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Mortos pelo BOPE em Guaratiba eram ex-milicianos que pularam para o CV

Pelo menos três dos cinco bandidos mortos hoje pelo BOPE no Largo do Correia, que fica entre Guaratiba e Campo Grande, eram ex-milicianos que pularam para o Comando Vermelho. Um deles, que é ex-morador da localidade, vulgo DG estava puxando o bonde durante a invasão, já que conhecia bem o local. Segundo informações, DG já havia sido preso e expulso pelos milicianos da região. Os outros dois se chamavam Dilan e Kau, ex-moradores do Tinguí. Tempos atrás, eles saíram das Casinhas e passaram para o grupo do ex-miliciano RD, puxador de guerra do CV. Ontem, eles também invadiram o Largo do Correia. FONTE: Campo Grande Ao Vivo (Facebook)

BOPE matou cinco do CV em Guaratiba

Cinco narcoterroristas do Comando Vermelho foram mortos em confronto com policiais do BOPE em Guaratiba na Zona Oeste do Rio. Segundo a policia, os criminosos estavam escondidos em uma área de mata conhecida como Largo do Correia. O objetivo dos bandidos era estabelecer uma base operacional para a facção e, a partir dali, tentar expandir o domínio sobre partes de Campo Grande e Santa Cruz.. Eles estão tentando transformar o Largo do Correia em um “complexo” para receber mais criminosos e, futuramente, expandir para Guaratiba, Campo Grande, Cosmos e Santa Cruz. Eles escolheram o Correia devido à grande área de mata, que oferece facilidade para se esconder das forças de segurança. Desse confronto, os militares do BOPE continuam nas buscas pelos que fugiram por uma pequena área de mata. Há uma possibilidade do número de terroristas abatidos ou presos aumentarem. FONTE: informações do jornalista Bruno Assunção

Morador desesperado postou desabafo em rede social sobre o avanço do CV em Guaratiba

Um morador postou essa mensagem no instagram preocupado com os recentes ataques do Comando Vermelho no bairro de Guaratiba e pedindo ajuda da PMERJ. Em menos de três dias, traficantes do Comando Vermelho baquearam três bairros dominados pelo GAT do Zinho, sendo eles: Barbante e Vila Real (Z) – Campo Grande;Largo do Correia (Z) – Cachamorra;Piraquê (Z) – Guaratiba. Ao que tudo indica, os traficantes manteram com sucesso no Largo do Correia sem resistência dos milicianos. :Hoje, pela manhã, moradores acordaram com vários muros pichados com a sigla do Comando Vermelho (CV). Segundo informações, três carros estariam envolvidos na ação Toro vinhoHB20 preto Creta cinza As pichações foram registradas na Rua Ceará Mirim e na Rua Nova Era, ambas no Vila Real, em Campo Grande. No Instagram, o 27º BPM avisou que fez uma operação no Largo do Correia, na Zona Oeste do Rio, por causa da invasão dos bandidos lá. A parada foi uma parceria do 27º BPM com a Polícia Civil, com um monte de gente e equipes da PM, tudo em pontos chave. Os batalhões do 2º CPA, tipo o 31º e o 40º BPM, deram uma força, pra mostrar que o Estado tá ligado. A operação, segundo eles, foi com inteligência, planejamento e união, pra proteger a galera, botar os bandidos pra correr e deixar tudo em paz de novo. FONTE: Rio Nojento (Telegram) e Campo Grande Ao Vivo (Facebook)

CV atacou a milícia em Guaratiba

Relatos de intenso tiroteio agora de noite no Largo do Correia, em Guaratiba. Segundo informações que circulam, vários traficantes do Comando Vermelho estiveram.no local, que é dominado por milicianos. Após o “baque” do CV no Largo do Correia, o caveirão que estava baseado na Estrada Carvalho Ramos com Tinguí (entrada do Salim) foi deslocado para as Casinhas, no Tinguí. A polícia já havia recebido informações sobre uma possível investida criminosa na nossa região. O caveirão foi enviado às Casinhas para garantir segurança aos moradores. Um segundo blindado, do 27º BPM, foi deslocado para dar apoio no Largo do Correia. FONTE: Campo Grande Ao Vivo (Facebook)

Leia reações dos moradores durante mais uma noite de guerra no Catiri

Moradores ficaram apavorados com mais uma noite de guerra na comunidade do Catiri, em Bangu, entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho. Veja reações Meu Deus! Acabaram com a paz no bairro Tenho parente c 3 crianças aí….fico c coração tão apertado meu Deus A verdade é que se eles conseguirem invadir nem a polícia entra mais nem na cancela, nem no JD bangu, nem nos bg 1,2, 3 e 4 e cancela. Eles vão tomar tudo… e aí quem tá reclamando , vai reclamar com razão. Infelizmente, é só olhar o cenário de outros bairros que viraram comunidade. Temos que orar, pra Deus fazer esse povo esquecer nosso bairro e começar a ver desvantagens em tomar o bairro. Acabaram com nosso bairro que tristeza Um lugar que era tão tranquilo de morar, agora ninguém tem paz pra ir e vir O que tem aí nesse bairro que é tão disputado? Eu sou moto uber e toca corrida prai direto mas nunca aceito só vive assim mo guerra Triste viver essa guerra, o lugar era um paraíso não tinha nada Senhor proteja os moradores q tem q sair p trabalhar e estudar, misericórdia Deus Que tristeza, era um dos lugares mais calmo e hoje s encontra assim FONTE: Bangu Notícias (Instagram)

Guerra entre o CV e a milícia se acirrou no Catiri

Um novo capitulo da guerra entte traficantes da Vila Kennedy (CV) e alguns milicianos que estariam tentando retomar o controle do Catiri, em Bangu, ocorreu na última noite. Segundo moradores, milicianos do Montanha chegaram para supostamente retomar a comunidade. .Uma ponte foi incendiada pelos criminosos. O policiamento foi reforçado na região. Policiais militares do 14° BPM enfrentam diversos ataques, sem conseguir acessar alguns pontos. Autoridades entraram em contato com a cúpula da segurança pública para solicitar apoio operacional de outros batalhões para a área. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

PM foi morto ao reagir a tentativa de assalto na Av. Brasil

O policial militar Alan Cesar foi morto a tiros nesta madrugada (18), durante uma tentativa de assalto na Av. Brasil, altura de Guadalupe, próximo ao viaduto de Barros Filho. O agente, que estava de folga, trafegava pela via quando foi abordado e reagiu à abordagem dos bandidos. Segundo a Polícia Militar, agentes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) foram acionados para uma ocorrência de homicídio. Chegando no local, a equipe identificou que a vítima era um PM. O corpo de Alan Cesar Elídio da Sá foi encontrado dentro de um carro abandonado na pista central da via, no sentido Zona Oeste. O trecho ficou interditado por cerca de duas horas para realização da perícia. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com a Polícia Civil, diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. FONTE: Fogo Cruzado RJ e PMERJ

PM prendeu cinco do CV no Catiri e pegou fuzis

Três elementos do Bonde do Gadernal que atuavam na Vila Kennedy (CV), foram presos na comunidade do Catiri, em Bangu, com dois fuzis e uma pistola Na mesma comunidade, só que em um.outro pontio, PMs prenderam mais dois suspeitos e pegaram uma granada e uma pistola. Há relatos de que os bandidos presos deram um baque no Catiro que é controlado pela milícia do Montanha. FONTE: PMERJ

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