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processo judicial

PRENDEM MAS SOLTAM: Justiça reduziu para mais da metade pena de homem preso armado acusado de integrar o GAT da milícia do Zinho e de fazer segurança de um dos cabeças da Carobinha. Ainda mandou soltá-lo

A Justiça reduziu a pena de um miliciano preso ano passado acusado de fazer parte do GAT do Zinho de 14 anos para apenas três anos e seis meses de cadeia, além de mandar soltá-lo. O criminoso foi preso na época com 01 pistola .9mm, munições e carregador de mesmo calibre, 01 simulacro de arma de fogo, 01 granada de efeito moral, além de 01 balaclava, bolsa e telefones celulares. Ele também era suspeito de fazer a segurança pessoal do miliciano “LP”, um dos cabeças da Favela da Carobinha, em Campo Grande. Segundo a Justiça, se impõe a absovição do rime de constituição de milícia privada porque a informação sobre o ajuste criminoso existente entre o acusado, Zinho e LP se resumia às palavras dos policiai, portando havia ausência, nos presentes autos de evidência concreta e inquestionável no sentido de que o acusado integrava grupo paramilitar. Havia também ausência de documentação nos autos acerca da mencionada “informação” e dos “dados de inteligência compartilhados entre a Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) e a Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DRACO)” Segundo as investigações, o preso ntegrava milícia particular, associando-se de forma permanente a outros indivíduos ainda não identificados, dentreeles os milicianos LP, Cara de Égua e Zinho”, com a finalidade de praticarem diversos crimes previstos no Código Penal, dentre eles, extorsões, principalmente na região de Campo Grande e Santa Cruz, área sob domínio do referido grupo criminoso. Consta dos autos que após a reunião de dados de inteligência compartilhados entre a Delegacia de Repressão a Entorpecente (DRE) e a Delegacia de Combate ao Crime Organizado (DRACO), foi identificado que o denunciado, integrante da “Milícia do Zinho” e responsável pelo “Grupo deAções Táticas (GAT)” do referido grupo paramilitar, estaria escondido na residência localizada à Rua Bela Vista, nº 03, naComunidade do Carobinha, em Campo Grande. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem foi condenado a 33 anos pelo assassinato de trapezista argentina em Búzios

Carlos José de França foi condenado a 33 anos de reclusão pelo assassinato da trapezista argentina Florencia Aranguren, ocorrido em 2023, em Búzios. A Justiça determinou ainda o pagamento de indenização R$ 50 mil aos familiares da vítima. Florencia Aranguren foi brutalmente assassinada por Carlos França com 18 facadas no início de dezembro de 2023, enquanto caminhava por uma trilha em direção à praia de José Gonçalves, em Búzios. O corpo foi localizado por guardas municipais. O réu foi identificado graças ao cão da vítima, que permaneceu calmo diante de curiosos, mas que, ao ver o agora condenado se aproximar da cena do crime, avançou contra ele. A artista circense havia chegado a Búzios apenas três dias antes do assassinato. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro

Polícia pediu a prisão de nove traficantes da Serrinha (TCP) por homicídio. Justiça negou

A polícia pediu a prisão de nove traficanres do Complexo da Serrinha, em Madureira, peo homicídio de Gustavo Manuel Manso Candeia mas a Justiça rejeitou. Foram indiciados os bandidos vulgos Lacoste, Coelhão, Bonitão, Boneco da Serrinha, Cocáo, Atentado, Da Fazer, LO e HG. O MPRJ opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados por ausência de indícios mínimos de autoria. Segundo os autos, a polícia tem que apresentar provas que apontem o nexo causal entre as condutas dos investigados e o resultado fático. Gustavo quando adolescente havia sido atingido por bala perdida em 2003 na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão. Posteriormente, foi réu em processo de 2014 que envolvia traficantes do Comando Vermelho. Em outro processo por homicídio, a Justiça já havia negado a prisão em fevereiro de alguns deles. Na ocasião, o MP entendeu que ainda havia novas diligências, FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Testemunhas disseram que PM que atirou e matou feirante na Penha tinha sinais de embriaguez e que mulher dele chamou vítima de ‘cracudo’. LEIA DETALHES DO CRIME

O policial militar suspeito de atirar e mataar um feirante no último domingo na Penha estava embriagado, segundo os autos do processo que responde pelo crime. Ele teve a prisão preventiva decretada. Consta do auto de prisão em flagrante que, no dia 06/04/2025, por volta das 05h45min, na Praça Panamericana, policiais foram acionados para verificar disparos de arma de fogo na Penha. Aproximando-se do local, os policiais ouviram novos disparos e, ao chegarem na, encontraram um homem baleado no chão, identificado posteriormente como Pedro Henrique Morato Dantas. Populares indicaram um veículo Fox prata, como sendo o do autor dos disparos. O carro foi abordado e o condutor, que saiu com uma arma em punho, se identificou como 3º Sargento PM Fernando Ribeiro Baraúna, Ele alegou ter reagido a facadas desferidas pela vítima. Segundo testemunhos policiais, o policial apresentava sinais de embriaguez, assim como sua esposa, que o acompanhava.Testemunhas afirmaram que o PM entrou na feira em contramão, efetuando disparos, e que sua esposa teria apontado a vítima como suspeito de roubo, o que o levou a abordá-lo. O jovem, assustado, teria fugido e foi então atingido pelos disparos. Relatos também indicam que outros tiros foram disparados antes de chegar até a vítima, inclusive atingindo uma Kombi estacionada. Uma colega de trabalho de Pedro presenciou o momento do crime. Disse que que não houve qualquer discussão, ameaça ou agressão por parte da vítima. Falou que o autor apenas disse para “não correr”, sem qualquer advertência prévia, o que levou a declarante a acreditar que se tratava de um assalto. Contou que ouviu cinco ou seis disparos, em sequência, e que a vítima não teve qualquer chance de defesa. Ela afirmou que o autor apontou a arma na direção da vítima dentro da própria barraca de feira que estava sendo montada. Falou que o PM chegou a entrar na barraca para mirar a arma. Pedro, ao perceber a abordagem, se assustou e correu atravessando a rua, sendo alvejado enquanto fugia. A vítima caiu a cerca de 50 metros de distância do ponto inicial da abordagem. Disse qcreditar que tanto ela quanto a vítima imaginaram se tratar de um assalto, o que justificaria a reação de fuga; Afirmou categoricamente que a vítima não estava armada e jamais andava armada. Disse que o autor tentou fugir, mas foi impedido por feirantes, que fizeram sinal para a viatura da PMERJ interceptá-lo. Contou ainda que em nenhum momento o autor prestou socorro à vítima ou procurou identificá-la. Falou ainda que a mulher do PM disse que a vítima era quem havia a roubado, o que, segundo a declarante, pareceu incentivar a ação do autor. Contou também o autor e sua companheira agiram com frieza e deboche, referindo-se à vítima como “cracudo” e alegando que ele teria cometido um roubo. Prima de Pedro falou que a abordagem do PM ocorreu sem qualquer justificativa, com o autor dizendo apenas para a vítima “não correr. Disse que Pedro foi atingido pelas costas e caiu a cerca de 50 metros do local onde começou a correr. Ao ver a esposa do PM chamando Pedro de cracudo passou a discutir com a mulher, chamando-a de “piranha” e “assassina. Chegou a partir para cima dela. Falou que o PM tinha sinais de embriaguez e a mulher dele também.. Contou ainda que foi ameaçada pelo policial que teria dito grando o seu rosto e iria pegá-la. Falou que teme pela sua vida. Uma outra feirante disse que visualizou o autor disparando pelas costas da vítima, de forma rápida e sem qualquer cuidado. Teria visto o PM agredindo sua colega após esta protestar contra a morte de seu primo. A mulher do PM negou todas as acusações. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Depois de quase seis anos do crime, Justiça aceitou denúncia de homicídio contra traficante irmão do dono das bocas de fumo da Cidade de Deus (CV)

Depois de quase seis anos, a Justiça aceitou denúncia contra o traficante Deco ou Velho, irmão de Sam, dono das bocas de fumo da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, por homicídio cometido em 2019. O bandido está preso. A vítima foi Yan de Souza Correa. Ele e um amigo chamado Pitoco teriam ido até a “Boca do Treze”, local onde adquiriram “maconha” e, em seguida, teriam ido para a Praça de Lazer, local onde usaram a substância entorpecente. [ Em determinado momento, por volta das 24 horas, os traficantes conhecidos como “X..” e “Cabelinho”, seguindo as ordens do denunciado, abordaram a vítima e a levaram para local ainda não identificado dentro da comunidade da Cidade de Deus. A vítima teria sido executada por determinação do denunciado, uma vez que agiu de forma a desagradar a autoridade do tráfico na localidade. Em seguida, os criminosos a mando do denunciado, teriam ocultado o cadáver. Em sede policial a informante relatou que seu filho foi até a Cidade de Deus, em localidade conhecida como “Boca do 13” e esteve na presença de traficantes onde obteve a informação, pelo próprio traficante de vulgo “Cabelinho”, de que teria levado o seu filho para a localidade denominada “Karatê”, “para desenrolar uma situação”, sendo certo que após esse fato nunca mais se soube falar da vítima. Por sua vez, o irmão da vítima prestou declarações corroborando as informações obtidas por sua genitora no sentido de que a vítima teria sido morta e arrastada por dois traficantes, dentre eles o vulgo “Cabelinho”, tendo eles jogado o corpo da vítima em área conhecida como “Brejo”, para ocultar o cadáver, tudo a mando de “Velho”. A partir de tais informações, o setor de inteligência da polícia dá conta de que “Velho” é mais um vulgo do recorrido conhecido traficante tambémidentificado como “Deco”, chefe da localidade “Karatê”, na Cidade de Deus, local para onde a vítima teria sido levada para ser executada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes do Juramento (CV) são suspeitos de matar homem por asfixia

A Justiça decretou mês passado a prisão preventiva de três traficantes do Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, por um homicídio cometido por meio de asfixia. Entre os envolvidos está o bandido conhecido como Renatinho do Jacaré. Ele seria um dos chefes do tráfico na comunidade. Foi preso em dezembro de 2022. Outro envolvido, tem o vulgo de Mucefim. Os autos disponíveis para consulta não dizem o nome da vítima, nem a data que o fato ocorreu nem o motivo do crime. Segundo oa autos, há indícios de autoria pelo Termo de declaração extrajudicial da mãe da vítima (apontando a autoria a um dos envolvidos bem como pelo relatório do inquérito policial que partindo do depoimento extrajudicial da mãe da vítima, localizou informações contidas em outras investigações da localidade possibilitando identificar a atuação de liderança em conjunto, entre os denunciados, para a prática de diversos crimes. Os denunciados planejaram e deram ordem para a prática de crime contra a vida na modalidade qualificada através de motivo torpe, por asfixia, em situação que a vítima não pode se defender. As imagens permitiram observar a agressividade da série de ações lesivas praticadas contra a vítima, demonstrando a ausência de empatia e o pouco apreço, dos denunciados, pela vida humana. Vale destacar ainda que os denunciados para além de serem mandantes dos fatos aqui processados, possuem vastas anotações criminosas e exercem papel de liderança da ORCRIM Tráfico de drogas denominada Comando Vermelho. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça decretou a prisão de quatro bandidos que formaram um ‘tribunal do tráfico’ para matar homem no Morro dos Macacos (TCP). Vítima sobreviveu

A Justiça decretou na última terça–feira as prisões preventivas de quatro traficantes vulgos Escobar, Doutor, Skol e Digital que formaram um verdadeiro ‘tribunal’ para executar um homem na comunidsde do Pantanal, que fica no Morro dos Macacos, em Vila Isabel. A vítima, porém, conseguiu sobreviver (não temos detalhes como) e reconheceu seus algozes. Os bandidos queriam repreender a vítima por seu suposto comportamento criminoso (não revelado nos autos disponíveis para consulta). Segundo a vítima, a ordem para a pena capital contra ela partiu do criminoso vulgo Doutor, apontado como chefe do tráfico. FONTE: TJ-RJ

Bebê de cinco meses foi espancado e encontra-se em estado grave. Casal acusado disse que foi picada de formiga

Veja agora detalhes sobre o caso de um bebê de cinco meses que foi agredido por um casal na Baixada Fluminense. Os suspeitos estão com prisão preventiva decretada. O boletim de atendimento médico do bebê descreve expressamente que este encontra-se internado em CTI.pediátrico em estado grave, entubado, com ventilação.mecânica em razão de insuficiência respiratória, múltiplo traumatismo craniano e fratura do fêmur em razão de espancamento. A criança foi deixada aos cuidados de uma das envolvidas que permaneceu na casa com outras várias crianças (aproximadamente 8), juntamente com seu companheiro entre os dias 31/03/2025 e 01/04/2025.   No dia 1º, a avó materna foi buscar o neto e viu que ele tinha com um olho roxo. Além do olho roxo, a avó notou outras lesões. Tinha marca de unha na perna, já com casca de cicatrização, estava com o olho inchado, e estava muito sonolento e quando mexia nele, ele gemia. Levou o menino na UPA e depois em outra UPA A avó descobriu que ele estava com uma fratura na perna e hematomas. Quando ela pegou o neto de volta, percebeu que a criança não estava no seu estado normal, sem reação e inclusive com machucados aparentes. A mulher que tomava conta da criança disse apenas que acreditava que o bebê teria sido “picado por uma formiga”. Ela disse que já recebeu o menino com olho inchado e ficou mais ainda inchado e vermelho. Em seu segundo depoimento, a mulher que tomava conta da criança disse que seu companheiro. teria deixado o garoto cair no chão enquanto esta teria se ausentado de casa com a mãe do bebê por aproximadamente 40 minutos. Quando retornou, encontrou o menino deitado no chão e viu que um dos olhos estava inchado e roxo. No entanto, apesar dos suspeitos afirmarem que seria apenas um olho inchado, proveniente de provável picada de formiga, a prova técnica é completamente contrária à esta versão. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante Doca foi absolvido de processo que ia julgar participantes de guerra entre o CV e a milícia pela comunidade da Covanca. SAIBA OS MOTIVOS

O chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca, foi absolvido do processo sigiloso que ia julgar os participantes de uma guerra entre o Comando Vermelho e a milícia no Morro da Covanca, no Tanque, em 2020. O Inquérito Policial foi instaurado em 08/08/2020, em razão do noticiado no Registro de Ocorrência 041-02533/2020, tendo por escopo apurar a autoria e condutas praticadas por líderes criminosos integrantes da facção Comando Vermelho- CV e seus subordinados, os quais travaram disputas territoriais com integrantes de outras facções, no caso com a milicianos da União 5.3 oriunda da união de milicianos com integrantes do Terceiro Comando Puro – TCP em disputa pelo controle do território da comunidade da Covanca, A disputa teve desdobramentos em outras comunidades, também de Jacarepaguá, em especial na Praça Sêca. A Covanca foi palco de várias batalhas entre as duas facções, levando pânico à população ordeira e que ficou de refém da onda de violência provocada por traficantes de drogas e milicianos, causando, inclusive a morte de inocentes surpreendidos nas ruas e nas próprias residências pelas disputas e confrontos armados com utilização de armas de guerra, em especial fuzis e granadas. A guerra provocou a morte do Sgt PM Fábio Geisiel, morto em 29/07/2020, em plena luz do dia, às 09:20 hs de uma quarta-feira, quando tentava reprimir uma disputa por territórios na comunidade da Covanca. A morte do SGT Fábio teve características próprias, uma vez que o mesmo e outros companheiros depararam-se com grupo de dezenas de traficantes que vieram pela mata, todos trajando vestimentas militares idênticas as do BOPE, fato este que muito provavelmente custou a vida do policial militar, uma vez que um segundo ou fração deste tempo que o policial possa levar para constatar que está diante de um traficante usando vestimenta militar e não de um companheiro de farda pode ser a diferença entre vida e morte. Diante das dificuldades de obter testemunhos sobre as atividades criminosas praticadas pelos tão violentos criminosos, face ao verdadeiro império da “Lei do silêncio”, decorrente da violência empregada contra quem ouse desafiar os mesmos, a polícia recorreu, a fim de conseguir mais provas em face de tais criminosos das interceptações telefônicas, com as quais conseguiu identificar vários criminosos integrantes da facção criminosa CV, a qual atua em mutirão com integrantes de várias comunidades, em especial Cidade de Deus, Complexo do Alemão e da Penha, Morro do 18, Complexo do Lins e Rocinha. Sobre Doca, no entanto, não foi obtida nenhuma conversa ou mensagem do apelante ou de traficantes a ele subordinados foi captada, indicando a participação dele ou de seus supostos subordinados, nas invasões ocorridas nas Comunidades de Jacarepaguá e Praça Seca, bem como no bojo das investigações aqui engendradas, não ocorreram prisões de traficantes, apreensões de drogas, armas e ou munições, que seriam, comprovadamente, originários do Complexo da Penha. 3) Além disso, as informações indicando que traficantes do Complexo da Penha e da Tropa do Urso (que seriam liderados pelo apelante) e teriam participado das invasões ocorridas nas Comunidades de Jacarepaguá e Praça Seca, estavam escoradas em dados colhidos nas redes sociais, notícias jornalísticas e fontes incertas, que indicam a participação de criminosos do Complexo do Lins, Complexo da Penha (onde o acusado seria o chefe do tráfico), Complexo do 18 e Morro da Formiga, os quais se utilizariam de grupos de traficantes fortemente armados ¿ Tropa do Urso (que seria liderada pelo apelante), Bonde do Parma e Tropa do Marreta, entre outras, na retomada de Comunidades de Jacarepaguá, que haviam sido ocupadas pela Milícia. E sobre as atividades do tráfico no Complexo da Penha, onde Doca seria um dos chefes do tráfico, se extrai dos autos que o único alvo interceptado, que seria ligado ao Complexo da Penha, foi do bandido vulgo Trakinas, cujas transcrições não faziam nenhuma menção ao apelante ou a Tropa do Urso. Embora conste nos autos, a informação de que ¿durante a investigação foi identificado em áudios o deslocamento dos criminosos transportando suprimentos para a Guerra da Covanca usando como entreposto o Complexo do 18. Conhecidos como Tropa do Urso Faminto, que é Doca, e Tropa do Urso Panda, que é Pedro Bala, degravação desse áudio não foi localizada nos autos. 5) “o monitoramento telefônico e a prova oral colhida em Juízo não trouxeram elementos aptos a comprovarem a atuação de Doca no tráfico de drogas no Complexo da Penha, e menos ainda que ele exercia a liderança do tráfico na na comunidade e do grupo de traficantes armados autodenominados Bando do Urso, ou ainda que esses elementos tenham fornecido suporte às invasões nas Comunidades de Jacarepaguá e adjacências”, diz os autos. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Idoso de 76 anos apanhou de traficantes com pedaços de madeira e barras de ferro em Búzios. Justiça decretou a prisão de cinco suspeitos

Um idoso de 76 anos foi espancado por traficantes da cidade de Armação de Búzios, na Região dos Lagos no último dia 27. A vítima foi agredida com pedaços de madeira e barras de ferro por pelo menos cinco criminosos. Os bandidos ainda destruíram a moto usada pelo idoso. Os autos disponíveis não apontam o motivo das agressões  O boletim de atendimento médico  apontou que as lesões decorrem de agressão física com politraumatismo, Os indícios de autoria se encontram devidamente indicados, tendo em vista o relato coerente dos policiais militares.  Os cinco suspeitos tiveram as prisões temporárias decretadas. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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