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baleados

Homem morreu baleado dentro de ônibus em área que estava tendo operação policial em São Gonçalo

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), nesta terça-feira (02/09), equipes da unidade iniciaram uma operação no Jardim Catarina, com o objetivo de reprimir a movimentação de criminosos na localidade.Na chegada ao local, segundo os agentes que atuaram na região, criminosos efetuaram disparos em direção à BR-101, que margeia a referida comunidade. Durante a ação, uma mulher que trafegava pela via em um veículo de aplicativo deu entrada no Hospital Icaraí após ser ferida. Um homem que estava em um ônibus foi atingido e não resistiu aos ferimentos. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DH-NIT/SG).

Está preso o policial penal que atirou em entregador

Policiais civis da 32ª DP (Taquara), em ação conjunta com a Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), prenderam, neste domingo (31/08), o policial penal que atirou contra um entregador, no sábado (30/08). A motivação do crime teria sido a recusa da vítima em subir no prédio, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, para fazer a entrega.De acordo com as investigações, o agente atirou após uma discussão. Na ocasião, o homem foi socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde. Após o fato, a 32ª DP começou a investigar e a arma do agente foi recolhida para perícia. A partir das análise das evidências, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do agente.. Neste domingo, ao ver o cerco se fechar e após negociação com os agentes, o autor se apresentou na Cidade da Polícia, onde o mandado foi cumprido. A investigação está em andamento.

Policial penal que atirou em entregador disse que se sentiu intimidado e que sua arma disparou acidentalmente. Imagens o desmentiram. LEIA DETALHES DO CASO

Leia agora a descrição do caso do policial penal que atirou em um entregador na Taquara, em Jacarepaguá, caso que teve grande repercussão na mídia carioca. A vítima, lado outro, trabalha fazendo entregas pelo aplicativo “iFood” e, nessa qualidade, hoje, dia 30/08/2025, por volta das 02h04min, teria ido ao encontro do cliente no seu endereço residencial. Antes de chegar ao local da entrega, contudo, a vítima teria avisado ao representado, por meio do “chat” do aplicativo, que o pedido deveria ser por ele recebido na portaria do condomínio, o que, aparentemente, o teria desagradado. Então, o representado, insatisfeito e contrariado, teria atendido a vítima na portaria do condomínio portando – indevidamente, diga-se – sua arma de fogo e de forma alterada, teria passado a questioná-la sobre sua resistência em ingressar para finalizar a entrega. Nesse momento, sentindo-se intimidada, a vítima passou a gravar o diálogo, captando o exato momento do disparo da arma de fogo contra si perpetrado pelo representado. As imagens captadas pela vítima, através de seu aparelho de telefone celular, mostram integralmente a conduta praticada pelo policial penal, que disparou sua arma de fogo dando ensejo a lesões físicas. As imagens gravadas pela vítima no momento do crime encontram-se acostadas ao “link” de fls. A gravação mostra que o agente penal inttencionou, clara e explicitamente, agredir a vítima com o disparo de sua arma de fogo depois de ameaça-la de forma bastante agressiva na portaria do edifício, desenvolvendo-se, todo o diálogo, em torno do fato de que a entrega da encomenda estaria sendo realizada naquele local e não no desejado pelo representado, a saber: na portaria do bloco do condomínio em que reside. Em seu depoimento, o policial afirmou que teria disparado sua arma contra a vítima porque, supostamente, “(…) durante a discussão, o entregador lhe disse: “Eu tô ligado na sua, eu sei quem você é” Neste momento, o entregador, segundo o policial, teria dito. “Vou passar para os manos”. O policial penal disse que já morou na Cidade de Deus e se sentiu intimidado, com o que o entregador disse; ele, no intuito de “enquadrá-lo”, começou a sacar sua arma; Durante o saque, sua arma disparou teria disparado acidentalmente em direção ao chão; QUE o declarante disse que o disparo pareceu ter atingido o solo; Após isso, o entregadorcomeçou a verbalizar, dizendo a outras pessoas, que o declarante havia atirado nele; Que ele pediu para vítima subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu. No entanto, não é esta a versão fática que se depreende das imagens captadas. De início, a gravação mostra o representado, de maneira bastante agressiva, dirigir-se à vítima para ameaça-la caso insistisse na recusa de ingressar no condomínio para finalizar a entrega. O momento inicial da gravação disponibilizada pela autoridade policial afasta, de forma peremptória, a versão que o representado procura emplacar em seu depoimento policial, pois não há qualquer evidência, nem mesmo indício remoto, de que o representado estivesse, ao momento do disparo, sentindo-se verdadeiramente intimidado pela vítima, como afirmou. Ao contrário, o que se vê, nas imagens, é que o representado agiu de forma agressiva e, com a arma em punho, intimidou e ameaçou a vítima por motivo absolutamente fútil – diga-se – já que a celeuma se referiu ao local apropriado para a finalização da encomenda antes feita pelo aplicativo “iFood”. O representado, então, diante da gravação das imagens pela vítima e claramente irritado com a narração que ela pretendia iniciar naquele momento (pelas imagens captadas, a vítima começaria a descrever o endereço em que estava realizando a entrega e a divergência então estabelecida com o solicitante do serviço), terminou por fazer o disparo com sua arma de fogo de modo que, pelas imagens apresentadas, Segundo a Justiça, não há como reconhecê-lo por qualquer prsma, como acidental.como também afirmou em seu depoimento. A vítima afirmou que “(…) se sentiu ameaçado, já que o autor estava alterado e armado e começou a gravar um vídeo, a fim de resguardar a sua integridade física. O entregador esperava que em razão da gravação do vídeo no celular, que não fosse agredido, tampouco alvejado. Que mesmo diante disso, sem que pudesse se defender o autor, afirmou, mais uma vez, ” não vai subir, não ?” e em ato contínuo fez um disparo em sua direção ; Que o declarante mesmo após ser atingido diz que é trabalhador e que é morador da região e solicita ajuda em voz alta ;QUE o autor pergunta por que o declarante continua o filmando ;Que o autor, mais uma vez pede a refeição e da as costas ;Que os populares que estavam na rua foram quem ajudaram o trabalhador. De fato, a ameaça perpetrada pelo representado foi clara e justificou, para a vítima, o início da gravação das imagens através de seu aparelho de telefone celular. A gravação mostrou o momento em que o representado, ainda insistindo para que a entrega fosse finalizada no interior do condomínio, indagou da vítima “não vai subir, não ?”. Ato contínuo, diante da recusa, a gravação mostrou o exato instante em que, irritado, o representado realizou o disparo com a arma de fogo em direção à vítima. A gravação também mostrou o momento em que a vítima, depois de alvejada e visivelmente incrédula diante do disparo com a arma, afastou-se do representado e gritou por socorro, sendo por ele questionada, em tom de ameaça, sobre o motivo de prosseguir com a gravação das imagens.Ao que parece, a gravação das imagens pela vítima parece ter sido o fator impeditivo, neste caso, para que o representado prosseguisse com a execução do delito. Ainda, ao contrário do que foi dito no depoimento prestado à autoridade policial, vê-se que a vítima foi socorrida por populares que passavam no local e não pelo representado, não sendo verdadeira a alegação de que “pediu para o entregador subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu”. Não é, em absoluto, verdadeiro o depoimento prestado pelo representado à autoridade policial. Isso

Policial penal que atirou em entregador havia sido detido com carro roubado em janeiro mas pagou fiança e foi liberado

O policial penal que atirou em um entregador na noite da última sexta-feira na Taquara, em Jacarepaguá, já havia sido detido esse ano dirigindo um carro com registro de roubo mas pagou uma fiança de R$ 11 mil e foi liberado. A Justiça decrretou a prisão dele por ter atirado no trabalhador. Em janeiro, ele foi abordado junto com a esposa em Duque de Caxias por policiais rodoviários federais em um veículo VW Nivus. O agente informou aos patrulheiros ter comprado o automóvel há cerca de 5 meses de um suposto representante, nome Alex, de uma loja física cujo nome não sabe precisar, mas algo parecido como “sport car”, na Avenida Intendente Magalhães pelo valor de R$ 80.000,00; Na transação deu seu veículo anterior, VW Fox, mais a quantia de R$ 40.000,00 em espécie e PIX. O agente penal não conseguiu apresentar nenhum comprovante de pagamento nem registros da negociação. Ele não tinha nenhum documento acerca da transação. Pela desproporção entre preço/valor de mercado e se tratando de uma história inconsistente, a equipe decidiu realizar a identificação veicular, oportunidade em que foram constatados sinais de adulteração no chassi e no vidro e no motor. Foi possível apontar a existência de registro de roubo/furto em relação ao mesmo: registro de ocorrência 110-0001092/2024 de Itaboraí, na data 17/02/2024. Por fim, os patrulheiros conduziram o condutor para a 60ª DP pela adulteração de sinal identificador de veículo automotor; Ao se identificar como policial penal,o motoristal indicou a localização de sua arma patrimoniada , Glock G23 calibre .40 no interior do veículo; sua arma foi retirada de sua posse e entregue na delegacia em virtude da natureza da ocorrência; ficando a cargo da autoridade policial a apreciação da situação;

“Ajuda a gente porque está eu e meu sobrinho baleados dentro de casa”, disse morador do Chapadão (CV) após ataque do TCP

Madrugada tensa na Zona Norte do Rio mais uma vez. Traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram o Complexo do Chapadão, em Costa Barros e há relatos de moradores baleados. “Lá no Gogoó, os alemão invadiu e baleou morador”, disse um internauta. “Meu marido está baleado aqui dentro de casa. Os alemão mandou tiro para cá. Ele e o sobrinho dele baleados. . Eu estou com medo, eles mandaram tiro para dentro da minha casa”, falou uma moradora. “Ajuda a gente aqui na Curumim. Está eu e meu sobrinho baleados aqui dentro de casa”, postou o homem que teria sido atingido. De acordo com o 41º BPM (Irajá) até o momento a unidade não foi acionada.  Houve também confronto no Morro do Jorge Turco, em Rocha Miranda. A comunidade dominada pelo Comando Vermelho foi baqueada por rivais do TCP da Favela Para-Pedro, em Colégio..

Policial atirou em entregador na Taquara

Um policial penal atirou em um entregador na Taquara, em Jacarepaguá. O trabalhador foi atingido quando fazia uma entrega. A cena foi filmada. O vídeo mostra o agente atirando no trabalhadoR, ele dizendo que tomou um tiro e pedindo socorro rápido. O atirador disse que o entregador não subiu e em seguida dispara. O caso é investigado pela 32ª DP (Taquara). A vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito e testemunhas são ouvidas. A arma do agente foi recolhida e será periciada. Outras diligências estão em andamento para esclarecer os fatos. Um grupo de motoboys fez um protesto no local onde ocorreu o crime. A Polícia Militar informa que, na madrugada deste sábado (30/08), policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) foram acionados para ocorrência em que um entregador foi ferido por disparo de arma de fogo após discussão com o solicitante de uma entrega, na Rua Carlos Palut, em Jacarepaguá. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros. O suspeito fugiu do local, mas posteriormente se apresentou na 32ª DP, onde o caso foi registrado.

Casal com munições e carregadores de fuzil no carro não respeitou ordem de parada de PMs na Avenida Brasil. Houve perseguição e troca de tiros. Homem acabou morto

Um casal foi baleado após não obedecer a ordem de parada de PMs. O homem morreu. Eles tinham munições e carregadores de fuzil no carro. A Polícia Militar informa que, neste sábado (30/08), policiais do BPVE, em patrulhamento na Avenida Brasil, na altura de Vigário Geral, se depararam com um veículo em atitude suspeita. Houve perseguição até a Penha, onde os agentes foram alvos de disparos e houve revide. O carro parou na Rua Aurora, onde ocupantes fugiram a pé após atirar contra a guarnição. No veículo, foram encontradas duas pessoas feridas, além de munições e carregadores de fuzil. As vítimas foram socorridas ao Hospital Estadual Getúlio Vargas. A ocorrência foi registrada na 22ª DP. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga o caso. De acordo com informações preliminares, o condutor de um veículo não respeitou a ordem de parada de policiais militares e efetuou disparos contra os agentes. Houve confronto e após perseguição os policiais encontraram uma mulher ferida e um homem neutralizado. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos.

Tiroteio na Ilha deixou PM e homem feridos

A Polícia Militar informa que, na última sexta-feira (29/08), policiais militares do 17º BPM (Ilha do Governador) foram informados de um confronto armado na Rua Francisco Alves, na Praia da Bica, na Ilha do Governador. Chegando ao local, os agentes encontraram um homem ferido por disparos de arma de fogo, que foi socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire e posteriormente transferido para o Hospital Municipal Salgado Filho. No hospital, um outro homem, um policial militar do 18º BPM, de folga, foi encontrado ferido. Os dois ficaram custodiados e a ocorrência foi encaminhada para a 37ª DP.

Militar da Marinha baleada grávida na Baixada contou como tudo aconteceu. Disse que após ser atingida, perdeu a consciência. Suspeito foi preso. LEIA DETALHES

Veja agora o depoimento da militar da Marinha Juliana da Silva Oliveira que estava grávida quando foi baleada no Dia dos Pais na Baixada Fluminense. Ela conta como tudo aconteceu Juliana chegou a ficar em estado gravíssimo e perdeu o bebê mas conseguiu se recuperar. O suspeito de praticar o crime foi preso ontem. A vítima relatou que “na data do dia 10 de agosto, foi a uma confraternização de família na casa dos pais. Que ao ir embora, seu marido Elionai, ofereceu carona para seu cunhada Mariana e o esposo dela Fillipe; Por volta das 15h30, estava no interior do veículo com seu marido, sua irmã e seu cunhado; Que percebeu uma moto com dois indivíduos vindo em direção ao automóvel e que seriam assaltados, pois o garupa sacou uma arma, Ela falou com o esposo. “Mô, presta atenção que vão assaltar a gente”. Segundo ela, os autores não anunciaram o assalto e nem falaram nada. Que quando chegaram na lateral do veículo, efetuaram um disparo que a alvejaram. Que o condutor estava de capacete e não foi possível identificar alguma característica; Que o garupa não estava de capacete, era um homem preto, biotipo magro e rosto fino; Que logo em seguida perdeu a consciência. A vítima Juliana e as demais testemunhas reconheceram o indiciado Gabriel Silveira de Oliveira como um dos autores do fato, Há um outro investigado, de nome, Eduardo, que também seria o autor da conduta delitiva, ocorridos contra a vítima, . A imprescindibilidade da segregação cautelar para a conclusão da investigação policial restou demonstrada, visto que o investigado Gabriel, supostamente teria cometido o crime contra a vítima Juliana grávida que veio a perder o bebê, de modo que sua liberdade, naturalmente, incute medo e pavor nas vítimas e testemunhas, em evidente prejuízo às investigações, Destaca-se que tal fato teve grande repercussão em toda mídia nacional tamanha a gravidade do ocorrido.

Policial reagiu a tentativa de roubo e ele e bandidos foram baleados na Zona Norte do Rio

Um policial penal de folga reagiu a uma tentativa de assalto na Rua Santos Títara, em Todos os Santos, Zona Norte do Rio de Janeiro, resultando em uma intensa troca de tiros registrada por câmeras de segurança. Tanto o policial quanto os criminosos foram baleados, com os assaltantes fugindo em veículos roubados antes de serem presos em unidades de saúde, enquanto o policial recebeu alta após ser atendido.

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