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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Investigação sobre assassinato de advogado no Centro do Rio revela existência de grupo de extermínio formado por PMs responsável por vários homicídios com mesmo modus operandi

A investigação sobre o assassinato do advogado Rodrigo Crespo no Centro do Rio, em fevereiro deste ano, aponta para a participação de vários policiais militares da ativa em um grupo de execução/extermínio, que se aproveita do poder estatal para criar um poder paralelo e ainda se infiltrar no Poder Estatal, indo dos mais baixos aos mais altos postos de poder. Um PM está diretamente envolvido neste assassinato e está preso. Este grupo não apenas executa pessoas, mas também obstrui investigações e destrói evidências, comprometendo também a reputação da instituição da Polícia Militar, a qual é repleta, na sua grande maioria, de bons e honestos policiais. Esta situação revela uma tragédia dentro das polícias do Estado do Rio de Janeiro, onde alguns poucos maus policiais se unem a outros criminosos para executar pessoas a mando de várias pessoas e de organizações criminosas, criando assim sua própria estrutura criminosa responsável por uma série de homicídios encomendados, sem o menor receio de que as forças estatais elucidem o caso. Esta aliança entre membros da polícia e criminosos é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e uma grave ameaça à segurança pública. O assassinato de Crespo, por sua função profissional e por seu interesse de empreender na exploração legal de jogos online (como destacado pelo MPRJ e pela autoridade policial), estabelece um precedente alarmante que evidencia a infinita audácia da organização criminosa, que mescla atividades aparentemente legais com ilegais (como jogos de azar e comércio de cigarros), com a intenção de eliminar, de maneira direta ou indireta, seus concorrentes.  Essa quadrilha, baseada em Duque de Caxias, estaria envolvida em diversos homicídios com modus operandi extremamente similar em diversos crimes: “o modo como se deu a execução, com o intenso monitoramento da vítima antes do crime; a utilização de veículo “clonado” para a empreitada; o uso de luvas e balaclava pelo executor direto; a crueldade e a precisão com que se deu a morte, sendo todos os disparos (ao que consta) certeiros e em regiões vitais de Crespo, e, não menos importante, a fuga posterior para esta cidade da baixada fluminense, conforme destacado pela autoridade policial representante”.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do.Rio de Janeiro

Leia com detalhes como age a quadrilha de ladrões de veículos e cargas baseada nas favelas Nova Holanda e Parque União, na Maré, todas do CV

Investigações comprovam que o Parque União e Nova Holanda, no interior do Complexo da Maré, dominadas pela facção “CV – Comando Vermelho”, funcionam como um grande centro de recebimento de veículos roubados/furtados.  O Complexo da Maré é o local de onde os bandidos saem para cometer os crimes, bem como o local para onde os veículos subtraídos são levados e, eventualmente, recuperados.  As lideranças destas comunidades, além de exercer as atividades tipicamente ligadas ao tráfico de drogas, também passaram a explorar outras formas de lucro, mormente o roubo de veículos e cargas, como forma de seu financiamento e sustento.  Os chefões que atuam na região determinam aos sujeitos que se encontram em posições mais baixas da hierarquia que estes vão para a rua e roubem determinado número de veículos ou cargas.  Após os roubos, os indivíduos retornam para a comunidade, local onde, com calma, podem usufruir dos bens roubados, seja lucrando diretamente com a venda da carga ou o desmanche de veículos, seja com a cobrança de “resgate” das seguradoras, etc. Os anos de 2022 e 2023 apresentaram números exorbitantes de roubos de cargas, roubos de veículos e roubos a transeuntes relacionados com a facção criminosa que exerce o comando territorial da comunidade do Complexo da Maré.  As investigações demonstraram que os roubos, quando não acontecem na área, acontecem em áreas próximas com o objetivo de que as cargas, carros e demais produtos roubados sejam levados para o interior do Complexo OS PRINCIPAIS AUTORES SÃO A) Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga – Apontado como criminoso de altissima periculosidade, considerado como o dono do Parque União. Possui 40 anotações criminais e 8 mandados de prisão, sendo o autor ou suspeitos de diversos crimes, entre eles: homicídios, associação criminosa, roubos, tráfico de drogas e associação para o tráfico.  B) Rodrigo da SIlva Caetano, o Motoboy – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré. Possui 94 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos, além de possuir 12 mandados de prisão pendentes.  C) Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré, juntamente com Motoboy. Possui 57 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos de cargas.  D) Felipe Ferreira dos Santos, o Jackcargas – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsáveis dos roubos de cargas e veículos. Possui 31 anotações criminais, entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  E) João Pereira de Araújo Júnior , vulgos Russo ou Russão – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsaveis pelos roubos de cargas e veículos, juntamente com JackCargas. Possui 24 anotações criminais, entre vários homicídios, roubos de cargas e veículos, homicídio, associação criminosa e organização criminosa. Possui 2 mandados de prisão pendentes.   F) Alex dos Snatos Souza Borges, o Pit – Criminoso apontado como um dos roubadores da comunidade e do bonde do JackCargas. Possui 2 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 2 mandados de prisão pendentes.  G) Eduardo Fernandes de Oliveira, o 2D – Criminoso apontado como um dos roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 35 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  H) Rodrigo Correia Martins Resende, o Loirinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 26 anotações criminais sendo entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, receptação, posse ou porte de arma de fogo, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 12 mandado de prisão pendente.  I) Luiz Felipe Medeiros Lage, o Filipinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 23 anotações criminais sendo entre homicídios, associação criminosa, receptação, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  Um ladrão de carga relatou que usava  um “Jammer” (grande inibidor de sinal GPS). Disse que, em janeiro, foi chamado por roubadores de cargas e veículos  da Comunidade do Parque União e  Nova Holanda, para roubar uma carga de óleo. Segundo ele, tudo o que acontece na comunidade da Nova Holanda e Parque União passa pelo aval desses dois elementos (Alvarenga e Motoboy); Que todo o armamento utilizado no tráfico de drogas e roubos são fornecidos por esses dois donos;  Que no interior dessas comunidades existem revólveres, pistolas, fuzis e granadas;  Disse que os elementos que compõem o principal grupo de roubadores dessas comunidades é liderado por Jackcargas, tendo como integrantes Dentinho, Horeste, Bel, Cocada, Loirinho, Rato, Russo e 2D. Que todos esses roubadores são ladrões antigos na comunidade, com várias passagens; Que eles faziam parte do bonde do LeoGTA, que se encontra preso atualmente; Que Loirinho é o responsável pela clonagem de todo os veículos das comunidades; Que Russo possui uma pizzaria na comunidade;   Que esse grupo de roubadores, quando vão para a rua roubar cargas e veículos,  sempre utilizam carros blindados, fuzis, pistolas, roupas táticas, coletes e toucas ninjas; Que são utilizados vários veículos para os roubos, dentre eles  SW4, sendo dois blindadas e uma normal, Jeep Compass cinza, Toyota corola, um Toyota Corola Tcross, fiat argo para bater pista, HB20 branco;  Disse que um dos SW4 preto foi utilizado no  roubo de dois veículos que estavam em um caminhão cegonha, próximo da comunidade em Bonsucesso; Que o declarante afirma que toda a carga e  veículos roubados são colocados dentro do galpão desativado de uma empresa de ônibus, onde são desmanchados. Nas comunidades também são aceitos carros roubados em outras localidades e por outros roubadores de fora da comunidades, onde são pagos em dinheiro, geralmente em até 10% do valor do carro ou por troca de drogas; Que os roubos de cargas que foram

Veja o quem é quem na quadrilha de traficantes que fornecia drogas para o TCP da Maré que foi alvo de operação da PF e do MPRJ ontem

Veja agora as funções de cada um dos integrantes da organização criminosa de traficantes alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual ontem. Robson Martins – Era o líder da organização criminosa e fornecedor de drogas para o Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré, mais precisamente na Vila do Pinheiro. Após ser condenado em 2019 a 14 (quatorze) anos de reclusão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro 11 , se refugiou no município deLima Duarte/MG, onde comprou a fazenda Rochedo, que servia de entreposto para o transporte das drogas para o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro/RJ. Marcelo do Nascimento, Fábio Pires e Fábio Mezbarba ´-eram operadores financeiros da organização criminosa. Eram testas de ferro de Robson e, por consequência, agiam como seu representante nas sociedades empresárias , e por meio delas realizava movimentações financeiras de dinheiro do tráfico a mando do chefe. Mezabarba ainda era responsável por alugar veículos usados para o transporte das drogas. Marcão era o destinatário das remessas das drogas da organização criminosa no Complexo da Maré, para posterior distribuição local e a outras comunidades da facção criminosa Terceiro Comando Puro(TCP). Tinha ligação direta com Robson e com os transportadores das drogas. Fábio Rosa – era piloto de helicóptero da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em percursos mais longos. Foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 durante o transporte de 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína no helicóptero modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada PR-BAR, quando foi obrigado a fazer um pouso forçado em meio a um canavial no município de Paraguaçu Paulista/SP. Felipe Chadi – – Era o responsável pelo apoio logístico da organização criminosa na região de Paraguaçu Paulista/SP e adjacências. Era acionado sempre que havia alguma intercorrência no transporte da cocaína, tanto que foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 após resgatar o piloto de helicóptero Fábio Rosa, o qual foi obrigado a fazer um pouso forçado em um canavial de Paraguaçu Paulista/SP carregado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Robert Felipe – Era o mecânico do helicóptero da organização criminosa, que possuía um modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada para PR-BAR e modificado para o transporte de drogas. O denunciado fazia a manutenção do modificado helicóptero e foi chamado 4 vezes pelo piloto Fábio Rosa no dia em que fez o pouso forçado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Jaqueson de Aguiar – Era o motorista da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em veículos automotores até o comprador. Foi preso em flagrante em 29 de julho de 2021 transportando 51kg (cinquenta e um quilos) de cocaína, escondidos na carroceria da VW/SAVEIRO, cor vermelha, placa KYR-5H29. (…) Christopher Michael – Tinha a função de “batedor” da organizaçãocriminosa durante o transporte da droga em veículos automotores. Auxiliava os motoristas indo à frente emoutro veículo para verificar a presença de alguma viatura da Polícia Rodoviária Federal ou da Polícia Militar. As investigações começaram a partir da prisão em flagrante de integrantes da quadrilha em 2021 . Durante as investigações foi possível identificar uma tede de tráfico de drogas interestadual e lavagem de dinheiro advinda do lucro ilícito, através da ocultação edissimulação de R$ 7.422.991,00 (sete milhões quatrocentos e vinte e dois mil novecentos e noventa e um reais) referentes às movimentações financeiras e R$1.825.436,92 (um milhão oitocentos e vinte e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos) referentes às aquisições de imóveis, quantias oriundas do crime de tráfico de drogas. Empresas de frutas, picador de madeiras, fibra, construções e distribuidora foram abertas para lavar o dinheiro do crime. O bando adquiriu uma fazenda pelo valor de R$ 1.035.436,92 (um milhão trinta e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos), quantia essa proveniente do tráfico de drogas e, seguida; ocultando-o e colocando em nome da empresa de picador de madeiras, Uma outra fazenda foi adquirida pelo valor de R$ 790.000,00 com dinheiro do tráfico de drogas, FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

A CRONOLOGIA DE UM CRIME BÁRBARO: Leia detalhes como jovem matou a mãe a facadas, ateou fogo e depois escondeu o corpo na Zona Oeste do Rio

Leia agora passo a passo como Moisés Reis matou a mãe Luzia Helena a facadas e ateou fogo no corpo na semana passada em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio,. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele contou que, no dia 30 de agosto, por volta das 20:30, o depoente iniciou mais uma discussão com sua mãe, tendo “perdido a cabeça” e, em seguida, atacado sua mãe pelas costas com uma faca, enquanto esta estava sentada na mesa do corredor da casa, tomando café. Moisés pegou a faca no armário da cozinha e golpeou a vítima na região do pescoço, porém, errou o golpe, tendo a faca caído ao chão; Em seguida,, imobilizou a vítima com um “mata-leão”, jogando-a no chão, tendo esta caído desacordada, em razão da asfixia empregada; Logo depois, conseguiu pegar a faca, novamente, momento em que esfaqueou sua mãe no pescoço, do lado direito; Que sua mãe gritava: “por favor não faça isso”; Após a facada realizada contra sua mãe, começou a jorrar muito sangue, tendo sua mãe perdido os sentidos e falecido; Que quando sua mãe já estava morta, o depoente colocou um pano sobre o corpo desta e, aproximadamente, 10 minutos após o homicídio, levou o cadáver da vítima para o quintal da casa; Algum tempo depois, por volta da 01h da madrugada de sábado, colocou algumas folhas secas, que estavam no terreno, em cima do corpo de sua mãe, jogou álcool e colocou fogo, tendo queimado parte do corpo da vítima, em especial, o rosto, parte do pescoço e as pernas; Na madrugada de sábado (31), após matar sua mãe, o depoente ligou para sua namorada, contando o que havia acontecido; A moça apareceu, no próprio sábado, dia 31/08/2024, na casa de Moisés, por volta das 02h, quando viu a mãe deste morta e queimada, já no quintal, tendo, inclusive, encostado na faca que o autor usou para matar Luzia. Ambos combinaram de jogar o corpo de Luzia em um terreno baldio, na rua que fica atrás de sua casa; O assassino passou o sábado na rua, junto com a namorada, na praça e depois, já na manhã de domingo, voltaram para a casa do depoente, passando o resto do dia dentro na residência, enquanto o cadáver permanecia no quintal; Moisés pediu o carrinho de mão emprestado para uma vizinha, que mora em outra rua;., Já na madrugada de segunda-feira, por volta de 01h:30min, colocou folhas secas no cainho, junto com o cadáver de sua mãe, enrolado em um lençol, coberto por mais folhas e, junto com a namorada, foram até o terreno baldio, que fica perto da residência, tendo o declarante jogado o cadáver de Luzia neste terreno e, após, escondendo-o com uma telha, além de mato e folhas; O assassino disse que o motivo de discussões com a mãe era a desaprovação dela com seu namoro com uma garota de 17 anos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia identificou 21 pessoas, entre elas muitos PMs, envolvidas com quadrilha de exploração de cigarros e jogos de azar que vem praticando homicídios no Rio. Descoberta veio a partir da investigação da morte de Marquinho Catiri. Suspeitos tiveram mandados de busca e apreensão contra eles e material recolhido teve o sigilo quebrado

O desdobramento das investigações sobre os homicídios do miliciano Marquinho Catiri e de seu segurança Sandrinho possibilitou concluir a relação destas mortes com a existência de uma organização criminosa atuante no comércio ilegal de cigarros e na luta pelo domínio de áreas para prática da contravenção de jogos de azar. Ao todo, pelo menos 21 pessoas, entre elas PMs fazem parte desta quadrilha. Quatro foram presos recentemente. O bando pratica diversos crimes dentre os quais homicídios de supostos rivais na exploração de jogos de azar e comércio de cigarros. A partir da quebra de sigilo telefônico dos indivíduos já identificados e denunciados, especialmente das contas de José Ricardo Simões e do PM Rafael do Nascimento, vulgo Sem Alma, foi possível o cruzamento de dados e identificação de mais integrantes os quais, de alguma forma, teriam contribuído para a ação criminosa. Os nomes dos citados foram divulgados no site do TJ-RJ bem como seus endereços. Após diligências feitas nos endereços, a polícia recolheu material (celulares, pendrives, HD’s, DVD’s, CD’s, computadores, Laptops, Tablets) e a Justiça determinou a quebra de sigilo de dados a fim de possibilitar o acesso irrestrito aos elementos de investigação. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja os traficantes que fazem parte da Tropa do Salomão, que domina o Complexo da Serrinha (TCP)

Veja quem são os criminosos que cercam Lacoste, o chefão do tráfico no Complexo da Serrinha, em Madureira, cuja quadrilha é conhecida como Tropa do Salomão. . Contra Lacoste, há nove mandados de prisão expedidos. No Portal da Segurança de “Lacoste,” constam 82 anotações criminais, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Desde 2012, ele é líder das comunidades No ROWEB constam 88 procedimentos em seu desfavor O traficante Coelhão é hoje quem lidera um bando de criminosos do Complexo da Serrinha que participa efetivamente das guerras entre as organizações criminosas rivais, em especial o Comando Vermelho dos morros do Cajueiro e Congonha, Ele hoje estaria a frente das comunidades da Fazenda, Campinho, Fubá e Fungá. Um elemento que reforça a liderança de “Coelhão” é o desenho de um coelho nas postagens de criminosos da comunidade no Twitter. Em tais postagens, incluídas no informe da hierarquia local, é possível ver criminosos armados e na foto figuras com um jacaré e um coelho, fazendo alusão aos traficantes Coelhão e Lacoste. Coelhão” em sua página do Twitter (@Fzdserrinhasjmv.) costuma fazer postagens armado. No Portal de Segurança, há 22 anotações criminais em desfavor de “COELHÃO” pelos crimes de roubo circunstanciado, tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Há contra Coelhão 01 mandado de prisão expedido. No ROWEB constam 23 inquéritos em desfavor de “Coelhão”. Ele foi preso em 2015 porém encontra-se em liberdade desde 2021. Abaixo de Lacoste e de Coelhão, está Boneco, que exerce a função de gerente geral. No Portal de Segurança, há 45 anotações criminais em desfavor de “Boneco” pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio.. Boneco “foi preso em 2015 e encontra-se evadido do sistema penitenciário desde 2017. O quarto da lista é Bonitão. No Portal constam 27 anotações pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 33 inquéritos em desfavor de “Bonitão, Ele foi preso em 2014 e encontra-se evadido do sistema penitenciário desde 2017. Tem também Cocão, na maioria das vezes esta envolvido nas guerras envolvendo as comunidades rivais. Na DRE, contra “Cocão”, há 5 procedimentos nesta especializada que investigam homicídios Outra figura é Atentado, sempre presente nas invasões. LO é mais um elemento da quadrilha. Ele era da Congonha e pulou para o TCP. É apontado como um dos maiores roubadores da região. No Portal de segurança de “LO” constam 15 anotações criminais pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, roubo circunstanciado, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 23 procedimentos em seu desfavor. Tem ainda o Da Fazer, apontado como soldado do tráfico. Relatos indicam que quando invadem os morros do Cajueiro e da Congonha, os traficantes da Serrinha, costumam fazer pichações a fim de marcar território. Há grafias com os nomes dos invasores como Cocão, Vitorinha, Kong, LO, Da Fazer e Lacosta. Na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), há diversos inquéritos nesta especializada com fatos semelhantes, em que criminosos da Serrinha invadem comunidades rivais, matam seus rivais, muitas vezes roubam suas armas e, em seguida, retornam para a Serrinha. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

PMs suspeitos de integrar milícia na Zona Oeste que emprestava dinheiro a juros altos e ameaçava tomar bens dos inadimplentes poderão ser excluídos da tropa

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode decidir pela exclusão do servidor dos seus quadros, de dois policiais suspeitos de integrar milícia no bairro de Cosmos, na Zona Oeste do Rio que praticava, extorsão contra moradores do local. Segundo as investigações, os envolvidos “emprestavam” dinheirocom juros médio de 40% ao mês, e, em havendo atraso, passavam a cobrar juros diários, sendo certo queatuavam desprovidos de autorização legal para tais práticas econômico financeiras. Os agentes ameaçavam os inadimplentes que haviam contraído empréstimo que, inclusive, acabaram expulsos de suas casas, as quais eram posteriormente apropriadas, vendidas ou mesmo alugadas pelos militares e demais criminosos. No decorrer do ano de 2020, no bairro Campo Grande mediante grave ameaça de morte exercida com emprego de arma de fogo, obtiveram para si, vantagem patrimonial indevida, no valor aproximado de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais), em prejuízo das vítimas Rafael B.C. e sua esposa Daniele A.L.B., que são proprietários de um trailer de lanches no local. Segundo o que consta no citado inquérito, as vítimas adquiriram três empréstimos com osmilitares, perfazendo o total de R$ 38.000,00 (trinta e oito mil reais), sendo primeiramente adquirido o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), que seria quitado em 40 (quarenta) parcelas de R$ 1.000,00 (um mil reais). Posteriormente fizeram novo empréstimo no valor de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais), a ser quitado em 50 (cinquenta) parcelas de R$ 2.000,00 (dois mil reais). e ovalor de R$ 3.000,00 (três mil reais), que seria pago em 20 (vinte) parcelas de R$ 500,00 (quinhentosreais). Inicialmente, por cerca de dez meses, as vítimas pagaram, mensalmente e em espécie, ovalor de R$ 15.000,00 (quinze mil reais) aos militares. Ocorre que, após o último empréstimo, osmilitares recalcularam a importância “emprestada” às vítimas, gerando novas parcelas com valoresaltíssimos, estabelecendo datas distintas para o seu pagamento, sem que houvesse um prazo final para aquitação da dívida. Ainda no dia 15 de agosto de 2021, esteve na residência das vítimas exigindo o veículo de sua propriedade, como forma de compensação do não pagamento das dívidas recalculadas. Nesta oportunidade, levou o automóvel, no entanto, o devolveu por não estar em “boas condições”. Sendo assim, diante das circunstâncias ora expostas, o casal se tornou vítima de constantes ameaças de morte pelos militares, tudo com a finalidade de obterem para si vantagem econômica indevida, mediante o constrangimento empregado. fonte: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Seis PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de serem laranjas de Zinho

Seis policiais militares estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina da corporação suspeitos de serem laranjas do chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Foram identificados expressivos depósitos de recursos dos agentes suspeitos na conta de empresas de um homem investigado como sendo o braço financeiro de Zinho. Segundo as investigações, foram feitos depósitos pelos PMs suspeitos nos valores de R$ 414.618, 493.987, 296,881, 491.350, 349.000, 997.888 946.609 e vários outros entre 2019 e 2021. Outros cinco PMs também são investigados por efetuarem depósitos suspeitos, que iam para contas de postos de gasolina. Os policiais faziam parte do Núcleo de Depositantes, do quais se incluíam também outros 15 civis. FONTE: Boletim interno da PMERJ disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

A CRONOLOGIA DE UM CRIME BÁRBARO: Veja o passo a passo que acabou levando ao assassinato da jovem Camille Vitória, que desapareceu após ser convocada para uma suposta entrevista de emprego

Veja agora detalhes do assassinato de Camille Vitória Pereira Rodrigues, de 21 anos, que ficou desaparecida após ser atraída para uma entrevista de emprego. Depoimentos apontam que ela foi morta por um homem que usava terno por ter dado uma volta em uma mulher por conta de uma joia cara. Segundo relatos, um ex-policial militar acionou o vigia de um clujbe para arrumar uma mulher para fazer um serviço. Ele precisava de uma mulher jovem e malandra para tirar fotos e vídeos da esposa de um homem que estaria sendo traído. O ex-policial alegou que o homem tinha muito dinheiro e era proprietário de cinco postos de gasolina. O serviço era registrar a traição da mulher;. O ex-PM teria dito que o homem traído tinha 70 anos e a mulher 24 anos. O homem estava irritado alegando que ela estava gastando o dinheiro dele com o namoradinho. O vigia pensou em Vitória por se encaixar no perfil que o ex-PM queria e por saber que a jovem toparia esse tipo de serviço. Camille eceberia 500 reais pelo serviço. O vigia perguntou quanto receberia pela indicação e o ex-PM disse que daria uma ajuda financeira, mas não disse quanto; O vigia falou com Camille Vitória e ela topou o serviço. Ele intermediou o encontro. Eles marcaram no dia 26 de junho via Facebook para irem encontrar com o ex-PM na Central do Brasil; No dia 01 de julho, o vigia se encontrou com a moça em frente ao mercado Super Market de Anchieta, em frente ao MC Donalds, por volta de 8h, e foram juntos de ônibus da linha 124 (Nilópolis X Passeio) até a Central do Brasil. Camille fez um lanche primeiro e depois encontrou com o ex-PM. Ficaram converseando por por cerca de 15 minutos bem perto do acesso. Vitória e o ex-PM trocaram telefones. O ex-PM disse que o serviço seria no bairro Nova Campinas, em Duque de Caxias. O ex-policial buscaria a jovem na Central e levaria até a comunidade e depois voltaria com ela. O serviço foi adiado para o dia 05/07/2024. O vigia cruzou com a jovem na rua quando ela pegou o moto uber em direção a estação de trem de Anchieta. Por volta de meia-noite do mesmo dia, o ex-PM ligou para o vigia e edisse. “Deu ruim!!! Fui buscar a menina e ela não estava lá!! Desliga o telefone e quebra o chip”. O ex-PM utilizando o telefone da esposa para se comunicar com o vigia alegando que o dele estava quebrado; No sábado, dia 06/07/24, foi a uma loja perto do clube e formatou o seu aparelho celular e trocou o chip. Após o desaparecimento, não teve mais contrato com o ex-PM. O vigia falou que estava almoçando na casa da sua irmã quando soube que a família da jovem esteve no clube o procurando e o acusando de ter feito algo com ela. Ele ficou com medo e por orientação da própria irmã e da sua filha decidiu não voltar ao clube. As pessoas ligaram para a sua filha perguntando e acusando o declarante do desaparecimento de Camille. Disse que ficou com med de represálias por parte da família de Vitória. Sabe que o irmão de Vitória respondeu processos criminais, utiliza inclusive tornozeleira. .Durante esse tempo, ficou peregrinando nas casas dos seus parentes com medo. No domingo, ;dia 07/07/24, o declarante esteve na delegacia da Cidade Nova registrando uma calúnia, pois a família de Vitória esteve na casa da sua irmã. Ele reconheceu a foto do ex-PM.. Que perguntado se, em algum momento durante os dias de tratativa do serviço, o homem que estava sendo traído realizou algum contato direto com o declarante por telefone ou rede social , informa que não. Falou que teve por sua vida porque esse ex-PM é conhecido por ser muito violento; O ex-PM disse que conhecida o vigia há 40 anos quando residiam no bairro de Nilópolis. Disse que tinha conhecimento de que o vigia agencia diversas moças novas em programas de cunho sexual e sabia também que gravava video de moças novas, mas não sabe para qual finalidade. Falou que o desaparecimento de que o desaparecimento de Camille Vitória envolve diversas pessoas, inclusive o vigia e um outro amigo. Disse que encontrou com esse outro amigo que lhe apresentou uma demanda; Que Fernando lhe narrou que precisava de uma moça nova para realizar um determinado serviço e que o vigia já sabia quem seria. Que segundo esse amigo, ele estaria sendo chantageado por uma mulher e precisava de alguém para dar um flagrante nesta mulher com um homem;; E que a tal moça contratada deveria tirar fotos e filmar esta mulher em companhia de outra pessoa; O ex-PM disse que poderia ajudá-lo e, em troca, receberia mil reais. O ex-PM fez contato com seu amigo vigia fim de conseguir a tal moça para realizar o serviço. O vigia conseguiu uma menina para realizar o serviço contratado pelo amigo do ex-PM mas não era a menina que o homem procurava. O amigo do ex-PM recusou a menina dizendo que não era a garota e que o vigia e o ex-deveriam achar uma moça específica que o homem estava procurando; O ex-PM deveria fazer uma avaliação da nova moça e repassar ao amigo; Que em uma outra oportunidade, o ex-PM se encontrou novamente com o homem e presenciou quando o telefone dele tocou e ao atender o amigo mencionou “Nina com sendo a pessoa com quem estaria conversando; Que na ligação, o homem relatou a “Nina” que a primeira moça não era a tal menina que ele estava procurando; Ele indagou a “Nina” se o serviço seria em Caxias ou Guapimirim. O ex-PM não ouviu o que “Nina” teria respondido. Ele presenciou o amigo afirmando a “Nina” que outra moça, com perfil, seria contratada; Que no dia 02 de julho, por volta de 9:00h, o ex-PM se encontrou com Camille Vitória e o vigia e com João a fim de avaliar se esta teria

Investigação revela hierarquia do tráfico em favela de Belford Roxo que é comandada por filho de lendário Orlando Jogador

Investigação revela a atuação da facção criminosa Comando Vermelho na comunidade da Caixa D´Água, em Belford Roxo. Segundo os dados de inteligência, as lideranças que estão no topo da hierarquia do CV na localidade seriam pertencentes ao bandido conhecido como “Doca” ou “Urso”, sendo certo que ele fica no Complexo do Alemão e que abaixo de dele, na hierarquia quem também exerce liderança é o indivíduo conhecido como “Soró”. Outra liderança forte do CV é fruto do comando dos herdeiros do lendário traficante Orlando Jogador representando, atualmente por seu filho vulgo Popeye. Ele é o líder do CV na Caixa D´Agua é quem autoriza e comanda todas as atividades e empreitadas criminosas feitas pelos seus subalternos do crime. Na sequência da hierarquia do grupo de Popeye está o vulgo Dudu preso recentemente em abril de 2023. Em busca nas redes sociais foi possível identificar diversos perfis ligados ao tráfico da Caixa DÁgua e à facção CV. Vale salientar que todos os criminosos relacionados possuem em seus perfis postagens que os vinculam ao tráfico de drogas local, seja compartilhando fotografias portando armas de fogo, seja de substâncias que divulgam como material entorpecente, além também de publicações onde enaltecem traficantes locais. É sabido que esses perfis servem como forma de demonstração de poder, bem como demonstram grande afronta ao Estado, mais especificamente à Segurança Pública. Após longa pesquisa, foram selecionadas fotografias nitidas de rosto de cada nacional que possuía postagem onde demonstrassem seu envolvimento com o tráfico local, sendo tal demonstração através de fotografias portando arma de fogo, rádios transmissores e/ou grande quantidade de material assemelhado a drogas. Tal material foi enviado ao Instituto de Identificação Félix Pacheco, para que fosse realizado o Exame de Análise Morfológica Facial, Foram identificados outros bandidos como Arroz, Douglas, Marlon, Rafael, André Marcos e Matheus FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jusbrasil

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