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Empresário morto na Barra respondeu a processos por furtos e roubo

Morto em um ataque na Barra da Tijuca na madrugada de hoje, o empresário Marcos Vinicius Portugal Santos foi réu em quatro processos no Tribunal de Justiça do Rio. O último deles, de 2019, tratou-se de um crime cometido em 2010, no Flamengo, quando ele e um adolescente roubaram um telefone celular Marcos estava em uma motocicleta e parou o veículo nas proximidades indo na direção da vítima. O menor abordou o alvo e afirmou que estava armado com um “três oitão” e que se a vítima não passasse o aparelho o adolescente iria atirar. Temendo por sua vida, o alvo entregou o aparelho. Ele também respondeu a dois processos por furto qualificado em Paty do Alferes, cidade do interior fluminense na década de 2000. O ataque sofrido pelo empresário ocorreu quando a vítima estava num Honda Civi.c Dois homens de moto se aproximaram. O suspeito que estava na garupa abriu fogo e acertou nACIS, que chegou a ser socorrida no Hospital municipal Lourenço Jorge, também na Barra. Além de Santos estavam no Honda Civic o filho dele, de 18 anos, e a namorada do jovem, de 20. Eles voltavam de uma festa e passavam pela Avenida Ayrton Senna. O rapaz foi atingido de raspão num dos braços e já recebeu alta. Testemunhas relataram à polícia que o carro estava nas proximidades do BarraShopping quando a moto se aproximou. Após os disparos, a dupla fugiu. Santos foi atingido por dois tiros no abdômen, um no peito, um no braço direito e um no queixo. Segundo o 31º BPM, Santos é sócio de uma empresa do ramo de aviação em Curitiba e teria viajado para o Rio a negócios.

MP diz que tese de legítima defesa para ação de PMs que resultou na morte de jovem no Catete não procede e denunciou policiais à Justiça

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou à Justiça o 1º sargento PM Daniel Sousa da Silva e o 1º tenente PM Felippe Carlos de Souza Martins pelo homicídio qualificado de Herus Guimarães Mendes da Conceição, de 23 anos. O crime ocorreu durante operação policial realizada em 07 de junho de 2025, no Morro Santo Amaro, no bairro do Catete, Zona Sul do Rio.  Segundo a denúncia do GAESP/MPRJ, o 1º sargento Daniel efetuou os disparos que causaram a morte da vítima. As imagens das câmeras operacionais portáteis demonstram que Herus não esboçou qualquer atitude agressiva e tentou se afastar para se proteger, estando de costas no momento em que foi atingido. Já o 1º tenente Felippe, comandante da equipe ALFA do BOPE, foi denunciado por omissão penalmente relevante, pois decidiu manter a operação mesmo após receber informações de que havia uma festa junina em andamento, com grande número de moradores, incluindo crianças, na Rua Luiz Onofre Alves. O GAESP/MPRJ afirma que o tenente descumpriu seu dever de cuidado e expôs a população a risco grave.  Os dois policiais responderão por homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.  A denúncia também destaca que o Inquérito Policial concluiu, pela existência de legítima defesa putativa por parte do 1º sargento Daniel, porém essa interpretação não encontra respaldo em nenhuma prova técnica produzida. Segundo o GAESP/MPRJ, as análises de imagens, os laudos periciais e os próprios depoimentos colhidos demonstram que não houve qualquer gesto da vítima que indicasse agressão ou ameaça. O MPRJ ressalta que o IP desconsiderou elementos objetivos da investigação e que a tese de legítima defesa putativa não se sustenta diante do conjunto probatório reunido. Pedido de suspensão da função pública O GAESP/MPRJ requereu ao Juízo a aplicação de medidas cautelares, incluindo a suspensão integral do exercício da função policial militar dos dois denunciados. O Ministério Público também solicitou restrição de contato com testemunhas, comparecimento periódico em juízo, proibição de acesso a unidades militares e limitação de deslocamento. Segundo os promotores, a continuidade dos denunciados no serviço ativo pode comprometer a regularidade da instrução criminal. A denúncia aponta, inclusive, tentativa de manipulação de imagens de câmera por um dos policiais, o que reforça a necessidade das medidas cautelares.

Bandidos faziam arrastão em Benfica e atacaram viatura da Seap. Um motorista foi morto e um suspeito ficou ferido

A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) informa que, por volta das 13h50 desta quinta-feira, policiais penais trafegavam pela Rua Prefeito Olímpio de Melo, em Benfica, Zona Norte do Rio, quando foram surpreendidos por quatro criminosos realizando um arrastão. Os bandidos — três deles armados com armas longas e o quarto portando um simulacro — chegaram a render e assaltar um motorista que seguia à frente da viatura da Polícia Penal. Em seguida, os criminosos avançaram na direção do veículo oficial e efetuaram disparos contra os agentes. Houve troca de tiros. Um dos criminosos foi ferido e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar. O motorista vítima do assalto também foi atingido e, infelizmente, não resistiu aos ferimentos. A viatura da Polícia Penal foi alvejada durante a ação. Os policiais penais não sofreram ferimentos. A ocorrência está sendo investigada pela Divisão de Homicídios (DH).

Padrasto suspeito de matar enteado de dois anos em Queimados contou como cometeu o crime

O homem preso acusado de matar o enteado de dois anos em Queimados no início da ssemana confessou ter agredido a vítima com tapas na região do tronco e duas chineladas, sendo uma na coxa e outra na bunda. Esclareceu que as agressões ocorreram porque o menino havia feito as necessidades nas calças. Disse que após as agressões, colocou o menino no banho e foi ao quintal, porém ao retornar a criança estava tendo uma convulsão dentro do box.Acrescentou que sua companheira tinha ciência que ele batia no menino quando entendesse necessário para correção. As lesões vistas nas fotografias e indicadas no BAM sugerem que a criança tenha sido vítima de tortura, eis que foi levada extremamente machucada e já desacordada para a unidade de saúde. Acrescente-se que tanto a genitora do menor, quanto outros familiares e vizinhos relataram que o autor é pessoa violenta e que além de ter agredido a vítima em outras oportunidades, também agredia sua companheira. A avó materna da vítima, em sede policial, declarou que em diversas vezes percebeu que o menino tinha medo do custodiado, pois chorava, ficava assustado e até tremia na sua presença. Acrescentou que uma vizinha havia comentado sobre um episódio no qual ouviu o menino chorando e que ele parecia estar apanhando. Disse que no período em que o indiciado residiu com sua filha na sua residência, ele apresentou comportamento muito alterado e nervoso e que ele usa drogas diariamente. A mãe da vítima, em sede policial, confirmou que o companheiro já havia agredido o menino em outras duas oportunidades. Ainda, disse que o conduzido já a agrediu de forma violenta em quatro episódios. Quanto aos fatos, afirmou que recebeu vídeos do filho pela manhã e que o menino não apresentava qualquer hematoma/lesão pelo corpo, razão pela qual acredita que seu companheiro e padrasto da criança tenha sido o autor do crime. O documento médico atesta que a vítima chegou à unidade de saúde com vida, falecendo menos de uma hora depois. Foi constatado que a criança havia sido vítima de agressão e apresentava diversas lesões ao longo do corpo: “

Ex-agente penal envolvido em crimes no sistema prisional foi morto pelo tráfico em Campos

Policiais civis da 146ª DP (Guarus) em conjunto com o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público deflagram, nesta quarta-feira (03/12), a “Operação Clausura”. Com o objetivo de desarticular a guerra entre facções na região de Guarus, a ação mira também os responsáveis pela morte de um ex-agente penitenciário. Os agentes estão nas ruas para cumprir mandados de prisão e de buscas e apreensão.A investigação iniciou em abril deste ano após a morte do ex-agente penitenciário Marcelo Aparecido de Lima, expulso da corporação após uma investigação do GAECO apontar o envolvimento dele em crimes dentro do sistema prisional. Com a sua morte, os policiais civis da 146ª DP, após intenso trabalho de inteligência e de campo, verificaram que o homicídio teria sido executado por integrantes de uma facção e identificaram cinco envolvidos na empreitada criminosa. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva de cinco homens pelo homicídio do ex-policial penal Marcelo Aparecido de Lima e tentativa de homicídio de Felipe de Carvalho Silva, crime ocorrido em abril deste ano, em Campos dos Goytacazes. Os mandados de prisão estão sendo cumpridos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (03/12). De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, Marcelo dirigia pela Rua Capitão Menezes, acompanhado do sobrinho, quando o carro dos executores fechou a rua, impedindo o acesso. Três dos denunciados desceram do veículo e efetuaram vários disparos de arma de fogo, atingindo Marcelo na cabeça. Ele foi levado para o hospital em estado grave e morreu dois meses depois.

Justiça decreta prisão de Juninho Varão e quatro comparsas por homicídio em Guaratiba

A Justiça decretou a prisão do miliciano Juninho Varão e de outros quatro comparsas por um homicídio cometido no Jardim Maravilha, em Guaratiba. Segundo relatos de uma testemunha, no dia do crime (não revelado nos autos), um homem vestindo uniforme da Polícia Civil com uma balaclava, portando um fuzil, entrou em uma festa agachado, sendo certo que já havia ouvido da vítima que aquela pessoa não seria policial, mas que estaria no local para matá-la. Após ouvir um disparo que atingiu a vítima Layane e que após ouvir outros disparos, foi arrastada por amigos para fora do salão. Uma outra testemunha aduziu que sabia que a vítima tinha envolvimento com a milícia do Jardim Maravilha e que em determinado momento da festa em que estavam, ao sair do banheiro, avistou um homem alto, vestido todo de preto, rosto coberto e portando um fuzil e que ao deparar-e com ele, procurou abrigo junto à laje do banheiro, quando ouviu ao menos 4 disparos de arma de fogo e que souber que haviam mais 3 autores do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com arma de fogo, em local público. O local onde os disparos ocorreram possuía outras pessoas presentes, tendo sido uma outra pessoa uma segunda vítima da empreitada delitiva.

Preso padrasto suspeito de matar menino de dois anos

Policiais civis da 55ª DP (Queimados), com apoio de policiais militares, prenderam em flagrante, nesta segunda-feira (01/12), um homem que assassinou o próprio enteado, de dois anos. Ele foi capturado momentos após o crime, a partir de trabalhos de investigação da unidade. A vítima deu entrada em uma unidade de saúde, na noite desta segunda, e funcionários constataram hematomas por todo corpo da criança. Diante dos fatos, a delegacia foi acionada e, em ação rápida, iniciaram diligências investigativas. Agentes foram à residência da vítima, ouviram testemunhas e identificaram e localizaram o homem responsável pelo crime. O homem, que era padrasto da criança, confessou que agrediu o menino. Segundo relatos, ele é agressivo e já havia batido na criança outras vezes. O criminoso foi autuado em flagrante por homicídio qualificado.

CORE foi no Tabajaras (CV) e matou traficante suspeito da morte de policial marido de juíza

Policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) realizaram, nesta terça-feira (02/12), uma ação na Ladeira dos Tabajaras, Zona Sul do Rio, para apurar informações de inteligência a respeito dos criminosos que mataram o policial civil João Pedro Marquini, em março. O responsável pelos disparos contra o agente foi neutralizado. Ao chegarem à comunidade, os policiais foram atacados pelos bandidos e houve confronto. Um dos criminosos ficou ferido e os comparsas obrigaram um morador a levá-lo para um hospital da região em uma kombi. Os agentes diligenciaram imediatamente até o hospital e conseguiram confirmar a morte de Jefferson Rosa dos Reis, conhecido como “Jef”. Contra ele, havia um mandado de prisão pelo homicídio. As investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) apontaram que ele e um outro traficante foram os autores dos disparos. Jef tem anotações criminais por tráfico, associação para o tráfico, organização criminosa, roubo de arma de fogo, homicídio e latrocínio.

Flanelinha puxou arma falsa para PM e acabou morto em Madureira

Uma discussão entre um flanelinha e um policial militar próximo ao Shopping de Madureira no último sábado (29) acabou com o flanelinha morto. Relatos de pessoas que estavam no local teria ocorrido um desentendimento por causa de uma vaga. O flanelinha puxou um simulacro para intimidar o policial e para surpresa dele o agente da lei efetuou três disparos que levou o guardador de carros a óbito, .

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