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denúncia

Homem matou ex-cunhado com golpe de peso de academia na cabeça mas mãe relatou que ele é esquizofrênico e, mesmo com prisão decretada, Justiça o mandou para hospital psiquiátrico

Um homem teve a prisão preventiva decretada suspeito de matar o ex-cunhado com um golpe de um peso de academia na cabeça.O fato ocorreu no último dia 7, no Complexo do Alemão. A vítima Rogério Freire de Araújo tentou defender uma briga entre o filho e o acusado, que estava inicialmente com dois facões e acabou agredido.Ele foi levado para a UPA do Alemão mas veio a óbito.. A testemunha disse que não viu Rogério ser golpeado mas o viu ensanguentado e com a cabeça muito machucada, assim que se aproximou da vítima, após as agressões terem cessado. A mãe do acusado disse que ele é acometido de esquizofrenia e bipolaridade, desde os 17 anos. A Justiça determinou o encaminhamento do custodiado para Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico. Caso o médico responsável pela perícia confirme tratar-se de custodiado acometido de doença mental, desde logo, autorizo a permanência do custodiado naquela unidade de tratamento; caso não reste confirmado o diagnóstico, desde já, determino o encaminhamento do custodiado para unidade prisional comum, devendo ser oficiado o coordenador da SEAP para que promova a transferência do custodiado para unidade prisional comum FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Relembre mais detalhes da investigação sobre tráfico internacional de armas que deu origem a operação da PF ontem que tinha agente federal aposentado como alvo. Fuzis eram adquiridos por até 3,5 mil dólares e vendidos no Brasil a até R$ 53 mil

A denúncia do Ministério Público Federal contra a quadrilha de traficantes de armas internacionais comandada por Frederik Barbieri e que deu origem a operação de ontem que tinha como alvo o policial federal aposentado Josias João do Nascimento, apontado como chefe do grupo, indicou que a organização criminosa adquiria os fuzis por valores em torno de US$ 2.500,00 a US$ 3.500,00. No Brasil, as armas, munições e acessórios eram vendidas a integrantes das facções criminosas (Comando Vermelho, Amigos dos Amigos, Terceiro Comando Puro) que dominam as comunidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A conclusão é que cada artefato era vendido no Brasil por valores entre R$ 37.500,00 e R$ 53 mil. Em uma escuta telefônica feita no dia 13/8/2015, um dos denunciados diz a um traficante que um fuzil AR-15 custaria R$ 45 mil. A quadrilha de Barbieiri foi responsável pelo carregamento de 60 fuzis que foram apreendidos no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro em 1º de junho de 2017, dentro de bombas e aquecedores de piscinas, transportava as armas desde os Estados Unidos até o Brasil. Frederik Barbieri foi preso no dia 24 de fevereiro de 2018 no Estado da Flórida, nos Estados Unidos. Na ocasião foi apreendida com ele mais uma carga de aproximadamente 40 fuzis que seriam novamente enviados ao Brasil. Segundo a denúncia, entre os anos de 2014 e 2017, a quadrilha exportou e importou por 75 vezes, armas de fogo (pelo menos 1043), acessórios (pelo menos 1043 carregadores) e munições de uso restrito (pelo menos 297 mil unidades), sem autorização da autoridade responsável (Comando do Exército), escondidos no interior da carcaça de aquecedores de piscinas e de bombas d’água, transportados em cargas aéreas provenientes de Miami e chegadas ao Brasil no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim. Assim, tendo em vista que, entre os anos de 2014 e 2017, as exportações/importações eram de 20 unidades por carga, conclui-se que o bando internalizava cerca de 9 mil munições em cada carga de bomba d’água. Levando-se em consideração que foram 33 importações de bombas, conclui-se a organização criminosa importou 297 mil de munições de fuzis. O documento da Procuradoria detalha mais a estratégia. Em cada unidade de bomba d’água remetida para o Brasil, havia cerca de 450 munições para fuzis. Quanto aos aquecedores e tomando-se por base apreensão realizada no Aeroporto do Galeão, cada carcaça era recheada com sete ou oito fuzis. Considerando que foram encaminhados 149 aquecedores, conclui-se que foram importados entre 1043 a 1192 fuzis. Como cada fuzil chegava com pelo menos um carregador, valem esses mesmos números para este acessório. FONTE: Ministério Púbilico Federal

Depois de três anos, Justiça decretou prisão de quatro chefões do tráfico do Complexo da Pedreira (TCP) por homicídio de rapaz considerado por eles X9 por encontrarem no seu celular conversas dele com membros do CV. Vítima clamou por socorro e não teve corpo encontrado até hoje

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva dos traficantes Raro, Arafat, ambos presos, Coelho e Menor D, todos do Complexo da Pedreira, em Costa Barrros, por um homicídio cometido em 2022. Consta nos autos que, no dia 10/2/2022, um rapaz chamado Gabriel teria ido à comunidade do “Chaves”, que integra o Complexo da Pedreira, no bairro Barros Filho, onde costumava frequentar o “Bar Mercearia Chega Junto”, e teria sido executado por traficantes locais. Pelos depoimentos das testemunhas. a comunidade estava, à época dos fatos, sob o controle da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), que realizava abordagens e revistas em moradores para identificar possíveis inimigos e consolidar seu domínio na localidade, pois se encontrava em disputa territorial com o Comando Vermelho. Segundo os testemunhos, durante uma dessas abordagens, Gabriel teria sido interceptado por um grupo de traficantes armados, no “Bar Mercearia Chega Junto”, e teve seu telefone celular revistado. Ao encontrarem conversas com integrantes do Comando Vermelho – a facção rival – os criminosos passaram a acusar a vítima de ser “X-9” (um informante da facção rival). Gabriel possuía amigos de infância ligados à facção rival, o que teria sido suficiente para que fosse considerado uma ameaça pelo TCP. Em seguida, a vítima teria sido levada para um contêiner na comunidade, onde teria sido brutalmente executada. Consta que, enquanto Gabriel clamava por socorro e afirmava que era morador e tinha família, os criminosos o acusavam de ser “X-9”. Gritos de dor foram ouvidos, seguidos de silêncio. Nesse sentido, vejamos um trecho do termo de declaração de uma testemunh “que o declarante foi colocado em um canto separado na rua juntamente com Gabriel; Que o declarante conseguiu reconhecer Gabriel sendo abordado pelos criminosos na mesma oportunidade em que estava sendo abordado; que o declarante viu quando Gabriel foi levado para dentro de um container juntamente com dois elementos que não consegue identificar; que, na oportunidade, conseguiu ouvir Gabriel clamando por socorro, falando que era morador, que tinha família e gemendo de dor; que os elementos armados gritavam “Socorro é o c…, tu é X9”; Que o declarante não viu se estavam batendo em Gabriel ou se o estavam esfaqueando, mas que, no momento, não ouviu nenhum disparo de arma de fogo; A testemunha disse acreditar que os criminosos esfaquearam Gabriel; Falou que os criminosos gritavam para Gabriel “se gritar vai morrer”; (…) O declarante afirmou que quando chegou em casa começou um tiroteio bem intenso que durou até às 02H00MIN do dia 11/02/2022; Disse que teve muitos tiros e mais parecia um confronto que uma execução. Contou que soube que Gabroeç teria sido morto a facadas naquela madrugada do dia 11/02/2022.” O conjunto das declarações prestadas apontam que Gabriel teria sido morto a facadas, embora seu corpo não tenha sido encontrado, havendo a suspeita de que tenha sido ocultado ou queimado, prática recorrente em casos de execuções realizadas pelas facções ligadas ao tráfico de drogas. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Traficante do CV responsável por ataque à delegacia tentou junto a vereador internação de criminoso mineiro baleado em hospital de Caxias. Este acabou preso

A Policia Civil do Rio prendeu Heddy Junior Correa Rodrigues Ele é liderança de diversas comunidades do município de Além Paraíba, em Minas Gerais, encontrava – se no Complexo da Penha,para se esconder das autoridades mineiras e angariar investimentos em compras de armas e drogas ilícitas. Ele foi no Hospital Municipal Doutor Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias. Heddy agia como um cidadão comum, contudo recebeu voz de prisão de agentes da 60ª DP. Após isso, encontra – se internado sob custódia. IEle foi baleado pós tentar assassinar um desafeto. Ferido, entrou em contato com Joab da Conceicão da Silva, o Girafa, o “dono” da Rua 7 e responsável por liderar o ataque à 60ª DP, no último mês de fevereiro do corrente ano, tentou intermediar com um parlamentar ( vereador), a internação de forma discreta de Heddy. Havia um mandado de prisão pendente pelo crime de tráfico de drogas – Artigo 33 da Lei 11343/ 2006 ( recaptura), expedido pela Comarca Civil, Criminal, da Infância e Idoso, de Além Paraíba – MG. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia apura se o tráfico (CV) mandou interditar quiosques na Gardênia Azul

A Policia Civil apura denúncia que traficantes da Gardênia Azul (CV) teriam se apropriado de quiosques, construídos pelo município e cedidos para comerciantes locais. Eles amanheceram interditados ontem. Ontem, foram.presos dois funcionários da Associação de Moradores local. Eles eram responsáveis por receber a documentação dos comerciantes, após os estabelecimentos terem sido interditados de forma irregular. No local, foi comprovada a interdição dos quiosques, que estavam com cartazes determinando que comerciantes procurassem a associação para entrega de documentação e para ter o direito de utilizar os quiosques.  As investigações confirmam a vinculação da facção criminosa que atua no tráfico de drogas com a Associação de Moradores da Gardênia Azul, na apropriação e controle de imóveis residenciais e comerciais na região. FONTE: Polícia Civil do RJ

Guerra de facções durante a madrugada na Tijuca. Muitos tiros

Um intenso tiroteio pode ser ouvido do bairro da Tijuca na madrugada de hoje. Segundo relatos, teria sido um ataque do Comando Vermelho nas comunidades do Cruz e Chácara do Céu, áreas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. OTT 360 INFORMA:Tiroteio – 19/03/25 03:26Tijuca – Rio de Janeiro RJ Próximo a Rua Uruguai – de acordo com um usuário do aplicativo com mais de 15 confirmações. Muito tiro. Um horror!, disse uma moradora. Terrivel, falou outra. FONTE: Onde Tem Tiroteio (Facebook) e Pega Visão News RJ (Telegram)

TRETA: CV entrou em área do TCP na Praça Seca e fez pichações. Em resposta, rivais apontaram fuzis para os escritos

Na tarde de hoje, traficantes do Morro da Barão(CV), foram até o Morro do Divino, na Praça Seca, que estava dominado pelo (TCP) e picharam uma parede no local, muito conhecida, que há 2 anos desenharem um Urso, em alusão ao traficante Edgar Alves de Andtade, conhecido também como Doca. Durante a noite, traficantes do TCP foram ao Morro do Divino e tiraram fotos apontando fuzis para as pichações que traficantes do CV fizeram mais cedo. FONTE: Pega Visão News RJ (Telegram)

PM que atuava como agiota é suspeito da morte de um ex-funcionário que tinha uma dívida com ele no valor de R$ 300 mil e parou de pagá-la. Crime foi em Curicica

Lucas Galdino de Faria que possuía uma dívida grande com um agiota PM acabou sendo morto no dia 11 de janeiro deste ano, em Curicica, em Jacarepaguá. O suspeito está com a prisão temporária decretada. Segundo os autos, a investigação aponta que a vítima supostamente exercia a função de captar e entregar dinheiro, além de realizar cobranças mensais para clientes do investigado . Relatos, Lucas teria começado a “inventar” clientes, pegando dinheiro como se fosse emprestado para essas pessoas fictícias e, posteriormente, alegando que os supostos clientes estavam inadimplentes, haviam sumido ou apresentando outras desculpas. O agiota percebeu a conduta de Lucas após ele deixar de prestar seus serviços em 2022 e retornar para Curicica, acumulando uma dívida de quase R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) com o investigado. O pai da vítima assumiu a dívida e fez pagamentos até o fim de 2024, quando não teve mais condições financeiras de arcar com os valores. Com a interrupção dos pagamentos, o agiota teria dito que iria “dar um jeito” em Lucas. No dia dos fatos, a vítima estava em um depósito de bebidas com um amigo quando recebeu uma mensagem de outro investigado, pedindo que o aguardasse no local. Pouco depois da chegada do suspeito, um veículo Nissan Kicks, de cor prata, se aproximou. Dentro do carro estavam indivíduos encapuzados, vestindo blusas com a inscrição “Polícia” e armados com fuzis. No momento em que Lucas já se encontrava dentro do próprio veículo, foi abordado pelos suspeitos, retirado à força, jogado ao solo e, em seguida, colocado no carro prata, que deixou rapidamente o local. Durante as investigações, foi relatado que o outro suspeito também trabalhava para o agiota da mesma forma que a vítima. Na semana anterior ao assassinato, Lucas confidenciou a um amigo de infância que estranhava o comportamento de segundo suspeito, pois ele vinha insistindo em procurá-lo com frequência e demonstrava um interesse incomum por sua rotina. Além disso, foi relatado que, quando outro amigo da vítima, foi chamado para prestar depoimento na delegacia, avisou o agiota sobre a intimação. Em resposta, o investigado enviou-lhe uma foto do policial responsável pelo caso, com visualização única, e o orientou a prestar depoimento na 61ª DP de Xerém, município onde atua como policial militar. O depoente também afirmou que o agiota tem intimidado amigos da vítima e repassado instruções sobre o que deve ser dito na delegacia. Por fim, o indiciado teria entrado em contato com o policial civil responsável pelas investigações e questionado sobre seu nome estar ligado ao homicídio da vítima. O amigo da vítima disse que o PM havia mencionado a intenção de “dar um jeito” na vítima. Além disso, após ser intimado, ELE comunicou o fato ao investigado e, a partir desse momento, passou a ser intimidado. Foi orientado a prestar depoimento em outra delegacia, a seguir os “termos permitidos” pelo indiciado e, ainda, a apagar seu número e todas as conversas e ligações entre ambos ( O agiota PM sempre relatava que Lucas foi embora de Xeré lhe devendo muito dinheiro, dizia, ele: “Aquele fdp fol embora me devendo R$ 300 mil”. A testemunha relatou que o suspeito do crime tinha tido uma discussão com o pai de Lucas e que ele tinha parado de pagar a dívida; que ia ter que dá um jeito em Lucas; No dia em que o amigo de Lucas foi intimado via aplicativo WhatsApp enviou um print da tela de seu celular onde apareciam a intimação e o número de celular do intimante, para o suspeito pelo mesmo aplicativo. Pouco tempo depois o PM lhe enviou uma foto do policial que estava lhe intimando no formato de visualização única ; que o depoente ao chegar a delegacia ao ser chamado por este policial que lhe inquire, reconheceu o policial da foto e neste momento sabe se tratar policial que lhe toma o termo neste momento; que relata ser uma foto estilo Self do policia. O agiota PM tambem pediu para o depoente solicitar que sua oitiva tivesse sido feia na 61 DP, delegacia de Xerém; que ele esta intimidando todos os amigos de Lucas; que passou instruções do que o depoente deveria relatar em seu termo de declaração. No dia 2 de fevereiro, o suspeito mandou o depoente apagar seu número em seu aparelho celular e todas as conversas e ligações entre os doisVerifica-se que o indiciado é policial militar e já demonstrou utilizar sua posição em benefício próprio, ao solicitar que o depoimento fosse prestado em uma delegacia específica onde atua. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Homem foi morto em guerra entre milícias em Nova Iguaçu

Um miliciano conhecido como Sasa foi morto nesta terça-feira no Km 32, em Nova Iguaçu. Segundo relatos, o crime aconteceu em um primeiro ataque direto do miliciano Naval (líder do bonde do Zinho na rua) contra a quadrilha de Juninho Varão, que domina áreas na Baixada Fluminense. Fotos do paramilitar morto circulam nas redes sociais. Ele foi executado em um local conhecido como point do churrasco. FONTE: Página Milícia RJ News (twitter) e Pega Visão RJ News (Telegram)

Saiba qual foi o motivo que levou uma ex-PM tentar matar um lutador em Cabo Frio

Leia agora em detalhes como foi a tentativa de homicídio contra um lutador em Cabo Frio na semana passada praticada por uma ex-policial militar que é apontada como matadora de aluguel. O ofendido disse não conhecer a ex-PM, mas suspeita que o crime tenha sido motivado por uma desavença com o chefe de segurança de Arraial do Cabo, o qual acusa a vítima de ter um caso extraconjugal com sua esposa, já tendo o agredido e ameaçado de morte anteriormente A vítima estava chegando em sua residência com seus dois filhos menores. O ofendido estacionou o carro e desembarcou, momento em que notou que havia uma moto com duas pessoas ao seu lado. A ex-PM, que estava na garupa, apontou a arma para a vítima e tentou efetuar um disparo, porém a arma falhou. Ela, então, deu ¿um golpe¿ na arma e tentou realizar novo disparo. Ato contínuo, a vítima se jogou contra a conduzida, entrando em luta corporal com ela até conseguir desarmá-la e imobilizá-la. Mesmo imobilizada, a indiciada tentava pegar a arma, razão pela qual a vítima colocou um lacre em suas mãos e acionou a Polícia Militar. Durante a luta corporal, o condutor da motocicleta se evadiu. . A custodiada, por sua vez, além de ser ex-policial militar, é também guarda municipal de Arraial do Cabo. No local, foi arrecadada uma pistola Taurus G3, calibre .9mm, com numeração suprimida e carregador contendo 8 munições, além de uma munição não deflagrada ao solo. O crime foi cometido quando a vítima chegava em sua casa, o que indica que os executores tinham ciência sobre sua rotina. A ex-PM já respondeu processo por porte ilegal de arma na época em que estava vinculada ainda à corporação. A ação foi extinta, FONTE: Site oficial do TJ-RJ

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