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Terceiro Comando Puro

Lacoste e Coelhão da Serrinha (TCP) têm prisão preventiva decretada suspeitos de mandarem matar entregadores de lanche envolvidos com o tráfico no Morro do Dezoito (CV)

Os líderes do tráfico de drogas no Complexo da Serrinha, em Madureira, os bandidos conhecidos como Lacoste ou Salomão e Coelhão tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de ordenarem dois homicídios de envolvidos com o crime no Morro do Dezoito, em Água Santa. Uma das vítimas foi Henrique Vitor Martins de Oliveira Marçano. A mãe disse que soube da morte do filho por populares que disseram que duas pessoas tinham sido baleadas em frente a uma estação de trem na Rua Nerval Gouveia. Ao chegar no local, viu Henrique morto e uma outra pessoa ferida. Falou que soube que Henrique estava com um amigo em uma moto que havia parado por falta de gasolina , e que em determinado momento parou um carro de cor preta com quatro elementos bem armados , e sairam perguntando ao filho e ao amigo dizendo: Fé fé? ; O amigo do filho respondeu dizendo fé e foi baleado em seguida e que Henrique tentou correr mas também fora alvejado. Segundo a tesemunha, os atiradores seriam integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro e que o filho estava envolvido com o tráfico do morro do Dezoito cuja facção é CV. Tinha conhecimento que Henrique trabalhava como entregador de lanche e não soube dizer se Henrique tinha ou não briga/rixa ou se vinha ou não sofrendo ameaças . A outra vítima foi Lucas Teixeira de Carvalho. Seu avô contou que oube da morte por meio de um telefonema de uma pessoa que não se identificou , e informou a sua esposa , a , que informou que Lucas estava baleado junto com outro rapaz em frente a estação de trem; Que LUCAS ainda foi socorrido para Hospital Municipal Lourenço Jorge , porém quand. Lucas foi socorrido ao Hospital Salgado Filho mas chegou morto. Também falou que o neto era entregador de lanche mas que tomou conhecimento recentemente que estava envolvido na organização criminosa do tráfico do morro do Dezoito e Caixa d`agua em Quintino, e que o mesmo era usuário de drogas. Ele já fora preso por crime de Roubo. Após a informação trazida pelos familiares das vítimas de que ambos eram membros da organização criminosa que explora o tráfico de drogas na localidade dos fatos, o relatório policial informa que a referida localidade encontra-se marcada por uma guerra entre organizações criminosas rivais que buscam o domínio do comércio ilegal de drogas. Os denunciados ocupam posição de liderança da organização criminosa rival a que pertenciam as vítimas, de forma que cabe somente a eles ordenar, coordenar e comandar os atos ilícitos praticados nas ações que visam a expansão territorial de seus domínios. . O fato criminoso imputado aos denunciados reveste-se de extrema violência na medida em que os autos noticiam que a principal motivação para o cometimento do crime foi a disputa territorial pela exploração do tráfico de drogas ilícitas entre duas facções criminosas. Há indícios de que os denunciados tem uma vida voltada para o crime, sendo líderes de uma organização criminosa em região próxima de onde o fato ocorreu, não existindo segurança de que tenha uma vida voltada para atividades lícitas, justificando-se a prisão preventiva .

Comerciante foi morto em Caxias por não aceitar comprar mercadorias com traficantes do TCP

Um comerciante chamado Jailton foi assassinado por traficantes do Terceiro Comando Puro em Duque de Caxias. O rapaz foi morto dentro do próprio estabelecimento por não ceder a pressão dos criminosos em comprar mercadoria com eles por um preço bem maior. Os bandidos também o acusavam de ser informante da polícia. Segundo relatos, os autores seriam traficantes vulgos WL e Chupa Lata. Eles estavam em uma moto e havia uma outra vermelha com mais dois suspeitos ainda não identificados. O deputado estadual Marcelo Dino comentou sobre o caso nas suas redes sociais. Quem trabalha honestamente no Rio de Janeiro está sendo colocado contra a parede pelo crime organizado.Essa foi mais uma história absurda que chegou até mim em Duque de Caxias:um comerciante perdeu a própria vida porque se recusou a obedecer as ordens do tráfico.E olha o nível da crueldade…O trabalhador já era obrigado a pagar taxa para traficantes. Mas agora eles querem controlar até o que o comerciante compra, obrigando comerciantes a adquirir mercadorias mais caras ou até produtos de origem criminosa para alimentar o sistema deles.Ele disse “não”.E pagou com a vida.Enquanto muitos romantizam comunidade dominada pelo tráfico, a realidade é essa:famílias vivendo com medo, comerciantes sendo extorquidos e o povo pagando mais caro até no pão e no ovo por causa do domínio criminoso.Eu já entrei em contato com a 60ª DP e com o 15º BPM e tenho confiança no trabalho das forças de segurança para identificar e prender os responsáveis.O trabalhador não pode viver ajoelhado para bandido.E o Rio de Janeiro não pode aceitar que facções ditem regras dentro das comunidades.E digo mais:fiquem atentos.Daqui a pouco vai aparecer político querendo fazer acordo velado com criminoso para conseguir entrar em comunidade em época de eleição.Quem anda de mãos dadas com o crime não representa o povo.

Rapazes que fugiam de assalto entraram no Complexo de Israel (TCP), foram sequestrados e torturados e quase acabaram “picotados” em tribunal do tráfico comandado por irmão de Peixão. Bandidos desistiram de matá-los por achar que “ia dar m..”

A Justiça decretou no últmo sábado (9) a prisão preventiva de 12 traficantes do Complexo de Israel, entre eles de Sardinha, irmão do chefão local, Peixão.Eles são acusados de espancar dois rapazes que ingressaram na favela para fugir de uma tentativa de assalto. Os traficantes chegaram a dizer era para ‘picotar eles” mas depois desistiram “achando que ia dar merda”. Os autos revelam momentos dramáticos vivido pelas vítimas. Segundo os autos, no dia 09 de janeiro de 2026, os rapazes transitavam de motocicleta pela região da Penha/Parada de Lucas, quando, diante de uma tentativa de assalto, ingressaram na Comunidade Cidade Alta, tida como área estratégica do Complexo de Israel, sendo palco frequente de ações armadas contra forças de segurança e de imposição de uma ordem paralela, sustentada pelo tráfico de drogas. De acordo, com os depoimentos colhidos em sede policial, as vítimas, ao adentrarem a comunidade, teriam sido perseguidas por diversos integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro os quais, em superioridade numérica e fortemente armados, teriam efetuado disparos de arma de fogo em via pública, o que resultou, inclusive, no óbito de Jandir da Nóbrega Amorim, senhora de 70 anos que acabou alvejada Após buscarem abrigo em uma residência local, as vítimas relatam terem sido cercadas por inúmeros integrantes da citada facção, os quais as teriam capturado e as submetido a uma sequência de ameaças, agressões e atos tortura, que só cessaram após o início de uma operação policial de resgate.Um dos rapazes foi capaz não só de reconhecer os denunciados em sede policial, mas também de detalhar e individualizar a conduta de cada um deles: Lulão ou Lulinha, Sardinha ou Aldo Sem Perna, Quinho, Farinha, Di Bebê, Paulo Henrique, Ninho, Amarelo, Titânio, Gordinho, Carroceiro e Allan. O jovem se recorda que assim que buscou abrigo numa casa da comunidade, juntamente com o amigo, pediu ajuda pelo 190, logo em seguida, notou que a casa foi cercada por criminosos e fato contínuo, eles entraram na casa e começaram a bater neles. Disse que Lulão e Farinha o agrediram com socos no rosto e nas costas, Di Beb~e e Pauo Henrique o agrediram com a coronhas de armas;Falou que depois dessa sessão de espancamento foi retirado da casa e foi obrigado a entrar dentro de um veículo preto tipo SUV, onde estavam Quinho, Ninho, Titânio e Gordinho que a todo momento agrediram o depoente, com socos e golpes de coronha das armas e diziam “Agora você vai morrer no resort Playboy”. Ele soube que seu amigo entrou em outro carro. Chegando no resort foi levado a presença de Sardinha disse: “O qye está fazendo aqui: Onde você foi se meter. Agora você vai morrer”. Logo teve início uma nova etapa de espancamentos, onde os criminosos que estavam no carro com o depoente, reiniciaram a violência com chutes, socos e golpes de armas, ainda com a ajuda de Carroceiro e Allan.que estavam no Resort, também agrediram o depoente com socos e chutes e ameaças de morte, gritando: “Vamos picotar vocês”. Em dado momento, Amarelo se aproximou, recebeu uma ligação, respondeu OK e ordenou para os demais: “Não vamos matar eles. Se não vai dar merda, dá mais umas porradas e vamos levar eles”. O rapaz esclareceu que foi possível ver o rosto dos criminosos pois todos estavam com rosto descoberto, também estava sempre bem próximo deles e a todo momento era golpeado por um ou outro; Disse saber que a localidade onde estava faz parte da Comunidade Cidade Alta, localidade dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro, tendo como seu líder, o traficante conhecido como Peixão. A outra vítima deu as mesmas delcarações sobre o episódio. Não há nos autos, no entanto, como eles conseguiram deixar a favela. ]Vale mencionar que, de acordo com as investigações, o local conhecido como “resort”, mencionado reiteradamente pelas vítimas, é tido popularmente como um ponto de reunião e execução de ordens da facção, sendo utilizado para sessões de tortura e julgamentos informais, sob comando das lideranças do TCP, Foram expedidos mandados de prisão, com prazo de 20 (vinte) anos aos suspeitos.

Ex-traficante do CV que tentava recomeçar a vida foi chamado de volta à favela agora sob o domínio do TCP e acabou morto; Justiça só agiu quase dois anos depois

Chamado por um suposto amigo para voltar à comunidade onde havia deixado o tráfico para trás, Lucas Soares da Silva saiu de casa dizendo que “seria rápido”. Horas depois, desapareceu. Na manhã seguinte, o jovem foi encontrado morto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Quase dois anos após o crime, a Justiça finalmente deu andamento ao caso e aceitou parcialmente a denúncia contra um dos acusados de participação no assassinato. A motivação da execução, no entanto, continua um mistério cercado de dúvidas, silêncio e versões conflitantes. Segundo familiares, Lucas tentava reconstruir a vida após abandonar o tráfico. Depois de sair da prisão em 2022, passou a trabalhar como ajudante de pedreiro ao lado do tio e também vendia roupas para sobreviver. Pessoas próximas afirmam que ele queria se afastar definitivamente do ambiente criminoso da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, que na sua epoca de crime era dominada pelo Comando Vermeho. Mas o passado voltou a bater à porta. De acordo com a investigação, Lucas vinha sendo procurado por antigos conhecidos da época em que atuava no tráfico. Entre eles estava “Macauly”, apontado agora pelo Ministério Público como o homem que teria atraído o rapaz para uma armadilha mortal. A namorada da vítima, M.S.S, contou em depoimento que Lucas estava em sua casa no dia 14 de setembro de 2023 quando começou a receber mensagens insistentes no WhatsApp. Pouco depois, avisou que amigos estavam chamando para um encontro na comunidade do Danon. Ela tentou impedir que ele fosse. Lucas, porém, respondeu que voltaria rápido. Foi a última vez que saiu de casa com vida. Horas depois, ele desapareceu sem deixar pistas. Na manhã seguinte, Monique recebeu uma mensagem devastadora: uma foto da identidade de Lucas acompanhada da frase “ACHARAM ESSE MENINO MORTO AQUI EM NOVA ERA”. Desesperada, ela correu até o local indicado e encontrou o corpo do namorado já sem vida. Na época, M afirmou ainda estar grávida de Lucas. A mãe da vítima revelou em depoimento que Vinicius teria até providenciado um carro de aplicativo para levar Lucas até a comunidade onde ele acabou morto. Para investigadores, esse é um dos principais elementos que sustentam a acusação de que o acusado teria participado da emboscada. Em depoimento à polícia, Macauly confirmou que era amigo de Lucas e admitiu que ambos já haviam atuado no tráfico da comunidade do Danon. Ele também declarou que esteve com a vítima horas antes do desaparecimento, afirmando que os dois saíram juntos para comprar uma peça para um tablet e depois seguiram para sua casa, onde fizeram um lanche preparado por sua mãe. Segundo Macualy Lucas deixou o local por volta das 17h para ir até a casa da namorada e, desde então, ele não teria mais mantido contato com o amigo. O acusado afirmou ainda que só soube da morte na manhã seguinte pelas redes sociais. No depoimento, Vinicius também confirmou que Lucas já havia trabalhado no tráfico do Danon e disse que, após deixar a prisão, ele teria retornado à comunidade já sob domínio do TCP. Apesar disso, alegou não saber quem matou o rapaz nem qual teria sido a motivação do crime. A Justiça decidiu não decretar a prisão preventiva de Vinicius Reis, impondo apenas medidas cautelares. Já o traficante conhecido como Boris ou Tiririca, apontado como líder do TCP no Danon e denunciado pelo Ministério Público como suposto mandante da execução, acabou beneficiado pela rejeição da denúncia. O juiz entendeu que não existem provas suficientes de que ele tenha ordenado diretamente o homicídio. Na decisão, o magistrado também afirmou que a investigação ainda não conseguiu esclarecer exatamente o que motivou a morte de Lucas. O Ministério Público sustentava a hipótese de que o rapaz teria sido executado por integrantes da facção por supostas desavenças relacionadas ao fato de ter deixado o tráfico, mas a tese não foi considerada suficientemente comprovada. O caso continua cercado de perguntas sem respostas. Por que Lucas foi chamado de volta ao Danon? O que aconteceu depois que ele entrou na comunidade? E quem decidiu sua morte? Enquanto a investigação tenta esclarecer os bastidores do crime, familiares convivem com a dor de ver o jovem que dizia querer abandonar o passado acabar executado de forma brutal após retornar ao lugar de onde tentava se afastar

Homem morto ao sair de Fórum de Campos trocou o TCP pela ADA. Rivais debocharam da morte. “Ficou feio c… vai oprimir morador no inferno”

“Ficou feio seu cuzão, vai oprimir morador no inferno, seu cuzão, ficou feio na história Cláudio Henrique fdp” Essa mensagem foi adicionada ao vídeo que mostra o corpo de Cláudio Henrique Jeremias Prudêncio. Ele foi assassinado na tarde de ontem ao sair do Fórum de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Há relatos que Cláudio era membro da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) e foi morto pelos rivais do Terceiro Comando Puro (TCP). No início da década, ele fazia parte do TCP mas com a morte do líder do tráfico das “Casinhas do Parque Prazeres”, conhecido como “Felipe da Roça”, se mudou do local e teria migrado para a facção criminosa “ADA”, estabelecida no Parque Santa Rosa (Sapo 1). Cláudio foi morto , após sair do Fórum e seguir em um carro de aplicativo, na Avenida José Carlos Pereira Pinto, em Guarus, Campos. O crime aconteceu durante o trajeto, quando duas motocicletas com dois homens se aproximaram do veículo e efetuaram diversos disparos. Segundo informações apuradas no local, o motorista do aplicativo, um carro modelo HB20, cor branca, também foi atingido pelos tiros e ficou ferido. Já Cláudio Henrique, ainda conseguiu sair do carro e tentou correr pela rua, mas acabou caindo poucos metros depois e morreu antes da chegada do socorro. 

Sessões de tortura filmadas pelo TCP chocaram pequena cidade do interior do RJ “Berravam de dor”

Na pacata cidade de Cardoso Moreira, no interior do RJ, cenas que costumam acontecer na Região Metropolitana se repetiram em um município pequeno. Segundo os autos, membros da facção criminosa Terceiro Comando Puro, instauraram verdadeiro ¿tribunal do crime.  Eles submeteram duas pessoas a intenso sofrimento físico e mental, consistente em linchamento por pauladas, como forma de punição, em razão de o primeiro ter contraído uma dívida de drogas e o segundo ter furtado uma bicicleta em local dominado pela facção.  Ambas as sessões de tortura foram filmadas e compartilhadas entre os moradores do pequeno munícipio do interior, o que abalou a comunidade. Os vídeos mostram uma verdadeira sessão de tortura, sendo os ofendidos espancados a pauladas pelos réus, de forma selvagem, enquanto suplicam por clemência e berram de dor.  Os acusados exerciam domínio fático contra as vítimas, pois, através do engendramento da facção criminosa TCP, se colocaram como verdadeiro poder paralelo ao Estado, para subjugar as vítimas, se utilizando da violência, da coordenação e da superioridade numérica. O processo tramita em sigilo e não se sabe quantos são os envolvidos e se já teve mandados de prisão expedidos. Se sabe que tem um menor envolvido.

Um dos homens que estava no carro em que empresário foi morto por PMs na Pavuna já tinha sido preso com radinho e revelou na ocasião que era informante do TCP

Um dos três rapazes que estavam com o empresário Daniel Patrício Souza de Oliveira no momento em que ele foi morto por PMs na Pavuna, em abril deste ano, já havia sido preso anteriormente na própria comunidade e chegou a afirmar aos policiais que atuava como informante da facção Terceiro Comando Puro (TCP). O caso aconteceu em 2022. Segundo os autos obtidos pela reportagem, policiais militares faziam patrulhamento na região quando desconfiaram do suspeito, que pilotava uma motocicleta em atitude considerada suspeita. Os agentes deram ordem de parada e realizaram uma revista pessoal. Durante a abordagem, os PMs encontraram com ele um radiotransmissor — equipamento frequentemente utilizado por criminosos para monitorar movimentações policiais — além de uma pequena quantidade de cocaína, acondicionada em uma embalagem plástica. Na ocasião, o rapaz alegou que a droga seria para consumo próprio e afirmou que estaria colaborando como informante do TCP. Ainda de acordo com os documentos da Justiça, ele acabou condenado a nove meses de prisão. A sentença destacou que o acusado já possuía outras passagens pela polícia, incluindo um processo criminal em andamento e uma condenação definitiva por roubo majorado. O nome do rapaz voltou a aparecer em outro episódio no ano passado. Ele foi encontrado ao lado de outros dois homens em uma barraca localizada em área dominada pelo TCP, onde houve apreensão de cocaína. Apesar disso, acabou absolvido no processo. A revelação ganha peso porque o homem estava no carro com Daniel Patrício no momento da ação policial que terminou com a morte do empresário e gerou enorme repercussão. O caso segue cercado de questionamentos e investigações. Até o momento, porém, não há qualquer informação oficial que relacione o histórico do ocupante do veículo ao assassinato do empresário. As circunstâncias da ação policial continuam sendo apuradas. Os PMs envolvidos no caso foram denunciados ao Tribunal do Júri por homicídio doloso.

Testemunha detona: CV da Penha manda em Belford Roxo e banca ataques na cidade

No ano passado estourou uma guerra na comunidade Gogó da Ema, em Belfors Roxo,. O traficante vulgo Ésquilo deu um golpe no criminoso vulgo Lacoste e trouxe o Comndo Vermelho para a Favela. Foram semanas de tiroteios com o Terceiro Comando Puro tentando retomar o controle.  Uma testemunha ouvida pela Justiça fez uma declaração reveladora. Segundo ela, o Bonde do Ésquilo que hoje está. no Gogó é submisso ao tráfico de drogas do Complexo da  Penha, De acordo com o declarante, os traficantes prestam satisfações para o chefe da organização criminosa do Comando Vermelho, Edgar Alves de Andrade, vulgo “Doca ou Urso. A testemunha ainda disse que os ataques em Belford Roxo partem do traficante BlBochecha Rosa”, frente da comunidade do Corte 8, em Duque de Caxias; E falou ainda quem apoiava financeiramente os ataques em  em Belford Roxo, disse que eram os frentes do Complexo da Penha. Doca, Bochecha e Ésquilo foram denunciados por um homicídio resultante desta guerra. A Justica acatou a denúncia em abril mas não decretou a prisão dos suspeitos. A Corte deteminou diligências requeridas pelo Ministério Público Estadual e requisitou laudos periciais pendentes,

Bunker do TCP em Senador Camará tinha 16 fuzis e uma ponto 30

Equipes do #14BPM localizaram um paiol do tráfico na Comunidade da Coréia, em Senador Camará. O local possuía uma passagem subterrânea para um cômodo, que funcionava como uma espécie de bunker secreto. No espaço, foram localizados dois criminosos, apontados como lideranças do crime local, e foram apreendidos uma metralhadora calibre ponto 30 – capaz de abater aeronaves e avariar veículos blindados – e outros 16 fuzis de guerra, além de farta quantidade de entorpecentes. Cinco criminosos foram presos, sendo dois deles apontados como lideranças do crime organizado local. Um sexto suspeito foi ferido em confronto e socorrido ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Além do 14º BPM (Bangu), a operação conta com a participação de equipes do Comando de Operações Especiais (COE) da Corporação e agentes da 34ª DP (Bangu), que vêm conduzindo diversos procedimentos investigativos sobre o grupo criminoso que atua na região, que é responsável por disputas territoriais armadas, assim como por diversos roubos de veículos e cargas na Zona Oeste da Capital Fluminense. A área é dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro e tem como chefe o traficante vulgo Sabão ou 31

Em embates na Zona Norte carioca, CV teria matado quatro do TCP e pego dois fuzis

Informações que circulam nas redes sociais nesta segunda-feira apontam que traficantes do Comando Vermelho teriam matado quatro rivais do Terceiro Comando Puro durante amanhã. Segundo relatos, o CV atacou a comunidade do Amarelinho em Irajá, matou dois inimigos e pegou um fuzil. Em outra ação, o TCP deu um baque msl sucedido na comunidade Faz Quem Quer, em Turiaçu, tendo foi-se integrantes mortos e um fuzil perdido.

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