante a ação criminosa, houve confronto e o agente foi alvejado. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado a uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. Após o crime, por meio da troca de informações de inteligência com policiais militares, a DHC identificou que um homem havia dado entrada em uma outra unidade hospitalar com ferimento provocado por disparo de arma de fogo. Em ação rápida, equipes da delegacia iniciaram diligências para apurar o caso. Agentes realizaram perícia no local e analisaram imagens de câmeras de segurança, que apontaram o envolvimento do homem ferido .Diante dos fatos, os policiais civis foram ao local e abordaram o homem, que confessou ter efetuado o disparo que vitimou o policial militar. Ele foi autuado em flagrante.As investigações continuam para identificar e capturar o segundo envolvido no crime, responsável por conduzir a motocicleta utilizada no assassinato.

Soldado caiu no ‘tribunal do CV’ após perder um fuzil apreendido pela PM. Corpo teria sido jogado na Baía de Guanabara

Segundo publicação do jornalista Bruno Assunção, um soldado do Comando Vermelho foi levado ao chamado “tribunal do tráfico” nas últimas horas após perder um fuzil durante uma operação da Polícia Militar. De acordo com o jornalista, o crim!noso, conhecido como “Kika”, chegou a ser preso, e o armamento apreendido. Horas depois, ele foi liberado da delegacia, mas o fuzil permaneceu sob custódia da polícia. Fontes da polícia ouvidas pelo repórter afirmaram que Kika não conseguiu repor o armamento e já era alvo de insatisfação dentro da própria facção por outros erros. Por isso, teria sido levado ao tribunal do tráf!co, realizado dentro da favela da Kelson, na Penha, onde acabou “jogado fora” — expressão usada pelos crim!nosos para indicar a execuç4o de alguém. A mãe do traficante procura pelo corpo do filho na comunidade, mas segundo relatos, ele teria sido jogado na Baía de Guanabara.

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