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extorsão

Negativa de pagar a taxa para a narcomilícia já resultou em até dois homicídios em Campos (RJ)

As extorsões contra comerciantes em Campos dos Goytacazes já ocorrem há algum tempo e já resultou até em dois homicídios. Os comerciantes são obrigados a pagar taxas variadas conforme a natureza do estabelecimento, seja farmácia, posto de gasolina, cerâmica.Em dias em dias específicos, os narcomilicianos vão pessoalmente aos comércios auferir a vantagem econômica indevida e a depender da área, os suspeitos estão, em tese, cumprindo ordens dos traficantes locais, tais como Peixe, Loirinho e Balbinot- todos com a liberdade cerceada, atualmente, e recolhidos em estabelecimentos prisionais; Chegaram a ocorrer no ano passado dois homicídios na localidade de Farol de São Tomé, e que os comentários que correram na região, é que os respectivos homicídios foram perpetrados, em tese, pelos extorsionários e o fator motivante foi o inadimplemento do pagamento; As mortes geraram grande temor na população e, naturalmente, desestimularam às vítimas a comparecer a delegacia para noticiar as infrações penais sofridas; Os contatos entre autores e vítimas se dão através de telefone em tom ameaçador e enfatiza que e o pagamento é sempre realizado em mãos, onde os subordinados das lideranças do tráfico são designados para ir até os estabelecimentos comerciaiis arrecadar os valores. Os moradores locais realatam que após o homicidio de “Geléia” e Amaro Nilton em Farol de São Tomé no final de 2022 e 2023, a quantidadade de extorsões aumentou consideravelmente, e que os autores sempre mencionam que a recusa no pagamento poderá acarretar consequências como a morte das vítimas citadas; Um gerente de uma cerâmica extorquida disse para a polícia temer pela própria vida e, por isso,

Narcomilícia do TCP exigia cerca de R$ 500 mensais de comerciantes na Baixada Campista. Quem não paga é ameaçado ou roubado. MP e polícia fazem operação

Investigações apontam que traficantes ligados à facção Terceiro Comando Puro, sob a liderança do denunciado Fernando Silva Balbinot, ameaçavam e exigiam valores de comerciantes em troca de “garantir segurança” patrimonial, na Baixada Campista, especialmente em Baixa Grande e no Farol de São Tomé. Eles atuavam de modo semelhante a uma milícia privada, mas profundamente ligada ao tráfico de drogas – a chamada narcomilícia. De acordo com a denúncia do GAECO/MPRJ, os criminosos exigiam, em média, R$ 500 mensais, valor que variava conforme o tamanho e o faturamento do comércio. Caso os empresários se recusassem a pagar, eram ameaçados com incêndios ou roubos em seus estabelecimentos. As extorsões eram reiteradas todo mês, com as ameaças sendo renovadas a cada visita ou ligação dos criminosos, mantendo as vítimas sob constante coação e sem possibilidade de se libertarem do domínio desses indivíduos. Hoje, o Ministério Público Estadual e a Polícia Civil cumprem, nesta quarta-feira (24/09), 13 mandados de prisão contra traficantes que extorquiam comerciantes em Campos dos Goytacazes. Eles foram denunciados por extorsão, associação criminosa e associação para o tráfico. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). Os mandados foram obtidos junto à 2ª Vara Criminal de Campos dos Goytacazes. O MPRJ destaca que a região enfrenta uma progressão criminosa preocupante, com a ocorrência de homicídios que teriam sido motivados pela recusa das vítimas em pagar a quantia mensal exigida pelos criminosos.

Alvo de invasores a hospital em Santa Cruz foi condenado a 12 anos em regime fechado por integrar milícia. Ele foi flagrado extorquindo comércios

O alvo dos invasores do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, durante essa semana, Lucas Fernandes de Sousa, o Japa, tinha uma condenação de 12 anos de prisão em regime fechado suspeito de integrar orgganização criminosa estabelecida com efetiva e contínua atuação e sede no bairro de Paciência, e que, por anos, vinha implantando estrutura de poder paralelo armado e esquema lucrativo de cobrança compulsória, extorsionária, de quantias de dinheiro, a título de “taxa de segurança” ou “arrego”, “gatonet”, etc. No dia 19 de julho de 2019, por volta das 11h00, na Rua Graça e Paz, nº 100, ele e um comparsa foiram presos extorquindo estabecimentos comerciais da região, entre eles os conhecidos como “Bar do Botafogo” e “Bar do Vasco”, na localidade conhecida como Monte Sinai. Foi flagrado portanto R$ 1.102,00. Naquele dia, agentes da DRACO foram até o endereço para verificar informações colhidas sobre a atuação de milícia armada na região, em especial sobre a realização de extorsões aos comerciantes. Durante a diligência os policiais observaram que Lucas e um comparsa entravam nos estabelecimentos comerciais para recolher pequenas quantias de dinheiro, sendo certo que o primeiro denunciado sempre guardava os valores consigo. Em seguida, ao verificarem ambiente seguro, os policiais procederam à abordagem e encontraram em posse dos denunciados os materiais apreendidos Importa frisar, por fim, que a mãe de um deles afirmou saber que este é membro da milícia atuante na região, não sabendo informar que função desempenharia na organização criminosa.” Um delegado afirmou na época que a milícia, dependendo do porte do estabelecimento comercial fazia a cobrança podia variar entre R$ 20,00 a R$ 80,00. Disse ele que era comum a milícia passar à noite de carro, ostentando arma de fogo, amendrontando comerciantes, o que torna desnecessário o porte de arma por integrantes da milícia encarregados da cobrança. Japa afirmou na época que estava circulando com o comparsa desde das 09h00 horas da manhã e que parou no Bar do Vasco para comprar cigarro, esclarecendo ao juízo que era comum fazer entregas junto com o parceiro na mesma moto.

Denúncia recebida pelo MPF diz que traficante Peixão (TCP) teria planejado junto do PCC sequestro de membros do Legislativo, Judiciário e policiais

Chegou para o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro há dois anos a informação de que o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, juntamente com membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam planejado sequestro de membros dos poderes Legislativo e Judiciário. “Além dos traficantes do PCC que tinha intenção de me sequestrar, me extorquir e me matar e sequestrar outras autoridades como promotor, senadores, deputados federais, juíz. Alguns foram capturados, porém tem um que é do Rio de Janeiro e que não foi capturado no qual participaria do ataque é o Peixão”, disse um político, que solicito que localizassem o paradeiro do criminoso carioca. Veja outro depoimento recebido na denúncia “Conforme já denunciei ao ler a matéria de que o PCC planejava sequestrar servidores públicos e senadores, denunciei à Polícia Federal que o traficante Peixão que fez parceria com o PCC e participaria do sequestro de sevidores e de senadorese e extorquir um deputado em retaliação a um programa de televisão. Além disso, estaria na lista agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal” Outra denúncia que foi recebida pela polícia foi que os traficantes do bando de Peixão pintaram os muros da linha férrea com os dizeres “Bem vindos ao comando de Israel”. E que os bandidos instalaram câmeras em frente a vários estabelecimentos objetivando vigiar a ação da polícia. A partir das sete da noite, os traficantes do complexo circulam armados pela Estrada do Quitungo, Guaporé, Cidade Alta, inibindo que a população possa exercer a sua fé. Moradores também estavam revoltados com regras impostas pelo traficante

Justiça volta a punir PMs envolvidos em extorsões e homicídios de traficantes na Baixada Fluminense e que foram denunciados na Operação Mercenários

Deflagrada em 2022 a Operação Mercenários que prendeu PMs envolvidos em extorsões e homicídios na Baixada Fluminense continua rendendo na Justiça, Nesta semana, por conta de uma tentativa de homicídio ocorrida em 2019, a Corte determinou medidas cautelares contra sete policias, de vulgos Santinho, Benício, Magrelo, Sardinha ou Peixe, Marinho e outros dois sem apelidos. Os policiais foram acusados de no final da tarde do dia 14 de agosto de 2019, por volta das 16h, quando realizavam diligência no interior da comunidade Morro do Carvão, em Itaguaí, , fizeram disparos de arma de fogo contra P.D.S.S que se feriu tendo seu acompanhamente P.H,S;S conseguido fugir do local. As duas vítimas estavam em uma motocicleta, paradas e de costas, enquanto conversavam com terceiro, as quais, descontraídas e sem esperar, sem qualquer investida, foram alvo de diversos disparos de arma de fogo por parte dos agentes da lei. Foi determinado a suspensão do porte de armas, funcional e/ou pessoal; b) Afastamento dos serviços externos, lotando-os o comando militar a que vinculados apenas em serviços administrativos internos da corporação policial em que inseridos. Como forma de efetivação das medidas aqui deferidas, determino à serventia que adote as seguintes providências: a) Comunique-se a ao comando da PMERJ e ao SINARM/SIGMA, para as pertinentes providências; b) Oficie-se à CIntPM determinando o recolhimento das respectivas identidades funcionais dos denunciados que consignem autorização de porte e demais cautelas necessárias a tal provimento; Cumpridas as diligências acima deferidas, dê-se ciência ao Ministério Público. Segundo a investigação que resultou na Operação Mercenários, os policiais militares irmanaram para praticar de homicídios e a fraude processual. Os gentes enquanto componentes do GAT, em vez de efetuar a prisão de criminosos, buscavam, sim, a execução de alguns deles, ou qualquer um que achassem que fosse componente do “tráfico” como forma de pressionar a quadrilha de traficantes que ali domina a lhes pagar valores a título de corrupção, havendo indícios de ser uma constante na atuação “policial” desviante, em escala de serviço compactuada pelos denunciados.

Vítima sequestrada por PMs na Zona Oeste tem irmão envolvido com o tráfico da Nova Holanda (CV). VEJA DEPOIMENTOS

Leia agora o depoimento da vítima de extorsão mediante sequestro por parte de PMs que foram presos no último fim de semana na Zona Oeste do Rio. O alvo contou que estacionou seu carro em casa e viu três homens com fardas da Polícia Militar, usando balaclavas da cor preta e portando fuzil. Disse foi colocado dentro do carro. Ao entrar no veículo, viu o motorista, que não estava fardado Relatou que foi levado até perto da Vila Kennedy. Ali tiraram fita adesiva que estava adulterando a placa do carro. Seguiram adiante e pararam em frente a Comunidade do Muquiço, Guadalupe, perto do valão; Então, o motorista saiu e outro criminoso também saiu; Foi feito contato pelo telefone celular com a filha da vítima, com sua companheira e com seu irmão. Exigiram o valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para que a vítima fosse libertada; O declarante informou para os criminosos que não tinha dinheiro para pagar o resgate. Eles disseram que se não arrumasse iriam matá-lo. Contou ainda que havia uma viatura Frontier da Polícia Militar, “tipo velha”, escoltando o carro onde estavam. Pensa que também havia um veículo Honda, modelo CRV, “antigo”, cor preta, que também estava fazendo a escolta (…)”  Em sede policial, uma testemunha corrobora a declaração acima em relação ao momento da abdução da vítima, da exigência de valores para a liberação ela bem como perguntada se houve algum pagamento de resgate respondeu que não. Informou que quando os criminosos estavam saindo do local do fato a declarante disse que não tinham dinheiro e um dos criminosos disse que pediriam para o irmão da vítima; Nesse momento, o alvo esclareceu que seu irmão e que ele é envolvido com o narcotráfico da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Um policial encarregado da ocorrência informou que o aparelho celular da filha da vítima que foi levado pelos sequestradores estava sendo utilizado nas negociações extorsionário: Que o monitoramento do celular deu a localização do bairro de Rocha Miranda (…) que durante abordagem realizada na Estrada de Gericinó, encontraram a vítima algemada e mais 3 policiais militares O auto de apreensão especifica o material como: 2 armas de fogo imbel (fuzil) – calibre (7,62); 1 arma de fogo i.m.i. (fuzil) – calibre (5,56 mm); 1 arma de fogo Beretta (pistola) – calibre (9 mm).  

Leia mais detalhes do sequestro cometido por PMs na Zona Oeste do Rio no último fim de semana. Policiais tiveram as preventivas decretadas

O Núcleo de Atuação em Audiência de Custódia (NACAC/MPRJ) obteve, no sábado (13/09), a conversão em prisão preventiva dos policiais militares Janildo Lopes de Souza, Raphael Nascimento da Silva e Christiano Vicente Castro de Oliveira, presos em flagrante pela prática de extorsão mediante sequestro em Santíssimo, Zona Oeste do Rio. De acordo com a investigação, a vítima foi abordada em frente à sua residência por homens vestidos com fardas da Polícia Militar, encapuzados e armados com fuzis. Ela foi obrigada a entrar em um veículo e conduzida até a região de Guadalupe, onde os criminosos exigiram o pagamento de R$ 500 mil para sua libertação, sob ameaça de morte.  Segundo o apurado, durante o trajeto, o grupo adulterou placas do carro utilizado e contou com o apoio de uma viatura da PM, que fazia a escolta do veículo, indicando a participação de outros envolvidos. O homem foi mantido sob coação armada até ser resgatado em Rocha Miranda, após monitoramento da polícia. Na ação, foram apreendidos dois fuzis calibres 7,62 e 5,56, além de uma pistola 9 mm. Na audiência de custódia, o MPRJ defendeu a conversão da prisão em flagrante em preventiva, destacando a extrema gravidade da conduta, o uso de armamento de guerra, o envolvimento de agentes públicos e a necessidade de resguardar a ordem pública e a aplicação da lei penal. 

PMs são presos por extorsão a bandido. VIDEO

A Delegacia Antissequestro (DAS), com apoio da Corregedoria da Polícia Militar, prendeu três policiais militares em Campo Grande. Eles são investigados por extorsão a um criminoso. O valor foi de R$ 500 mil. . Segundo a investigação, o homem foi rendido junto da família por encapuzados armados e vestidos com uniforme da PM. A vítima foi levada à força, e pouco depois a esposa recebeu a cobrança do resgate. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na sexta-feira (12/9), equipe da Corregedoria Geral da Corporação acompanhou a prisão de três policiais militares em uma ação realizada pela Polícia Civil. Os agentes foram conduzidos para a Unidade Prisional da SEPM e responderão a um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado pela Corregedoria. O comando da  Corporação não compactua e nem tolera quaisquer desvios de conduta, cometimento de crimes ou abuso de autoridade praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. 

Moradores de morro tomado pelo CV continuaram com a milícia e foram presos extorquindo comerciantes na Taquara

Na última terça-feira, (9), policiais civis, após denúncia anônima recebida via aplicativo de mensagens, foram informados de que integrantes de milícia atuante na região da Estrada do Cafundá, na Taquara, realizariam, em determinado intervalo de tempo, extorsões a comerciantes locais, utilizando veículo Hyundai HB20, cor branca, com placa final 19. Diante disso, a equipe policial, coordenada pela autoridade competente, posicionou-se em frente a um comércio situado no nº 2037 da mencionada via e, por volta das 15h20min, identificou um automóvel com características semelhantes, ostentando a placa TEM2E18. Dois indivíduos desembarcaram e ingressaram em um estabelecimento, enquanto o motorista permaneceu no carro. Observou-se que os suspeitos abordaram o comerciante de forma intimidadora, motivo pelo qual, visando preservar terceiros, a equipe aguardou a saída deles para realizar a abordagem. Quando retornavam ao veículo, um dos homens empreendeu fuga, não sendo capturado. Os demais foram detidos. Em revista ao automóvel, localizaram-se R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco reais), uma pistola Taurus calibre 9mm com carregador municiado com 12 cartuchos, além de dois aparelhos celulares e um chip. Os presos eram moradores do Morro do Jordão que mesmo com a favela tendo sido tomada pelo tráfico (CV) continuaram com a milícia.A vítima, comerciante extorquido, recusou-se a comparecer à Delegacia, por receio de represálias. Constatou-se, ainda, que o veículo utilizado possuía placa adulterada, ostentando caracteres de outro automóvel sem restrições, sendo possível identificar, pelo chassi, tratar-se do veículo de placa TEH0H54, produto de roubo, conforme registro de ocorrência nº 040-00216/2025. Os fatos evidenciam a atuação organizada e armada de grupo miliciano em plena luz do dia, com emprego de veículo roubado e arma de fogo, em atividade reiterada de extorsão contra comerciantes locais. A conduta demonstra ousadia e risco concreto à ordem pública, à paz social e à integridade das vítimas, justificando a imposição da prisão preventiva como medida necessária para resguardar a sociedade e assegurar a aplicação da lei penal.

Comerciante disse que miliciano preso em Nova Iguaçu no último fim de semana ordenou que ela desocupasse a loja senão sofreria consequências e ele “passaria todo mundo”

Leia agora mais detalhes sobre a acusação contra miliciano Marcelo Feital Joaquim., preso no último fim de semana em Nova Iguaçu. Uma comerciante descreveu todos os atos que vem sendo praticados pelo representado desde junho do corrente ano, para intimidar e obrigar as vítimas a abandonarem o estabelecimento comercial onde desempenham sua atividade comercial, sob o argumento de que teria sido comprado por outra pessoa e que elas teriam que desocupar: Ela relatou que, no dia 26/06/2025, Marcelo chegou na loja se apresentando como dizendo que comprou o imovel do antigo dono e pediu que a declarante deixasse o imóvel; A comerciante disse que existia um processo judicial a respeito da posse e propriedade do imóvel. Marcelo não apresentou nenhuma documentação e disse que não queria saber de processo judicial pois era muito influente e não perderia seu tempo com isso. Ele então ameaçou a comerciante, dizendo que se a mesma não saísse por bem, sairia por mal. No dia 16/08/2025 dois homens em uma motocicleta foram até a loja e determinaram que as funcionárias ligassem para a dona. As funcionárias ligaram para a sua sócia e um dos homens falou pelo telefone que elas teriam 15 dias para desocupar a loja, caso contrário “Passariam todo mundo”.A proprietária foi na delegacia e registrou uma ocorrência sobre o fato. No dia 26 de agosto, Marcelo retornou a loja com mais três homens. Um desses três homens era o mesmo que havia ameaçado “passar todo mundo” no dia 16/08/2025, tendo sido reconhecido através das imagens do CFTV da loja Marcelo e o homem mencionado, que esteve lá anteriormente, entraram na loja e os outros dois homens ficaram do lado de fora, mas log o em seguida também entraram; Eles mandaram que a comreciante sentasse e não levantasse e falou que estava ali para desocupar as lojas, pois estava com uma ordem de despejo, mas não apresentou nenhum documento. A vítima explicou ainda que havia um processo judicial e Marcelo disse que “ele é a ordem de despejo. A comerciante perguntou se Marcelo era oficial de justiça e o mesmo diz que não, que era da milícia. A declarante pergunta para o outro homem o nome dele e o mesmo diz que era melhor não saber para o bem dela. Ela ainda perguntou se fora ele que esteve na loja no outro dia ameaçando todos, e o homem respondeu que sim. Marcelo então disse que daria até segunda feira dia 01/09/2025 para a declarante sair. Neste momento dois Policiais do Projeto Segurança presente se aproximam e Marcelo e dois de seus comparsas saíram da loja e ficaram em frente ao imóvel conversando e rindo com os policiais do segurança presente. Neste momento o quarto homem de óculos permanece na loja, mandando que a declarante continuasse sentada, evitando que a vítima falasse com os policiais. Os policiais foram chamados pelos funcionários da outra loja, mas após conversarem com os homens, foram embora sem sequer entrar na loja da declarante. A comerciante mostrou para o homem de óculos a foto da denúncia no Ministério Público; Ele saiu da loja e contou a Marcelo, que declarou que não tinha medo pois o “Marcinho seguraria para eles”; A declarnte disse acreditar que Marcinho do qual Marcelo ostenta foto nas redes sociais; seja um vereador. Que após o fato foi registrado ocorrência nesta UPJ sob o nº052-10450/2025; QUE fez a denúncia no Ministério Público de nº2025.00826946; A comerciante disse que no dia 02/09/2025 recebeu uma ligação de número restrito, onde foi ameaçada, onde o homem falou “Se não desocupar a loja, sofrerá as consequências”. No dia 05/09/2025, por volta 08h, ao chegar em seu estabelecimento, percebeu que a corrente que lacra o estabelecimento estava cortada, a porta estava uns 30cm içada. Ao entrar em sua loja, verificou que estava tudo revirado e com mercadorias faltando, quase todos os cabides estavam vazios. Ela olhou o estoque e notou que haviam furtado mercadorias do estoque; Quando olhou o caixa, percebeu também que haviam furtado R$ 500,00 em espécie; Que somando, diz ter uma estimativa de prejuízo de mais de R$ 70.000,00. Disse acreditar que o mandante seja Marcelo; Que ao ver as imagens do furto, identificou um dos homens como sendo um dos que estavam com Marcelo no dia 26/08/2025….”.

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