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tráfico de drogas

Negociação de quadrilha com policiais civis para liberação de carregamento de toneladas de drogas teria girando em torno de R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões, diz PM. Agentes foram presos mas soltos este ano

O Ministério Público Estadual denunciou cinco integrantes de uma quadrilha que fornecia drogas para traficantes do Complexo do Alemão e que eram trasportadas em caminhões por via rodoviária. O bando teve um carregamento interceptado por policiais civis em agosto de 2023. Na ocasião, houve negociação para liberação da droga, que gerou em torno de R$ 1.500.000,00 e R$ 2.000.000,00 mas teria sido por um valor maior. Tudo isso com objetivo de com o fito de determiná-los a omitir ato de oficio, qual seja, a regular apreensão das drogas capturadas e realização do registro de ocorrência junto à Autoridade Policial com atribuição, sendo certo que, na realidade, negociou com os mesmos a entrega do material entorpecente. Houve também uma negociação de R$ 300 mil para a entrega do suposto X9 que teria dado a informação da carga para a polícia. O episódio levou a prisão de agentes da lei e de um advogado, que acabaram soltos este ano. A droga iria para o Complexo do Alemãq. Inclusive, integrantes do bando já estavam na favela Seriam cerca de dez toneladas de maconha, de acordo com o MP. A denúncia diz ainda que membros da quadrilha falavam em conversar com os traficantes Pezão, chefe do Alemão, e Doca, do Complexo da Penha.. “Os denunciados demonstraram ter livre acesso a personalidades conhecidas no submundo do crime organizado do Rio de Janeiro, sendo mencionadas nas conversas colhidas, reuniões com lideranças da facção Comando Vermelho (“Doca” e “Pezão””, diz a denúncia.

Conheça a hierarquia do tráfico do CV em comunidades de Brás de Pina

Investigalçao revela que os traficantes Belão e Caio são os frentes das comunidades do Quitungo e Guaporé, em Brás de Pina, sendo homens de confiança do criminoso conhecido como Gadernal, que atua em associação com Doca do Complexo da Penha, chefão do Comando Vermelho. O Complexo de Comunidades da Penha, hoje, funciona como verdadeiro quartel-general (QG) do crime organizado Comando Vermelho. Os crimes que levam a assinatura do Comando vermelho no estado, via de regra, possuem como ponto de contato o nome de Doca tamanha é a sua ingerência nos rumos da facção; Apesar de Doca, estar homiziado no Complexo da Penha, possui influência determinante nos rumos do tráfico de drogas nas comunidades do Quitungo, Guaporé e Tinta. Abaixo dele está Gardenal, sendo o líder direto atuante no financiamento da invasão das comunidades do Quitungo, Guaporé e Tinta juntamente com os outros lideres do financiamento na guerra contra os milicianos na época. Os soldados/ atividades, vapores e “radinhos” do tráfico de drogas do Quitungo e Guaporé recebem ordens diretamente de Caio, Os gerentes e seguranças são Parazão, Xereca, Cantor ou Matador e Caveirinha, sendo este último responsável pela maconha. Tem ainda o Novinho, encarregado do crack. Tem ainda Kaio ou Bigodinho (segurança), Da Maluquinha (atividade), Cabeludo (atividade), Dragãozinho (radinho), FP (atividade), Mais Alto (atividade), Chegou a ocorrer na região uma guerra entre o CV e o TCP com o intuito de expandir seus domínios, assim ganhando maior poder e lucrando com a venda de drogas e exploração de outros serviços como gás e internet. A cúpula do CV é responsável por ordenar os ataques ao TCP, inclusive com o uso de Drones carregados com granadas.

Ex-PQD servidor da Alerj e agente do Degase tinham papel importante na quadrilha do deputado estadual preso por envolvimento com o CV. SAIBA MAIS

Um ex-militar servidor da Alerj e um agente do Degase, órgão que cuida das unidades que abrigam menores infratores, tinham papel importante na quadrilha do deputado estadual TH Joias. Davi Costa Rodrigues Kobbi da Silva, ex-militar e servidor da Alerj, atuou diretamente nas negociações de entorpecentes com Dudu e na venda de armas e munições, integrando o núcleo logístico e operacional da ORCRIM. Sua posição e as condutas praticadas justificam aprisão para cessar o uso da estrutura estatal para fins criminosos.” Leandro Alan dos Santos é servidor do Degase e atuou comoagente logístico na entrega de drogas e armamentos. A pedido de Dudu, ele se dirigiu à comunidade da Serrinha para receber e transportar um fuzil modelo G3 e4 kg de cocaína, entregando-os posteriormente na Rua Canitar, no Complexo doAlemão, área dominada pela facção Comando Vermelho A assessora da Aler Fernranda Ferreira Castro tinha a função de de dissimular e ocultar recursos provenientes de diversos ilícitos penais. Cumpre assinalar que ela efetuou um depósito de R$ 54.800,00 em espécie, ocasião em que alegou origem comercial incompatível com o porte de sua empresa, além de manter vínculos financeiros com indivíduos investigados por crimes graves e com familiares de outros alvos da operação. Ainda foi verificado que Fernanda recebeu de “TH Joias ” e “Dudu” um cargo de assessoria na ALERJ como recompensa pelosserviços prestados por“Índio.

Assessor parlamentar de deputado preso intermediava venda de drogas entre traficante do CV e bandido do TCP

A quadrilha do deputado estadual TH Joias também estava envolvida com o tráfico de drogas. Em uma sequência, TH Joias enviou a Índio do Lixão ” vídeos de sacos contendo maconha. O último vídeo enviado mostra uma sala cheia de sacos contendo a substância. Em seguida, “TH Joias” diz que são 200 kg. “Índio” responde: “isso não é bom de vender”. (Outrossim, entre os dias 16/8/2024 e 19/8/2024, Dudu e “Índio conversam sobre a venda de cocaína a um indivíduo identificado como “Salomão ”,qualificado posteriormente como Walace de Brito Trindade, o Lacoste da Serrinha. Em um dos áudios encaminhados por Dudu, Salomão cobrou de Indio “não esqueça de mandar “outros dois quilos de Ciroq”. Cabe ressaltar que Ciroq é a “marca” de um tipo de cocaína vendida por “Índio”. “Dudu” atua como um intermediário da venda. Dudu encaminha áudio que novamente demonstra que ele está intermediando a venda de cocaína de “Índio” para terceiros. O interlocutor pergunta o preço de cocaína da “marca” Jacaré e da “marca” Ciroq. “Índio” responde que a Jacaré seria R$ 13.000,00 por quilo, e a Ciroq R$ 9.500,00 por quilo. Em seguida, “Dudu” encaminha foto de diversos tabletes de cocaína, e encaminha áudio em que o interlocutor diz: “Acabou decompletar minha remessa agora”. Em 19/8/2024, “Dudu” manda uma mensagem para Lacoste ”, dizendo que o “amigo” (Índio), havia ligado para ele, dando continuidade as negociaçõesiniciadas anteriormente Em conversa com o interlocutor de contato, Dudu afirma estar indo naquele mesmo dia na serrinha ver o “mano” (Lacoste). “Dudu” então manda mensagem para “Indio” avisando que já estava na serrinha e pede para que “Indio” ligue pra ele do outro número, e logo depois, “Indio” liga para “Dudu” A investigação concluiu que Dudu” atuou como elo entre os traficantes “Índio” (Comando Vermelho) e “Lacoste” (Terceiro Comando Puro), viabilizando a comercialização de grandes quantidades de cocaína e armamentos. Os criminosos simularam identidades falsas (como a de um capitão do BOPE e de um secretário de governo) para ,enganar “Lacoste” e garantir a concretização das transações ilícitas. “ Dudu” também participou de outras negociações de drogas com diversos interlocutores, demonstrando envolvimento habitual com o tráfico

Deputado estadual foi denunciado por envolvimento com o tráfico no Rio e está preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou o deputado estadual TH Joias e outras quatro pessoas pelos crimes de associação para o tráfico de drogas e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito. O.parlamentar foi preso essa manhã. Outras 14 pessoas também foram presas. O.orgâo obteve junto ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), quatro mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, cumpridos nesta quarta-feira (03/09), em endereços na Barra da Tijuca, Freguesia e Copacabana. De acordo com a denúncia, os acusados mantinham vínculos estáveis com a facção criminosa Comando Vermelho, atuando nos Complexos da Maré e do Alemão e na comunidade de Parada de Lucas. O grupo é acusado de intermediar a compra e venda de drogas, armas e equipamentos antidrones usados para dificultar operações policiais nos territórios ocupados pela organização, além de movimentar grandes somas em espécie para financiar as atividades da facção.  Para o MPRJ, o parlamentar denunciado utilizou o mandato para favorecer a organização criminosa, inclusive nomeando comparsas para cargos na Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ). Ainda segundo a denúncia, o deputado é acusado de intermediar diretamente a compra e a venda de drogas, armas de fogo, aparelhos antidrones e realizou pagamentos a integrantes do Comando Vermelho.  Outro denunciado é apontado como uma das lideranças da facção, responsável pelo controle financeiro do grupo e pela autorização de pagamentos vultosos, incluindo a autorização para a compra dos antidrones usados para dificultar a atuação policial. Um terceiro denunciado exercia a função de tesoureiro, encarregado de armazenar drogas, guardar valores milionários, efetuar pagamentos e intermediar negociações de armas e munições.Um quarto denunciado atuava como fornecedor de equipamentos especializados à facção, em especial os dispositivos antidrones. Ele também era responsável pelos testes em campo e ensinava outros membros da facção a operá-los. De acordo com a Procuradoria-Geral de Justiça, paralelamente, o denunciado ocupava o cargo de assessor parlamentar, indicado pelo deputado, como forma de encobrir as atividades ilícitas. Ainda segundo a denúncia apresentada à Justiça, a quinta acusada havia sido nomeada para um cargo comissionado na ALERJ e sua função era servir de elo entre o grupo criminoso e o Legislativo. A assessora contribuía para acobertar o papel desempenhado pelo tesoureiro, com quem é casada.A investigação tramitou na Procuradoria-Geral de Justiça por envolver agente político com foro por prerrogativa de função.

Denúncia relata terror imposto pelo tráfico na Cruzada São Sebastião (CV)

Denúncia divulgada em rede social aponta que traficantes do Comando Vermelho tomaram a Cruzada São Sebastião, no Leblon. De acordo com a denúncia, o chefe do tráfico, vulgo Dimas, teria se apóssado do bloco 2 e não respeita ninguém. Lá é um entre e sai de moradores de rua comprando crack e outras drogas e ainda furtam as roupas dos moradores que ficam no varal. Os bandidos instalaram um depósito de gelo no prédio acabando com a área comum, As crianças não têm mais onde brincar. Os moradores são monitorados. Se algum deles contrariar a ordem dos bandidos, sofre consequências. Um dos bandidos mais violentos é o gerente vulgo Tequila, que bate em morador. Outros como W e Igor gostam de ostentar armas para intimidar os moradores. Dimas gosta de forçar as garotas novinhas a ficar com ele. Se recusarem, são expulsas junto com suas famílias. Já teria tomado diversos apartamentos na Cruzada. A denunciante disse que não poderia revelar o seu nome porque sofreria represálias e corria o risco de ser levada ao tribunal do tráfico “Por favor nos ajude a se livrrar destes monstros que vêm infernizando a vida dos moradores da Cruzada que não aguentam mais essas covardias”.

Saiba mais sobre a Bela do Crime, traficante do Paraná presa em apartamento de luxo no Rio

A Bela do Crime, que foi presa na última sexta-feira em um apartamento de luxo em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, atuava na contabilidade do comércio de drogas no Paraná, além de emprestar seus dados para que ele realize transações financeiras relativas ao tráfico de drogas e usufruir do dinheiro proveniente do comércio espúrio de drogas e armas.. A criminosa já bavia sido presa, em 19 de março de 2025, na residência localizada à Rua José de Alencar, nº 259, no Município e Foro Regional de Pinhais/PR, quando portava 01 (uma) pistola Glock, calibre 9mm, nº de série BRCN560, com capacidade para 17 (dezessete) tiros, e ii) 34 (trinta e quatro) munições de mesmo calibre. A defesa de Bela solicitou prisão domiciliar na época alegando que a paciente é mãe de uma criança de 6 anos, sendo a única responsável por sua subsistência, educação e cuidados diários, e que sua segregação compromete de forma direta e imediata o bem-estar da criança, violando o princípio da proteção integral da criança e do adolescente. A quadrillha é liderada pelo traficante Zero, namorado de Bela, sendo que ele era o responsável pela logística das práticas delitivas, tratando pessoalmente da aquisição e fornecimento de drogas com os demais integrantes do bando.

Bandidos de SP forneciam armas e drogas a traficantes da Serrinha (TCP)

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), com apoio de policiais civis paulistas, realizam, nesta segunda-feira (01/09), uma operação para desarticular um grupo criminoso que transportava armas e drogas para facções criminosas no Rio, especialmente para a comunidade da Serrinha. Os alvos são concentrados no estado de São Paulo, nas cidades de Mogi das Cruzes, Sorocaba e Guarulhos. As investigações tiveram início a partir da apreensão de quatro fuzis em agosto do ano passado, na Rodovia Presidente Dutra. A partir do flagrante, os agentes da especializada apuraram vínculos entre o investigado e possíveis coautores, localizados nas cidades paulistas. Os endereços mapeados apresentam indícios de servirem como pontos de armazenagem de armas e drogas, sedes empresariais de fachada e locais de cultivo clandestino.Com base nas provas colhidas, foi encaminhada representação à Justiça, que expediu mandados de busca e apreensão e deferiu a quebra de sigilo de dados de dispositivos eletrônicos. O objetivo desta etapa é aprofundar as investigações, visando desarticular a rede criminosa.

Preso traficante do CV que divulgava fotos de drogas na rede social para atrair consumidores

A Polícia Militar prendeu Matheus Fernandes Carvalho Gomes, vulgo “Pitchola”, em Vigário Geral, zona norte do Rio de Janeiro, na noite de domingo (24). Ele tinha 24 anos e era foragido da Justiça, com dois mandados de prisão por homicídio. O criminoso é apontado como gerente do tráfico na comunidade do Dique e tentava expandir a venda de drogas na região. Matheus divulgava fotos das drogas nas redes sociais para atrair consumidores. Neste ano, o bandido disparou contra uma guarnição do batalhão de Olaria. Ele foi abordado enquanto estava em um carro na rua Saturno e levado para a delegacia de Brás de Pina antes da transferência para a central de flagrantes, em Bonsucesso, onde ficou detido.

Traficante preso ontem em mansão de luxo no Recreio chegou a vender duas toneladas de maconha em uma semana

Um dos traficantes presos ontem em uma mansão de luxo no Recreio dos Bandeirantes disse em outra prisão que teve que conseguia arrecadar o dinheiro com a venda de drogas ilícitas, oriundas de Foz do Iguaçu, que inclusive vendeu em uma essa semana, pouco mais de duas toneladas de maconha; Matheus Medeiros afirmou na época que começou a praticar o delito depois da prisão de seu pai, Cristiano, que foi preso com ele ontem , pois teve que assumir” os negócios “da família. Na época, polícia recebeu diversas denúncias anônimas que Matheus praticava tráfico de drogas em Minas Gerais, Ele explicou, por exemplo o que estava registrado no caderno que em uma das anotações apreendidas pela polícia., consta:” Cumpa de mandou 2.140 Kg “, e esse valor seria o peso das drogas, e seria maconha que chegou para o mesmo em uma sexta feira. O lucro dessa carga seria R$ 631.650,00; Matheus teria lucrado R$ 850 mil ao vender pouco mais de uma tonelada de maconha para um indivíduo vulgo Grandão Conhecido como “Budega”, Cristiano atuava como responsável pela interlocução com os fornecedores paranaenses e pela distribuição dos entorpecentes na Capital mineira, bem como na Região Metropolitana. Cristiano recepcionava os associados do “Núcleo Paraná”, conduzia os veículos que transportavam os entorpecentes até os locais onde era feito o descarregamento e, posteriormente, repassava aos paranaenses os valores e automóveis utilizados como pagamento. Ele chegou a negociar com servidores penais corruptos e advogados a sua permanência no Complexo Penitenciário Nelson Hungria

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