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tráfico de drogas

Narcomilícia ligada ao TCP age em Vargem Grande. Bandido espancou catador com barra de ferro por ele não ter pago a taxa. Foi condenado a seis anos de cadeia

A narcomilícia ligada ao Terceiro Comando Puro (TCP) que age na comunidade da Taboinha, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, extorquia comerciantes e um catador de lixo reciclável foi espancado com uma barra de ferro por um dos integrantes, vulgo Nobru, porque não tinha dinheiro e se recusou a realizar o pagamento. Nobrru, que foi preso em 2024, foi condenado ano passado a seis anos e seis meses de prisão. Chegaram várias denúncias através do programa oficial disque-denúncia, indicando o acusado como um dos narcomilicianos do local e como um indivíduo extremamente violento, que extorque as pessoas; que as denúncias são anônimas; que nas de-núncias eram mencionados o vulgo do acusado e suas características físicas; que ao realizarem a revista pessoal no acusado, encontraram várias notas dobradas, como se fossem valores que ele tinha pego nos comércios que ele cobrava. O bandido era é “abusado”, “deu em cima” de uma policial civil na frente dos colegas dela. Os criminosos chegaram a colocar uma câmera de segurança na entrada da comunidade para poder monitorarem as viaturas policiais. Quando a polícia chega na comunidade, os bandidos entravam nas casas. Os agente sabiam onde ficaam exatamente os pontos de venda de drogas, mas os crimi- nosos olhavam pelas Câmeras e se escondem antes de serem presos pelos policiais” Os narcomiliciianos da comunidade não andam armados porque quando forem pegos pelos policiais, não serem acusados pelo porte de arma ilegal; FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Europeus foram presos com cocaína em navio cruzeiro em Angra. Eles pretendiam levar a droga para a Sérvia

A Polícia Federal prendeu ontem um sérvio de 33 anos e um montenegrino de 31 anos, que tinham como objetivo de transportar 47 quilos de cocaína do Brasil para a Sérvia. Eles foram flagrados em um navio de cruzeiro em Angra dos Reis. Após funcionários da operadora de cruzeiro desconfiarem do nervosismo dos homens, a Polícia Federal foi acionada e encontrou a droga em compartimentos do barco de apoio do navio. Os dois estrangeiros foram presos em flagrante e o entorpecente foi apreendido. A dupla pretendia recolher as drogas escondidas no barco de apoio durante a noite, usando uniformes de manutenção da empresa do navio para não chamar atenção e levantar suspeitas. FONTE: Polícia Federal

Troca de comando em morro dominado pelo CV na Zona Sul do Rio

O traficante Mexicano que há tempos era o frente do Morro Dona Marta, em Botafogo, teria sido destituído do cargo por suspeita de desvio de dinheiro. A ordem teria partido do dono das bocas de fumo local que tem os vulgos de Ronaldinho do Tabajaras ou R9, preso há vários anos. Relatos indicam que houve uma espécie de tribunal para decidir a punição do frente. Os traficantes pediram explicação a Mexicano sobre as acusações e ele implorou para não ser morto e acabou sendo rebaixado na hierarquia do crime na comunidade. O vulgo do novo frente não foi divulgado mas seria um cria da própria favela. FONTE: Pega Visão News RJ (Telegram) e Canal Cidade do Medo (Youtube)

Justiça do RJ divulgou em seu site oficial investigação de parte do funcionamento do tráfico no Complexo do Chapadão (CV)

A Justiça do RJ divulgou em seu site em dezembro detalhes de uma investigação de anos atrás sobre o funcionamento de parte do tráfico de drogsa no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, e decretou a prisão preventiva de três suspeitos, entre eles uma mulher. A apuração revelou que o bandido vulgo Índio ou 2D era  um dos líderes do Comando Vermelho, responsável pelo comando da mercancia de entorpecentes na Comunidade do Chapadão.  Ele exercia sua autoridade sobre outros criminosos, orientando-os por meio mensagens nos grupos de WhatsApp “Cpx Chp Luto” e Família BC FB”  Ele determinou que nesses grupos que seus comandados intensificassem o comércio de drogas, com escopo de repor o dinheiro perdido em razão das operações policiais ocorridas na comunidade.  O criminoso também aparecia em fotografias portando fuzis, sendo responsável, ainda, por agendar reuniões com gerentes do tráfico local.  Pará era o homem de confiança de Índio, sendo o segundo na hierarquia do Comando Vermelho atuante no Complexo do Chapadão.  Ele tinha a função de repassar diversas ordens de Índio nos grupos de Whatsapp supramencionados e, em razão da privilegiada posição na hierarquia do bando, exercia posto de liderança na estrutura da associação criminosa, conforme evidenciado nas diversas mensagens por ele enviadas 2 .  Além disso foi obtida no sistema cloud computing de Índio fotografia deste em companhia de Pará em um evento na Comunidade, onde podem ser observados diversos traficantes (seus comandados) armados.  Testa por sua vez, exercia a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. “Testa” supervisiona as “bocas de fumo” locais, sendo responsável pela logística e abastecimento destas.  Nas conversas interceptadas restou evidente seu envolvimento com o tráfico no Complexo do Chapadão, conflagrado pelo Comando Vermelho.  Além disso consta dos autos fotografias enviadas pelo denunciado “Testa” de um fuzil com a inscrição “Terror da Pavuna” no grupo de WhatsApp “Família Chapadão BC FB”, e de uma mesa com drogas à venda na comunidade com a mensagem “Brilho tá daquele jeitão”. Biel  é irmão de Igor Testa e, assim como ele, exerce a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. Da mesma maneira, há diversas mensagens enviadas pelo denunciado nos grupos de WhatsApp, que indicam seu envolvimento na gestão da mercancia de entorpecentes no Complexo do Chapadão  Ademais constam dos autos fotografias de Biel empunhando armas diversas, a exemplo de um fuzil e duas pistolas com carregador alongado, estas últimas com a seguinte legenda: “Segue a paz o 20 (boca de fumo).  Douglas por sua vez, exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo.  Da Tola atuava como gerente do tráfico no complexo do Chapadão, ostentando armamento de grosso calibre e, assim como “Testa” e “Biel”, controla a venda de drogas na localidade. Tomate exercia a função de vapor do tráfico no complexo do Chapadão, sendo responsável pela venda varejo de drogas nas bocas de fumo da localidade  Além da venda de entorpecentes, Tomate participa de roubos de carga nas imediações do Complexo do Chapadão.  Manga exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo  Tio Phil atuava na estrutura do Comando Vermelho do Complexo do Chapadão na função de “vapor do tráfico” sendo responsável pela venda de drogas nas bocas de fumo da localidade.  Mangueirinha exerce a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  Gato exerce a função de gerente do tráfico no complexo do Chapadão, monitorando a movimentação de policiais e traficantes era responsável pela logística das bocas de fumo, intermediando, inclusive, compras de arma de fogo.  O vulgo “Panikin Himalaia”, atua como “soldado do tráfico”, tendo como atribuições garantir a segurança das bocas de fumo no Complexo do Chapadão, sendo tal fato confirmado pelas diversas mensagens que “Panikin Himalaia” enviou nos grupos de WhatsApp  Lukaku do Egitoé gerente do tráfico responsável pela logística das bocas de fumo.  Barrama do Egito, Camilo, José Nicolas, Bode, Da Tribo, Lapinho, Daniel da gatonet e Xandinha exerciam a função de olheiros do tráfico no Complexo do Chapadão, sendo responsáveis por alertar seus comparsas sobre eventual movimentação de grupos rivais, bem como de agentes públicos nas imediações da Comunidade  Tom exercia a função de “soldado do tráfico”, sendo responsável por realizar a segurança das bocas de fumo nas imediações do Complexo do Chapadão.  Bombeirinho atuava na estrutura organizacional do Comando Vermelho no Complexo do Chapadão como “vapor do tráfico”, sendo assim responsável pela mercancia de drogas.  Atuavam também na função de “vapor do tráfico” Maurício Wesley sendo designado pelas lideranças do Comando Vermelho para realizar o varejo de entorpecentes  Arley exercia também a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  .  Du Rodo e Nk do Cava atuavam diretamente nas vendas de material entorpecente nas “bocas de fumo” na função de “vapores do tráfico”  Hugo exercia a função de soldado do tráfico, sendo responsável pela força armada apta a oferecer segurança às bocas de fumo do Complexo do Chapadão. Arrascaeta  atuava na contenção armada das bocas de fumo, oferecendo segurança à venda de entorpecentes  Nego Drama era outro soldado do tráfico. Americano exercoa a função de vapor do tráfico no Complexo do Chapadão, embalando e distribuindo drogas nas bocas de fumo da localidade 23 .  Seu irmão Rafael também exercia a função de vapor do tráfico, sendo responsável por embalar e pela mercancia de entorpecentes  Tinha ainda um menor, M.V  A polícia realizou a infiltração virtual em grupos de WhatsApp, teriam sido identificados grupos relacionados ao Complexo do Chapadão, comunidade vinculada à facção criminosa Comando Vermelho, com fotografias dos traficantes com armas, drogas, além de conversas que evidenciavam o monitoramento constante das vias de acesso das comunidades do Complexo do Chapadão, com o objetivo de alertar e repelir incursões policiais e possíveis

Polícia achou mais nove fuzis e nove pistolas em apartamento no Recreio onde já havia apreendido 21 armas em fevereiro

Agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) recolheram hoje nove fuzis e nove pistolas. O material estava em um apartamento, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. A ação é uma continuidade de uma operação feita em 14 de fevereiro deste ano, quando um homem foi preso em flagrante, acusado de fornecer armamentos para grupos de extermínio. Na ocasião, os agentes acharam 21 armas, entre fuzis, pistolas, revólveres, uma escopeta automática e uma submetralhadora, além de mais de mil munições de calibres diversos. Após a prisão, o homem decidiu ajudar a policia através de seu advogado. Ele deu informações que possibilitaram a localização dos novos armamentos. O preso tinha registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC), que foi cancelado pelo Exército Brasileiro devido ao volume incompatível de aquisições, reforçando os indícios de atividades ilícitas. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Moradores de bairro que sofre influência do tráfico (TCP) em Caxias fizeram abaixo assinado pedindo reforço na segurança

Moradores do bairro Pantanal, em Duuqe de Caxias, que sofre a infuência do tráficante Flamengo, fizeram um abaixo assinado pedindo mais segurança na região. Veja o documento: SOLICITAÇÃO SERÁ ENVIADA AO COMANDO DA PMERJ/3°COMANDO DE POLICIAMENTO DE AREA/15°BPM/CORREGEDORIA DA PMERJ/POLÍCIA CIVIL/GAECO.ÓRGÃOS DE IMPRENSA E MINISTÉRIO PÚBLICO abaixo assinado pedindo segurança pública para o bairro do pantanal Duque de Caxias, Rio de Janeiro Abaixo-assinado por mais segurança pública no bairro do Pantanal, Duque de Caxias, RJPrezados(as) moradores(as) do bairro do Pantanal, Nós, abaixo-assinados, manifestamos nossa profunda preocupação com a crescente onda de violência e criminalidade que assola nosso bairro. A falta de segurança pública tem gerado um clima de medo e insegurança, prejudicando a qualidade de vida de todos os moradores. Considerando: Com a expansão do *tráfico de drogas*,o aumento do número de *homicídios*,*assaltos*, *furtos* e outros crimes na região;A sensação de insegurança que impede os moradores de transitarem livremente pelas ruas;A necessidade urgente de medidas eficazes para garantir a segurança de todos.Solicitamos às autoridades competentes: 1 *Reforço do policiamento:* Aumento do número de policiais nas ruas, com patrulhamento ostensivo e frequente, especialmente nos horários de maior incidência de crimes.2 *Iluminação pública adequada:*Instalação e manutenção de postes de luz em todas as ruas do bairro, para garantir a visibilidade e segurança durante a noite.3 *Instalação de câmeras de segurança:*Implementação de um sistema de monitoramento por câmeras em pontos estratégicos do bairro, para auxiliar na identificação e prisão de criminosos.4 *Ações sociais:* Desenvolvimento de projetos sociais que visem a inclusão social e a prevenção da violência, especialmente entre os jovens.5 *Diálogo com a comunidade:*Criação de canais de comunicação entre a polícia e os moradores, para que as demandas da população sejam ouvidas e atendidas.Acreditamos que, com a união de esforços entre a comunidade e as autoridades, será possível construir um bairro mais seguro e tranquilo para todos. FONTE: Site Petição Púbica e Página Reage Jaqueira (Twitter)

Dez detidos e granadas apreendidas em Três Rios. Polícia ainda fez outra grande ação contra o tráfico na cidade

Dez homens e um adolescente foram detidos por policiais militares na Rua Teixeira de Godoi, no bairro Moura Brasil, em Três Rios. Com eles, foram aprendidas granadas artesanais, munições, aparelhos celulares, cartões de crédito, um veículo e rádios transmissores.  A ação ocorreu na noite da última quarta-feira (5) após informações de que um grupo do Rio de Janeiro estaria escondido em uma residência planejando ataques na região. Todos os envolvidos foram encaminhados para a 108ª DP. Ainda em Três Rios, a PM fez também outra grande apreensão desta vez no bairro Rua Direita. A ocorrência foi desencadeada após uma denúncia anônima indicando que crimin0sos haviam montado uma base no local para realizar atividades ilícitas relacionadas ao tráfic0 de dr0g@s. As equipes policiais, que realizava patrulhamento, seguiram as informações e, durante as buscas na área, encontraram uma trilha que levava a uma residência improvisada na mata, supostamente usada pelos tr@ficantes para armazenar e distribuir dr0gas. Quando os policiais se aproximaram da residência, cinco suspeitos, ao perceberem a chegada da guarnição, fugiram para o rio, na tentativa de escapar da abordagem, mas não foram localizados. No entanto, uma busca minuciosa no local resultou na apreensão de diversos itens ilícit0s. Entre os materiais encontrados, destacam-se: – 1 r&vólver da marca Taurus, calibre .32, com numeração suprimida – 6 muniçõ&s de calibre .32 e 1 muniçã0 de calibre .38 – 1 gr@nada artesanal – 1 simulacro de @rma de fogo – 5 rádios transmissores e 3 bases de carregamento – 2 balanças de precisão – 109 buchas de m@conha, 63 pedras de cr@ck e 684 pinos de coc@ína – 24 sacolés de sk@nk, 13 frascos de lança-p&rfume e 3 vidros de clorofórmi0 Além disso, foram localizados 2 pacotes de m@conha com 1kg cada, 3 pacotes menores de 100g e 300g, além de diversos pinos e buchas de coc@ína, com valores variados, indicando a comercialização da droga no local. O material apreendido foi levado à 108ª DP, onde permanece sob custódia. Nenhum suspeito foi detido, a operação FONTE: Polícia Militar do Rio de Janeiro

Conheça a quadrilha de Joab, uma das mais bem armadas do CV em Caxias

Um traficante preso explanou como funciona o tráfico em comunidades de Campos Elíseos, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho. O líder da região é o criminoso conhecido como Joab, que comanda as comunidades Rua 7, Morro do Badu, Mangueira e Divineia. A quadrilha de Joab é a que tem o maior poderia bélico das comunidades que ficam no entornode Campos Elísios, Jardim Primavera e Saracuruna possuindo em torno de uns 20 fuzis, diversas pistolas e algumas metralhadoras. Na Rua 7, toda sexta-feira, tem o baile da Líbia, onde diversos traficantes se reúnem, inclusive Joab. O bandido vulgo Borússia, que anda de fuzil vem a ser o segurança pessoal de Joab. Batatinha é o gerente da boca da Mangueira. Americano também é segurança pessoal de Joab. Bonzinho é gerente do pó da comunidade da Rua 7. Atanázio é vapor da boca de fumo do Morro do Badú. Satanásio era gerente do pó da boca de fumo da Mangueira, mas fugiu depois de balear policiais militares no bairro do Cangulo durante uma abordagem. Andrezinho é o gerente da boca da Mangueira. Branquinho exerce o gerente da Rua 7. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio disponível no site Jusbrasil

RELATÓRIO DA POLÍCIA CIVIL IDENTIFICOU 34 TRAFICANTES QUE ATUAM NO COMPLEXO DA PENHA (CV). VEJA OS VULGOS E A FUNÇÃO DE CADA UM

Relatório da Polícia Civil identificou 34 traficantes que atuam no Complexo da Penha, principalmente na Vila Cruzeiro. Veja quem são e a função de cada um. Lembrando que o Complexo da Penha, considerado o quartel general da facção criminosa Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso -. Exerce a função de chefe do tráfico de drogas do Complexo da Penha, dando ordens aos seus subordinados para o cumprimento de metas relativos ao comércio ilegal de drogas. Segundo informações a mando de Doca, meliantes cortam os fios da rede de telefonia, internet e TV por assinatura para que os moradores sejam obrigados a usarem o serviço ilegal fornecido no interior da comunidade. Pedro Paulo Guede – Pedro Bala – gerente geral em várias regiões do Complexo. É considerado o número 02 do Complexo da Penha. Pedro Bala também é apontado como um dos que coordena o tráfico de drogas em várias localidades do Rio de Janeiro, entre elasno Morro do Banco no Itanhangá e é apontado como um dos responsáveis pela morte do lutador Diego Braga, de 44 anos, que morreu após tentar recuperar uma moto no morro Fhillip da SIlva Gregório, o Professor – apontado como o responsável pela compra de armas para a facção do Comando Vermelho, enviando também para o Complexo da Penha. É oriundo e responsável pelo tráfico de drogas na comunidade da Nova Brasília no Complexo do Alemão. Carlos da Costa Neves, o Gardenal – segurança do tráfico . É apontado como um dos mais violentos da organização., e também o executor ( matador ) do grupo. Gadernal é acusado como um dos responsáveis por matar o jovem Marcos do Nascimento Tavares de 19 anos. Danado – apontado como segurança do tràfico de drogas. Apontado também como chefe do tráfico de drogas da favela São Simão em Queimados. Mais Alto ou Grande – gerente-geral, responsável pelo valor apurado da comercialização de cocaína. Ainda segundo relatos, “Grande”, além de agir na favela, comanda o tráfico de drogas no município de Macaé, no interior fluminense. Boquinha – gerente-geral da droga conhecida como loló e atua também como gerente da localidade conhecida como ” Sacopã”, próximo a Rua A na Vila Cruzeiro. Boris ou Lord – como Gerente Geral da maconha de R$ 10,00 ( dez reais ), também é gerente na localidade do Parque Proletário. Ricardo Severo, vulgo Faustão – apontado como Gerente Geral da droga conhecida como ” crack ” e também gerente da maconha comercializada na localidade da Rua Doze na Vila Cruzeiro. Faustão também é o responsável pelo tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro em São Gonçalo. Bruno Silva Souza, o Tiriça – gerente do tráfico no Bairro Treze, na Vila Cruzeiro Também é responsável por confeccionar artefatos explosivos para serem utilizados pela organização criminosa. A Tiriça, foi dado a incumbência de chefiar o tráfico de drogas na Praça Seca a mando de Doca. Pinduca – realiza a parte administrativa ( entre elas: o elo com o presidente da Associação de Moradores ), controla o movimento das drogas e a respectiva contabilidade. Samuca – Gerente Geral da venda da maconha comercializada aos valores R$ 5,00 ( cinco reais e R$ 10,00 ( dez reais ). Nem Bolinho – segurança e contenção nas bocas de fumo na Rua Oito, na Vila Cruzeiro Du Rodo – Segurança e contenção das bocas de fumo da Rua Doze, na Vila Cruzeiro. Mota ou Matuto – segurança de Faustão e também responsável pelo abastecimento das bocas de fumo em especial da Rua Doze na comunidade da Vila Cruzeiro. Peladinho – gerente e segurança na Rua Doze. Romarinho – segurança e contenção de Pedro Bala Ygor – vapor na Rua Doze Jhonatan – vapor na Rua Doze Boca de Ovo Gerente da cocaína comercializada ao valor de R$ 10,00 ( Dez reais ) na liocalidade conhecida como Rua Nove na Vila Cruzeiro. Paulista ou Arrascaeta – tem função de destaque na hierarquia da quadrilha fazendo parte do Conselho, ou seja, grupo de lideranças do Comando Vermelho, e desde que chegou ao Rio de Janeiro se homiza-se na comunidade da Vila Cruzeiro. TH do Rasta, Taz ou Merreca – se esconde no Complexo da Penha e comanda o tráfico de drogas de Saracuruna, levando drogas da Penha para seu local de tráfico. Também é um dos braços armados da Vila Cruzeiro. Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o Bochecha Rosa – Se esconde na Penha e é responsável pelo tráfico de drogas no Corte 8, Mangueirinha, Sapo e Santuário, que integram o Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Também é responsável, juntamente com Doca, com fornecimento de armas e homens na guerra pela tomada da da Praça Seca ( Chacrinha e Bateau Mouche ). William Sousa Guedes – Corolla – se escondia na Penha antes de ser preso. Já foi responsável pelo tráfico de drogas na favela do Manguinhos. Nos últimos meses, puxou as guerras para invasões no Morro dos Macacos em Vila Isabel e na localidade de Santa Maria na Taquara. Berola – apontado como Gerente do tráfico de drogas da comunidade da Chatuba. Rajada – contenção na Vila Cruzeiro. Negrito – gerente da Rua Dez, na Vila Cruzeiro. ” é um criminoso conhecido de altíssima periculosidade e que já foi preso em 2014 por promover ataque à 45ª Delegacia de Polícia e a Unidade de Polícia Gato Mole – contenção na Vila Cruzeiro Di Gato – vapor na Rua Doze Berg ou Mezenga – Gerente do pó de R$20,00 na comunidade da Vila Cruzeiro. Dudu Nobre – contenção na localidade conhecida como Sacopã na Vila Cruzeiro. LZ – contenção na Chatuba. Gilmar – gerente do beco da Rainha, na Vila Cruzeiro. Angolano – segurança das bocas de fumos da Vila Cruzeiro Segundo depoimento de PMs, o Complexo da Penha está muito bem equipado com armas de grossos calibres e que no local possuem vários grupos de marginais que monitoram e controlam as vias de acesso através de ”

Rabicó do Salgueiro (CV) seria um dos homens fortes de Fernandinho Beira-Mar no Rio junto com o filho do bandido, aponta relatório. VEJA DETALHES

 Relatório da Justiça do Mato Grosso do Sul aponta que o narrcotraficante Fernandinho Beira-Mar continuaria sendo uma das lideranças criminosas que exerceria influência em várias localidades do estado do Rio de Janeiro e outros pontos do território nacional, atuando como fornecedor de armas e drogas     Segundo investigações da PF, Beira-Mar teria como principal área de atuação três comunidades em Duque de Caxias, sendo estas a Favela Beira-Mar, o Parque das Missões e o Parque Boa Vista, que compõem o denominado Complexo Beira-Mar”. A localidade seria ponto estratégico para o Comando Vermelho, entrocamento com as principais vias da cidade do Rio de Janeiro como as rodovias Washington Luiz e Linha Vermelha, possível área de escoamento de drogas advindas pela Baia de Guanabara, às margens da comunidade, e suposta base de planejamento para invasões em outras comunidades, tais como Cordovil, Parada de Lucas, Cidade Alta, Quitungo e Guaporé.  O relatório aponta que em 13 de maio de 2022 Lindomar Gregório de Lucena, vulgo Balbuíno, então líder do Parque Missões, foi morto durante uma operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, sendo este suposto filho de consideração de Fernandinho e seu subordinado de confiança na localidade.  Em maio do mesmo ano, Luiz Paulo Santos Oliveira, o LP , apontado pela Polícia Civil deste Estado como responsável financeiro por todas as favelas supostamente controladas por Beira-Mar foi solto,   Dados de inteligência do Departamento Penitenciário Federal (Depen) indicam que Beira-Mar permaneceria transmitindo ordens relacionadas ao suposto gerenciamento do tráfico de drogas no Complexo Beira-Mar”, por intermédio de advogados, e supostamente contando com o apoio de Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, vulgo Zeus ou da Roça, Yan Guilherme Lira da Costa, o Gordo, filho do narcotraficante e Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, dono das bocas de fumo do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Beira-Mar teria empreendido recursos financeiros adicionais para seus advogados lograrem êxito em sua progressão de regime, e consequente saída de presídio federal. O traficante apresentaria poder aquisitivo proveniente de sua suposta posição frente ao tráfico de drogas em Duque de Caxias, e que seus recursos financeiros poderiam refletir a manutenção do seu poder junto a seus subordinados faccionados.  Outros dados de inteligência da Polícia Militar de JAN 2023 indicam que traficantes ligados a Beira-Mar integrantes da facção CV do Complexo da Penha planejariam retomar a comunidade Lambicada e invadir as comunidades da Sapinhatuba 1 e 2, atualmente redutos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) no município de Angra dos Reis.  A suposta retomada de territórios foi empreendida pelos traficantes RD, Juninho Nazaré, ambos ligados a antigos lideranças do CV na comunidade Lambicada, além de Vidigal e Feio, filho do preso Marcos José Monteiro Carneiro, vulgos Coroa ou Periquito, custodiado no Presídio Gabriel Ferreira Castilho (SEAPGC), e apontado como maior articulador preso de Beira-Mar”. Outros presos com vínculo com Beira-Mar  são Charles do Lixão, Naldinho PCC e Marcelo, seu filho E no Instituto Vicente Piragibe, está Sandro Mendonça do Nascimento, vulgos Promotor ou Jorge Tadeu.  Dados de investigações da Polícia Civil informam o óbito de Ney Machado, vulgo Pitoco, suposto braço-direito de Beira-Mar. Ele foi condenado criminalmente em 2011, quando foi apontado como um dos maiores traficantes de drogas do Rio Grande do Sul, supostamente autor de tráfico de drogas internacional com Beira-Mar  na Colômbia.  Outros dados de inteligência do Depen que datam de FEV 2023 informam que “Beira-Mar” custearia as despesas do apenado Luan Barcelos da Silva, vulgo Gui,, custodiado no Sistema Prisional do Rio Grande do Sul, apontado como integrante da organização criminosa Os Manos. 9.1. “ Beira-Mar buscaria aproximações com lideranças criminosas gaúchas, e que por meio dessas teria por fim a facilitação de comunicação com seus comparsas extramuros, e, para tanto, teria custeado serviços advocatícios para o apenado Luan, supostamente prestados pela advogada SHARON LOPES SILVA, OAB 21.820/MS. 10.  Beira-Mar não demonstraria interesse em abdicar de sua suposta posição na estrutura hierárquica do CV tampouco que houvesse solicitado cumprir pena em espaço destinado a presos sem facção criminosa.  Ele é tido como detentor de prestígio, mesmo estando preso, junto aos seus comparsas do CV desempenhando suposta posição hierárquica junto a cúpula decisória desta facção, assim como supostamente desempenhando liderança criminosa em seus redutos de atuaçã FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

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