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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Sequestro com pedido de resgate milionário na Pavuna. Vítima ia fazer parceria de tráfico de drogas com a quadrilha. Três foram presos

Três integrantes de uma quadrilha envolvida com extorsão e tráfico de drogas foram.presos ontem Na ação, os agentes libertaram uma vítima mantida em cárcere privado, no bairro da Pavuna, na Zona Norte do Rio. Conforme a família da vítima, o homem estava desaparecido desde da última sexta-feira (20/06).As investigações apontaram que o grupo criminoso extorquia a vítima solicitando R$ 1,2 milhão para sua libertação. O imóvel onde o homem estava sendo mantido refém é estruturado com cela e algemas, além de ser vigiado por dois homens. Segundo os agentes, a vítima veio de outro estado para iniciar uma parceria no tráfico de drogas com a quadrilha delituosa.   Os agentes da DAS prontamente deram início às diligências, realizaram análises de imagens das câmeras de segurança e resgataram a vítima. Na ação, os policiais capturaram três integrantes da quadrilha criminosa, dentre eles o operador financeiro responsável por gerenciar as transferências bancárias do grupo. Com os presos, foi encontrada farta quantidade de drogas.m quarto integrante da quadrilha, que seria o possível líder, foi identificado e os agentes realizam diligências para localizá-lo. A autoridade policial representou pela prisão temporária, que foi deferida nesta segunda-feira (23/06) pela Justiça.As investigações continuam para apurar a motivação do crime e a relação com o comércio de entorpecentes. FONTE,: Polícia Civil do RJ

Morreu jovem baleado durante discussão em bar em Padre Miguel

Caio Vinicius, de 28 anos, morreu neste fim de semana dias após ser baleado durante uma confusão em um bar, em Padre Miguel. O fato ocorreu na madrugada da última quinta-feira (19). Ele foi socorrido e encaminhado para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, onde ficou internado por três dias, mas não resistiu. Segundo relatos, o rapaz estava dentro do estabelecimento com amigos, quando se envolveu em uma discussão. A PM esteve no local e soube que um envolvido na discussão atingiu o rapaz fugiu da região. Morador de Bangu, Caio deixou uma filha pequena. FONTE: Campo Grande Urgente RJ (Facebook)

Gerente se trancou na agência e impediu que quadrilha do maior ladrão de bancos do Rio efetuasse roubo. Em outra ação, bandido levou dinheiro do cofre e de um dos caixas eletrônicos

Um dos roubos perpetrados pela quadrilha de Caio Coreto, preso hoje apontado como o maior ladrão de bancos do Rio, foi no dia 26 de setembro de 2024, por volta de 08h da manhã, na agência do Banco do Brasil, situada na Rua Capitão Félix, nº 121, em Benfica. Coreto e um comparsa ameaçaram com armas de fogo o gerente e um vigilante tencionando subtrair os valores depositados nos cofres da tesouraria, abordaram as vítimas e anunciaram o roubo. O crime, entretanto, não se consumou porque gerente conseguiu se evadir e trancar-se no interior da agência. Consta nos autos da investigação policial que os denunciados e seus comparsas, do executaram um plano de delito minuciosamente elaborado em que cada um dos coautores atuou em tarefas específicas, perfeitamente identificadas no relatório de imagens produzido por agente da DRF – Delegacia de Roubos e Furtos, que integra o procedimento investigatório. Os denunciados chegaram à agência minutos antes do gerente-geral e se posicionaram no hall dos caixas eletetrônicos, simulando utilizar os terminais como se clientes fossem. Ao perceberem a entrada do mencionado funcionário, que estava acompanhado do vigilante, desarmado e paisano, deram início à execução do roubo.Caio sacou uma pistola e caminhou na direção do gerente. Este, ao perceber a aproximação do roubador, se evadiu para o interior da agência e trancou a porta de acesso. O comparsa colocou uma das mãos na mochila que trazia consigo e, simulando portar arma defogo, abordou o vigilante afirmando: “isso é um assalto”. Após terem a consumação do plano criminoso frustrada pela rápida reação do gerente-geral, os autores do crime, com apoio de motociclistas não identificados, evadiram-se do local, tomando rumo ignorado. Outro roubo da quadirlha ocorreu em 25 de janeiro de 2024 em uma agência do Banco do Brasil na Tijuca. Um funcionário disse que quando chegou para trabalhar viu oito colegas de trabalho rendidos Um bandido determinou que seguisse o procedimento padrão para abertura do cofre. O funcionário desarmou o alarme que fica ao lado da recepção para evitar que houvesse disparo quando entrasse na sala do cofre; Em seguida, foi até a sala de uma gerente para pegar em uma das gavetas as chaves de acesso a tesouraria. Depois foi até o cofre, inseriu a chave, digitaram a senha sendo necessário aguardar 15 minutos para o cofre abrir. Durante todo o decorrer do roubo, o bandido a todo momento ficava conversando com alguém ao telefone celular e com a mão esquerda no interior da mochila, como se estivesse portando uma arma de fogo;. Na conversa, ele recebia informações de como estava o ambiente na parte externa da agência, passava detalhes do que estava acontecendo dentro da agência e foi orientado a perguntar se havia moeda estrangeira e se estava no cofre ou no caixa eletrônico; O assaltante abaixou a máscara para falar ao celular, momento em que o funcionário chegou a ver a fisionomia dele; Assim que o cofre abriu ordenou que o funcionário pegasse todas as cédulas e colasse na na bolsa. Foram roubadas cédulas de R$ 2,00, R$ 5,00, R$ 10,00, R$ 20,00, R$ 50,00 e R$ 100,00, além de dólar e euro. O funcionário foi obrigado a pegar a chave de abertura dos caixas eletrônicos (fica dentro do cofre), desarmar o alarme e digitar a senha para abertura dos terminais de auto atendimento. Lhe foi perguntado qual deles tinha mais dinheiro, respondeu que não sabia e optou por abrir o primeiro depois da porta pois era de mais fácil acesso. Foram subtraídas cédulas R$ 10,00, R$ 20,00, R$ 50,00 e R$ 100,00, além de um cassete de rejeição, com notas danificadas/dilacerada. Após roubar todo o dinheiro, o autor retirou da mochila um revólver preto com cabo de madeira e colocou na cintura, virou as costas, acelerou o passo e falou ao telefone que já estava saindo; FONTE: MPRJ e Polícia Civil

Dois homens foram executados em Barra Mansa

Dois homens foram executados a tiros na madrugada desta segunda-feira (23), no distrito de Amparo, em Barra Mansa, no Sul Fluminesne. Ainda não há informações sobre suspeitos ou a motivação do crime. Segundo a Polícia Militar, os agentes foram acionados por volta das 2h da manhã para uma ocorrência na Rua João Delgado Soares. No local, encontraram o corpo de Armando Nonato de Assis dentro de uma casa, com dois tiros no rosto. Já o corpo de Danilo de Moura da Silva foi localizado na rua, em frente à residência, com diversas perfurações de bala. A área foi isolada para a perícia e o caso registrado na 90ª DP. FONTE: Voz das Favelas RJ (Whatsapp)

PULGÃO FOI PRESO

A polícia prendeu na manhã de hoje o ex-policial civil Rafael Pulgão. Ele era integrante da milícia na Zona Oeste do Rio mas depois que foi solto se aliou ao Comando Vermelho. Pulgão está envolvido nas recentes guerras da facção com grupos paramilitares na Zona Oeste do Rio. Ele é suspeito da morte de vários inocentes na região. O criminoso foi preso na região da Tijuquinha, no Itanhangá; O criminoso, expulso da Polícia Civil em 2021 por liderar uma milícia, foi condenado a mais de 15 anos de prisão e estava em liberdade condicional desde outubro do ano passado. Após ser solto, segundo investigações, ele se aliou a traficantes do Comando Vermelho e passou a comandar ataques a rivais, buscando assumir o controle da Vila Kennedy e comunidades vizinhas. As investigações apontam que ele liderava ações violentas contra milicianos, especialmente da região do Catiri, com o objetivo de dominar o território e explorar economicamente o transporte alternativo local. Além disso, ele é investigado por ameaçar agentes públicos e autoridades que atuam no combate à criminalidade da Zona Oeste. Na época em que estava na ativa na polícia, Pulgão chegou a ser apontado como chefe de uma milícia que agia em Realengo, Padre Miguel e Bangu. Ele foi preso em 2018 junto com comparsas na Barra da Tijuca. O grupo estava em dois carros roubados onde foram encontrados cinco fuzis, três pistolas, uma metralhadora antiaérea e munição de diferentes calibres. Pulgão erainimigo de Ecko, chefe da maior milícia do estado e alvo de duas operações – a que invadiu festa suspostamente organizada por paramilitares e a que descobriu central de monitoramento de favela. No grupo de Ecko, havia a promessa de recompensa de R$ 500 mil para quem matasse Pulgão. Em 2021, a polícia demitiu Pulgão, por exercício irregular de suas atribuições na corporação. Pulgão foi posto em liberdade em outubro do ano passado. Milicianos do GAT do Naval comemoraram a prisão de Pulgão.”Se f… Pulgão seu c….” FONTE: Polícia Civil do RJ

Mulher foi morta estrangulada em Maricá durante briga com marido

Uma mulher foi morta estrangulada após uma discussão com o companheiro na noite de ontem, em Maricá. A Assessoria de Imprensa da PMERJ informa que, neste domingo (22/6), equipes do 12º BPM (Niterói) foram acionadas para checar uma ocorrência de feminicídio na Reserva Verde, em Maricá. Chegando ao local, uma mulher já sem vida foi encontrada. O autor do crime fugiu do local. A área foi isolada e a DH responsável pela área foi acionada. FONTE: PMERJ

Pessoas mortas na Avenida Brasil eram inocentes e podem ter sido confundidas com milicianos

As duas pessoas que foram mortas na Avenida Brasil na Zona Oeste do Rio não teriam envolvimento com crimes. Uma das vítimas se chamava Davi Castelo, de 38 anos. Ele era gerente de uma loja no Ceasa e teria dado carona para as duas outras pessoas que também foram atingidas. A polícia invetiga se os traficantes do Comando Vermelho que estão em disputa com os milicianos no Catiri, em Bangu, confundiram os trabalhdores com paramilitares na região. O crime foi cometido próximo ao salão Palazzo, na altura de Bangu. Eles estavam a caminho do Ceasa quando foram alvo dos disparos. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram)

MP conseguiu manter Zinho longe do Rio

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro obteve decisão judicial que mantém o miliciano Luís Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, custodiado em presídio federal de segurança máxima, localizado em Brasília (DF). A pedido do MPRJ, a decisão foi proferida em 18 de junho, pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro. De acordo com o GAECO/MPRJ, Zinho segue respondendo a diversas acusações, entre elas homicídio, constituição de milícia, extorsão, porte ilegal de arma de fogo, ocultação de cadáver e organização criminosa. O miliciano possui 23 anotações criminais e exerce papel central na organização criminosa atuante na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com histórico de violência, repressão armada e dominação territorial. Acusado de chefiar a principal milícia da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Zinho está preso desde 24 de dezembro de 2023. A pedido do MPRJ, em fevereiro de 2024, o miliciano foi transferido para o sistema penitenciário federal, com base em sua periculosidade e no risco que sua presença representava ao sistema carcerário estadual. A manutenção de sua prisão em unidade de segurança máxima permanece vigente, por solicitação do MPRJ. Segundo informações da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário (SSISPEN), a presença de Zinho no sistema prisional fluminense poderia desestabilizar a ordem interna das unidades e facilitar a articulação de atividades criminosas externas. FONTE: MPRJ

Duas pessoas foram mortas e uma ferida na Avenida Brasil

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de duas pessoas, ainda não identificadas, ocorridas na Avenida Brasil na Zona Oeste do Rio durante a última madrugada. Na ação criminosa, uma terceira vítima ficou ferida. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas, na madrugada desta segunda-feira (23/06), policiais militares foram acionados para verificar a ocorrência de um veículo atingido por disparos de arma de fogo, com três ocupantes. No local, duas vítimas foram encontradas em óbito e uma foi conduzida ao hospital. A perícia foi acionada e o caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios da Capital. FONTE: PMERJ e PCERJ

Preso o maior ladrão de bancos do RJ

A polícia prendeu hoje no Complexo do. Lins o maior ladrão de bancos do estado do Rio e Janeiiro iEle é o líder da quadrilha, criminoso de alta periculosidade que acumula 19 anotações, incluindo roubo, furto, roubo de veículos e tentativa de homicídio. Investigado desde a menoridade, ele se tornou uma das mais recorrentes figuras do roubo a banco do Rio de Janeiro, sendo atualmente considerado um dos mais ativos e perigosos nesse tipo de delito. Desde setembro de 2024, o homem foi identificado como autor de pelo menos quatro roubos a instituições bancárias. Em todos os casos, agiu com extrema violência e grave ameaça, utilizando arma de fogo. Ele, inclusive, subtraiu armamentos pertencentes aos vigilantes das agências bancárias. Segundo apurado, o criminoso utiliza o Complexo do Lins, área explorada por facção criminosa, como reduto estratégico e base para articulação logística e ocultação do núcleo criminoso. A investigação conduzida pela DRF permitiu o mapeamento da hierarquia do grupo, a identificação dos operadores logísticos e os vínculos com o tráfico local. FONTE; Polícia Civil do RJ

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