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denúncia

Mulher suspeita de matar homem e incendiar corpo em Realengo não estaria aceitando que vítima reatasse relacionamento com ex-esposa

Segundo informações divulgadas pela página Realengo TV, a principal suspeita de matar André Ferreira Lima, na Cohab em Realengo, na Zona Oeste do Rio, que teve o corpo queimado,  era namorada da vítima e teria agido por ciúmes. De acordo com a página, a suspeita não aceitava que André pudesse reatar o relacionamento com a ex-esposa, de quem estava separado há alguns anos. Após o crime, a suspeita desapareceu. Moradores afirmaram que ela não foi mais vista desde a madrugada do ataque e, até o momento, seu paradeiro é desconhecido.  André sofreu queimaduras gravíssimas Ele chegou a ser socorrido e permaneceu internado em estado crítico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu neste domingo. A página descreveu que a cena encontrada na rua foi descrita por moradores como aterrorizante, transformando o clima de festa do Carnaval em luto e indignação. André deixou três filhas.  A mulher teria ameaçado as filhas do homem para evitar o término do relacionamento

JUSTIÇA DECRETOU PRISÃO DE SUSPEITOS DE MATAREM MENINA VALENTINA

A Justiça decretou a prisão temporária de três homens suspeitos de envolvimento na morte da menina Valentina, de oito anos, na semana passada, em Nova Iguaçu, Segundo os autos, inquérito policial tem por objeto a apuração de crime de latrocínio consumado, que vitimou a criança, além do crime de associação criminosa. Os fatos ocorreram na noite de 11 de fevereiro de 2026. De acordo com o processo, as investigações apontam que os representados integrariam um grupo criminoso responsável por uma série de roubos de veículos na mesma data, utilizando um automóvel Toyota Corolla preto, placa RKL4C97 (previamente roubado), para interceptar as vítimas. De acordo com os fatos narrados pela polícia, na Rua Nair Dias, em Nova Iguaçu, o grupo interceptou o motorista de um carro, que estava acompanhado de sua filha. Após a abordagem, a vítima desembarcou do automóvel e pediu apenas para retirar a criança do banco do carona. Contudo, de forma injustificada, um dos agressores efetuou um disparo de arma de fogo que transfixou o para-brisa e atingiu a cabeça da menor. Os autores fugiram do local sem realizar a subtração do bem, enquanto a criança, após socorro médico, acabou vindo a óbito no hospital. Segundo o processso, a qualificação dos investigados foi obtida por meio de diligências de campo e oitivas de testemunhas. Tais indícios podem ser extraídos dos autos de reconhecimento, das imagens de segurança e dos depoimentos colhidos, os quais comprovam que os representados utilizavam o veículo Corolla roubado para a prática de crimes patrimoniais com emprego de violência, culminando no disparo fatal contra a menor, na noite de 11/02/2026. Os ajutos apontam ainda que após informações anônimas, a testemunha W.O.S.A morador da Comunidade do Castelar, foi conduzida à delegacia e afirmou ter identificado dois dos suspeitos (Lucas Pereira dos Santos Plínio e João Vítor Teixeira Araújo)_ a partir de imagens do crime nas redes sociais, reconhecendo-os como os indivíduos que desembarcaram do veículo Corolla no momento da ação criminosa. Os autos dizem ainda que a testemunha acrescentou que o investigado Weslley Oliveira Souza (vulgo “Caveirinha”) também integra o grupo criminoso, estaria em uso de tornozeleira eletrônica e, após ter sido expulso da Comunidade do Castelar, estaria residindo na Comunidade do Chapadão, local onde um dos veículos roubados foi identificado por rastreador.

Justiça decretou prisão preventiva no último dia 12 de homem suspeito de dar três facadas no peito de uma mulher depois que ela se recusou a lhe dar seu telefone

. Depois de quase três meses do crime, a Justiça decretou no último dia 12 a prisão preventiva de um homem suspeito de agredir uma mulher a facadas em novembro em Duque de Caxias depois que ela se recusou a lhe dar o número de seu telefone, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Segundo-se dos autos que, no dia 16 de novembro de 2025, por volta de 04h, em frente à residência situada na Rua Manoel Garcia, nº 500, bairro Xerém, em frente ao “Bar da Lu”, o acusado desferiu golpes com uma faca contra K.B.A, por razões da condição do sexo feminino, Além disto, de acordo com o processo, teria o denunciado a ameaçado, dizendo que iria “pegar” a vítima novamente. A decisão judicial aponta que a vítima declarou que no dia 15 de novembro de 2025, o denunciado, alcoolizado, passou a pedir seu telefone de forma insistente mesmo após a recusa e, após chegar ao alcance do denunciado, este desferiu “três facadas no peito, braços, no peito, do lado esquerdo, um pouco acima dos seios e acima do seio esquerdo, riscando a pele”. Ainda segundo os autos, a vítima, contou que, no dia seguinte, em 16 de novembro de 2025, o suspeito a viu novamente, colocou a mão na cintura, onde se encontrava a faca, apontou o dedo para a declarante e disse ‘Vou te pegar’, fato este que foi presenciado por sua companheira e sua tia.

Leia detalhes agora de uma sessão de agressores sofrida por uma mulher na Tijuca. Homem que seria seu namorado tentou lhe impedir a respiração e lhe afogar na banheira. Vítima se salvou

Leia agora como uma mulher se salvou de ser morta no interior do apartamento no bairro da Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro quando era agredida pelo namorado. Segundo o Tribunal de Justiça, no dia 23/01/2026, um homem teria adotado comportamento extremamente agressivo em relação à sua namorada, passando a agredi-la fisicamente de forma reiterada, mediante socos, chutes, tapas e golpes de sufocamento, inclusive aplicando técnicas que lhe causaram desmaio. Consta nos autos, que o autor também tentou impedir a respiração da vítima ao tampar-lhe o nariz e a boca, bem como tentou afogá-la em uma banheira, não logrando êxito por circunstâncias alheias à sua vontade. Segundo o processo, durante a ação, o conduzido proferiu diversas ameaças de morte e ofensas à honra subjetiva da vítima, afirmando reiteradamente que iria matá-la. A vítima apresentava visíveis lesões corporais, posteriormente confirmadas por laudo pericial, A intervenção policial ocorreu após chamados de socorro, ocasião em que a vítima conseguiu se desvencilhar do agressor e abrir a porta do imóvel.O autor está preso e com prisão preventiva decretada

Traficantes do Dendê (TCP) teriam se vingado do ataque sofrido do CV mais cedo, apontam redes

Circula agora de noite nas redes sociais que traficantes do Morro do Dendê (TCP) teriam supostamente revidardo o ataque sofrido na manhã de hoje por rivais do Morro do Barbante (CV). Segundo a publicacao, eles tambem teriam matado um.rivakl. Uma imagem que seria a da cena do crime foi postada na internet com.mensafem ao traficante Doca chefdo do CV e que a ação teria sido paea vingar Hugo, nome do comparsa que teria sido morto pelo.CV segundo o.que foi divulgado.mais cedo.

Polícia procura terceiro envolvido em homicídio cometido em Japeri em dezembro por causa de fio de cobres. Vítima temia ser morta e foi executada na frente do filho de cinco anos. LEIA DETALHES

De acordo com o Portal dos Procurados do Disque Denúncia, a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense procura Lucas Silva Rosa, vulgo “China”, de 30 anos que, segundo a Justiça,, é um dos envolvidos ainda em liberdade, pelo crime de Homicídio, cometido em na madrugada do dia 16/12/2025, pelo motivo na rivalidade de furto de cobre em Japeri. Contra o criminoso “”China”, consta um mandado de prisão, expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Japeri, pelo crime de Homicídio Qualificado.Já foram preso pelo DHBF, João Paulo Alves de Oliveira, o Joãozinho e Jorge Igor Guimarães da Siklva (Júnor Barbeiro). De acordo com os autos do Tribunal de Justiça, o depoimento da testemunha S.M.C que afirmou que: seu filho, conhecido como KimEle teria afirmado, segundo o processo, que, se algo lhe acontecesse, os culpados seriam Juninho, Joãoinho e China. O motivo do conflito foram furtos de cobre. O processo diz que na madrugada do dia 16/12/2025, entraram na residência de Kim enquanto ele dormia e o mataram; Os autos apontam que Kim havia mencionado anteriormente que Juninho usaria a arma de Joãozinho para matá-lo. O texto da decisão judicial informa que a versão foi confirmada pela testemunha A.A.R.J , que afirmou que: no dia 15/12/2025, os indivíduos conhecidos como China e Júnior Barbeiro passaram em uma motocicleta; Babeiro proferiu a ameaça “Vou lhe matar ainda hoje”.Joãozinho possui um revólver calibre 38. A testemunha reconheceu Barbeiro e China nas imagens de segurança correndo após o fato; na gravação de áudio da residência, ouve-se a vítima dizendo “Koé menor, meu filho aqui, menor”, antes dos disparos. Kim chamava Joãozinho de menor. Uma terceira testemunha J.L.M.C afirmou, segundo os autos, ,que: ouviu a porta de alumínio da residência da vítima ser arrombada; ouviu a voz da vítima dizendo “Qual é menor, tô com meu filho aqui”. A testemunha disse ter visto pela janela quando um dos executores passou correndo no corredor; o indivíduo portava uma pistola; reconheceu China, Joãozinho e Barbeiro. Os autos descrevem a execução do crime no interior da residência da vítima, em repouso noturno e na presença de seu filho de cinco anos,

CV teria atacado o Dendê (TCP), matado um rival e pego um fuzil

Segundo publicação nas redes socaiis, um traficante ligado ao Terceiro Comando Puro do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, teria morrido durante uma suposta tróia efetuada pelos bandidos ligados ao Morro do Barbante (CV). Na auposta emboscada, o CV teria conseguido pegar um fuzil da Tropa do Dançarino (TCP) A foto da suposta arma foi exibida na Internet com deboche. “Bala no c…da dançarina do dendê”, de acordo com o que foi publicado nas redes O criminoso que teria morrido era conhecido como Hugo, ou “Mano Velho”, segundo postagens. A situação deixou a região em alerta e movimentou bastante as comunidades.

Depois de quase três anos, Justiça decretou prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos em sequestro com eles. Autos apontam que um dos acusados após cometer o crime teria dito. “Agora estou satisfeito que bebi sangue”

Depois de quase três anos, a Justiça decretou esse mês a prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos com eles em um sequestro em 2023, em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio. De acordo com os autos disponíveis, a testemunha N.S;B disse em depoimento em sede policial (id. 82) afirma que:” …foi vitima de um sequestro no dia 14/05/2023 juntamente com outras pessoas. O crime foi nvestigado posteriormente pela Delegacia Anti-Sequestro; O processo diz que ela contou que,durante o período que esteve em poder dos sequestradores, houve uma desavença entre ele. Com isso, os criminosos algemaram e amordaçaram os outros sequestradores chamados Luís André e Bismark, Os autos apontam que dois foram jogados no banheiro da casa e começaram a tortura los com com vários objetos além de chutes e socos; Eles assaram horas sendo torturados, e a declarante assistindo a tudo; No final da tarde, a vítima viu Bismark e Luís André sendo levados para fora da casa todos bem machucados e com os rostos bem desfigurados.Segundo o relato da testemunha que consta no processo, um dos sequestradores disse aos gritos ao mesmo tempo que chutava os comparsas. “Hoje, eu vou beber sangue”. Os agressores levaram Luiz André e Bismark para outro local e deixaram um sequestrador tomando conta das vitimas. Que passado uma hora aproximadamente voltaram os agressores sem os dois comparsas que apanharam, Um deles falou para outro comparsa que era para ele lavar o veículo, pois estava todo sujo de sangue; A testemunha, segundo os autos, ouviu um sequestrador dizer: “Agora estou satisfeito que bebi sangue”. Após isso, a declarante não viu mais Bismark ou Luís André. Após o pagamento de resgate, as vítimas do sequestro foram liberadas. Um dos acusados que teve a prisão decretada disse, segundo os autos, que suspeitava que Bismark poderia ter subtraído alguma quantia de uma das vítimas do sequestro e a orientou a verificar seus aplicativos bancários; … Disse que ele e um outro comparsa ficaram indignados com a situação e decidiram que Bismark e Luís André seriam mortos, consta nos autos. Contou que os dois foram algemados e levados para um mangue, em Duque de Caxias. No local, eles foram mortos a tiros de revólver calibre 38, segundo seu depoimento que consta no processo. Falou ainda que ele e o comparsa ficaram com os telefones e os pertences dos mortos Consta nos autos que outra testemunha afirmou que os agressores consideraram Luiz André e Bismark como traidores e que eles foram algemados e amordaçados com fitas nas bocas e colocados no banheiro,. Passado um tempo, ela disse acreditar que mataram esses dois homens. Segundo ela, os próprios bandidos diziam que mataram. Contou ainda ter visto um vídeo em que um deles aparentava estar morto; Chegou a ouvir gritos. Falou ainda que os criminosos nesse instante, já estavam com o dinheiro, transferido para uma conta PIX e TED de contas enviadas pelos criminosos; … Os mandados de prisão contra os suspeitos têm prazo de cumprimento até o dia 02.02.2046.

Mulher que se apropriou de bens de homem que teria sido morto por traficantes em Vargem Pequena fazia parte da quadrilha, diz Justiça

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a mulher suspeita de se apropriar dos bens de um homem assassinado por traficantes da comunidade Cesar Maia, em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio, foi presa em situação de flagrância sob a imputação de integrar associação criminosa voltada ao tráfico de drogas na localidade exercendo papel ativo na organização. De acordo com os autos, em diligências para apurar o homicídio de Francisco Filipe Rodrigues, os policiais verificaram que Luciene Brito dos Santos assumido a posse do imóvel, estabelecendo no andar térreo um bar e promovendo a locação dos outros dois imóveis residenciais pertencentes à família da vítima. Consta no processo que declarações testemunhais colhidas nos autos indicam que a autuada integraria organização criminosa voltada ao tráfico ilícito de entorpecentes na comunidade César Maia, sendo apontada como integrante ativa da associação estável e permanente destinada à mercancia de drogas. Há, ainda, relatos no sentido de que, imediatamente após o homicídio, familiares da vítima teriam sido expulsos da residência, inclusive com criança de pouca idade, ocasião em que a autuada teria se apropriado do imóvel e passado a explorá-lo economicamente. Segundo o que saiu na imprensa, a mulher teria inventando aos traficantes que Francisco tinha ligação com facção rival e por isso ele acabou torturado e morto.

Investigações antigas relatadas em tribunais revelam posição de destaque de cunhado de Fernandinho Beira-Mar no tráfico há muito tempo. Ele foi preso ontem em Pernambuco

Preso ontem em Pernambuco, o cunhado do traficante Fernandinho Beira-Mar, Marinílson Carneiro da Silva, foi apontado em investigação da Polícia Federal de anos atrás como integrante de uma quadrilha que era liderada pelo filho de Beira-Mar e atuava no tráfico de drogas e armas, de acordo com informações do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, o bando adquiria o material em países vizinhos, fazia a negociação do transporte, pagamento e venda dos ilícitos aqui no BrasilMarinilson, segundo a investigação relatada no STJ, era o responsável por adquirir a droga na região da fronteira e diretamente nos países vizinhos, empreeendendo viagens com o fim de garantir a circulação das drogas pelo território nacional e auxílio de mulas para a concretização da entrega dos bens ilícitos. Segundo o TJ-RJ, em outra investigação, que resultou em denúncia pelo Ministério Públikco de Nova Friburgo, Marinilson foi apontado como integrante de uma quadrilha que atuava a partir do fornecimento do entorpecente através da rede marginal criada e comandada por Luiz Fernando da Costa, o alcunhado Fernandinho Beira-Mar¿. Na estrutura da associação, Marinilson administrava os negócios da empresa Fricargo, encarregada de fazer o transporte do entorpecente até Friburgo para abastecer os pontos de venda instalados, bem como em outros municípios, segundo o TJ-RJ. Os autos do TJ-RJ apontaram que fazia parte do bando o traficante Chapolin que estruturava a quadrilha nos locais em que ela se instalava, o fazendo valendo-se de outros integrantes da associação baseados na cidade de Duque de Caxias, de onde vinham nos apelidadosBondes¿ trazendo o entorpecente, armas e quadrilheiros com o fim de dominar pontos de venda de quadrilhas rivais ou de assegurar a continuidade do próprio negócio¿. Chapolin ficou conhecido ao ser flagrado em uma escuta telefônica encomendando um míssil Stinger, usado por grupos terroristas como a Al Qaeda. De acordo com a denúncia, no desempenho de sua atividade, Chapolin comandou umbonde¿ que chegou a esta cidade, em agosto de 1999, com o fim de dominar o tráfico de entorpecentes no Morro da Pedra, Alto de Olaria, onde aconteceram intensas trocas de tiros inicialmente com quadrilha rival lá instalada e, posteriormente, uma vez ocupado o morro, com a própria Policia Militar, sendo certo que desses incidentes resultaram em prisões. Marinilson foi apontado também em outra investigação como fornecedor de grande quantidade d drogas para traficantes venderem em João Pessoa, na Paraíba.

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