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Suspeita de trairagem é ameaça de golpe de estado na quadrilha do Abelha (CV) em Cabo Frio. Houve racha e traficantes estariam pulando para o TCP e a milícia

Após PMs do 25° BPM de Cabo Frio realizarem uma operação na Comunidade da Sinagoga (CV), em Unamar e apreenderem 1 lfuzil, 1 pistola, 2 granadas e drogas e prenderem um bandido vulgo VT, o chefe local conhecido como Escobar, mandou seus subordinados mostrarem os celulares. Isso porque relatos apontam que os próprios aliados de VT o entregaram para a polícia. Os comentarios são que alguns traficantes da comunidade querem pular para o ADA ou o TCP, Alguns já pularam para a milícia do bairro Califórnia (MLC) e outros estariam negociando com o chefe do Jacaré (TCP) de Cabo Frio, conhecido como Messi, para darem um golpe de estado na comunidade. O traficante de vulgo ‘Sementinha’ da Sinagoga (CV) pulou para o Gat do Careca (MLC), do bairro Califórnia (MLC), após o racha interno. Outro traficante conhecido como ‘DR’ pulou para o TCP de Cabo Frio e levou 2 fuzis da Tropa do Abelha da Sinagoga (CV). Outro traficante conhecido como ‘Elástico’ do CV da Sinagoga, pulou para o TCP de Cabo Frio, Ele levou 1 fuzil e 1 glock. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) .

Saiba como uma quadrilha invadia contas bancárias e roubava altas quantias em dinheiro

Investigações da Polícia Civil do RJ apontaram que os criminosos utilizavam técnicas sofisticadas de apropriação e controle remoto dos computadores pessoais das vítimas para invadir suas contas bancárias e subtrair altas quantias de dinheiro. Segundo os agentes, em apenas um dos casos apurados, uma das vítimas teve um prejuízo superior a R$ 480 mil. Hoje, os agentes realizam a “Operação Corsários Virtuais” contra integrantes da organizacão criminosa. Na ação desta quarta-feira (16/07), os agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra os envolvidos nessa quadrilha e efetuam a constrição dos veículos no nome dos alvos. As diligências ocorrem em Goiás, com o apoio da Polícia Civil daquele estado. Os policiais concluíram que os beneficiários finais do valor subtraído eram um casal de empresários de Goiás. As movimentações foram identificadas de novembro de 2024 a março de 2025, e foram registradas transações financeiras milionárias em diversos estados brasileiros. A quadrilha realizava um esquema de lavagem de dinheiro com o objetivo de dificultar o rastreamento dos recursos e disfarçar a origem ilícita dos valores. A quantia desviada era transferida para contas bancárias de “laranjas” e repassadas para construtoras e transportadoras em nome dos próprios criminosos. A movimentação de entrada nas contas foi de R$ 1,8 milhão, sendo que R$ 800 mil foram encaminhados para contas gerenciadas pelos próprios criminosos.A quadrilha ainda utilizava o montante subtraído para adquirir veículos de alto valor, também registrados em nome de terceiros. Todas as ações buscavam garantir aparência de legalidade ao patrimônio obtido de forma criminosa .Por determinação judicial, houve bloqueio nas contas bancárias no valor de R$ 480 mil e a decisão do monitoramento por tornozeleira eletrônica dos investigados. A operação visa não apenas o combate às atividades delituosas, mas também ao enfraquecimento dos crimes cibernéticos, que têm se tornado cada vez mais sofisticados e prejudiciais. As investigações continuam para identificar outros envolvidos nas ações delituosas.

Presa uma das maiores golpistas de Boa Noite Cinderela no Rio

Foi presa na madrugada desta terça-feira (01/07), uma mulher que aplicava o golpe do “Boa Noite, Cinderela”. Segundo a policia , ela era uma das principais autoras de crimes desta natureza, investigada em mais de dez procedimentos. A prisão ocorreu na Pedra do Sal, na Região Central do Rio. A equipe chegou até ela durante a apuração do desaparecimento de um turista francês. Ele foi localizado em uma unidade de saúde e prestou depoimento. Segundo o homem, ele foi abordado por um grupo de mulheres, na Lapa, e acabou marcando um encontro com uma delas para o dia seguinte. .Conforme o relato, ambos foram para um quiosque, em Copacabana, e de lá seguiram para o Arpoador, onde encontrariam uma amiga da mulher. Em determinado momento, ele se sentiu cansado e afirmou que pediria um carro de transporte por aplicativo, mas a autora afirmou que um táxi estava indo buscá-los. No caminho, ele reconheceu que estava passando pela Lapa e foi levado para um local não identificado. Ao chegar, caiu no chão e bateu a cabeça, não se recordando do que ocorreu em seguida. Ele teve seus bens subtraídos. A partir do depoimento, os agentes da Deat realizaram diligências e conseguiram identificar a mulher. Ela foi localizada e capturada. Contra a criminosa, foi cumprido um mandado de prisão. FONTE: Polícia Civil do RJ

Circula boato de toque de recolher em áreas da milícia na Zona Oeste para evitar suposto golpe em Zinho

Circula nas redes sociais um recado sobre um suposto toque de recolher ordenado nas regiões de Santa Cruz, Campo Grande e Paciência. O comunicado diz que a ordem seria contra o miliciano Naval que estaria sendo acusado de tramar um golpe contra a família Braga, do qual pertence Zinho, chefão do grupo paramilitar. Recentemente surgiram boatos de que Naval estaria perdendo força no bando para um miliciano chamado Andrey. A conferir FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

GOLPE NO RIO: Pessoas que vendiam ou compravam carros não recebiam o veículo nem o dinheiro

A policia descobriu um esquema no Rio de Janeiro na qual pessoas que vendiam ou compravam veículos não recebiam o carro ou o valor referente ao automóvel entregue em consignação. Anúncios em plataformas virtuais eram usados para atrair interessados. Ontem, três lojas de veículos suspeitas de envolvimento nas fraudes foram.interditadas Segundo as investigações, os estabelecimentos funcionam como fachada para golpes em compradores e vendedores. Durante a operação, realizada na Avenida Dom Hélder Câmara, Zona Norte do Rio, os agentes apreenderam 15 carros que estavam expostos para venda. Horas após a ação, os policiais retornaram a um dos estabelecimentos interditados e prenderam em flagrante o responsável por uma das lojas. O homem foi autuado por receptação qualificada após tentar retirar veículos do local, violando a interdição judicial. Ele chegou a contratar motoboys e um reboque para realizar a retirada clandestina dos automóveis. Durante a diligência, os agentes identificaram um dos carros como produto de apropriação indébita. O veículo havia sido entregue a outro estabelecimento em setembro de 2024 e estava sendo negociado de forma irregular na loja interditada. S Na ação, também foram apreendidos contratos, documentos veiculares e chaves dos carros. Os veículos apreendidos, serão devolvidos aos legítimos proprietários mediante comprovação documental.e acordo com os agentes, mais de 15 inquéritos policiais já foram instaurados com registros de vítimas lesadas pelo mesmo esquema.  Por determinação judicial, houve bloqueio de contas bancárias e ativos financeiros no valor de cerca de R$ 320 mil, além da restrição de bens móveis e imóveis dos investigados. Os três estabelecimentos foram interditados. As investigações apontaram como articuladores do esquema um homem e uma mulher com vasto histórico criminal. Funcionários das lojas foram conduzidos para prestar esclarecimentos. As diligências prosseguem para localizar a mulher e identificar novas vítimas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Militares do Exército do RS foram expulsos da corporação por se envolverem em golpe da falsa venda de fuzis para uma organização criminosa do Norte do país e também do RJ. Cada arma seria negociada a R$ 100 mil. Eles mandaram colega tirar fotos de peças do quartel para mostrar aos compradores

Bandidos gaúchos usaram militares do Exército para enganar uma organização criminosa no Norte do Brasil e também facção do Rio de Janeiro através do chamado ‘golpe do pix’, cuja síntese, consistiria na retirada de fotografias de armamentos militares (quatro fuzis) com o subsequente envio desses registros fotográficos à quadrilha interessada nas armas. Os envolvidos fariam e falsa venda do armamento ao grupo criminoso interessado, venderiam, porém não entregariam o produto -, situação que lhes permitiriam obtervantagem financeira correspondente a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais), R$ 100.000,00 (cem mil reais), para cada fuzil. Um militar que era motorista do comandante de um quartel abordou o responsável pela sala de armas do Esquadrão de Comando e Apoio do 6º Regimento de Cavalaria Blindado e disse que seu chefe havia determinado arealização de fotografias de armamentos do tipo Fuzil Automático Leve – FAL, calibre 7.62mm, obtendo, assim, o acesso às armas e permissão para o registro fotográfico. No dia seguinte, um outro militar procurou o armeiro sob a alegação de conversarem sobre assunto urgente que beneficiaria a ambos. Encontraram-se por volta das 22 horas no interior do veículo do superior, restando a conversação gravada, ocasião em que o militar, em tese, ofereceu-lhe vantagem econômica no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) e, em seguida, R$ 1.000,00 (um mil reais), em troca da obtenção de fotografias de fuzis, armamentos restritos e de uso exclusivo do Exército Brasileiro. Diante da resistência do armeiro em efetuar os registros fotográficos, o militar teria mencionado que mantinha contato com pessoa que lidava com venda de armas e as fotografias seriam encaminhadas “lá para cima” por tal pessoa. Afirmou, ainda, que este “contato” havia vendido fuzis e precisava da fotografia para comprovação da existência do material e recebimento do pagamento por meio de PIX O militar ainda ameaçou o colega. ” o papo é entre eu e tu. A gente pode se matar, pode se quebrar, dar facada, se dar tiro um no outro e ninguém sabe de nada, ninguém conta segredo dos outros” Contudo, após a conversa, o responsável pela sala de armas ao invés de sucumbir-se à oferta de vantagem econômica, reportou os fatos aos superiores hierárquicos, o que deflagrou as investigações, que culminaram com a expulsão dos dois militares. FONTE: Superior Tribunal Militar

Chefe da quadrilha de estelionatários ligada a Doca (CV) revelou em detalhes como conseguia seus ganhos. Usava até o jogo do tigrinho para ganhar dinheiro

Segundo a Polícia Civil, a quadrilha de estelionatários ligadas ao Comando Vermelho que foi presa na última sexta-feira em Nova Iguaçu agia da seguinte forma. O líder disse que utilizava máquinas de cartão de crédito para utilizar os cartões de crédito cedidos pelos seus seguidores do Instagram, a fim de se aproveitar de falha do sistema do banco Os seguidores forneciam a senha e o respectivo cartão e o declarante os usavaem determinada hora, conseguindo retirar dinheiro, ainda que a conta estivesse zerada, semisso se tornar uma dívida para o titular da conta; Assim, dava uma parte do valor adquirido com esta transação ao titular do cartão e a outra parte permanecia consigo Ele explicou ainda que tinha um grupo que soltava BIM (que são os 6 primeiros dígitos do cartão) e retornavam os dados do cartão como CVV, validade e nome da A partir desses dados, basta tentar realizar uma compra, que pode não acontecer (depende do limite do cartão da pessoa). Segundo ele, cada bot de BIM vende a informação por um valor, mas costuma girar em torno de R$ 20,00 (vinte reais). Disse que descobriu uma falha no banco Next, pois todo dia às 00:03 você poderia pegar a maquininha e colocar um valor de R$ 1.000,00, colocava o cartão e a senha, e conseguia passar o valor ainda que o cliente não tivesse esse saldo, ou seja, ainda que o correntista tivesse sem saldo na conta o valor de seria debitado na máquina; Q Os cartões encontrados na sua residência eram de pessoas do seu instagram que o declarante pedia para fazer esses esquemas do banco para em troca devolver o valor de R$ 300,00; Ele também participava do jogo do tigrinho. Segundo ele, quanto mais pessoas clicavam no link dele e depositam dinheiro, mais ela ganhava; Disse que conseguia 200 depositantes em apenas um dia, pois em um grupo com mil pessoas depositantes; Falou que apenas divulga plataformas legalizadas. Disse ser viciado em jogo; Contou que s outros presos eram seus amigos. Todos os conduzidos também jogam no jogo do tigrinho, mas que falsificam depositantes por meio de um aplicativo chamado Dolphin (que muda o IP do depósito e cria contas fake para parecer que tem mais pessoas depositando); Revelou que um amigo seu colocou 50 pessoas na plataforma e ganha R$ 500,00 com isso; Falou ainda que começou a jogar no jogo do tigrinho através de um seguidor chamado Ruffino qual apresentou boas plataformas para o declarante.Ruffino é o 00 do jogo do tigrinho e consegue colocar 3 mil pessoas no link dele em apenas um dia e receber R$ 30.000,00. Consegue fazer R$4.000,00 em apenas um dia e possui “meta”, Seu instagram tinha 130 mil seguidores e ganhdinheiro ostentando dinheiro, drogas, ouro, etc; QUE seu instagram atual é “wldelas77”; Nos destaques de seu instagram, há todas as plataformas com que ele trabalha; QUE cada plataforma tem um gerente. Disse que o jogo funciona como um cassino, que depende apenas da sorte. Cada pessoa que deposita no link do dele, ele ganha R$ 10,00 a depender da plataforma; FONTE: Polícia Civil do RJ

Com a falência da empresa do Faraó dos Bitcoins, relembre o golpe dado pela firma nos clientes anos atrás

Durante esses últimos dias, a imprensa carioca noticiou a falência da GAS Consultoria, empresa de propriedade do criminoso Glaidson Acácio, conhecido como ‘Faraó dos Bitcoins’, que está preso. A firma foi envolvida anos atrás em um esquema de suposta oferta pública de contrato de investimento, pretensamente sem prévio registro, vinculado à especulação no mercado de criptomoedas, com previsão de retorno financeiro de 10% sobre o capital investido, com remessa do proveito financeiro de duvidosa legalidade para o exterior, que contaria com a participação de pessoas físicas e sociedades empresárias supostamente vinculadas ao Faraó dos Bitcoins e sua mulher, responsáveis pela GAS. Glaidson e seus comparsas comandavam uma pirâmide financeira, constituindo crime contra o sistema financeiro. Um cliente, por exemplo, celebrou um contrato com a GAS iara o investimento em criptomoedas do montante de R$13.000,00 (treze mil reais), divididos em dois contratosde R$5.000,00 (cinco mil reais) e R$8.000,00 (oito mil reais), respectivamente. O contrato entabulado visava a obtenção de rentabilidade por intermédio das moedas. A rentabilidade do esquema não era a partir de lucro com investimento em criptoativos, ela advém dos novos aportes e com uma remuneração muito alta, as pessoas são estimuladas a reaplicar o dinheiro que elas ganham Entretanto, na data de 24 de agosto de 2021 – pouco mais de um mês após a assinatura dos contratos – a pessoa foi surpreendida quando o grupo econômico ganhou as manchetes dos jornais por meio da operação da Polícia Federal batizada de Operação Kryptos, momento em que foi apreendido mais de R$ 150 milhões sob a acusação de que Glaidson e comparas na verdade foram articuladores um esquema de pirâmide financeira, o que constitui contra o sistema financeiro. A partir daí, a empresa deixou de honrar os compromissos avançados entre as partes utilizando-se do argumento de que não mais se tinha possibilidade de realizar qualquer tipo de pagamento em função de bloqueios sofridos por determinações judiciais, restando os valores inadimplentes desde o início da Operação Kryptos. Argumentaram ainda que mesmo com a rescisão contratual entre as partes não possuem qualquer outro modo de devolver o valor primitivo investido.]Glaidson foi acusado de contratar um grupo para eliminar concorrentes no mercado de bitconis. Um deles sofreu tentativa de homicídio, mediante disparos de arma de fogo contra a vítima em via pública em horário de grande circulação de pessoas. A vítima narrou que a arma de fogo ´falhou´ quando o autor tentava efetuar mais disparos, motivo pelo qual recebeu golpes com a arma (´coronhadas´) na cabeça A vítima teria enviado mensagem para diversos clientes ´investidores´ sobre uma matéria noticiando que a empresa concorrente G.A.S. estaria sendo investigada pelo Ministério Público e que deveria quebrar até o fim do ano, sugerindo que pessoas ‘retirassem’ o dinheiro lá investido, pois as contas da G.A.S. seriam bloqueadas, estando, ‘a de Búzios’, já bloqueada. A vítima atuava como ´Operador de Investimentos´ em moedas de bitcoin e no mês em que fora vitimado estaria em débito com alguns ´investidores´, entretanto sem se apurar possíveis ameaças. FONTE: Superior Tribunal de Justiça

Mulher usava foto de PM fardado dizendo ser da milícia para praticar extorsões via whatsapp. Em uma delas, uma vítima foi cobrada por não ter comparecido a suposto encontro com garota de programa e teria que ressarcir os paramilitares

Grupo usava foto de PM fardado dizendo ser da milícia para praticar o que se chamava de gulpe da p… extorsão. O caso foi descoberto no ano passado. Na ocasião, um homem procurou a 17ª DP (São Cristóvão) .alegando que teria sido vítima de extorsão ocorrida perpetrada através de mensagens recebidas WhatsApp nas quais o interlocutor se identificava como “miliciano” e exigia o pagamento de valores, em razão da contratação de uma “garota de programa” e, por não ter comparecido ao encontro, a vítima teria causado prejuízo para a milícia, o qual deveria ressarcir. Após um trabalho de inteligência, foi descoberto nas contas google regisrradas em nome de uma mulher chamada Rayene foram localizados vários “prints” de mensagens idênticas às enviadas a vítima destes autos, indicando a prática de outros delitos de ameaça e extorsões. Na sua conta, foi encontrado ainda um passo a passo de como aplicar o golpe (golpoe das p.. extorsão) que indica que o mesmo modus operandiera utilizado na prática de outros delitos. O PM cujas fotos foram enviadas à vítima informou que havia tomado ciência anteriormente de que suas fotos vestindo fardamento estão sendo utilizadas por um grupo criminoso especializado em extorsões. FONTE: TJ-RJ

Presa mulher que aplicou golpe do Boa Noite Cinderela em turista. Vítima foi agredida e jogada do carro em movimento

A polícia prendeu uma mulher suspeita de aplicar o golpe do “Boa Noite Cinderela” para roubar um turista. A autora, de 19 anos, foi localizada em Belford Roxo, O fato aconteceu em dezembro de 2024. Na ocasião, a vítima estava na Pedra do Sal, Região Central do Rio, e foi levada pela autora e mais duas mulheres, todas garotas de programa, para um hotel em Copacabana, na Zona Sul. O turista foi dopado e teve seu aparelho celular roubado, além da quantia de R$ 150 em espécie e de valores transferidos de sua conta bancária que somam R$ 50 mil. Após a ação, a vítima ainda foi agredida e arremessada de um veículo em movimento. FONTE: Polícia Civil do RJ

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