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denúncia

CV declarou guerra à milicianos e decretou toque de recolher em Nova Iguaçu

Traficantes da Tropa dos 300 (CV) declararam guerra a milicianos ðo Jardim Palmares, em Nova Iguaçu e determinaram toque de recolher na comunidade. A partir das 17h. Na noite de ontem, houve confronto na comunidsde. Os bandido do mesmo grupo dominaram a Favela do Danon, na mesma cidade, permanecem na comunidade. FONTE: Submundo Criminal e Pega Visão RJ (Telegram)

Justiça tenta confirmar se vapor do tráfico que usa tornozeleira eletrônica foi autor de homicídio de homem que foi comprar droga em boca de fumo em São Gonçalo. Ele teria dito “era doido pra pegar ele, agora eu consegui”

A Justiça enviou ofício à Secretaria de Administração Penitenciária para que envie dados do monitoramento da tornozeleira eletrônica usada por um vapor do tráfico suspeito de cometer um homicídio em São Gonçalo. Os resultados deverão ser entregues para a Delegacia de Homicídios da região prosseguir com as investigações sobre o assassinato. A vítima foi Victor Guilherme Lima Vianna, cujo cadáver foi encontrado em 11 de janeiro de 2025, por volta das 03 horas e 20 minutos, na Rua Salvatori, nº 1532, bairro Centro em São Gonçalo. O corpo de Guilherme, vítima de disparos de arma de fogo, foi achado no interior de um caminhão baú pequeno, da marca da Volkswagen, placa QYB-1C24, modelo 5-140 e cor branca. Uma testemunha contou que soube por meio de populares, que não quiseram se identificar por receio de represálias do tráfico , vulgo “Feio”, que exerce a função de vapor no tráfico, teria sido o executor dos disparos que atingiu a vítima e teria dito na comunidade Malafaia que “era doido pra pegar ele, agora eu consegui”. O suspeito estaria emliberdade condicional, pois anda com tornozeleira pela comunidade. Declarou ainda que no dia do fato Guilherme havia ido comprar droga em uma boca da Comunidade Malafaia, onde estavam, além de Moisés, os indivíduos vulgos Stive e Bernah Guinancio Patrizi e o vulgo “DVD”, que trabalha como “recolhe” para as bocas de “Paulinoh Madureira”, liderança local.A polícia apresentou relatório final indiciando os três suspeitos pelo crime “ Ocorre que o Ministério Público, entendeu ainda existirem diligências relevantes a serem realizadas com vistas à plena formação do caso, inclusive para confirmação da informação de que o indiciado vulgo “Feio”, usava tornozeleira eletrônica, para, em seguida, avaliar a medida de afastamento do sigilo de dados de monitoramento eletrônico. Em prosseguimento às investigações, foi acostada aos autos do IP informação do Setor de Controle Inspeção e Fiscalização e Monitoração Eletrônica da SEAP no sentido de que Feio teve a sua monitoração eletrônica iniciada em 08 de julho de 2024, cujo equipamento encontra-se ativo e comunicando normalmente até o presente momento. Diante disso, o Ministério Público ”’requereu a quebra de sigilo para obter dados de geolocalização do monitoramento dos dados da tornozeleira eletrônica do indiciado Moisés de Souza Carvalho, vulgo “Feio”, relativos aos dias 10 e 11 de janeiro de 2025, frisa-se dia anterior e dia do encontro do cadáver da vítima, a fim de analisar se o indiciado estava próximo ao local dos fatos a reforçar os indícios sobre sua participação do crime em apreço.Assim, para a obtenção dos referidos dados, para fins de identificação de autoria delitiva e prosseguimento frutífero das investigações, mostra-se imprescindível a quebra de sigilo de dados. FONTE: TJ-RJ

PM expulsa policiais que faziam a segurança de chefão da milícia de Rio das Pedras

A PM do Rio expúlsou de seus quadros dois policiais militares flagrados fazendo a segurança do miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, quando este foi preso na Barra da Tijuca, em 2023. Taillon era o líder da milícia na região de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio de Janeiro/RJ. No episódio, um dos PMs exercia a função de segurança de Taillon, sendo ambos abordados no interior do blindado veículo Corola, modelo Cross, cor branca. Importa destacar que no dia dos fatos, o sargento se encontrava escalado no serviço deauxiliar da 3a seção (P3) do 23o BPM, no horário compreendido entre 09h às 18h, tendo solicitado ao seu superior, dispensa para se ausentar do serviço para fins de conduzir a sua genitora a consulta médica. O PM na companhia de um sargento reformado do exército brasileiro, conduzia o automóvel Nissan, modelo Sentra, cor preta, com o objetivo de realizar escolta. Em depoimento, um policial que atuou na ocorrência afirmou que o alvo era Taillon. Foi recebida a informação de que el poderia sair em um corola Cross branco Diante disso, duas viaturas foram acompanhar os veículos, aguardando o momento mais seguro para identificação e abordagem do alvo principal;Os veículos pararam juntos em uma área comercial, no Centro Metropolitano, na Barra da Tijuca, com três homens ao lado dos carros. Foi realizada a abordagem dos dois veículos. Taillon era o carona e o motorista era o PM lotado no 23º Batalhão. Após a abordagem do Sentra pela outra equipe policial, observou dois homens negros saírem deste veículo. Estes eram o militar do Exército e um cabo da PMERJ lotado na Ajudância Geral do QG PMERJ. Os três estavam armados e Informaram que realizavam a escolta e segurança pessoal de Taillon, Os três suspeitos foram levados para a Delegacia de Entorpecentes (DRE) para apreciação do flagrante Por conseguinte, os agentes estatais foram conduzidos a Unidade Prisional da PMERJonde permaneceram acautelados até a data de 09 de janeiro de 2024. No interrogatório prestado a Polícia Federal, um dos PMs, acusado informou que na ocasião, realizava a segurança de Taillon e que este o procurou após o incidente envolvendo os médicos assassinados na Barra da Tijuca. Vale recordar que um dos médicos foi executado na madrugada do dia 05 de outubro de 2023, após ser confundido com Taillon. O policial militar acrescentou que Taillon lhe informou não possuir mais vínculo com a milícia de Rio das Pedras e que realizava a segurança dele semanalmente, nos deslocamentos pela Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. Na sede da PF, o PM se calou, Depois, ele negou qualquer envolvimento com grupo paramilitar e acrescentou que não conduziu a sua mãe a consulta médica pois a sua ex-esposa já havia feito,. Disse que no dia dia 31 de outubro de 2023, o declarante solicitou ao chefe […], para ser dispensado às 12 horas do serviço de expediente do 23o BPM, pois precisava levar sua genitora a uma consulta marcada no dentista, na clínica do SUS, situada na Trav. Dona Joaquina no Centro de Belford Roxo; que ao chegar em casa sua mãe não se encontrava e foi avisado pela sua ex-esposa que a mesma a levara na consulta; que por volta das 13 horas, via telefone, foi solicitado por Taillon se o declarante poderia acompanhá-lo ao Centro Comercial Metropolitano na Barra da Tijuca e também pediu mais um motorista para conduzir o outro veículo: que mediante a fato o declarante chamou outro PM para dirigir o veículo; ao chegarem no condomínio de Taillon, na Barra da Tijuca, o mesmo disse que iriam ao Centro Comercial Metropolitano para ir pegar um exame médico e posterior talvez iriam para outro lugar no mesmo bairro; que ao saírem do centro comercial foram abordados por policiais federais, onde prontamente o declarante se identificou e aguardou saber o que estava ocorrendo; que após a abordagem todos foram conduzidos à delegacia federal na Praça Mauá, onde os policiais disseram ao declarante que estava sendo conduzido à delegacia somente para prestar esclarecimentos; ao chegar a delegacia o declarante prestou as devidas informações e posteriormente conduzido à UP:PMERJ, semao menos ter total esclarecimento de o por quê estar sendo preso; que dois meses após sua prisão, o declarante foi posto em liberdade pois o Ministério Público e o juiz do processo viram que o declarante e o outro PM não tinham nada a haver com qualquer ilícito penal, fato este que no dia 13 de fevereiro de 2024, o Juiz determinou o arquivamento definitivo do processo 0132624- 05.2023.8.19.0001, esclarece ainda que não houve qualquer audiência no processo judicial, pois foi vislumbrado que o declarante não possui qualquer vínculo com grupo paramilitar. O cabo preso disse que on dia dos fatos se encontrava de folga quando recebeu um telefonema do colega para ver se estava disponível para dirigir um veículo para acompanhar um empresário e que o Sargento também estaria acompanhando o empresário; que o declarante concordou e foi ao encontro do colega de farda em um condomínio na Barra da Tijuca, que o empresário foi apresentado ao declarante e foidito que o declarante iria conduzir a esposa do empresário, mas antes iriam ao Centro Empresarial Metropolitano na Barra da Tijuca e posterior iria conduzir a esposa do empresário, contudo, após o empresário sair do centro empresarial, policiais federais abordaram o empresário e seus ocupantes, disseram que estavam cumprindo mandado de prisão contra aquele empresário e posterior foram todos conduzidos à delegacia da Polícia Federal; na delegacia, após transcorrido um longo tempo, foi dito ao declarante que iria ser autuado e preso; que o declarante não soube por qual o motivo estava sendo preso,somente após ser informado pelo advogado que se apresentou na Delegacia; que após cerca de dois meses o declarante foi posto em liberdade por determinação judicial e no dia 13 de fevereiro de 2024, o Juiz determinou o arquivamento definitivo do processo 0132624-05.2023.8.19.0001, pois foi constatado pela justiça que o declarante não possui qualquer ligação com o que estava sendo apurado pela

Traficantes de Jacarepaguá estariam ajudando o CV na guerra no Fubá e Campinho. Bandido morto recebe homenagens.TCP faz ameaças aos rivais e prepararia bonde para expulsar inimigos

Segundo relatos nas redes sociais, diversos traficantes de comunidades de Jacarepaguá (Gardênia Azul, Cidade de Deus e outras ) estariam ajudando o Comando Vermelho na guerra contra o Terceiro Comando Puro nos morros do.Fubá e do Campinho. Estão.falando que vai haver uma carreata em homenagem ao traficante ‘Kaioba’ morto em um confronto com o TCP na região de mata do Campinho no ultimo dia 9. A carreata vai começar no Complexo do Alemão (CV) e ir para o Complexo da Penha (CV) para o velório de Kaioba, Logo após Isso vão seguir em direção a Inhaúma. Traficantes do Terceiro Comando Puro soltaram uma ameaça nas redes sociais para os rivais da Tropa do Urso (CV) Eles tambem ameaçaram o traficante ‘Pitico ou Meno P’, um dos líderes da Equipe Caos (CV), Suspeita-se que os traficantes do TCP vão realizar uma nova investida no Morro do Fubá para expulsar os rivais do CV da região, Informações que circulam apontam que um bonde de traficantes da Tropa do Salomão (TCP) da Serrinha iria para on Fubá e Campinho. A conferir. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Empresas são usadas para mascarar pagamentos a fornecedores de armas e drogas a traficantes do CV em Niterói. Polícia faz operação

Investigações apontam que empresas situadas em Niterói e São Gonçalo são utilizadas para mascarar pagamentos a fornecedores de armamentos e entorpecentes a traficantes do Complexo do Viradouro, em Niterói, área do Conando Vermelho A Policia Civil faz operacão hoje justamente para apreender valores, documentos e dispositivos eletrônicos que possam contribuir para o aprofundamento das investigações e reforçar os elementos probatórios já reunidos. Os mandados de busca e apreensão são cumpridos em Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, e também no estado de Santa Catarina, com o apoio da Polícia Civil catarinense, onde estão os principais responsáveis pela logística de transporte do material ilícito até os centros urbanos fluminenses. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Esse é um dos responsáveis pela guerra no Fubá e no Campinho (CV x TCP)

Bruno Silva Souza, conhecido como Tiriça, é o traficante do Comando Vermelho (CV) que ameaçou moradores da região do Campinho e de Madureira, no Rio de Janeiro (RJ). Considerado uma das lideranças do CV, Bruno é foragido da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ). Contra ele, há quatro mandados de prisão em aberto. Segundo investigações policiais, Tiriça teria ganhado destaque no CV após enfrentar e enfraquecer financeiramente grupos de milicianos que atuavam na Praça Seca. De acordo com um relatório da Polícia Civil, Tiriça ocupa o cargo de gerente do tráfico e é responsável pela produção de artefatos explosivos utilizados pela organização criminosa. A ele teria sido confiada a chefia do tráfico de dr0gas na Praça Seca por ordem de Doca, o Urso, um dos líderes do CV. Ele também é, hoje, considerado um dos chefes do tráfico na região do Complexo da Penha. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Terror em Nova Iguaçu. Guerra de facções em duas comunidades na última noite

Nova Iguaçu viveu terror na noite de ontem . Foram muitos tiros em duas localidades. Traficantes do TCP da Tropa do Flamengo (TCP) tentaram retomar a comunidade do Danon da Tropa dos 300 (CV). Tá sem energia ?? Lá no Danon?Tudo isso é muito triste Danon, guerra A Tropa dos 300, em compensação, atacou o Jardim Palmares, dominado pela milícia do Juninho.Varâo. Muito tiro 😑 Tá brabo mesmo Misericórdia Rio de janeiro tá brabo todos os dias tem tiroteio por todos os lados Começou a guerra FONTE: Submundo Criminal.(Telegram).e Notícias de Nova Iguaçu e região (Facebook)

Em novo ataque, CV matou suposto rival no Fubá (TCP) e comemorou. Facção invadida disse que era morador

Durante o ataque de hoje, os traficantes do Comando Vermelho mataram um suposto membro do TCP de no Morro do Fubá, em Cascadura. Algumas fontes e o próprio TCP disseram que o mesmo era um morador do morro. O Cv comemorou nas redes. “Pensou que a gente fosse desistir. Bota cara TCP. Ficou um no chão”, disseram eles em vídeo Sobre a morte do Kaioba ontem em suposto fogo amigo, no Fubá após rumores que o criminoso Bolinha, ex-TCP do Morro do Campinho, teria sido responsável pelo fato, traficantes do Morro do 18 (CV) afirmaram que o mesmo continua atuando na facção Comando Vermelho. FONTE: Submundo Criminal.(Telegram) e Baú do Rio OFC (Telegram)

Tiros contra a rede elétrica deixaram mais de 38 mil pessoas sem luz no Estado do RJ este ano

Ataques contra a rede da Light, como tiros em transformadores, já deixaram mais de 38 mil clientes sem energia neste ano. A informação foi divulgada pela própria companhia, que atua em 31 municípios do Rio de Janeiro. Nos seis primeiros meses de 2025, foram registradas 68 ocorrências de equipamentos atingidos por disparos, incluindo 29 transformadores, que afetaram cerca de 2.300 clientes. O restabelecimento da energia é demorado, com média de 18 horas, pois a troca dos equipamentos exige condições de segurança para a atuação das equipes técnicas. Os números de 2025 já superam os de todo o ano passado, quando 33 mil clientes ficaram sem luz devido a 184 ataques, sendo 80 contra transformadores, impactando cerca de 5.200 consumidores. Em ambos os anos, a segurança no local afetou o tempo para normalizar o serviço.​ FONTE: Light

Peixão (TCP) foi condenado em abril a 15 anos de prisão fechada em processo por tráfico de 2017. Veja o que ele já aprontava naquela época

O narcoterrorista Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, fora condenado em abril a 15 anos de prisão em regime fechado por um processo de 2017. A acusação contra Peixão foi por conta de uma série de crimes cometidos a partir de 2016.de forma a distribuir cocaína, crack e maconha, na comunidade conhecida Cidade Alta, em Cordovil. Já naquela época, Peixão era o líder do tráfico nas comunidades Cidade Alta, Vigário Geral e Parada de Lucas. O grupo usava a entidade como um instrumento de consolidação do poder de fato da organização criminosa sobre as pessoas da comunidade. Coordenava as atividades ilícitas dos demais integrantes da organização. Controlava a execução de toda sorte de ilícitos penais na localidade. Peixão indicou na época o nome do presidente da associação de moradores da Cidade Alta, que avisava aos traficantes sobre a movimentação de policiais. Ele também distribuía dinheiro entre parentes de integrantes da organização que estavam presos. Tinha figuras na sua quadrilha que atuavam para a solução de conflitos entre moradores da comunidade. Seu bando já controlava na época a comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu. O grupo revendia drogas para consumidores de fora da comunidade e intermediava a compra de armamento de guerra e coletes balísticos.Revistava moradores e determinava um “toque de recolher” imposto à comunidade. A quadrilha na época pagava propina a policiais do 16º Batalhão da PMERJ para deixarem de reprimir o tráfico e, inclusive, facilitar a liberação de traficantes presos em flagrante delito. Distribuíam cestas básicas provindas de empresários constrangidos a contribuírem com medo de represálias. Integrantes do bando participavam de reuniões representantes da Comunidade no 16º Batalhão da PMERJ. Integrantes do bando até traficavam drogas em presídios. Os membros da organização exibiam aramamento de guerra, composto por fuzis e pistolas, e aterrorizavam a população que vive nas áreas por eles dominadas. Os integrantes da organização criminosa, para consolidar o poder de fato após invasão do território, esbulhavam a posse de imóveis, expulsando moradores da comunidade. Eles montavam um substancioso e violento esquema de contenção armada, inclusive com a montagem de barricadas pelas ruas da comunidade. Apesar disso, já naquela época, várias operações policiais realizadas no período de dominação resultaram na apreensão de armas, munições, substâncias entorpecentes, objetos destinados à preparação da droga, telefones celulares, radiotransmissores e anotações da contabilidade do tráfico. FONTE: TJ-RJ

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