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Preso um dos maiores ladrões de ônibus do Rio que ostentava nas redes sociais

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) prendeu na ultima terça-feira (14/10), durante a operação Rastreio, um dos maiores ladrões de ônibus do estado. Carlos Alberto Santos da Costa Filho tem 12 anotações criminais por roubo em diversas regiões da capital do RJ, tendo já ficado preso por quatro anos por r0ubo qualificado. O b4ndido foi detido por policiais Civis da 15ª Delegacia de Polícia (Gávea), em ação conjunta com a 23ª DP (Méier). Conforme apontam as investigações, Carlos Alberto é, atualmente, um dos maiores l4drões no interior de coletivos da Zona Norte do Rio de Janeiro. Após deixar a prisão, em setembro de 2024, depois de permanecer quatro anos atrás das grades, ele passou a praticar uma série de r0ubos, vitimando, principalmente, jovens na faixa de vinte anos. Sob ame4ça de arma de fogo, as vítimas eram coagidas a entregar o celular, smartwatch e cartões, que eram usados para saques em caixas eletrônicos. Após os r0ubos, ele costumava ostentar o dinheiro do crime e os objetos em seus perfis nas redes sociais, além de presentear suas filhas com celulares e relógios, conforme divulgado por elas. A PCERJ destacou que Carlos Alberto é investigado por diversas unidades policiais da capital. Em um dos casos, um dos jovens roubados era filho de um policial civil. O jovem foi ameaçado com 4rma de fogo apontada para sua barriga, além de ser questionado sobre a possibilidade de ser filho de policial. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denuncia

Gracyanne Barbosa foi rendida na Barra e teve carro de R$ 800 mil levado por bandidos

A modelo e ex-BBB Gracyanne Barbosa foi rendida por três criminosos armados em um posto de gasolina na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Os bandidos roubaram sua Land Rover Defender preta 4×4, avaliada em cerca de R$ 800 mil. Ela havia acabado de chegar ao local quando foi abordada e rendida. Mesmo após 20 minutos do assalto, a polícia não havia chegado ao local, segundo testemunhas. Caso será investigado pela Polícia Civil. FONTE: Campo Grande ao Vivo (Facebook)

Bandidos, um do CV e outro do TCP, exibiam armas em redes sociais. Um deles foi preso

O criminoso conhecido como “Léo Bala”, apontado como um dos maiores assaltantes do estado do Rio de Janeiro, fez e publicou diversos vídeos nas redes sociais. Integrante do Terceiro Comando Puro (TCP), ele é ligado ao tráfico do Morro da Primavera, em Cavalcanti, na Zona Norte da cidade, e é conhecido por comandar e participar de roubos de carros e cargas. Durante patrulhamento na comunidade Kelsons, policiais do GAT do 16º BPM prenderam Matheus Ferreira da Silva, conhecido como “Kika”, apontado como segurança de chefe do tráfico local e que exibia armas nas redes sociais. Ele foi levado à 22ª DP após se recusar a informar seus dados. Durante a ação, os agentes apreenderam um fuzil calibre 5,56. FONTE: PMERJ e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Bandido mantém roubos de carga na região da Pedreira (TCP) e vai de contra lideranças da área que cogitaram pegá-lo

Douglas Oliveira dos Santos, conhecido como “Pudim”, de 33 anos, é apontado como chefe de uma quadrilha de roubo de cargas e uma das principais lideranças do tráfico no Morro da Quitanda, no Complexo da Pedreira, em Costa Barros. Ele teria assumido o controle após a prisão de “TH” e estaria gerando insatisfação entre outros chefes do TCP por manter os roubos de carga na região, mesmo após a determinação para suspender as ações e evitar novas operações policiais. Há relatos que algumas lideranças chegaram a cogitar “jogá-lo fora” — expressão usada para indicar a execução de alguém. Considerado de alta periculosidade e com diversas passagens pelo sistema prisional, “Pudim” está em liberdade desde junho de 2023 e possui mandado de prisão preventiva por roubo qualificado. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Operação da Polícia Civil do RJ contra roubo, furto e receptação de cargas e veículos já soma 645 presos desde setembro do ano passado

Já são 645 presos desde setembro de 2024 na Operação Torniquete” da Polícia Civil do RJ, que tem como objetivo reprimir roubo, furto e receptação de cargas e de veículos, delitos que financiam as atividades das facções criminosas, suas disputas territoriais e ainda garantem pagamentos a familiares de faccionados, estejam eles detidos ou em liberdade. Além dos presos, cargas e veículos foram recuperados, avaliados em mais de R$ 42 milhões. As ações são contínuas e já ultrapassam R$ 70 milhões em bloqueio de bens e valores. Na última segunda-feira (13), agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) prenderam um criminoso que praticava assaltos e roubava carros em São Gonçalo. Ele foi capturado no bairro Fonseca, em Niterói, na Região Metropolitana. De acordo com a investigação, o crime aconteceu em 2017, quando o homem, na companhia de quatro comparsas, roubou, com emprego de arma de fogo, um veículo em São Gonçalo. Segundo relato da vítima, o assaltante era o mais violento do grupo, que é investigado em diversos outros roubos de veículos praticados, também na mesma região. Após intenso trabalho de inteligência e monitoramento, os policiais civis da especializada identificaram o imóvel onde o homem se escondia, no Fonseca e realizaram a captura do criminoso. As investigações apontaram que o homem era ligado à facção criminosa Comando Vermelho e estava foragido da Justiça desde 2023. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória pelo crime de roubo majorado. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante Corinthians, chefão do TCP na Baixada, comanda um esquema de roubo a motoristas de aplicativo e recebe metade do dinheiro do que é arrecadado. SAIBA COMO FUNCIONA

O traficante Corinthians que comanda o Barro Três, em Duque de Caxias, dominado pelo Terceiro Comando Puro, recebe metade do que uma quadrilha fatura com o roubo de veículos de aplicativo na região. Ele tem um gerente que providencia os roubos, vulgo Mano ou Kikito. Os bandidos chamam os motoristas de aplciativo para o beco do Esquilo ou Travessa Nilton Campos, onde o motorista é abordado, tem suas contas bancárias esvaziadas e em seguida o carro é levado para o corte na comunidade do Barro 3. Os criminosos Robert, Marcos, Jefferson, Neguinho, Wallace, Guilherme, MT, Vitinho, Babu são responsáveis por abordar as vítimas. Elas são abordadas e obrigadas a colocar a senha no celular até a conta bancária ser esvaziada. Que a vítima que se nega a dar a senha ou não se lembra, é agredida até o telefone celular ser desbloqueado. como sendo um dos que aborda as vítimas. Os criminosos prestam contas a Nikito, que posteriormente o dinheiro ser repassado a Corinthians. Em média são feitos uns vinte roubos desse modo por semana. Os horários que os suspeitos chamam os motoristas pelo aplicativo são aleatórios O vulgo MT é quem vai levar as armas de fogo para quadrilha e quem faz o recolhe do dinheiro. Algumas mulheres chamam os motoristas através dos aplicativos uber e 99 táxi para Travessa Ceará nº 10, Travessa Milton Campos nº 10 e Estrada Francisco Netto 115 todos localizadas na Comunidade Parque São José. FONTE: Polícia Civil do RJ

Saiba como agia uma das maiores quadrilhas de roubos a farmácias no Grande Rio. Três foram presos

A Polícia Civil capturou hoje três integrantes de uma das maiores quadrilhas especializadas em roubos a farmácias na capital e na Região Metropolitana. Um adolescente também foi apreendido na ação. Os bandidos foram interceptados, na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, no momento em que estavam em deslocamento para cometer mais um delito em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, após ação de inteligência e monitoramento da unidade. O trabalho investigativo da equipe da 15ª DP identificou que os criminosos atuavam com extrema violência. Eles entravam nas farmácias, rendiam os funcionários e, em muitos casos, mantinham as vítimas amarradas e trancadas em depósitos internos, enquanto roubavam produtos de alto valor. Os principais alvos eram medicamentos de uso controlado e de grande procura no mercado paralelo, como: canetas emagrecedoras, medicamentos voltados ao tratamento de diabete, anticoagulantes e cosméticos de alto valor de mercado. As investigações apontaram que, em apenas uma semana, a quadrilha foi responsável pelo roubo de, pelo menos, cinco farmácias no Rio e em Niterói. O prejuízo estimado aos estabelecimentos já ultrapassa R$ 1 milhão, apenas com base nesses cinco roubos identificados em curto espaço de tempo. Na madrugada da segunda-feira, os criminosos haviam roubado uma unidade de uma drogaria, na Gávea. As diligências tiveram início imediatamente após a equipe policial tomar ciência de um roubo em uma farmácia, na Zona Sul do Rio, em junho deste ano. Desde então, parte dos envolvidos já havia sido presa também por policiais da 15ª DP, mas outros integrantes permaneceram foragidos — até a operação desta madrugada, que resultou na captura dos demais. Os agentes identificaram vídeos nas redes sociais de integrantes da quadrilha ostentando malotes de dinheiro proveniente dos roubos. O menor apreendido também usava a internet para mostrar as caixas de canetas emagrecedores roubadas. Os autores foram presos no momento em que saíam da comunidade do Jacaré, em Manguinhos, onde foram abordados por agentes que já monitoravam o grupo. Durante a abordagem, na posse de uma das mulheres, os policiais encontraram um simulacro de arma de fogo e facas utilizadas para intimidar as vítimas. Todo o material foi apreendido e encaminhado para a 15ª DP, e passará por perícia. As apurações também demonstram que cada integrante possuía um papel definido dentro da associação criminosa. As duas mulheres eram responsáveis por portar e ocultar o simulacro e as facas, utilizados para coagir os funcionários e dar suporte à ação criminosa. O adolescente, de 16 anos, atuava de forma agressiva, intimidando diretamente as vítimas e liderando as abordagens dentro das farmácias. O menor já possuía um mandado de busca e apreensão pela prática anterior de fato análogo ao crime de roubo. As investigações continuam para identificar todos os envolvidos na ação criminosa e capturar o sexto integrante da quadrilha. FONTE: Polícia Civil do RJ

Polícia matou bandido que participou de tentativa de latrocínio contra goleiro do Flamengo

A Polícia Civil matou em confronto um integrante do “Bonde do Loirinho”, apontado como maior grupo de roubadores de veículos do Rio de Janeiro. A quadrilha é responsável por realizaram dezenas de assaltos nas últimas semanas, como a tentativa de latrocínio contra o goleiro Rossi, do Flamengo, e os roubos contra turistas em frente ao Aeroporto Santos Dumont. Os policiais localizaram dois integrantes do grupo em deslocamento para a Zona Sul, para praticar roubos de veículos. Os agentes interceptaram o automóvel, que havia sido roubado 15 dias antes, na Rua Uranos, próximo ao Complexo da Penha. Durante a abordagem, a dupla disparou contra a equipe policial. Houve confronto, e um dos bandidos foi neutralizado. No veículo foram apreendidos um fuzil, uma pistola, um bloqueador de sinal GPS, uma granada, um colete a prova de balas e um veículo utilizado na prática dos crimes. De acordo com as investigações, nas últimas semanas, o criminoso neutralizado e seus comparsas praticaram diversos roubos de veículos nas regiões do Centro, Botafogo, Flamengo e Praça da Bandeira, sempre agindo com violência, ameaçando as vítimas com forte armamento e truculência. O “Bonde do Loirinho” foi responsável pelos assaltos contra turistas em frente ao Aeroporto Santos Dumont, em maio deste ano e na semana passada. Na ocasião, os criminosos renderam as vítimas com um fuzil. Até uma adolescente teve seu aparelho de telefone celular roubado.O grupo também foi responsável pela tentativa de latrocínio contra o goleiro Rossi, do Flamengo, ocorrida no início de maio deste ano. À época, os assaltantes tentaram roubar o veículo blindado do jogador e dispararam diversas vezes contra o carro, na Linha Amarela.

Traficantes do Chapadão (CV) fornecem veículos e armamentos para ladrões de carro e ficam com 70% do valor do resgate cobrado do dono ou da seguradora

Traficantes do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, fornecem armamentos e veículos para ladrões de carros. . Os assaltantes agem nas cidades de Nova Iguaçu e Mesquita e levam os carros para o Chapadão. Os veículos são entregues aos traficantes, que negociam o “resgate” com “seguradoras” ou com o proprietário do veículo. Aqueles que executaram o crime de roubo recebem 30% do valor do “resgate” pago, ao passo que os traficantes do Complexo do Chapadão ficam com 70% do montante ao passo que os 30% restantes são divididos entre aqueles que praticaram o roubo. Os bandidos envolvidos já realizaram dezenas de crimes de roubo de veículos, vitimando trabalhadores que eram alvos da ação deles. Um dos integrantes do bando exerce a função de “batedor”, ou seja, utilizando uma motocicleta, vai na frente dos demais comparsas para informar a presença da polícia e de veículos de interesse para serem roubados. Um suspeito preso confessou ter roubado um Toyota/Yaris e inúmeros outros automóveis acrescentando à relação dos roubos praticados pela associação criminosa , o roubo de um Peugeot 208, objeto do IP 053-08298/2024, e de um Toyota Corolla, objeto do IP 053-08294/2024.Um outro preso acrescentou o roubo de uma Fiat/Toro, objeto do IP 052-13618/2024.

Confira a hierarquia da quadrilha do CV (cúpula, líderes territoriais e gerentes) especializada em roubo de veículos

Segundo investigações, os traficantes Fernandinho Beira-Mar, Marcinho VP, Fu, Barbozinha e Abelha integravam a cúpula da quadrilha do Comando Vermelho especializada em roubo de veículos e comandavam os valores pagos pelos carros subtraídos e o papel de outros membros no esquema; Mesmo já estando em unidades prisionais, eles mantêm o domínio finalístico das ações do grupo, deliberando sobre as estratégias criminosas e emanando ordens para os demais escalões. Os veículos objetos de subtração pelo grupo eram levados para comunidades dominadas pela facção “Comando Vermelho”. A apreensão de veículos roubados no Rio de Janeiro,já com placas e chassis adulterados (“clonados”), em outros estados como Espírito Santo e São Paulo, enquanto eram utilizados para outros crimes como o tráfico de drogas, demonstra a sofisticação, a amplitude e a conexão interestadual da organização criminosa. Existiam os lideres territoriais Um deles é Paulinhozinho, apontado como líder do Morro do Fallet e Fogueteiro, bem como membro do “Conselho”. Ele não apenas autoriza, mas fornece a estrutura necessária para que os veículos roubados sejam levados para sua área de domínio, garantindo abrigo e proteção aos executores. Sua liberdade representa a manutenção de um porto seguro para a continuidade dos crimes. Jiló, é tido como líder do Morro dos Prazeres e membro do “Conselho”. A investigação, corroborada por confissões, indica sua comunidade como um dos principais locais para aclonagem de veículos, atividade que ele supervisiona e com a qual lucra. Lambari é imputado como chefe da Favela do Jacarezinho e também membro do “Conselho”. A investigação apontou sua comunidade como destino de veículos roubados e revelou um robusto esquema de lavagem de dinheiro, demonstrando seu papel central no financiamento da quadrilha., . Corolla ou Chacota é apontado como chefe da Favela de Manguinhos. Sua área de domínio foi identificada como o destino de veículos e o local de origem de roubadores, indicando seucontrole direto sobre a atividade criminosa na região. Ratinho é tido como líder da Favela do Arará. Esta comunidade foi apontada como base para uma quadrilha de roubadores e destino de veículos subtraídos. Sua atuação é fundamental para dar suporte e proteção aos executores. Adidas ou Gazela ´é apontado como coordenador do tráfico no Morro do Turano, responsável por determinar ações e dar proteção aos criminosos em sua área de atuação. As investigações apontam que Adidas passa as determinações do “Conselho” para os seu comandado vulgo Pivete,.“Marcinho da Paula Ramos é imputado como membro do “Conselho” e líder do Morro Paula Ramos. Encontra-se em prisão domiciliar, mas as investigações apontam que, após sua soltura para este regime, os roubos de veículos na região dobraram. Ademais, conforme certidão da SEAP e demais informações descritas Marcinho descumpriu as condições impostas, não sendo localizado em seu trabalho e não comparecendo para a instalação de tornozeleira eletrônica. Assim, sua conduta revela total desrespeito à ordem judicial e umretorno imediato ao comando do crime, Gerentes e Núcleo Operacional Pivete – é apontado como a atual “frente”, auxiliar do chefe, do Morro do Turano. Ele tem a função de executar as determinações criminosas e dar proteção a roubadores e clonadores na comunidade. A investigação demonstra que ele se reporta à estrutura de comando historicamente liderada por “Adidas” ou “Gazela”) naquela localidade, mantendo as atividades ilícitas em pleno funcionamento mesmo após a prisão de outras lideranças. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de suacomunidade, sendo o elo entre o comando do “Conselho” e a execução nas ruas. Sua prisão é essencial para desarticular a linha de frente operacional do grupo. Chico Bento – atua como “frente” da Favela do Jacarezinho. Sua função é a de determinar as ações criminosas e proteger os executores de roubos no território. As investigações indicam que ele responde diretamente às ordens do chefe da localidade, Lambari, sendo o principal responsável por gerenciar a atividade criminosa na ponta. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de sua comunidade, sendo o elo entre o comandodo “Conselho” e a execução nas ruas Cocão – exerce a função de líder dos executores de roubos e principal “clonador” de veículos. Em sua confissão detalhou o funcionamento do esquema, revelando sua posição central na engrenagem criminosa. Ratinho” ou “Rato Velho” atua no transporte dos veículos roubados e no contato com receptadores para “escoar” a mercadoria ilícita. Marconi – desempenha a função de “piloto” ou “atravessador” do grupo, sendo essencial para a movimentação dos veículos roubados/clonados. Graxinha – apontado como um dos maiores receptadores do grupo, responsável por receber, adulterar e desmanchar os veículos roubados. Leandro Daniel atua como “batedor”, garantindo a segurança das operações de roubo e transporte, sendo responsável por observar e avisar da presença policial ao grupo criminoso que executa o roubo e na entrega dos veículos clonados, além de escolher os veículos queserão subtraídos. Natureza – atua como como receptador e vendedor dos veículos clonados. Sua confissãofoi de extrema importância para desvendar a estrutura do núcleo operacional e o papel de cada integrante.

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