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processo judicial

CHACINA DE ANCHIETA: Denunciado como mandante, traficante que era um dos frentes do Chapadão (CV) na época foi impronunciado e não incluído no júri popular

Segundo as investigações iniciais, o traficante apontado como o mandante da chacina em Anchieta em 2020 que terminou com as mortes de cinco pessoas e outras sete feridas seria o de vulgo WL, que era o frente na época da comunidade Final Feliz, no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, área do Comando Vermelho. WL chegou a ser denunciado pelos crimes mas foi impronunciado (ou seja não foi incluído no júri popular) Segundo a denúncia, WL tera determinado a comparsas que fizessem um ataque na festa junina que ocorria no “condomínio Jamaica”, visando à morte de Kevin Cristian de Oliveira Miranda Flora (vulgo Desenho) e outros bandidos rivais, integrantes do tráfico de entorpecentes da comunidade “Ás de Ouro”, ligados à facção criminosa Terceiro Comando Puro. Os bandidos desembarcaram de veículos e ingressaram na rua onde a festa ocorria, oportunidade em que efetuaram disparos de arma de fogo contra as pessoas que ali se encontravam. Testemunhas disseram ter visto os condenados efetuando disparos contra as pessoas na festa usando fuzis e um menor de idade dando cobertura.Na época, o CV buscava angariar mais poder e domínio na Comunidade Ás de Ouro. Uma das vítimas da chacina foi Rayane Cardoso Lopes, de apenas dez anos.

Traficantes foram condenados a mais de 380 anos de prisão por chacina em Anchieta em 2020

A Justiça do Rio condenou dois traficantes que mataram cinco pessoas e feriram outras sete durante uma festa junina no Condomínio Jamaica, em Anchieta. Rhuam Roberto Ferreira Bourrus, vulgo “RH”, foi condenado a 155 anos e três meses de prisão, e Carlos Henrique Baraúna dos Santos, o “Kayke”, a 229 anos e três meses. De acordo com a denúncia, no dia 28 de junho de 2020, os moradores do condomínio confraternizavam durante uma festa junina, realizada na Rua Ernesto Vieira, em Anchieta, quando foram atacados pelos criminosos. Integrantes de uma organização criminosa, Rhuan, Carlos Henrique, Jonathan Alves Pereira da Silva, e um menor de idade, teriam recebido a ordem de atacar os frequentadores da festa junina, visando a morte de Kevin Cristian de Oliveira Miranda, o “Desenho”, que chefiava o tráfico na comunidade “Ás de Ouro”, dominada por outra facção rival. Na invasão ao condomínio, foram mortos Antonio Marcos Barcellos Pereira Júnior, Ian Lucas Soares Gomes, Josué de Oliveira Xavier, Rayane Cardoso Lopes e Yuri Lima Vieira. Ficaram feridos Alan da Silva Nogueira, Amanda Cristina de Oliveira Godinho, Higor Saraiva de Oliveira Gonçalves, Lucas Travanca de Araújo, Naum Henrique Lopes, Yago Breno Gomes e Rodrigo de Souza. O julgamento foi presidido pelo juiz Cariel Patriota, que destacou a crueldade dos criminosos na execução das vítimas. O magistrado assinalou, especialmente, a morte da menina Rayane, de 10 anos de idade. “O crime foi executado de forma que o pai da vítima, Naum, foi forçado a presenciar a execução de sua própria filha, de apenas 10 anos de idade. A dimensão trágica do fato é potencializada pela circunstância de que Naum, em um ato instintivo e desesperado para protegê-la, deitou-se sobre o corpo da criança e, nessa condição, também foi alvejado pelos disparos” escreveu o juiz. O magistrado também ressaltou que “A empreitada criminosa aconteceu em meio a um evento comunitário, transformando um espaço de convivência social em um cenário de barbárie. A execução pública das vítimas fatais e as lesões nas vítimas sobreviventes expuseram todos os presentes a uma cena de extremo horror e medo, violando a paz e a segurança da coletividade. O ato forçou conhecidos, amigos e familiares, como no caso de Naum ao presenciar a morte de sua filha, a testemunharem a aniquilação violenta de seus entes queridos, tornando a comunidade inteira uma vítima indireta do terror infligido. Tal fato não apenas ceifou vidas, mas causou um trauma coletivo na localidade. Portanto, essa profunda violação da paz social e a disseminação do terror em um ambiente comunitário justificam a valoração negativa deste vetor e a consequente e significativa exasperação da pena-base”. O juiz também condenou os dois traficantes por corrupção do menor, que integrou o grupo de criminosos. Jonathan Alves Pereira da Silva, que foi denunciado por sua participação na chacina, morreu no decorrer do processo. Ao final do somatório das penas aplicadas a cada crime, os réus foram condenados a um total de 384 anos e seis meses de prisão. Rhuan era primário, já Carlos Baraúna apresenta nove anotações criminais em sua Folha de Antecedentes Criminais.

Confira detalhes atualizados da atuação da milícia alvo de operação hoje na Baixada, desde a função de cada um na quadrilha e conversas sobre homicídios. “Vamos deixar sem cabeça”.

Confira agora detalhes atualizados da investigação sobre a milícia que foi alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio em Nova Iguaçu e Belford Roxo. Foram cumpridos 11 mandados de prisão A investigação começou a partir do ano de 2023 até os dias atuais especialmente nos bairros Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá. O band praticava diversos delitos como extorsão, homicídios, dentre outros”. Os criminosos exigiam indevida vantagem econômica, constrangeram, mediante grave ameaça, diversos comerciantes dos citados bairros a realizar o pagamento de taxas de segurança, sendo certo que a ameaça consistia em dizer comparecer nos endereços das vítimas armados e dizer a elas que se não pagassem as aludidas taxas eles iriam retornar e fazer um mal maior.” O grupo seria liderado por Deco ou DC ou “01”, que comanda a malta de dentro do presídio. Os bandidos extorquiam comerciantes e de taxistas, mototaxistas e motoristas de transporte alternativo, além de corromperem policiais civis e militares e planejarem homicídios e sessões de agressões a desafetos. Havia uma guerra com a milícia de Juninho Varão e a milícia do Jota, do bairro do Grama, em Nova Iguaçu.a ponto de vítimas comentarem com os ora denunciados que há um reinado dividido na milícia da região. Deco atuava no topo da hierarquia criminosa da milícia atuante nos bairros de Miguel Couto, Parque Ambai, Itaipu e Shangri-lá, possuindo o domínio final do fato sobre todas as condutas praticadas pelos integrantes do grupo, os quais se encontram a ele subordinados. Bruno e Deco praticamente diariamente, conversava sobre as extorsões realizadas pelos denunciados, bem como sobre a aquisição de veículos e armas de fogo para a milícia, além de outros assuntos envolvendo a atuação criminosa. Em diversas mensagens, os dois” falavam sobre o pagamento de cobrança de mototaxistas e de empresas de internet e TV a cabo (“gatonet”), sendo dito por Deco que “qualquer um que tiver internet e gatonet aí tem que dar uma moral para nós”, além de, também, conversarem sobre a aquisição de armas de fogo e munições para serem utilizadas pelos denunciados em suas empreitadas criminosas. Foram obtidos, ainda, diálogos em que se verifica a disputa territorial entre a milícia dominada por “Deco” com outros grupos criminosos que atuam na localidade, nos quais eles planejam a realização de um ataque à milícia rival e fazem menção à aquisição de armas de grosso calibre (espingarda calibre .12 e metralhadora) para a execução dos desafetos. Sabiá também seria um integrante da liderança do grupo, atuando de dentro do presídio, ao lado de “Deco”, na tomada de decisões, a quem o denunciado Bruno também se subordinava, conforme demonstram as conversas capturadas. Foram obtidas conversas travadas entre Bruno e Sabiá as quais revelam que estes eram, juntamente com Deco, responsáveis por autorizar a compra de armamento para a milícia, bem como planejar o ataque a grupos rivais. Há diálogos em que Sabiá informa que, em três semanas, estará na rua e que o seu primeiro objetivo é “deixar uns 4 deles fudidos aí na rua”.Bruno anui com o plano e diz que “dá para ir no miolo deles”, pois “eles são frouxos”, apesar de “no telefone serem uns leões”. Sabiá concordou e diz que “eles vão sofrer (pelo) que fizeram com eles”. Bruno citou o miliciano Carlinhos da Van como seu alvo prioritário, ao passo que Sabiá diz que “os primeiros que vão morrer são os cobradores deles que estão cobrando na Beira-Linha”. Bruno ressaltou que deixarão sem cabeça. Há de se ressaltar, também, que em determinado diálogo travado entre Bruno e Sabiá que relata que integrantes da milícia quase foram presos pela Polícia Militar e que só pegaram o Renatinho mas ele estava sem nada. Bruno ainda afirmou que “o gordão do lava-jato é X9”, ocasião em que Sabiá, sem pestanejar, determina sua execução, dizendo: “resolve ele, assim que tiver oportunidade pode resolver”. Bufalo ou Gordinho atuaria como braço direito da liderança, sendo, inclusive, o destinatário dos pagamentos de cobrança das vítimas. Ele foi preso, no dia 01 de fevereiro de 2024, escondido em uma casa de praia na Região dos Lagos em virtude de acusação de tentativa de homicídio contra dois policiais militares. As conversas obtidas revelam que tinha a função de cobrar e receber o valor das extorsões realizadas pelo grupo, especialmente através de transferências via PIX. Com a sua prisão, o denunciado Bruno passou a exercer tal função. Bruno e índio se dividiam na gerência do grupo criminoso. Eles tinham como função exercer a gerência da milícia local, exigindo dos seus subordinados a realização de suas funções, além de prestar contas, posteriormente, ao líder do grupo, vulgo Deco. Eles mantinham contatos com as vítimas do grupo, indicando a chave PIX para qual aquelas deveriam realizar as transferências bancárias em virtude das cobranças realizadas, além de, também, ser o responsável por indicar os milicianos que deveriam realizar as extorsões a comerciantes e motoristas de táxi, van e mototáxi. Foram captadas, ainda, conversas de Bruno em que este ameaça matar o motorista de mototáxi que resolve se insurgir contra o grupo. Há, ainda, diálogos em que os denunciados Bruno e índio fazem a contabilidade dos lucros e gastos da milícia, destacando, inclusive, o valor do pagamento de cada um dos integrantes, bem como conversam e decidem sobre a aquisição de outro carro ou de outra arma de fogo para o grupo miliciano. Big Mac ou Big atuava na cobrança de comerciantes extorquidos pela milícia., além de ceder sua conta para o recebimento de valores oriundos das extorsões. Ressalte-se que Big e Bruno foram presos no dia 13 de março de 2024, por estarem extorquindo comerciantes, ocasião em que foram apreendidos os seus aparelhos celulares, permitindo que, a partir da análise do aparelho celular deste último, fosse descoberta a conduta de todos os ora denunciados. Há registros de diálogos que deixam claro a personalidade violenta e impiedosa de Big e Bruno como por exemplo, um diálogo ocorrido entre eles, no qual Bruno diz que Deco e Sabiá já deram a

Assassinos do ator Jeff Machado vão a júri popular. RELEMBRE DETALHES DO CRIME

Bruno de Souza Rodrigues e Jeander Vinicius da Silva Braga vão a júri popular pelo homicídio do ator Jeff Machado em 2023.Veja detalhes do crime A partir de 11 de outubro de 2019, nesta cidade, Bruno obteve, para si, vantagem ilícita de R$ 12.000,00 em prejuízo da mãe de Jeff ocasião em que prometeu falsamente a vítima, a compra de vaga de ator numa novela da emissora de televisão Rede Globo, recebendo o valor, sob o pretexto de repassá-lo a um suposto produtor. Convicto que Bruno conseguiria fazê-lo ser contratado para atuar na novela da emissora, Jeff pediu à sua mãe que realizasse o depósito na conta bancária informada por Bruno, o que foi concretizado, em 11 de outubro de 2019, através de depósito em dinheiro. O dinheiro nunca foi restituído, tampouco houve a contratação de Jeff pelaemissora Rede Globo, por se tratar mera isca criada por Bruno para obter vantagens financeiras ilícitas da vítima. A partir do êxito no primeiro golpe, Bruno, então, passou a manter Jeff em erro, passando-se por , suposto produtor/diretor criado por ele, com o fim de alimentar a expectativa da vítima de ser contratada para atuar em novela da emissora, oportunidade em que Jeff realizou outros depósitos, entre 11 de outubro de 2019 e 12 de janeiro de 2023, totalizando R$ 23.322,00. Com as cobranças por parte de Jeff, Bruno decidiu matá-lo, para ocultar a fraude e, assim, preservar a sua imagem no meio profissional, artístico e social em que vivia. Em 23 de janeiro de 2023, entre 15h30min e 20h, na residência de Jeff localizada na Estrada Roberto Burle Marx, e, Barra de Guaratiba, Bruno e Jeander estrangulou o pescoço de Jeffcom um cabo de aparelho de telefonia celular, matando-o: O crime foi premeditado por Bruno, desde 1o de dezembro de 2022,quando contatou a proprietária da kitnet para onde levaria o corpo da vítima, passando-se por Jeff, alugando o imóvel no dia 12 e, em seguida, contratando Jeander pararealização de obras no local, elevando o muro da kitnet em cerca de 1 metro e instalando um portão fechado. No dia do crime, acreditando na história contada por Bruno, Jeff o buscou depois Jeander dirigindo-se todos à sua residência, para fornecer documentos a Bruno para a pretensa assinatura do contrato com a emissora de TV e para gravar um filme erótico com Jeander. Na residência da vítima, Bruno ministrou certa substância entorpecente na bebida de Jeff deixando-o letárgico, quando todos, inclusive Jeander subiram ao quarto da casa, onde deram início à relação sexual, enquanto conversavam sobre os documentos pessoais de Jeff para sua suposta contratação. Em meio ao ato sexual, quando a vítima se encontrava de costas, Bruno pegou um cabo telefônico e estrangulou o pescoço de Jeff provocando a sua morte. Jeander concorreu para a prática do crime, atuando no ato sexual e trocando carícias com a vítima, com o fim de distrai-la para que Bruno pudesse atacá-la. Prosseguindo no plano criminoso, por volta das 21h do dia 23 de janeiro de 2023, o denunciados ocultaram o cadáver de Jeff, colocando-o em um baú pertencente à vítima e oenterrando na parte da frente da kitnet, alugada por Bruno, ocalizada na RuaItueira, no 10, Campo Grande, nesta cidade, onde permaneceu até ser descoberto, em 22 de maio de2023, por policiais civis: Depois de matarem Jeff, os denunciados amarraram suas mãos e pés, acondicionando o seu corpo num baú, colocando-o no porta-malas do automóvel da vítima e dirigindo-se para o imóvel onde o cadáver foi enterrado numa “cova improvisada”, cavada por Jeander, de cerca de 2m de profundidade, cobrindo com terra. No dia seguinte, Bruno comprou materiais para concretagem e contratou um pedreiro especialista em contrapiso que concretou a superfície de terra, onde a vítima fora enterrada. Após matar a vítima e ocultar seu corpo, Bruno deu seguimento ao seu plano criminoso, passando, agora, à prática dos crimes patrimoniais contra o espólio de Jeff roubando seus pertences e fazendo saques em suas contas bancárias.

Influenciadoras que ofereceram bananas e macaco de pelúcia a crianças negras no Rio foram condenadas a 12 anos de prisão

As influenciadoras digitais Nancy Gonçalves Cunha Ferreira e Kerollen Cunha, que ofereceram, em vídeo publicado nas plataformas digitais, uma banana e um macaco de pelúcia a duas crianças negras. foram condenadas a 12 anos de prisão por injúria racial e pagamento de indenização de R$ 20 mil a cada uma das vítimas, além da manutenção do bloqueio de perfis e conteúdos no Youtube, Instagram e TikTok. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), as influenciadoras eram titulares de canais nas três plataformas. Nancy, microempresária individual, era proprietária da empresa Kerollen e Nancy, cujo objeto social incluía atividades de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão — o que levanta a suspeita de que os vídeos de conteúdo discriminatório e vexatório tenham sido monetizados, gerando lucros às rés por meio do número expressivo de seguidores inscritos, que superam 14 milhões de pessoas nas redes sociais das influenciadoras.  “Destaco que, longe ao apego da nominação posta pela Academia, aceita pela jurisprudência e revelada ao longo dos anos, estamos diante do malsinado racismo recreativo. Em apertadíssima síntese, conforme bem ressaltado pelo Ministério Público, em sua obra Racismo Recreativo o ilustre autor Adilson José Moreira, define que o racismo recreativo ‘deve ser visto como um projeto de dominação que procura promover a reprodução de relações assimétricas de poder entre grupos raciais por meio de uma política cultural baseada na utilização do humor como expressão e encobrimento de hostilidade racial.’ Bom de ver que bem andou o legislador pátrio ao ampliar o alcance da resposta penal com o incremento da causa de aumento da pena”, diz um trecho da sentença.

Casal peitou traficantes do CV em Maricá e acabou morto. Justiça decretou a prisão de três suspeitos

Traficantes do Comando Vermelho da comunidade Risca Faca são suspeitos de executarem um casal em Maricá Deisemarie Rodrigues da Silva e Artur Mendes de Araújo Neto viviam juntos em um sítio no interior da comunidade. O casal  mantinha conflitos com os integrantes da facção criminosa, em razão de não admitirem a atuação do tráfico de drogas em sua residência e na localidade, além de colaborarem com agentes policiais. A Justiça decretou a prisão.preventiva dos traficantes vulgos MK, Pouco Dente e Gorilão 

Mulher teve prisão decretada suspeita de envolvimento no homicídio de ex-companheiro morto por traficantes do TCP em Três Rios por causa de dívidas

Traficantes do Terceiro Comando Puro de Três Rios mataram Weverton Pacheco Santos, o Dudu, por causa de dívidas de drogas. A ex-companheira da vítima é suspeita de envolvimento no crime e teve a prisão temporária decretada assim como dois irmãos. Um menor de idade também está ligado ao caso. Dudu foi morto no dia 31 de janeiro de 2025, no local denominado sito Ferro Velho, próximo ao túnel que fica perto do Fórum, Conforme consta da decisão anterior: “na madrugada de 31 de janeiro deste ano de 2025, policiais militares procuraram a 108ª Delegacia Policial de Três Rios para noticiar que haviam localizado corpo de indivíduo dentro de local denominado Sitio Ferro Velho, próximo ao túnel que fica próximo ao fórum, no bairro Nova Niterói, Da análise do corpo da vítima, verificou-se dez ferimentos produzidos por disparos de arma de fogo, nas regiões da face, pescoço, tórax, abdome e braços, além de diversas lesões na cabeça e na parte superior do tronco. O perito legista atestou como causa da morte hemorragia interna por laceração pulmonar e como instrumento ou meio que produziu a morte ação perfurocontundente (projetil de arma de fogo). O irmão da vítima compareceu à delegacia e relatou que seu irmão era querido no bairro em que morava, apenas tinha um relacionamento conturbado com C.A.S, sua ex-companheira. Questionada sobre o ocorrido, a moça descreveu o ex-companheiro como alguém que ficaria agressivo quando fazia uso de droga e mencionou ter tomado conhecimento que traficantes associados a facção Terceiro Comando Puro, estabelecidos no bairro Pilões, estariam querendo matar seu ex-companheiro. Ouvido novamente, o irmão citou o adolescente J.G.R.C como sendo adolescente que teria passado a conviver com ex-namorada de seu irmão, destacando que após a morte do irmão, o menor teria se afastado de seus familiares. Segundo relatado pela autoridade policial, as imagens colhidas na central de monitoramento da Prefeitura de Três Rios/RJ mostram o momento que Weverton caminha sozinho na direção do local onde foi emboscado e morto. E, conforme análise feita por policiais civis envolvidos na investigação, Weverton se dirigiu para o “Sitio Ferro Velho” após receber chamada de pessoa de sua confiança com quem combinou um encontro. Porém, para acessar o local onde o crime foi cometido, os suspeitos, vindos do bairro Pilões, não passaram em frente a câmera que captou as imagens da vítima. Em razão das buscas, o adolescente foi surpreendido em sua residência quando tinha com ele um revólver calibre 38 com numeração suprimida, seis munições do mesmo calibre e um aparelho de telefonia celular Iphone 12. Ouvido em sede administrativa, na presença do pai e de seu advogado, o menor falou de seu envolvimento e do envolvimento de dois irmãos na morte de Weverton Pacheco Santos, vulgo Dudu. Segundo o adolescente, ele e Dudu estariam envolvidos com o tráfico de drogas. Por conta de dívidas, Dudu estaria sendo ameaçado por um suposto líder da facção instalada no bairro Pilões. Sobre a ida da vítima ao local onde foi emboscado, o adolescente afirmou que foram os dois irmãos que o atraíram e o surpreenderam quando lá chegou por entre 20 horas e 20 horas e 30 minutos. O mesmo menor afirmou que ele e os outros dois rapazes fizeram disparos contra a vítima em um episódio que afirmou ter sido gravado e encaminhado para indivíduo que chama de “dono¿ do tráfico no Pilões. Como destacado pelo delegado em sua representação, a análise previa do parelho Iphone do garoto, devidamente autorizada, permitiu colher evidências do envolvimento direto do adolescente no planejamento e execução da morte, desmentir a suposta versão de um atentado pretérito contra sua vida e identificar os dois citados irmãos que participaram diretamente da trama. Em um documento cuidadosamente elaborado por policiais civis responsáveis pelas diligências e pela análise e transcrição do conteúdo do telefone, foram juntados prints e reproduzidos áudios que evidenciam que J.G E e dois irmãos planejaram a morte de Weverton e o mataram. A ex-companheira da vítima foi intimada a comparecer à delegacia para prestar depoimento e após nove minutos ligou para o menor declarando sua preocupação com o que iria dizer. Das análises das conversas, das câmeras de segurança e extrato das ligações, pode-se verificar a participação da mulher no episódio, visto que teria ligado para a vítima minutos antes desta se dirigir ao local em que fora assassinada

Polícia ainda investiga homicídio cometido em 2023 em Seropédica. Há relatos de que vítima foi comprar drogas em favela e acabou torturada e morta ao ser confundida com um policial à paisana

A polícia investiga o asassinato de Igor Ariel Loroza, que foi achado morto no dia 18 de novembro de 2023 na Estrada Santa Alice, em Seropédica com diversas perfurações de bala de arma de fogo em seu corpo, . Ele havia saído de sua residência no dia anterior. Foi apurado que Igor se relacionou com uma mulher que também havia tido um caso com um homem que trocou ameaças com Igor por acreditar que a vítima estava se relacionando com a moça simultaneamente, A mulher disse acreditar, no entanto, que a morte de Igor teria ocorrido por uma confusão quanto a identidade dele durante uma compra de drogas em uma comunidade, tendo sido ele confundido com um policial à paisana e, por conseguinte, sido torturado e executado. A autoridade policial destacou que o local do fato não possui monitoramento eletrônico e não há informações sobre a existência de testemunhas oculares. Por conta disso, a Justiça determinou a quebra de sigilo telefônico de seis pessoas, entre elas da própria vítima.

Justiça decretou a prisão preventiva de homem acusado de matar outro por ciúmes em Maricá com golpes de barra de ferro e ainda entulhar corpo

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de um homem acusado de matar um outro com facadas e golpes de barra de ferro em Maricá por causa de ciúmes. A denúncia narra que na madrugada do dia 29/03/2025, aproximadamente entre às 4h e 5h, o denunciado desferiu facadas e golpes com uma barra de ferro contra a vítima Zenilo Andrade Rodrigues, causando-lhe a morte por traumatismo cranioencefálico e por fraturas múltiplas em crânio e face. Em seguida, os envolvidos teriam ocultado o cadáver da vítima em terreno ao lado do local do homicídio, encobrindo-o com entulhos para dificultar a localização. ,

Condenados homens que cometeram homicídio em Três Rios em troca de pedras de crack e arma

O Grupo de Atuação Especializada do Tribunal do Júri (GAEJURI/MPRJ) obteve, na terça-feira (05/08), a condenação de dois réus pelo homicídio triplamente qualificado de um homem, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri da Comarca de Três Rios. A sessão, que durou cerca de 12 horas, resultou na condenação de Wesley Bruno Vicente da Silva, réu confesso, a 15 anos de prisão, e de Jorge Vicente a 23 anos e 4 meses, com agravante de reincidência. Ambos cumprirão pena em regime fechado. O terceiro réu, Paulo José Lima Júnior, foi absolvido pelo Conselho de Sentença. De acordo com as investigações, o crime foi encomendado por um chefe do tráfico, que teria prometido aos executores pedras de crack e a eventual posse de uma arma pertencente à vítima como recompensa. Com base em provas técnicas e na argumentação apresentada em plenário, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese do MPRJ, reconhecendo que a execução foi premeditada, praticada com extrema violência e motivada por interesses torpes. Diante disso, foram reconhecidas as três qualificadoras: motivo torpe, promessa de recompensa e recurso que dificultou a defesa da vítima.

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