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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Traficantes Flamengo e Corinthians do TCP dividem bocas de fumo em favela de Caxias. O segundo comanda um esquema de roubo de veículos em que é exigido resgate das vítimas

Investigação revela como os traficantes Corinthians e Flamengo dividem o comando do tráfico na comunidade do Pantanal, em Duque de Caxias, reduto da facção criminosa Terceiro Comando Puro. No local, Corinthians controla três bocas de fumo: Zero, Geruza e Marquesa. Flamengo manda nas bocas do Barro Novo, B13, Favelinha, Jacapaz ou Terra Prometida. Na parte onde Corinthians comanda,, os roubos de (veículo, telefones e cargas) são liberados e quem comanda os roubos é o vulgo “Léo Morango. Corinthians ordena roubos de veículos nesta região, usufruindo de percentuais utilizados para abastecer a logística do tráfico de drogas na compra e distribuição de drogas e de armamento, bem como para proveito pessoal, Um dos destinos dos veículos subtraídos, conforme se vê no depoimento de uma vítima, quando não é o desmanche, é a própria devolução às vítimas e/ou seguradoras, mediante pagamento de valor extorsionário, denominado pelos criminosos como “resgate” Em um dos roubos, a vítima foi até a boca de fumo tentar reaver seu veículo e, por incrível que pareça, o bandido orientou o lesado a na delegacia fazer o registro de ocorrência e acionar o seguro, sendo certo que, após esse trâmite, o traficante faria contato com a vítima para negociar o pagamento do resgate Diamante é o segundo na hierarquia na parte da comunidade onde manda o vulgo Corintihans, Ele tem uma irmã “que vem a ser tesoureira, gerente do pó de R$ 5, R$40 e do crack. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Carne podre que ficou submersa nas enchentes do RS adquirida por empresa do RJ era para ser usada para fabricar graxa e ração animal mas foi revendida para ser comercializada para consumo humano. VEJA DETALHES

A empresa Tem Di Tudo de Três Rios adquiriu de uma firma de Canoas (RS) carne NA condição ‘imprópria para consumo humano’ que ficou submersa durante as enchentes no Rio Grande do Sul que, pelo contrato, deveria ser destinada a produção de ração animal e graxas. No entanto, segundo investigação da Decon/RS, a firma deu destinação diversa para a mercadoria, revendendo para outras empresas, incluindo para uma de Cachoeirinha, cidade gaúcha, “A Tem di Tudo adquiru cerca de 800 toneladas de carnes de uma empresa sediada na cidade de Porto Alegre e a empresa da qual adquiriram as carnes ainda tinha na sua área de operação alagamentos de 30 a 40 cm e diversos cortes de carne estavam acondicionadas em pallets submersos. Parte dessa carne foi transportada para a cidade de Três Rios/RJ e outra parte foi revendida para outras empresas. Além disso, a carne levada para a cidade de Três Rios foi reaproveitada pela empresa, sendo revendida para comerciantes”, revelam os autos. Em 03/06/2024, foi recebida a notícia de que o alimento estava sendo comercializado para consumo humano, sendo que circulou uma fotografia de um alimento que estava sendo ofertado no Paraná e que foi identificado pelo código de barras como sendo parte dos produtos impróprios. Quando a carne chegou na empresa de Cachoeirinha, o sócio notou que ela possuía aspecto de estragada. Após, verificou que nas caixas tinha a inscrição da distribuidora PMI, de Canoas, fato este que despertou a sua desconfiança de que poderia ser produto da enchente. Em contato com a empresa PMI, eles confirmaram que a mercadoria havia sido vendida para fazer ração animal; Na operação realizada pela Delegacia do Consumidor do Rio de Janeiro na empresa Tem diTudo, os agentes apreenderam produtos femininos, detergentes, outros produtos de limpeza, óleos lubrificantes, frascos de álcool 70% e carne bovina com aproximadamente duas toneladas. As condições eram muito precárias aduzindo sujidades, embalagens amassadas e fracionadas e a carne estava podre embora acondicionada em câmara refrigerada. . Em uma câmara fria, foi encontrada grande quantidade de peças de carne bovina ainda com ossos, que exalavam forte odor pútrido. No local, também foi encontrada peça de carne oriunda do frigorifico de Canoas (RS), a empresa que comprova que a Tem di Tudo adquiriu mercadorias impróprias naquela da empresa gaúcha e mesmo depois de seis meses ainda mantinha em seu poder exemplar da carne adquirida como imprópria, mas acondicionada junto a outras carnes que no local foi dito estarem em boas condições. Segundo investigadores, a Tem di Tudo teria adquirido em junho de 2024 800 toneladas de carnes de sediada na cidade de Canoas e conseguiu tal mercadoria na condição de “imprópria ao consumo humano” pelo valor de aproximadamente R$ 0,97 por quilo. Após comprar a carga, a Tem di Tudo se comprometeu a fazer rapidamente a coleta, nesse sentido, a partir do dia 23/05/2024 começaram a retirada de aproximadamente 800 toneladas de produto, a retirada demorou 9 dias para ser concluída e foram necessárias 32 carretas. Uma testemunha confirmou que a Tem di Tudo adquiriu muitas toneladas de carnes de uma empresa do Rio Grande do Sul e constatou que diversos cortes de carne estavam condicionadas em pallet e estes estavam submersos; que parte dessa carne, considerada boa pelos sócios da empresa foi transportada para a cidade de Três Rios e outro tanto foi revendido para outras empresas, Segundo a declarante, a carne trazida para Três Rios foi reaproveitada pela empresa que a revendeu para comerciantes. FONTE: TJ-RJ

Investigação da década passada revelou um pouco da atuação de Piruinha na contravenção

Uma investigação da década passada revelou que José Caruzzo Escafura, vulgo Piruinha, era exlorador original de jogo ilegal nas áreas dominadas pela quadrilha, havendo menção ao seu domínio em diversos dos diálogos interceptados, comprovando sua ascendência sobre os demais. O bicheiro morreu ontem aos 95 anos. Além disso, havia provas de que uma parte do lucro obtido com a exploração de jogo seria destinada a Piruinha, o que evidencia sua participação no resultado da empreitada criminosa. A quadrilha era acusada de crimes de contrabando, crime contra a economia popular, relacionado à exploração de máquinas caça-níqueis e lavagem de dinheiro. Seu filho, Haylton, um dos integrantes do bando, foi assassinado por integrantes do Escritório do Crime, grupo de matadores de aluguel que estava a serviço de contraventores. O bando de Piruinha explorou ilegalmente jogo de azar por meio de máquinas caça-níquel, adulterando-as e até viciando de maneira a lesar em massa os apostadores, reduzindo e até eliminando a chance de ganho para que o lucro da organização seja maior. Assim agindo, praticaram estelionato coletivo capitulado como crime contra a economia popular. Piruinha agia desde 1975. Seu grupo introduziu peças (noteiros) importadas ilegalmente para montagem de máquinas caça-níquel em áreas de exploração da quadrilha. Ficou comprovado um ingresso de contrabando de placas por via aérea. Piruinha quando esteve preso no Presídio Vieira Ferreira Neto junto de outros integrantes da cúpula do jogo do bicho na década de 1990 teve regalias e facilidades em troca de propinas para o então diretor da unidade e de agentes penitenciários. Os contraventores tinham saídas extras e irregulares bem como outros privilégios como uso de aparelhos telefônicos, ingresso de visitas fora do horário regulamentar inclusive para pernoite, realização de churrascos, entrada a qualquer dia ou hora de bebidas alcoólicas, mulheres, comidas entregues diariamente a eles. Além da corrupção do aparato policial, a cúpula da contravenção era acusada de homicídios no contexto de grupo extermínio de forma a criar um verdadeiro império paralelo. FONTE: Informações tiradas do site do Tribunal.de Justiça do Rio de Janeiro

PM envolvido em sequestro poderá ser excluído da corporação

Um PM da Recom está sendo submetido a conselho disciplinar, que pode levá-lo a ser expulso da corporação, suspeito de participar de um sequestro. O fato ocorreu em julho de 2023, em Parada de Lucas. Na ocasião, o policial, na companhia de dois comparsas, constrangeou a vítima M.S.S a permanecer no interior do veículo Ford Ka, cor branca, ano 2018 a realizar uma transferência bancária, via PIX,, no valor de R$ 2.733,52 para uma conta corrente da empresa de um de seus cúmplices. O PM foi o responsável por atrair a vítima para o ingresso no veículo. Na ocasião, portava uma arma de fogo, fato de conhecimento da vítima, e com a sua presença armada, concorreu para a manutenção da vítima em poder dos três denunciados, mantida privada de sua liberdade no banco traseiro do veículo, Após a vítima embarcar no carro, os suspeitos indagaram. “Cadê o dinheiro? Você não sabe, mas quem colocou o dinheiro no carro fui eu!. Você está me devendo! eu quero meu dinheiro hoje!”. O comparsa do PM chegou a dizer. “Iria colocar uma bala na sua cabeça”. Os envolvidos pararam o veículo em uma praça, em local não precisado, ocasião em que o comparsa do PM e a vítima saíram do carro.Em seguida, já do lado de fora, o criminoso agrediu a vítima com um chute e um tapa no rosto. Ainda fora do automóvel, ele determinou que a vítima abrisse o aplicativo do Banco Itaú e, após, obrigou-a novamente a embarcar no carro.Em seguida, mediante ameaças proferidas verbalmente pelo bandido, a vítima foi obrigada a realizar uma transferência via PIX, no valor de R$ 2.733,52, para uma conta corrente de sua empresa. Realizada a transferência, os envolvidso ainda em poder da vítima, pararam em um posto de combustível para abastecer o veículo. Na ocasião, a vítima solicitou autorização para desembarcar para comprar água, mas foi impedida pelo bandido, o qual novamente a constrangeu a permanecer no carro, dizendo: “Não tem água aqui não. Você não vai descer”. A trama só foi descoberta depois que os envovlidos passaram com a vítima dentro do automóvel pela Rua Álvaro de Macedo, local onde estava ocorrendo uma operação AREP 3. Foi então que a vítima conseguiu abrir a porta do veículo e pedir ajuda aos policiais militares do 16o BPM, que prenderam os autores. FONTE: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Veja como funciona o esquema da ‘caixinha’ do Comando Vermelho

As investigações do MPRJ e da Polícia Civil revelam como funciona o esquema da ‘caixinha’ do Comando Vermelho. O sistema opera por meio de taxas cobradas de forma mensal de líderes de pontos de venda de drogas nas comunidades controladas pela facção. Em troca, os responsáveis pelas “bocas de fumo” têm acesso à marca da organização, fornecedores de entorpecentes, suporte logístico e apoio bélico. Os valores arrecadados são centralizados e utilizados para financiar ações como compra de drogas e armamentos, expansão territorial, pagamento de propinas, assistência a membros presos e crimes conexos, como extorsões, roubos de cargas e veículos, além da exploração monopolizada de serviços de internet. Nesta fase da operação, os principais alvos são familiares e operadores do fundo financeiro da facção criminosa. Os alvos foram denunciados pelo GAECO/MPRJ à Justiça pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, relacionados ao tráfico de drogas e à ocultação de valores ilícitos em mais de 4.888 operações financeiras, totalizando aproximadamente R$ 21.521.290,38. Os agentes estão cumprindo mandados contra suspeitos em Bangu, Jacarepaguá, Engenho da Rainha, Nova Iguaçu, Ramos, Copacabana, Cordovil, Santo Cristo e no Instituto Penal Vicente Piragibe. Também há mandados sendo cumpridos nos estados da Bahia e Paraíba. A polícia e o MP começaram a investigar a caixinha em 21 de maio de 2019, com a prisão em flagrante de Elton da Conceição, conhecido como “PQD da CDD”, na Cidade de Deus, em Jacarepaguá. Na ocasião, foram apreendidas armas, munições e documentos que revelaram um esquema estruturado de lavagem de dinheiro operado pelo Comando Vermelho. Entre os materiais recolhidos, destacaram-se comprovantes de depósitos bancários, que permitiram rastrear movimentações financeiras ilícitas utilizadas para financiar as atividades da facção criminosa. A primeira fase da operação, deflagrada em 2020, concentrou-se na identificação do fluxo financeiro vinculado ao Comando Vermelho. Essa etapa resultou no indiciamento de 84 pessoas e na apreensão de documentos que detalhavam o funcionamento da “Caixinha”, o fundo financeiro que sustenta a organização criminosa. ]FONTE: Ministério Público e Polícia Civil

Traficantes Doca e Gardenal do CV tiveram as prisões temporárias decretadas por morte de turista que entrou por engano em comunidade do Rio

Tiveram as prisões temporárias decretadas pela morte de Diely Silva, a turista de Jundiaí (SP) que foi baleada após o motorista de aplicativo ter entrado por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, Edgar Alves de Andrade, o Doca, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, Antonio Styff Robert Santana Teixeira, vulgo Paraíba e José da Paixão Agostinho Filho, o Meio Quilo. Segundo a polícia,, Paraíba e Meio Quilo, estavam juntos do autor, um adolescente de 16 anos, em um ponto de venda de drogas, quando o carro das vítimas se aproximou. De acordo com a apuração policial, a dupla contribuiu “igualmente para impedir a passagem e alvejar o veículo” onde estava a turista. O menor que atirou na mulher já foi detido. As investigações apontaram que o crime foi motivado pelo suposto descumprimento de normas impostas pela facção Comando Vermelho. Doca e Gardenal foram os responsáveis por estabelecer a norma para tráfego na comunidade. A ordem teria sido fundamentada para impedir invasões de facções rivais na comunidade. Um deles reúne 262 anotações criminais, além de 26 mandados de prisão As diligências seguem para localizar e prender os identificados. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação sigilosa apura se PMs vazavam operações para traficantes do TCP

A Polícia Militar informou em seu boletim que há uma investigação sigilosa desde 2020 denúncia que apura se PMs repassavam as informações acerca das operações aos traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em troca de propina. Foi instaurada a Verificação Preliminar n.o 072/063/2020, No decurso desta investigação, foram adotadas diligências com a finalidade de identificar os policiais militares responsáveis pela prática.Desse modo, com base no Organograma de Desvio de Conduta e Vazamento de Operações Policiais da AIB/BPCHQ alguns policiais, praças e oficiais, foram apontados como possíveis contatos de vazamento de informações. Nessa toada foi requisitado ao Douto Juízo da Auditoria da Justiça Militar a quebra de sigilo de dados, interceptação telefônica/telemática e de ação controlada, a qual foi deferi- da nos autos do processo no. 0139875-79.2020.8.19.0001. Em decorrência do Ofício no. 1059/2020OF expedido pela AJMERJ, a interceptação em referência foi desenvolvida e operacionalizada pelo GAESP/MPRJ. A PM diz de aguardar o deslinde da investigação criminal e caso sobrevenha o oferecimento de denúncia e/ou à inauguração de um processo criminal com consequente sentença condenatória, esta possibilitará a apreciação da Administração Pública. FONTE: Boletim interno da PMERJ disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Primeiro preso pela morte de Fernando Iggnácio já havia dito que comparsas haviam fugido para o Paraguai. RELEMBRE DETALHES DO CRIME

O primeiro dos envolvidos no assassinato do contraventor Fernando Iggnácio que foi preso, Rodrigo da Silva das Neves relatou em 2021 que os comparsas foragidos haviam fugido para o Paraguai. Quase quatro anos depois, o último dos suspeitos que estava solto, o ex-PM Pedro Emanuel D´Onofre Andrade Silva Cordeiro acabou preso no país vizinho. Desde o o falecimento de Castor de Andrade (ano 1997), houve uma cisão na sua família decorrente da disputa entre os seus filhos e o seu sobrinho Rogério de Andrade pelo controle dos negócios ilícitos deixados, tendo ocorrido diversos homicídios ao longo de mais de 20 anos. Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, respectivamente, genro e sobrinho do falecido contraventor Castor de Andrade, disputavam controle de pontos de exploração do jogo do bicho, videopõquer e máquinas caça -níquel, fato que teria dado ensejo à contratação de Rodrigo Silva das Neves, Ygor Rodrigues Santos da Cruz, vulgo Farofa, Pedro Emanuel e seu irmão Otto para a execução do crime de homicídio de que foi vítima Fernando Iggnacio. Farofa já está morto. Segundo a investigação, o PM Araújo, responsável pela segurança pessoal de Rogério Andrade. foi o responsável por contratar, a mando do contraventor,, os demais criminosos para executarem o crime. Rodrigo e Ygor já haviam trabalhado como seguranças da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cujo patrono é Rogério de Andrade, que está preso apontado como o mandante . Registre-se que o fato da contratação dos executores por Araújo encontra respaldo em declarações prestadas por uma testemunha em sede policial. Neste diapasão, tem-se que o modus operandi, a natureza do crime, as circunstâncias em que se deram, a motivação, a quantidade e natureza do armamento apreendido (fuzis calibre 7,62 mm). O crime foi cometido através de emboscada, haja vista que os executores se colocaram em tocaia, de maneira camuflada com a extensa vegetação que ladeava o muro do heliporto, e escolhido de modo preciso o local e o momento em que ela estaria desprotegida. Além disto, foram utilizadas armas de alta energia cinética (fuzis calibre 7,62 mm), o que, indubitavelmente, demonstra a periculosidade em concreto da conduta imputada aos réus. No que tange aos executores, verifica-se dos autos a estrita vigilância mantida sobre a rotina da vítima, inclusive com a ida de dois dos acusados ao heliporto por ela utilizado a fim de estudar o local e certificar-se da localização do veículo da vítima, local em que seria alvejada, o que remete a um grupo integrado por indivíduos extremamente organizados, com alto poder ofensivo, cuja letalidade de suas ações pode ser verificada no resultado morte de Iggnácio. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Conheça a quadrilha de Taz, traficante do CV que se esconde no Complexo da Penha mas domina áreas em Caxias e rouba cargas

Investigação revela que as comunidades do Rasta, Colúmbia e Conjunto, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho, são comandadas pelo traficante TH ou Taz, que se esconde no Complexo da Penha. É ele quem decide quem morre, quem pode roubar. O número 2 nas localidades é o vulgo Cachoeira. É ele quem executa as ordens emanadas pelo seu líder TH, principalmente os homicídios que ocorrem dentro das comunidades como foi o caso do Jonathan ( um moreno, gordinho ) que apanhou de madeira por vários criminosos, inclusive o Cachoeira. Cachoeira estaria envolvido em todos homicídios que ocorrem na comunidade do Rasta. Orelha é ladrão de carga e veículos. Ele rouba com anuência do líder da comunidade do Rasta, TH, com quem divide os lucros. Índio é o comparsa de Orelha nos roubos Di Ouro é o frente do Conjunto, ficando responsável pela comunidade na ausência do líder, porém nenhuma decisão pode ser tomada sem anuência do líder do tráfico. TH dificilmente aparece na comunidade do Rasta. Jefferson é vapor na Columbia. Goiabada pertence a uma quadrilha de roubo de carga. Sua tropa conta com Da Honda, Nino, Cocão, Menor Rei, JV, Chiquinho e Orelha. A quadrilha de roubo de cargas do Rasta se utiliza de motocicletas, veículos, armas de fogo e bloqueadores de sinais para fazer abordagens aos caminhões que estão com a carga. Em seguida, essa quadrilha leva o caminhão junto com a carga e as vítimas para o interior da comunidade do Rasta, especificamente, no Cruzamento da Rua Tebas com Jamaica em uma casa de cor amarela de dois andares. O baile do Rasta é todos os domingos e é chamado baile do Irã. O Rasta possui as seguintes bocas de fumo, quais sejam, Pontilhão, Morro do Padre, Ponto Final do Verdinho, Valão e Columbia. TH mandou acabar com a feira popular que é realizada todo domingo na Rua 2 pois havia acontecido algum problema com os seguranças dela; FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

Conheça a quadrilha de Joab, uma das mais bem armadas do CV em Caxias

Um traficante preso explanou como funciona o tráfico em comunidades de Campos Elíseos, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho. O líder da região é o criminoso conhecido como Joab, que comanda as comunidades Rua 7, Morro do Badu, Mangueira e Divineia. A quadrilha de Joab é a que tem o maior poderia bélico das comunidades que ficam no entornode Campos Elísios, Jardim Primavera e Saracuruna possuindo em torno de uns 20 fuzis, diversas pistolas e algumas metralhadoras. Na Rua 7, toda sexta-feira, tem o baile da Líbia, onde diversos traficantes se reúnem, inclusive Joab. O bandido vulgo Borússia, que anda de fuzil vem a ser o segurança pessoal de Joab. Batatinha é o gerente da boca da Mangueira. Americano também é segurança pessoal de Joab. Bonzinho é gerente do pó da comunidade da Rua 7. Atanázio é vapor da boca de fumo do Morro do Badú. Satanásio era gerente do pó da boca de fumo da Mangueira, mas fugiu depois de balear policiais militares no bairro do Cangulo durante uma abordagem. Andrezinho é o gerente da boca da Mangueira. Branquinho exerce o gerente da Rua 7. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio disponível no site Jusbrasil

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