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agressão

Preso padrasto que espancou menina de três anos em Cachoeiras de Macacu

Policiais civis da 159ª DP (Cachoeiras de Macacu) prenderam, na tarde desta quinta-feira (02/10), o criminoso que agrediu a enteada de 3 anos, no fim de setembro, em Cachoeiras de Macacu. O homem, que estava foragido desde o crime, foi capturado em Petrópolis, Região Serrana do Rio, onde estava escondido. No dia 20 de setembro, a criança chegou a uma unidade de saúde com sinais de violência, como hematomas e olhos roxos. Em um primeiro momento, a mãe e o padrasto da criança alegaram que ela teria caído da cama, apesar de os ferimentos não corresponderem ao suposto acidente. Diante dos fatos, agentes foram acionados e agiram rapidamente. Em menos de 24 horas, as diligências resultaram na coleta de provas substanciais, permitiram o indiciamento do criminoso e a representação pela sua prisão por tortura e tentativa de feminicídio. O criminoso, vendo o cerco se fechar, se entregou e, contra ele, foi cumprido um mandado de prisão. Paralelamente, a 159ª DP instaurou um inquérito para apurar a conduta da mãe. A investigação está em andamento.

Milicianos presos hoje em Nova Iguaçu agrediram vítima com coronhadas na cabeça. Um deles era PM. LEIA DETALHES

Milicianos presos hoje em Nova Iguaçu, entre eles um PM, teriam agredido R.C.P.S com coronhadas na cabeça. Eles estavam atuando mesmo após a prisão do líder do bando, Marcelo Feital Joaquim, no dia 6 de setembro. Eles persistiram nas ameaças contra as vítimas, por um período via telefone onde agrediram veementemente uma das vítimas”. O grupo demonstrou seu poderio, no momento em que identificaram o endereço residencial de uma das vítimas, indo até a residência da mesma, onde a vítima fora atacada com coronhadas, causando diversas lesões”. Segundo os autos, os milicianos constrangeram R.C.P.S , T.C.F e A.M,G.J com intuito de obter para si vantagem econômica, qual seja, a entrega da loja comercial que as mesmas possuem há vinte anos, mediante grave ameaça. A vítima R foi abordada por dois criminosos em uma motocicleta, tendo os mesmos desferidos duas coronhadas contra a cabeça da vítima, afirmando que da próxima vez, o mesmo seria morto” Diz a autoridade policial que as vítimas teriam sido ouvidas nos autos do procedimento inquisitorial em curso e que duas delas teriam se mudado para Portugal “por receio por suas integridades físicas, tendo em vista as ameaças e extorsões sofridas”. A vítima agredida pelos suspeitos, estaria aguardando visto para também se mudar àquele país, “tudo decorrente do temor que as vítimas possuem diante da atuação e ameaças reais e graves da quadrilha”. R foi atacado na saída de sua residência, por volta das 07h, quando saía para a igreja. Segundo relatos de testemunha,ELE fora agredido por dois homens em uma motocicleta, que o agrediram com coronhadas, utilizando uma arma de fogo. Os algozes afirmaram que R do que se tratava e que na próxima vez seria morto. Apesar de estar portando telefone celular e seu veículo, seus algozes negaram a intenção de roubo, afirmando que seus intentos era ameaçadores em relação a disputa pela posse da loja comercial em comento. Apesar de feito contato telefônico com a vítima R, o mesmo recusou-se a comparecer em sede policial, por temer por sua integridade física. A vítima já tinha comparecido anteriormente na delegacia, informando que a quadrilha, mesmo após a prisão de seu líder, procuraram seu advogado e ofereceram um valor pela entrega da loja. A oferta fora recusada por sua esposa, que se mudou para Portugal com receio das graves ameaças sofridas”.A vítima T compareceu posteriormente em sede policial, alegando que falou com R mas o mesmo se recusou a comparecer em sede distrital. Apesar das insistências, R não atendeu mais as ligações da declarante. Afirmou ter conversado com a esposa de R, A, onde a mesma relatou que R apresentava sangramentos na face após o ataque. Afirmou que a ação não foi fruto de tentativa de assalto, e que tudo se refere a posse da loja comercial. Apresentou print da conversa com A narrando o ocorrido. As investigações após a prisão de Marcelo continuaram, onde foram identificados os demais integrantes da quadrilha criminosa, dentre eles um policial militar”. Cinco testemunhas reconheceram os criminosos como autores das ameaças ocorridas nos dias 26 de junho, 16 e 26 de agosto, integrantes da quadrilha de extorsão. Foram realizadas diligências na tentativa de capturar imagens do local das agressões. No entanto, o único local que possivelmente captou as imagens trata-se de uma oficina já fechada no momento das diligências.

DIsque Denúncia divulga foto de suspeito de espancar menina de três anos em Cachoeiras de Macacu

Uma menina de três anos sofreu traumatismo craniano após ser agredida pelo namorado da mãe, no município de Cachoeiras de Macacu, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quarta-feira (24) um cartaz para auxiliar as investigações da 159ª DP (Cachoeiras de Macacu), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de Linneker Steven Siqueira Ramos Silva, de 33 anos. Ele já é considerado um foragido da justiça. A criança foi socorrida para a UPA local, mas precisou ser transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, devido à gravidade dos ferimentos. Inicialmente, a mãe afirmou que os hematomas foram causados por uma queda, mas os médicos desconfiaram e ela acabou revelando um histórico de agressões. A 159ª DP (Cachoeiras de Macacu), logo após tomar conhecimento do caso, agentes agiram rapidamente. Em menos de 24 horas, as diligências resultaram na coleta de provas substanciais, permitiram o indiciamento do criminoso e a representação pela sua prisão pelos crimes de tortura e tentativa de feminicídio contra a enteada de 3 anos de idade. As equipes seguem em buscas para capturá-lo. Paralelamente, foi instaurado um inquérito para apurar a conduta da mãe. A investigação está em andamento. Diante disso, a Justiça decretou prisão preventiva do padrasto por tentativa de feminicídio e tortura, mas o suspeito ainda não foi localizado pelas autoridades. Assim, a 159ª DP (Cachoeiras de Macacu) segue em diligências para prender o criminoso, e pede o apoio da população para denunciar a sua localização, pelos seguintes canais de atendimento: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido 

Menina de três anos foi brutalmente espancada em Cachoeiras de Macacu

Uma menina de três anos foi brutalmente espancada em Cachoeiras de Macacu. O principal suspeito das agressões é o namorado da mãe da garota. A criança ficou com o rosto todo machucado. Não há ainda informações sobre os motivos da violência. O suspeito é filho de um secretário municipal e sua foto está estampada na rede social. E há relatos de que estariam tentando abafar o caso, não deixando chegar até às autoridades. A população da cidade toda está a procura dele. Em nota oficial, a Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu acompanha com atenção o grave episódio envolvendo uma criança de nosso município. Neste momento de indignação, manifestamos nossa solidariedade a todas as pessoas que verdadeiramente amam e cuidam dessa pequena, reafirmando nosso absoluto repúdio a qualquer forma de violência. Confiamos no trabalho das autoridades competentes, em especial a Polícia Civil, com o apoio do Conselho Tutelar, para o devido esclarecimento dos fatos e a apuração das responsabilidades, sempre em conformidade com a lei. A Prefeitura de Cachoeiras de Macacu reafirma seu compromisso com a defesa da infância e da adolescência, em consonância com os princípios estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instrumento fundamental para a protecão e o desenvolvimento da nossa sociedade e do nosso futuro. Desejamos, sobretudo, a plena recuperação da nossa pequenina. O fato foi denunciado pela página RO em Foco que aponta que esse caso não é apenas um episódio de violência doméstica — é um grito de alerta para toda a sociedade: quem levanta a mão contra uma criança atinge a inocência e fere a todos nós. A população exige investigação rigorosa e punição exemplar. Nenhuma criança pode ser deixada à mercê da crueldade.

‘TRIBUNAL DO TRÁFICO’ EM ARRAIAL: Mesmos bandidos são suspeitos de matar idoso que foi espancado e teve o corpo incendiado e um suposto furtador que acabou torturado e teve a mão arrancada

A Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Marcinho, MK, Gato Mole, Fred ou Boca de Xereca e PL pelo assassinato de um idoso na localidade de Monte Alto, em Arraial do Cabo. O homem de 66 anos identificado como Roberto Matusin foi espancado e teve o corpo incendiado com o intuito de dificultar a identificação e ocultar o crime. Ele foi vítima do do ‘tribunal do tráfico’. Os autos não revelam a motivação do crime, O mesmo bando é acusado de matar também Reginaldo Siriaco Gonçalves Júnior, que foi encontrada morto em 22 de dezembro de 2024, em Arraial do Cabo, após ter sido sequestrado e brutalmente torturado (com pauladas e amputação de uma das mãos) antes de ser executado. O crime teria sido motivado pelo fato de a vítima ser apontada como furtadora, em um contexto de atuação de organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e a um “tribunal do tráfico” local. Neste segundo crime citado, são acusados também João Vitor, Paiva, Nachico ou Coroa e Vanessinha.

Repórter foi espancado por traficantes do TCP na Zona Oeste do Rio

Um repórter do Factual foi agredido por ao menos 15 traficantes de drogas em Senador Camará; Além de espancado, teve o equipamento quebrado. O jornalista levou golpes com fuzil e ficou com a boca sangrando. O.profissional foi pego quando filmava barricadas em chamas. Ele foi levado para o Hospital Albert Scwheitzer onde está internado.

CAXIAS: Traficante morreu durante uma briga e autor foi espancado no ‘tribunal do crime’

Na noite do último domingo (31), um traficante chamado Charles foi a óbito após entrar em uma luta corporal com um rapaz vulgo “Neném.. O fato ocorreu em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias. Segundo relatos, Charles brgou com Neném chegando a ficar desacordado. Foi.levado a um posto de saúde mas nâo resistiu. Neném acabou sendo levado para o Tribunal do tráfico no Massapê onde foi espancado.mas a denúncia não.diz se morreu também..

Bandido que foi preso suspeito de atirar em militar da Marinha agrediu, xingou e disse que ia matar policiais mas afirmou também que foi agredido por eles

O suspeito de ser um dos autores do ataque a uma militar da Marinha na Baixada Fluminense em agosto e que foi preso na semana passada xingou a agrediu policiais mas disse também que foi agredido. A ocorrência policial diz que Gabriel Silveira de Oliveira, vulgo Biel, foi preso no dia 28/08/2025, por volta das 15h, na Rua Arlindo Alves Ferreira, nº 204, Vilar dos Teles, em São João de Meriti. Consta que um dos policiaisdesembarcou do veículo na tentativa de confirmar a identidade do suspeito, sendo agredido pelo custodiado, momento que desembarcou outro policial para auxiliar, ocasião em que este também recebeu um soco no rosto e um chute no joelho esquerdo. Em seguida, mais um agente chegou com o objetivo de conter o custodiado, que mesmo diante de três policiais continuava resistindo. Posteriormente, um quarto policial também chegou para dar apoio, possibilitando a contenção. Menciona a ocorrência que durante a ação, além de resistir, Biel proferiu ofensas e ameaças contra a equipe policial dizendo: “Seus m.. fdps! vou matar vocês! me solta! Em seguida, o custodiado foi colocado na viatura policial, ainda resistindo, e conduzido até a delegacia. Um dos policiais sofreu as seguintes lesões “equimose avermelhada com bordos pouco definidos localizada em região infra orbitária direita; equimose arroxeada de formato irregular medindo até 40mm localizada em joelho direito associada a tumefação local.” O preso também disse que foi agredido. Falou que levou socos no olho, soco e chute na perna. Menciona que foram 4 policiais que lhe agrediram. Diz que na viatura levou socos na cara do motorista. Aduz que não se recorda o nome dos policiais, mas que o apelido de um deles era Bomba. Afirma que um deles era baixo e careca, outro moreno e tatuado.

Pensando se tratar de um policial em viatura descaracterizada, traficantes sequestraram homem em Honório Gurgel, o agrediram e jogaram gasolina em seu corpo para tacar fogo. Vítima aproveitou distração e fugiu

Há quase um ano, criminosos abordadaram um homem que trafegava com seu veículo VW/Voyage, cor branca junto à Rua Doutor Areolino de Abreu, altura do nº 65, em Honório Gurgel, Rio de Janeiro, acreditando que se tratava de policial e que o veículo seria uma viatura descaracterizada. Os bandidos teriam levado a vítima para outro local e, então, iniciado uma série de agressões físicas. Jogaram gasolina em seu corpo sob a ameaça de atear fogo. A vítima, residente na comunidade, os teria identificado como agentes do tráfico local. Os investigados teriam entrado em contato com a liderança da criminalidade no local solicitando autorização para praticar o homicídio da vítima quando, em momento de distração, ela conseguiu evadir-se, pulando pela janela do terceiro andar do imóvel em que se encontrava. Então, a vítima correu até a UPA de Honório Gurgel, onde recebeu atendimento médico. Segundo o relato da vítima (fls. 09), os fatos ocorreram no dia 13/09/2024, mas ela só teria conseguido comparecer à Delegacia de Polícia, dia 20/09/2024, para comunicar os crimes, em razão, primeiro, de seu estado de saúde, que demandou atendimento médico e, segundo, da necessidade de retirar sua família da comunidade local por temer represálias. Os suspeitos foram formalmente identificados pela vítima em sede policial, sendo certo que eles integram o tráfico na comunidade em que, todos, residem. Ao todo, seis envolvidos tiveram as prisões preventivas decretadas.

Menores infratores ficariam sem comida se não fizessem rebelião no Rio. Um deles se recusou e foi agredido fisicamente

Na denúncia que resultou no afastamento de 22 agentes do Degase (Departamento de Ações Sócio-Educativas) que incitaram menores infratores a realizar uma rebelião em 2019 em uma unidade na Ilha do Governador, foi descrito que os funcionários públicos teriam, que adolescentes internados no CENSE Ilha praticassem diversos atos infracionais análogos aos crimes de motim, dano ao patrimônio público, lesão corporal, entre outros. Segundo a denúncia, os internos afirmaram que a rebelião somente ocorreu por determinação dos agentes socioeducativos mencionados, em especial um que foi preso ontem, relatando, ainda, que ele os teria ameaçado, dizendo que se a rebelião não ocorresse na madrugada do dia 05 de novembro de 2019, lhes seriam retirados direitos básicos, como alimentação. Há ainda relatos que, quando um dos reeducandos se recusou a participar da rebelião, o agente ‘Suzano’ o teria retirado do alojamento e lhe desferido um soco no rosto.Foi constatado, ainda, que a referida ordem tinha por objetivo fortalecer os pleitos apresentados pelo movimento grevista da categoria. Inclusive, as imagens captadas pelas câmeras da referida Unidade demonstraram que agentes do Sindicato da categoria grevista estariam no local momentos antes dos atos infracionais ocorrerem, restando evidenciado que o Presidente do Sindicato na época, ingressou no corredor dos alojamentos da Unidade quando os adolescentes ainda estavam sendo contidos pelo Grupo de Ações Rápidas do Degase, para tão somente tirar fotografias do local (quedando-se inerte em apoiar seus colegas na contenção dos adolescentes). Muito embora não tenha sido possível identificar o local e o momento em que teve início a rebelião, as imagens fornecidas evidenciaram que os agentes socioeducativos foram responsáveis por permitirem a saída dos adolescentes dos alojamentos, deixando as portas abertas, ensejando, assim, a rebelião, que precisou ser contida pelo GAR (Grupamento de Ações Rápidas do Degase, acionado em situações de crise). O agente preso ontem torturou psicologicamente os jovens que estavam sob sua batuta, a fim de os pressionar para que fizessem a rebelião que tinha como escopo chamar a atenção da sociedade para a imprescindibilidade da função dos agentes socioeducativos, os quais, com isso, pretendiam fortalecer o movimento grevista. Ademais, torturou fisicamente a vítima K.S.N Sampaio Nobre com o mesmo objetivo.

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