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denúncia

Após ter trocado o CV pelo TCP, traficante Diaba Loira continua sendo assunto nas redes. Tem até foto dela fazendo o símbolo do 3

Continua rendendo nas redes sociais a atitude da traficante conhecida como DIaba Loira, que pulou do Comando Vermelho para o Terceiro Comando Puro. Ela apareceu em novos registros fazendo o símbolo da facção TCP. Em uma das fotos ela está com o traficante Cocão do Complexo da Serrinha. Os comentários são de que a criminosa, ao sair do CV, jogou uma granada em uma casa ferindo um ex-aliado, além de levar um fuzil e uma pistola. Uma suposta mensagem do CV fez ameaças a ela: “Pronto para te pegar pode rir a vontade, quero ver tirar plantão no Fubá e no Campinho”; FONTE: Bau do Rio OFC e Submundo Criminal (Telegram)

Casal teve a preventiva decretada suspeito de provocar morte de criança de dois anos, vítima de maus tratos

Gessika de Souza Anacleto e Nícolas Souto Mesquita tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de maus tratos que provocaram a morte de uma criança de 2 anos. Segundo os depoimentos prestados em sede policial e o exame de necropsia, a menor Ana Júlia apresentava 72 equimoses pelo corpo, hemorragia interna e lesão de múltiplas vísceras, que seriam fruto de ação contundente. Ou seja, há fortes indícios de que a morte trágica da criança não tenha sido um acidente, mas decorrente de uma ação dolosa”, ressalta a decisão. O caso teve início na sexta-feira (04/07), depois que os acusados levaram a menina ao Hospital Estadual Getúlio Vargas alegando que ela havia se engasgado durante uma refeição. Após atendimento, entretanto, a equipe médica constatou que a criança apresentava diversas lesões por todo o corpo, além de estar desidratada e desnutrida, o que levantou suspeitas da versão apresentada pelos responsáveis. FONTE: MPRJ

Preso policial civil que comandava esquema de extorsão a casas de prostituição, bingos e ferros velhos no Rio

O Ministério Público Estadual do Rio prende hoje o policial civil aposentado Alcino Luiz Costa Pereira. Ele é apontado como líder de um grupo de policiais civis que exigia propina de donos de casas de prostituição, bingos clandestinos, ferros-velhos e outros estabelecimentos ilegais para evitar investigações. Pelo envolvimento no esquema, o GAECO/MPRJ denunciou Alcino e mais cinco policiais civis por diversos atos de corrupção passiva. A ação conta com o apoio da Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol). De acordo com as investigações, os crimes ocorreram de forma contínua entre 2018 e 2022, envolvendo principalmente agentes lotados na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM-Centro). Alcino, apontado como o articulador do grupo, organizava a distribuição das cobranças entre os policiais e se comunicava diretamente com os donos dos estabelecimentos. A denúncia é um desdobramento da operação Fim da Linha, deflagrada em 2022. Na ocasião, o GAECO/MPRJ já investigava um esquema de corrupção sistêmica em delegacias especializadas do Rio de Janeiro. Alcino já havia sido denunciado em outro processo ligado à mesma operação, por condutas semelhantes. 

Jovem catador foi morto em Magé e corpo sumiu. Vigia que extorquia trabalhadores é suspeito

Um morador de Piabetá foi morto por um segurança no lixão de Bongaba em Magé Segundo informações de pessoas da região, o jovem de 25 anos foi assassinado catando reciclagem. E o corpo desapareceu. Rafael Silva de Souza foi interpelado por um vigia que exigia uma “diária” de R$ 50 a R$ 60 para permitir o trabalho na área — prática considerada ilegal. Mesmo após já ter pago a quantia a outro segurança no início do dia, Rafael foi cobrado novamente após a troca de turno. Sem dinheiro, ele se recusou a pagar. Testemunhas afirmam que houve uma discussão, e o vigilante atirou contra Rafael e o derrubou. Outros tiros teriam sido ouvidos em seguida. Estima-se que Rafael tenha sido atingido por pelo menos 3 disparos. Quando a família chegou ao local, o catador já havia desaparecido. O vigia suspeito não foi mais visto. FONTE: O Mensageiro e Na Cara da Sociedade (Facebook)

Traficante do CV que era marido de influenciadora caiu no ‘tribunal do tráfico’ da facção suspeito de ser X9 do TCP

Segundo relatos em redes sociais, um traficante de vulgo Filhão, que era marido de uma influenciadora, caiu no tribunal do tráfico do Comando Vermelho. O criminoso, que traficava no Morro do Urubu (CV), em Pilares, estava sendo acusado de desviar dinheiro da facção e de ser x9, pois todos baques do TCP no Urubu eram bem sucedidos. Sempre que o TCP do Complexo da Serrinha baqueava o Morro do Urubu, armas e drogas eram pegas e criminosos locais morriam. O corpo do Filhão foi desovado nos acessos do Morro da Primavera (TCP), em Cavalcanti. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

Terceiro na hierarquia do CV em Goiás é procurado no Rio

O Setor de Inteligência da Polícia Militar do Estado de Goiás e as Forças de Segurança do Rio de Janeiro buscaminformações que levem à localização do criminoso, considerado de Altíssima Periculosidade, José Carlos Pereira de Menezes, vulgo “Gordinho Maria”, de 38 anos. Ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV), o traficante tem grande representatividade dentro da facção, atuando diretamente no controle do tráfico de drogas em diversas regiões do Estado de Goiás, principalmente na região metropolitana da capital, Goiânia, e é considerado o terceiro na hierarquia do tráfico de drogas no Estado de Goiás. Mesmo com diversas passagens criminais, e respondendo por vários crimes, como: Homicídio, Roubo, Posse Ilegal de Arma de Fogo, entre outros, o criminoso foi posto em liberdade com o uso de equipamento de monitoramento eletrônico (tornozeleira) em agosto/2023. Em menos de um mês, “Gordinho Maria” “rompeu” o lacre de sua tornozeleira e tornou-se foragido do sistema prisional, desde então, fugindo para o Rio de Janeiro. Conforme investigações, o criminoso é responsável por determinar a morte de vários traficantes rivais, durante a disputa pelo domínio das regiões controladas pelo CV. Em uma das execuções, um crime brutal, em dezembro de 2024, a execução do jovem Lucas André Xavier de Oliveira, 23 anos, que teve inclusive a língua arrancada antes de sua execução, depois de perder 2 kg de maconha da facção, avaliados em mais de R$ 3 mil. Neste crime, com ordens de “Gordinho”, o autor foi identificado como Yuri Alexandre Souza Andrade, vulgo “Cerradão”, de 22 anos, que fugiu após o crime, ( o Disque Denúncia também já divulgou seu cartaz) e foi recebido com festas, segundo as investigações, por “Gordinho” na favela da Rocinha, onde também já se encontrava homiziado por estar foragido da justiça, desde 2023. Contra o traficante “Gordinho Maria” constam dois mandados de prisão, sendo um expedido pela 2ª Vara de Execução de Penal de Goiás/TJGO, Espécie de prisão: Por condenação transitada em julgado, pelos crimes de Organização Criminosa, Porte Ilegal de Armas, Roubo, onde fora condenado a uma pena de 28 anos de reclusão, e outro pela 2ª Vara Criminal dos Crimes Dolosos do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Espécie de prisão: Preventiva, pelo crime de Homicídio. Quem tiver informações sobre sobre a localização de vários criminosos do Estado de Goiás, que estão se escondendo na Favela Rocinha, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177 WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa) Aplicativo: Disque Denúncia RJ Anonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Diaba Loira teria trocado o CV pelo TCP e foi jurada de morte

Circula nos bastidores do crime que uma integrante conhecida como “Diaba Loira”, antes aliada do Comando Vermelho (CV) e que apareceu trocando tiros com a policia na Gardênia Azul, teria abandonado o grupo e selado aliança com o Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Serrinha. A suposta mudança de lado foi vista como uma traição grave, acirrando os ânimos entre os rivais. Integrantes do CV já teriam jurado vingança contra a ex-parceira, prometendo ir atrás, agora ela é inimiga declarada. “Sua hora vai chegar p…”. Há um boato que, com um explosivo, a criminosa matou um ex-aliado que estava dentro de uma casa. Ela tirou emojis que faziam simbologia ao CV (🚩) e clolocou figurinha em alusão a Tropa do Coelhão (🐰) de seu perfil no Instagram.

Miliciano caiu no ‘tribunal’ em Rio das Pedras por estar supostamente negociando com o CV

Na última semana um miliciano conhecido como “Rê” caiu no tribunal da própria milícia en Rui das Pedras, em Jacarepaguá. Rê era da localidade da Areinha, e foi morto com a acusação que estaria negociando com o CV, mas nada confirmado. Essa morte não caiu muito bem dentro da milícia. Muitos paramilitares da região estão insatisfeitos com a gestão atual da comunidade. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Miliciano mandou mãe parar de procurar adolescente que foi morto por ele e ainda disse que “tinha comido o corpo do seu filho”

Um miliciano envolvido nos homicídios de dois adolescentes em 2020 em Nova Iguaçu foi até a casa da mãe de uma das vítimas onde além de ordenar que ela parasse de “fazer barulho”, disse que “teria comido o corpo do seu filho. A mãe do outro disse que parou de procurar pelo corpo de seu filho por medo de sofrer represálias da milícia que domina o local e não age às escondidas. Houve diversas tentativas da Justiça de intimação da mãe de um deles para comparecimento à audiência de instrução e julgamento dos envolvidos, mas não foi encontrada em nenhum dos endereços indicados pelo Ministério Público. As vítimas Marlon Douglas Alves e Pedro Lucas Lemos Salsa foram mortos a tiros pelos paramilitares. No dia dos fatos, o grupo de milicianos, ocupando um veículo GM/Prisma, cor prata, e um veículo Renault/Duster, cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem no porta-malas do veículo Prisma e os conduziu até o local conhecido como Graxa, onde os adolescentes foram torturados e mortos.Consta, ainda, que os homicídios foram praticados por motivo torpe, pois, além de terem os adolescentes se envolvido com o tráfico de drogasPedro ainda encontrava-se praticando atos infracionais na localidade, bem como que foram praticados mediante emboscada, pois um elemento, enquanto amigo das vítimas e previamente acordado com Jackson, atraiu os adolescentes para a rua, onde foram sequestrados. Na sequência, os criminosos ocultaram os cadáveres dos adolescentes, colocando-os em local incerto e não sabido. Poucos dias após a prática dos homicídios, os milicianos buscando favorecer interesses próprios consistentes em livrar-se do risco de serem incriminados, dirigiram-se à residência da mãe da vítima Pedro, onde, mediante grave ameaça, disseram “para de fazer barulho” e “você deveria ter medo da gente”, incutindo, assim, medo na vítima para que ela desistisse e desacreditasse o registro policial O caso voltou a tona na Justiça este ano pela decisão de transferir o julgamento dos envolvidos para a capital por conta do risco de imparcialidade dos jurados. Alegou-se que o um dos suspeitos integra violenta milícia privada, com atuação voltada para a prática de crimes de extorsão, homicídios, ameaças, causando grande temor nos moradores de Nova Iguaçu e de toda a Baixada Fluminense. FONTE: TJ-RJ

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