Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

processo judicial

Suspeitos de envolvimento em homicídio ligado à máfia dos cigarros vão a júri popular. Eles eram associados a contraventor

Dois suspeitos de participarem do homicídio do empresário Cristiano de Souza vão a júri popular. O crime está ligado a máfia dos cigarros. Ele foi cometido no dia 06 de junho de 2023, por volta das 11h54min, em via pública, próximo ao nº 95 da Rua Crispim Laranjeiras, no bairro Recreio dos Bandeirantes. Um dos envolvidos foi o responsável por comprar os rastreadores usados no monitoramento da vítima e passar as informações sobre a sua localização para o restante do grupo e executores. Cristiano relatou que vinha recebendo ameaças. O outro que foi pronunciado porque foi o responsável por identificar a vítima como sendo o empresário que vinha comercializando cigarros na região de domínio da organização criminosa e em desacordo com os ditames dela O ex-PM Sem Alma também foi apontado nas investigações como participante do crime sendo o encarregado de obter o veículo utilizado na execução do homicídio e, também, providenciar o monitoramento da vítima mas não foi pronunciado. A investigação aponta para uma possível ligação com outro homicídio, o do policial Bruno Killer. Isto porque o reastreador encontrado no carro de um vizinho da vítima apresentava características semelhantes ao dispositivo instalado no carro do policial, e, ambos adquiridos do mesmo vendedor, que é um dos acusados da morte de Cristiano. Bruno também era envolvido com a venda de cigarros. Um dos acusados do crime chegou a ser visto nas proximidades do endereço de um contraventor apontado como o cheffe da máfia dos cigarros na orla da Barra da Tijuca. Sem Alma e o outro acusado da morte de Cristiano (o fornecedor do rastreador) constavam como pessoas autorizadas a entrar na residência do contraventor. Na [epoca, houve diversos homicídios relacionados à chamada “máfia do cigarro” em várias regiões do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense, envolvendo pessoas ligadas à venda de cigarros ilegais; que, dois dias após a morte de Cristiano, ocorreu outro homicídio na mesma região, no Recreio dos Bandeirantes, cuja vítima era um policial penal identificado como Bruno Killler, executado ao sair de casa por indivíduos encapuzados, em circunstâncias semelhantes ao crime de Cristiano. Depois, houve outro homicídio na Barra da Tijuca, tendo como vítima Mateus, e anteriormente ocorrera um homicídio em Campo Grande.

Deputado estadual preso hoje por envolvimento com o tráfico foi citado em investigação da década anterior suspeito de repassar informações de operações policiais a criminosos e por lavar dinheiro para três facções

Antes de virar deputado estadual, TH Joias foi citado em uma investigação da década passada de participar de um esquema de repassaar informações sigilosas da polícia para traficantes de drogas. Segundo o que foi apurado na época, TH relatava aos crimosos datas em que ocorriam operações policiais. TH mantinha contato com um policial civil conhecido como Carlinhos Pitbull que lhe passava informações acerca das operações policiais realizadas pela então Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) e outras unidades especializadas. O esquema rendia R$ 11 mil. Em uma das conversas, por exemplo, TH disse ser devido o valor de 6 a Pit Ainda na década passada, o atual deputado TH Joias atuava na ocultação de valores oriundos do tráfico de drogas. Ele praticava atos de determinação de tarefas aos demais indiciados, venda de informações sobre operações policiais, pagamento de propina a agentes das forças de segurança, venda de armas, drogas e outros materiais, podendo ser considerado também comandante desta organização criminosa na modalidade (comando coletivo).Foi também TH que promoveu e constituiu o núcleo da organização que lavava o dinheiro deste braço da facção Terceiro Comando Puro, Comando Vermelho e Amiws dos Amigos Era o sócio da empresa TH Joias da qual se utilizava para possibilitar o ingresso de dinheiro oriundo do tráfico e fazer as movimentações financeiras do grupo criminoso.

Investigação que apontou ligação de deputado com o CV envolve também delegado da PF e PMs com o crime

A Polícia Federal informou que a investigação que apontou a ligação do deputado estadual TH Joias com traficantes envolve tambem um delegado da PF, policiais militares e um ex-secretário municipal e estadual A PF deflagrou hoje a Operação Zargun com o objetivo de desarticular uma organização criminosa ligada à cúpula do Comando Vermelho.. A quadrilha é specializada no tráfico internacional de armas e drogas, corrupção de agentes públicos e lavagem de capitais. Na ação de hoje, os policiais cumprem 18 mandados de prisão preventiva e 22 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal e Estadual . O Tribunal Regional Federal da 2ª Região também determinou o sequestro de bens e valores dos investigados, totalizando R$ 40 milhões, além do afastamento de agentes públicos, suspensão de atividades de empresas utilizadas para lavagem de dinheiro e transferência emergencial de lideranças da facção para presídios federais de segurança máxima. A organização infiltrava-se na administração pública para garantir impunidade e acesso a informações sigilosas, além de importar armas do Paraguai e equipamentos antidrone da China, revendidos até para facções rivais. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico internacional de armas e drogas, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

Policial penal que atirou em entregador disse que se sentiu intimidado e que sua arma disparou acidentalmente. Imagens o desmentiram. LEIA DETALHES DO CASO

Leia agora a descrição do caso do policial penal que atirou em um entregador na Taquara, em Jacarepaguá, caso que teve grande repercussão na mídia carioca. A vítima, lado outro, trabalha fazendo entregas pelo aplicativo “iFood” e, nessa qualidade, hoje, dia 30/08/2025, por volta das 02h04min, teria ido ao encontro do cliente no seu endereço residencial. Antes de chegar ao local da entrega, contudo, a vítima teria avisado ao representado, por meio do “chat” do aplicativo, que o pedido deveria ser por ele recebido na portaria do condomínio, o que, aparentemente, o teria desagradado. Então, o representado, insatisfeito e contrariado, teria atendido a vítima na portaria do condomínio portando – indevidamente, diga-se – sua arma de fogo e de forma alterada, teria passado a questioná-la sobre sua resistência em ingressar para finalizar a entrega. Nesse momento, sentindo-se intimidada, a vítima passou a gravar o diálogo, captando o exato momento do disparo da arma de fogo contra si perpetrado pelo representado. As imagens captadas pela vítima, através de seu aparelho de telefone celular, mostram integralmente a conduta praticada pelo policial penal, que disparou sua arma de fogo dando ensejo a lesões físicas. As imagens gravadas pela vítima no momento do crime encontram-se acostadas ao “link” de fls. A gravação mostra que o agente penal inttencionou, clara e explicitamente, agredir a vítima com o disparo de sua arma de fogo depois de ameaça-la de forma bastante agressiva na portaria do edifício, desenvolvendo-se, todo o diálogo, em torno do fato de que a entrega da encomenda estaria sendo realizada naquele local e não no desejado pelo representado, a saber: na portaria do bloco do condomínio em que reside. Em seu depoimento, o policial afirmou que teria disparado sua arma contra a vítima porque, supostamente, “(…) durante a discussão, o entregador lhe disse: “Eu tô ligado na sua, eu sei quem você é” Neste momento, o entregador, segundo o policial, teria dito. “Vou passar para os manos”. O policial penal disse que já morou na Cidade de Deus e se sentiu intimidado, com o que o entregador disse; ele, no intuito de “enquadrá-lo”, começou a sacar sua arma; Durante o saque, sua arma disparou teria disparado acidentalmente em direção ao chão; QUE o declarante disse que o disparo pareceu ter atingido o solo; Após isso, o entregadorcomeçou a verbalizar, dizendo a outras pessoas, que o declarante havia atirado nele; Que ele pediu para vítima subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu. No entanto, não é esta a versão fática que se depreende das imagens captadas. De início, a gravação mostra o representado, de maneira bastante agressiva, dirigir-se à vítima para ameaça-la caso insistisse na recusa de ingressar no condomínio para finalizar a entrega. O momento inicial da gravação disponibilizada pela autoridade policial afasta, de forma peremptória, a versão que o representado procura emplacar em seu depoimento policial, pois não há qualquer evidência, nem mesmo indício remoto, de que o representado estivesse, ao momento do disparo, sentindo-se verdadeiramente intimidado pela vítima, como afirmou. Ao contrário, o que se vê, nas imagens, é que o representado agiu de forma agressiva e, com a arma em punho, intimidou e ameaçou a vítima por motivo absolutamente fútil – diga-se – já que a celeuma se referiu ao local apropriado para a finalização da encomenda antes feita pelo aplicativo “iFood”. O representado, então, diante da gravação das imagens pela vítima e claramente irritado com a narração que ela pretendia iniciar naquele momento (pelas imagens captadas, a vítima começaria a descrever o endereço em que estava realizando a entrega e a divergência então estabelecida com o solicitante do serviço), terminou por fazer o disparo com sua arma de fogo de modo que, pelas imagens apresentadas, Segundo a Justiça, não há como reconhecê-lo por qualquer prsma, como acidental.como também afirmou em seu depoimento. A vítima afirmou que “(…) se sentiu ameaçado, já que o autor estava alterado e armado e começou a gravar um vídeo, a fim de resguardar a sua integridade física. O entregador esperava que em razão da gravação do vídeo no celular, que não fosse agredido, tampouco alvejado. Que mesmo diante disso, sem que pudesse se defender o autor, afirmou, mais uma vez, ” não vai subir, não ?” e em ato contínuo fez um disparo em sua direção ; Que o declarante mesmo após ser atingido diz que é trabalhador e que é morador da região e solicita ajuda em voz alta ;QUE o autor pergunta por que o declarante continua o filmando ;Que o autor, mais uma vez pede a refeição e da as costas ;Que os populares que estavam na rua foram quem ajudaram o trabalhador. De fato, a ameaça perpetrada pelo representado foi clara e justificou, para a vítima, o início da gravação das imagens através de seu aparelho de telefone celular. A gravação mostrou o momento em que o representado, ainda insistindo para que a entrega fosse finalizada no interior do condomínio, indagou da vítima “não vai subir, não ?”. Ato contínuo, diante da recusa, a gravação mostrou o exato instante em que, irritado, o representado realizou o disparo com a arma de fogo em direção à vítima. A gravação também mostrou o momento em que a vítima, depois de alvejada e visivelmente incrédula diante do disparo com a arma, afastou-se do representado e gritou por socorro, sendo por ele questionada, em tom de ameaça, sobre o motivo de prosseguir com a gravação das imagens.Ao que parece, a gravação das imagens pela vítima parece ter sido o fator impeditivo, neste caso, para que o representado prosseguisse com a execução do delito. Ainda, ao contrário do que foi dito no depoimento prestado à autoridade policial, vê-se que a vítima foi socorrida por populares que passavam no local e não pelo representado, não sendo verdadeira a alegação de que “pediu para o entregador subir na motocicleta, porque iria levá-lo ao hospital; Que o entregador correu”. Não é, em absoluto, verdadeiro o depoimento prestado pelo representado à autoridade policial. Isso

Doca, Tiriça, Matuê e Pezão são acusados de matar ex-ginasta do Vasco por ela ter se relacionado com miliciano. Executaram também sua amiga pelo mesmo motivo e um amigo delas

Os traficantes Doca, Pezão, Tiriça e Matuê, líderes do Comando Vermelho, estão sendo acusados de mandar matar a ex-ginasta do Vasco Monalisa Raueny de Oliveira Mateia e outras duas pessoas que estavam com ela em 2023. Só essa semana, os suspeitos tiveram as prisões decretadas. Os executores abordaram a vítima que estava com amigos em um bar levando a moça e seus acompanhantes para a comunidade da Chacrinha, na Praça Seca. Doca autorizou a execução e foi exaltado, no momento da execução, como “Tropa do Urso”, como também é conhecido por seus comparsas. O crime foi cometido por motivo torpe, uma vez que o crime de homicídio foi perpetrado em virtude da vítima ter se envolvido com um miliciano que atuava na região, até a tomada pelo Comando Vermelho. Os bandidoso ocultaram o cadáver da vítima, eis que foi amarrado e incinerado em local incerto.” Segundo uma testemunha que compareceu a Delegacia de Descoberta de Paradeiros, além de Monalisa, outras duas outras pessoas estariam mortas na mesma localidade. O declarante contou que Monalisa tinha um relacionamento com um miliciano, que atuava em prol da milícia da localidade conhecida como Chacrinha.Monalisa chegou a ter um filho com um paramilitar mas ela não declarou o nome do pai na certidão de nascimento; Contou que no mês do maio de 2023 o Comando Vermelho tomou a região da milícia e estão lá até hoje. Nesse período o miliciano em questão fugiu da localidade levando um fuzil da milícia; Os traficantes estavam atrás dele para tomar o fuzil dele e também matá-lo. Monalista não estava morando com ele e sim ficava na casa da mãe dentro da Chacrinha. De vez em quando, moça saía para encontrar o miliciano, que não estava mais no morro A testemunha disse que Monalisa foi capturada por traficantes do CV sendo um deles de vulgo Eltinho. A abordagem foi por volta das 16h no dia 10/07/2023 dentro da Chacrinha. Eltinho estava acompanhado de outros homens, usando motocicletas; Monalisa estava com outra amiga, que também namorava um miliciano.Havia também um jovem homossexual junto. Os três foram capturados juntos por “Eltinho” e os demais traficantes, sendo levados até o alto do morro, no final da Rua Serenidade. Monalista foi torturada até a morte para passar informações sobre o miliciano, assim como as outras duas vítimas. A amiga de Monalisa também foi morta por namorar o miliciano Wendel, que já até morreu. O jovem que acompanhava as moças também teria sido executado. A testemunha foi até o local onde ocorreu os corpos teriam sido desovados na Rua Serenidade e confirmou que um dos cadáveres era de Monalisa mas não viu o rosto porque tinha um pano em cima. Ao lado dela, estavam os corpos da amiga e de do amigo homossexual. Falou ainda que Eltinho tinha um pai miliciano e mataram ele em 2021. Que decidiu virar Comando Vermelho para vingar a morte dele. Ele passou um tempo fora da favela e voltou agora após o comando vermelho retomar o território; Monalisa tinha sido alertada pelos traficantes de droga do local que não era para ela subir o morro próximo à favela da Serenidade, mas mesmo assim ela foi lá para beber e tomar cerveja com estes dois amigos; A testemunha disse ainda que o pai do Eltinho foi executado pela própria milícia do porque acharam que ele era X9. O apelido dele era Magrão.Monalisa era muito abusada e não levava desaforo pra casa e, inclusive, já deu um tapa na cara de um traficante. Uma outra testemunha disse que Monalisa era uma moça rebelde, se tornou usuária de drogas, e na oportunidade, estava completamente desorientada, sem estudar e sem trabalhar; Ela havia sido ginasta do Vasco, inclusive federada, e costumava competir, até que desistiu de prosseguir com o esporte Falou que assim que os traficantes invadiram a Chacrinha e colocaram os milicianos para fora, a família, temendo pela segurança de Monalisa, a enviaram para Minas Gerais. Ela ficou 15 dias apenas em Minas, tendo ido em seguida para Campo Grande; Monalisa era muito teimosa e decidiu , ela própria, que queria voltar para a Chacrinha. Foi a teimosia de Monalisa que a levou para a morte, até porquê, mesmo depois de ter retornado foi diversas vezes avisada que deveria deixar a localidade. Que também foi avisada que não aparecesse na parte alta da comunidade, Os traficantes começaram a cismar que Monalisa lá aparecia para coletar informações e repassá-las ao miliciano que havia fugido para Madureira.Foi assim que no dia 11/07/2023, os traficantes conhecidos pelos vulgos Eltinho, Matuê, Da Serra e Pazão abordaram Monalisa na Estrada da Chácara e a conduziram para o alto, a localidade conhecida como Serenidade. A moça foi torturada e mantida viva até o dia seguinte, pois o intuito desses homens era descobrir a identidade do miliciano e onde ele poderia ser encontrado; No dia seguinte, foi direto para cima e que ao chegar na Serenidade, encontrou os traficantes sentados e os três corpos;. Que reparou que o corpo dos dois amigos estavam mais ao fundo da mata e pouco machucados; Que certamente foram mortos logo; O corpo de Monalisa estava bem à frente e muito machucado, levando o declarante a concluir que a ela foi muito torturada; O declarante falou com Eltinho e o bandido disse que lhe entregaria o corpo só o dia seguinte. No dia seguinte, foram buscar o corpo mas na ocasião disseram que Monalisa não existia mais, pois já haviam dado cabo do corpo dela. A testemunha falou que três dias antes do sumiço de Monalisa os traficantes fizeram a mesma coisa com o Sr. Mário Luís Gomes Trindade. Ele tinha três filhos que integravam a milícia. Sumiram com ele. Soube que o motivo foi o fato de ser pai de três homens envolvidos com a milícia. Mário era alcoólatra, usuário de drogas, e levantava algum dinheiro catando recicláveis.

ARARUAMA: Patrão é suspeito de contratar pistoleiros para matar funcionário que flertava com mulher com quem ele tinha relacionamento. Mandante e executores tiveram as prisões decretadas

Depois de mais de um ano do crime, a Justiça decretou as prisões preventivas de criminosos conhecidos como César Pescador e Bimba e de um outro homem chamado Renato que são suspeitos de um sequestro e homicídio ocorrido em julho de 2024, em Araruama, na Região dos Lagos. Narrou a denúncia: que dia 26 de julho de 2024, por volta de 12h, na Rua Projetada 2, Estrada de São Vicente, Banqueiros, os bandidos privaram Gabriel Felipe Valle da SIlva de sua liberdade, mediante sequestro, arrebatando-o e conduzindo-o contra sua vontade no interior do automóvel Chevrolet Prisma, cor preta. Os criminosos mataram Gabriel, homicído que foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que o rapaz foi surpreendido de surpresa ao chegar ao sítio do seu patrão Renato.com superioridade numérica de seus algozes, o que dificultou sobremaneira qualquer resistência.O homicídio foi praticado por motivo torpe, porquanto ocasionado por um suposto envolvimento amoroso entre a vítima e uma mulher que também se relacionava com o Renato, bem como desavenças no local de trabalho. O delito de homicídio foi praticado mediante paga ou promessa de recompensa, uma vez que Renato contratou os demais para que matassem a vítima, tendo pleno conhecimento do plano de execução da infração penal. A vítima foi localizada com uma mordaça na boca, uma corda prendendo as pernas e presilhas plásticas em região cervical e nos punhos, prendendo as mãos para trás, sendo evidente que Gabriel foi subjugado por seus algozes antes de ter sua vida ceifada. Na mesma data, os envolvidos ocultaram o cadáver da vítima, ao arremessá-lo no Rio Bacaxá, objetivando que seu corpo não fosse encontrado. Foi apurado ainda, pela autoridade policial, que (i) a vítima Gabriel há tempos estava insatisfeita com seu patrão em razão de um suposto crédito trabalhista que teria a receber, passando, por tal razão, a agir com desídia no trabalho. Gabriel ainda estaria flertando com uma mulher que se relacionava com o patrão, o que gerou sua insatisfação e nova rusga entre os envolvidosBimba e César Pescador, além de Zeus (já falecido) e também envolvido fazem parte de um grupo de criminosos conhecidos no bairro de Itatiquara,, os quais teriam emboscado Gabriel no sítio de seu patrão.

Foi alugar casa em Cabo Frio sem saber que era área do TCP e quase morre

Uma família alugou uma casa no bairro Maria Joaquina, em Cabo Frio, mas não sabia que a área era dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Um dos integrantes trafegava de carro na Rua Fleixeira quando avistou três homens com roupas camufladas, e, encapuzados, tendo um deles apontado uma pistola em direção do veículo e dado ordem de parada; O motorista acelerou para fugir e ouviu disparos de arma de fogo. Ele parou na base da Polícia Militar, ao abrir a porta, viu que um projetil caiu na parte de dentro do veículo, constatando que o disparo acertou o veículo na altura de sua cabeça; A bala acertou na quina da porta, próximo à janela do veículo. Ele disse que só possui este veículo como meio de locomoção e que iria retornar para a casa alugada, juntamente com os policiais militares, para recolher os pertences deixados na casa alugada, e, procurar um novo local para hospedarem-se”. Três suspeitos do crime tiveram as prisões preventivas decretadas, dos vulgos Jaburu, Dedé e mais um outro sem apelido.

Milícia alvo de operação essa semana pelo MP é acusada de matar homem por causa de furto de celulares em Belford Roxo. Vítima foi atraída para a morte

Além de ter matado uma mulher acusada de furto de celular, a milícia que foi alvo de operação essa semana pelo Ministério Público Estadual também executou um homem pelo mesmo motivo em Belford Roxo. Três envolvidos tiveram as prisões preventivas decretads. A vítima foi Cláudio Barbosa Pereira. Consta da denúncia que, no dia 04 de janeiro de 2025, por volta das 13h30min, na Rua Civilizados, Bairro Itaipu, os milicianos, efetuaram disparos de arma de fogo contra Cláudio. Consta da denúncia que a vítima foi atraída ao local através de uma ligação telefônica, e, ao chegar, foi surpreendido pelos denunciados, que o retiraram de seu veículo sob ameaças e efetuaram diversos disparos de arma de fogo, resultando na sua morte. Consta, ainda, que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que teria sido motivado pois a vítima era suspeita de ter participado de furtos de celulares na região dominada pelos denunciados, que integram uma milícia privada, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima e uso de armas de fogo de grosso calibre. Um dos envolvidos atuava como liderança na milícia local, fato determinante na escolha do alvo e na premeditação do crime, e determinou a conduta dos executores do crime e organizando a ação criminosa.

Zinho e Naval vão a júri popular por causa da morte de Jerominho

A Justiça do Rio decidiu que serão levados a júri popular o miliciano Luís Antônio da Silva Braga, o “Zinho” e mais três suspeitos pela morte do ex-vereador Jerônimo Guimarães Filho, o Jerominho, que foi assassinado a tiros, em agosto de 2022, em Campo Grande, Zona Oeste da cidade.  Também foram pronunciados Rodrigo dos Santos, o “Latrell,” Paulo David Guimarães Ferraz Silva, o “Naval”, e Yuren Cleiton Feliz da Silva, o “Costelinha”, que responderão também por organização criminosa e duplo homicídio qualificado. No ataque também foi morto Maurício Raul Atallah, que acompanhava o ex-vereador.  Disputa por controle de organização criminosa  De acordo com a denúncia do Ministério Público, o mandante do crime teria sido “Zinho”, depois que ele soube que “Jerominho” queria voltar a controlar a organização criminosa denominada “Liga da Justiça” e a motivação seria a disputa por este controle. Na sentença de pronúncia da 1ªVara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro foram mantidas as prisões preventivas dos acusados.  Luís Antônio da Silva Braga teve também o pedido negado de deixar o presídio de segurança máxima em Brasília e retornar para o Rio.  Segundo a decisão, há provas suficientes para levar os acusados a júri popular. Eles serão julgados pelo I Tribunal do Júri da Capital. O juízo destacou que “a qualificadora de motivação torpe, articulada na denúncia, encontra fundamento no acervo probatório dos autos, na medida em que documentos colacionados e os depoimentos das testemunhas em juízo indicam que os crimes foram cometidos em razão de disputas pelo controle das atividades ilícitas exploradas pela milícia privada que domina a região da Zona Oeste desta cidade”.  

Condenada a 53 anos de prisão mulher que matou grávida em Macaé e retirou o bebê do ventre da vítima

Priscila Torquato da Silva foi condenada a 53 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado contra Pâmela Ferreira Andrade Martins, grávida de oito meses, pelo homicídio do bebê que morreu horas após ser retirado do útero materno, além do crime de dar parto alheio como próprio (art. 242 do Código Penal). O crime ocorreu em março de 2021, na comunidade Nova Holanda, quando Priscila atraiu Pâmela até sua residência e, com extrema violência e frieza, utilizou uma arma branca para dilacerar o abdômen da vítima, ainda viva, a fim de retirar o bebê de seu ventre. A acusada pretendia apresentar a criança como se fosse seu filho, após ter mentido a familiares e conhecidos que estaria grávida. A sustentação oral em plenário foi realizada pelos promotores de Justiça Bruno Bezerra e Matheus Rezende, integrantes do grupo, com o apoio do promotor de Justiça André Luiz Miranda, titular da Promotoria de Justiça Criminal de Macaé, responsável pelo caso.  Durante os debates, os membros do GAEJURI/MPRJ destacaram a brutalidade do crime e os danos irreparáveis causados à família. Ressaltaram que o homicídio ocorreu na presença do filho de apenas dois anos de Pâmela, que presenciou a cena e até hoje sofre graves consequências psicológicas. Também lembraram que o avô materno da vítima chegou a tentar o suicídio em mais de uma ocasião em razão do trauma, enquanto o filho sobrevivente, atualmente com seis anos, enfrenta dificuldades de comunicação e necessita de acompanhamento psicológico e fonoaudiológico. “A sentença reconhece a gravidade extrema deste crime bárbaro e reafirma o papel do Ministério Público na defesa intransigente da vida. Embora a defesa e a Defensoria Pública do Estado tenham buscado reduzir a pena com base em atenuantes como a menoridade relativa e a confissão espontânea qualificada da ré, o GAEJURI/MPRJ atuou de forma firme para assegurar a responsabilização integral e oferecer uma resposta justa à sociedade diante de tamanha crueldade”, afirmou a coordenadora do GAEJURI/MPRJ, Simone Sibilio, destacando que o grupo acompanhou os familiares da vítima desde a entrada no caso até a leitura da sentença. Diante das evidências apresentadas, o Conselho de Sentença acolheu os pedidos do MPRJ, reconhecendo a materialidade, a autoria e as qualificadoras descritas na denúncia, concluindo que o crime foi praticado com meio cruel, por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima