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operação policial

CV atacou a milícia em Guaratiba

Relatos de intenso tiroteio agora de noite no Largo do Correia, em Guaratiba. Segundo informações que circulam, vários traficantes do Comando Vermelho estiveram.no local, que é dominado por milicianos. Após o “baque” do CV no Largo do Correia, o caveirão que estava baseado na Estrada Carvalho Ramos com Tinguí (entrada do Salim) foi deslocado para as Casinhas, no Tinguí. A polícia já havia recebido informações sobre uma possível investida criminosa na nossa região. O caveirão foi enviado às Casinhas para garantir segurança aos moradores. Um segundo blindado, do 27º BPM, foi deslocado para dar apoio no Largo do Correia. FONTE: Campo Grande Ao Vivo (Facebook)

Traficante do CV preso no Catiri é suspeito de envolvimento na morte de dois policiais

Um dos cinco criminosos presos durante operação da Polícia Militar na favela do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, na última quarta-feira (18). Caio Felipe Ferreira da Cruz, o Reizin, é suspeito de participar da morte de um policial penal, Henry dos Santos Oliveira, em 19 de dezembro de 2024, em Santa Cruz, Zona Oeste. e também envolvimento na morte do PM Marcos Antônio Cortiñas López, de 58 anos, no dia 17 de fevereiro, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Preso um dos bandidos mais violentos da Região dos Lagos que havia recrutado criminosos do Pará que foram mortos pela polícia

Foi preso hoje um dos criminosos mais violentos da Região dos Lagos. Ele foi localizado em Jaconé, Saquarema. Bruno dos Santos Azevedo, o BR ou Índio Mal é apontado como uma das lideranças da facção criminosa que atua na localidade. Na ação, foram apreendidos um fuzil, dezenas de munições e grande quantidade de drogas que estavam na posse do detido. De acordo com os agentes, além da atuação de gerência no tráfico de drogas, ele atua como braço de guerra da quadrilha e é investigado por relação com criminosos do Pará. Há indícios da participação dele no recrutamento de cinco bandidos daquele estado para atuar na Região dos Lagos. Em dezembro do ano passado, tais indivíduos foram neutralizados em confronto com policiais civis em Saquarema. No fuzil apreendido com o preso havia inscrições fazendo alusão à facção criminosa e à cidade de atuação da quadrilha. FONTE: Polícia Civil do RJ

Leia reações dos moradores durante mais uma noite de guerra no Catiri

Moradores ficaram apavorados com mais uma noite de guerra na comunidade do Catiri, em Bangu, entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho. Veja reações Meu Deus! Acabaram com a paz no bairro Tenho parente c 3 crianças aí….fico c coração tão apertado meu Deus A verdade é que se eles conseguirem invadir nem a polícia entra mais nem na cancela, nem no JD bangu, nem nos bg 1,2, 3 e 4 e cancela. Eles vão tomar tudo… e aí quem tá reclamando , vai reclamar com razão. Infelizmente, é só olhar o cenário de outros bairros que viraram comunidade. Temos que orar, pra Deus fazer esse povo esquecer nosso bairro e começar a ver desvantagens em tomar o bairro. Acabaram com nosso bairro que tristeza Um lugar que era tão tranquilo de morar, agora ninguém tem paz pra ir e vir O que tem aí nesse bairro que é tão disputado? Eu sou moto uber e toca corrida prai direto mas nunca aceito só vive assim mo guerra Triste viver essa guerra, o lugar era um paraíso não tinha nada Senhor proteja os moradores q tem q sair p trabalhar e estudar, misericórdia Deus Que tristeza, era um dos lugares mais calmo e hoje s encontra assim FONTE: Bangu Notícias (Instagram)

Guerra entre o CV e a milícia se acirrou no Catiri

Um novo capitulo da guerra entte traficantes da Vila Kennedy (CV) e alguns milicianos que estariam tentando retomar o controle do Catiri, em Bangu, ocorreu na última noite. Segundo moradores, milicianos do Montanha chegaram para supostamente retomar a comunidade. .Uma ponte foi incendiada pelos criminosos. O policiamento foi reforçado na região. Policiais militares do 14° BPM enfrentam diversos ataques, sem conseguir acessar alguns pontos. Autoridades entraram em contato com a cúpula da segurança pública para solicitar apoio operacional de outros batalhões para a área. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Preso traficante do TCP suspeito de ser o autor de diversos homicídios nas Vargens. Saiba um dos casos

A PMERJ efeuou a prisão, na Comunidade do Canal, em Vargem Grande, de Cleysson Fernando de Souza Brazil, vulgo “Negão”, uma das principais lideranças do tráfico da região. Foragido da Justiça, o criminoso é apontado como autor de diversos homicídios na região das Vargens. Um dos homicidios do qual ele é acusado foi de Jean Carlos Santana da Costa, que foi morto em decorrência de uma emboscada na qual estavam também presentes outras duas pessoas. Segundo relatos, a vítima morava na Cidade de Deus com sua noiva, e que, trabalhava no salão de festas e no depósito de bebidas da família da moça. Jean gostava de frequentar bailes funk na CDD, área dominada pelo Comando Vermelho. Em Vargem Grande, o tráfico é comandado pelo Terceiro Comando Puro cujas lideranaçs são Gabriel Cocão e Diego Cara de Mula. Em 2021, os integrantes do TCP proibiram os moradores de Vargem Grande de frequentar à Cidade de Deus, por se tratar de uma região dominada pela facção rival. Jea ainda continuam indo aos bailes funks, mas evitav postar fotos nas redes sociais Em fevereiro de 2024, uma testemunha que acompanhava Jean no dia do crime secidiu se mudar de Vargem Grande em virtude do aumento da repressão promovida pelos faccionados da localidade, que passaram a exigir que os moradores o desbloqueio do aparelho celular, para que eles pudessem verificar qualquer vínculo do morador com as ideias do CV, como fotos, vídeos, músicas e contatos que fizessem alusão à facção rival; A testemunha foi morar na CDD incentivada por Jean sob a perspectiva de que a comunidade lhe proporcionaria mais oportunidades de emprego e, assim, o declarante poderia reconstruir a sua vida;] No dia 6 de maio de 2024 após sair de um “bico” no restairamte. a testemumha encontrou com Jean e um amigo, que os convidou para irem até o Recreio,, pois precisava pegar um “negócio” com um homem vulgo Pereba. No caminho, Pereba ligou para o amigo da testemunha e disse “eu tô aqui, eu tô aqui” e que, de maneira sincronizada, o veículo que transportava os 3 três amigos parou de funcionar, próximo a uma loja do Mc Donalds Logo depois, um carro branco parou e deles desceram Diego Cara de Mula e Negão (Cleysson), segurança do primeiro portando um revólver; Os dois fizeram diversos disparos contra Jean e os outros dois e fugiram. A testemunha ao ouvir o primeiro disparo, se abaixou e se salvou. Chegou a ouvir, “Mula, mula, mula” A testemunha disse acreditar que o amigo marcou encontro com Pereba para comprar drogas.e que este teria se aliado a Gabriel Cocão, e, sob ordens dele, teria organizado uma emboscada para assassinar os três amigos; O amigo da testemunha disse que marcou de pegar maconha com Pereba , que era um conhecido em Vargem Grande, onde residiu durante a infância. Disse que andava com receio de Vargem Grande porque no passado se envolveu com uma moça e que depois que terminaram, ele continuou trabalhando o pai dela. Depois disso, Vjovem começou a se relacionar com o GB da Maré (Gabriel Cocão) e que acha que GB ocupa a função de gerente do tráfico em Vargem Grande.Falou que não viu quem desferiu os disparos porque imediatamente após os ocupantes do veículo HRV branco (que emparelhou) abrir a porta traseira, saiu correndo e se escondeu. Mesmo depois de escondido tentou mandar mensagem para Pereba. , ele afirmava que estava ali, mas já tinham acontecido os disparos.Contou ainda que Mula também era um conhecido da sua época de infância em Vargem Grande que ele trabalha para o GB da Maré. Por estar com medo, se mudou para a Bahia. Segundo a Justiça, verifica-se que há indícios de que Cara de Mula e Negão “cara de mula” e seriam os executores do homicídio e das tentativas de homicídio, além de serem pessoas diretamente ligadas à cúpula da organização criminosa que domina territorialmente a região de Vargem Grande.Quanto a Pereba, verifica-se que os indícios apontam que teria atraído as vítimas para a emboscada. Porém, demanda outras diligências para elucidar sua participação no homicídio em questão, bem como eventuais partícipes. A investigação aponta que há suspeitas de que a execução do amigo da testetmunha. seria do interesse do gerente da área dominada. FONTE: PMERJ e TJ-RJ

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

PM prendeu cinco do CV no Catiri e pegou fuzis

Três elementos do Bonde do Gadernal que atuavam na Vila Kennedy (CV), foram presos na comunidade do Catiri, em Bangu, com dois fuzis e uma pistola Na mesma comunidade, só que em um.outro pontio, PMs prenderam mais dois suspeitos e pegaram uma granada e uma pistola. Há relatos de que os bandidos presos deram um baque no Catiro que é controlado pela milícia do Montanha. FONTE: PMERJ

Saiba o modus operandi de uma quadrilha de SP especializada em furtos de residências de luxo na Zona Sul do Rio que tinha o apoio de traficantes do TCP do São Carlos

Investigação revelou a existência de ntegrantes de uma organização criminosa de São Paulo, com apoio do tráfico de drogas do “Terceiro Comando Puro” do Morro do São Carlos, que praticavam furtos em residências de luxo na Zona Sul do Rio. O modus operandi é o seguinte. Um dos integrantes é responsável pelo levantamento dos apartamentos por meio da “internet”, especialmente por sites privados clandestinos (“darkweb”) e redes sociais; por outro lado, outro membro é encarregado pela condução do veículo automotor e por aguardar o retorno dos demais integrantes ao veículo para efetuar fuga; em seguida. Um terceiro participante ficava incumbido de atuar como “vigia”, constatando a aproximação de pessoas ao imóvel em que ocorre o furto.Por outro lado, verificou-se que outra parte da organização criminosa – geralmente composta por um casal – é responsável por ingressar no prédio e arrombar determinado apartamento vazio, evadindo-se posteriormente com a auxílio dos demais comparsas que estão no entorno do prédio. Apurou-se que os integrantes da quadrilha, por meio de banco de dados pagos, conseguem informações privilegiadas dos moradores – pretensas vítimas – por endereços ou placas de veículo. Posteriormente, já no prédio, a dupla – normalmente um casal – se identifica como parente dos moradores ou obtém autorização de entrada pelo porteiro do prédio. Verificou-se, ainda, que em determinadas oportunidades os membros da organização adentram ao prédio juntamente com outros moradores, a fim de afastar eventuais suspeitas. Com o ingresso no edifício, um dos membros da ORCRIM efetua uma ligação ao apartamento que pretendem furtar, com a finalidade de identificar a eventual presença de pessoas no interior do apartamento, o que poderia frustrar o ingresso e subtração de bens no imóvel. Uma vez confirmado que o imóvel está vazio, a dupla adentra no imóvel mediante rompimento de obstáculo, e subtrai bens e valores não rastreáveis (como dinheiro, relógios e joias) e, quando logram êxito, retornam à São Paulo com a res furtiva. Após a subtração, os criminosos retornam ao veículo, dividindo-se em dois grupos: parte retorna no veículo que os aguardava e que é conduzido por um dos membros e outra parte retorna via “Blablacar”, geralmente partindo da Rodoviária Novo Rio. Constatou-se, ainda, que o destino de retorno da organização criminosa alternava entre São Paulo e a comunidade São Carlos, local em que efetuavam a divisão dos lucros auferidos com as práticas criminosas. Por intermédio da análise de imagens de câmeras de segurança e demais procedimentos investigatórios de outros Estados foi possível identificar placas de veículos utilizados pela organização criminosa. Durante as investigações, a Polícia Civil identificou o automóvel Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97, utilizado em crimes praticados no Rio Grande do Sul, especialmente no dia 21/03/2025. Nessa oportunidade, o grupo criminoso subtraiu aproximadamente $ 200.000,00 (duzentos mil reais) de uma vítima. A partir da referida informação, acionou-se alerta para monitoramento do veículo, sendo certo que foram constatadas passagens do veículo na Zona Sul do Rio de Janeiro, onze dias após o furto ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul. Em seguida, os diligentes policiais identificaram que os integrantes da malta tentaram ingressar no condomínio localizado na Rua Miguel Lemos, nº 63, no bairro Copacabana, no dia 03/04/2025. Em razão disso, efetuaram buscas pelas imagens de câmeras de segurança da região, e confirmaram o trânsito pelos criminosos nas circunscrições, nesta data. A partir desta análise de imagens, a polícia identificou o veículo QQF3D97 e, entre os envolvidos, um homem chamado Nathan, já conhecido pelos investigadores da 14ª DP em razão de sua participação em outros crimes de natureza patrimonial, com idêntico modus operandi. Ainda em sede policial, apurou-se no registro de ocorrência nº 014-475/2024, referente a fato delituoso ocorrido em 11/01/2025, entre às 15h03min e 17h27min, na Avenida Epitácio Pessoa, n. 1612, 5º andar, bairro Ipanema, que Nathan – trajando camisa verde clara, bermuda bege e sapato escuro – após autorização do porteiro, ingressou no apartamento da vítima e subtraiu aproximadamente 20.000,00 euros, 20.000,00 dólares e R$ 20.000,00, além joias e relógios de valor. Naquela oportunidade, a vítima esclareceu que o ingresso no apartamento ocorreu por arrombamento da porta de entrada e que o criminoso foi filmado pelo circuito interno de monitoramento do condomínio. Em sentido semelhante, apurou-se a existência de imagens identificando Natha no registro de ocorrência nº 014-08587/2024 (fls. 114/117), envolvendo o furto de aproximadamente R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Às imagens captaram Nathan nas imediações do prédio trajando camisa branca, bermuda bege e sapato branco No mesmo contexto, em delito ocorrido no dia 15/03/2025, apurou-se a prática de crime semelhante no registro de ocorrência 014-03236/2025 que Nathan foi flagrado pelas câmeras no dia dois dias após (17/03/2025), na companhia do autor do autor do delito tentando praticar outros furtos. Nesse contexto, verificou-se no dia 17/03/2025, ocorreram diversas tentativas infrutíferas de práticas de furto pela organização criminosa, eis que o comparsa de Nathan foi reconhecido naquela oportunidade. Por fim, extraíram-se imagens de Nathan, Ryan e de uma adolescente no dia 03 de abril de 2025, em tentativas de furto a residências no bairro Copacabana, nas proximidades da Rua Miguel Lemos, nº 63 ( Destarte, após a sequência dos furtos narrados – com a identificação de autoria e de veículo utilizado pela malta – os suspeitos foram presos em flagrante, no interior do veículo Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97 – que fora utilizado 11 dias antes para um furto em residência no estado do Rio Grande do Sul -, portando duas chavesde fenda. No dia da prisão, PMs do Projeto Lagoa Presente estavam em patrulhamento na Avenida Borges de Medeiros, próximo ao Parque dos Patins, na entrada do posto “BR”, quando avistaram um veículo Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97, com cinco indivíduos em seu interior. Após a abordagem ao veículo, os policiais apreenderam no interior do automóvel duas chaves de fenda grandes e cinco aparelhos celulares. Em sede policial, esclareceu-se que policiais da 14ª Delegacia de Polícia receberam informações quanto à movimentação do referido veículo do bairro Laranjeiras em direção ao bairro Leblon. Em apuração pelo

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