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operação policial

Dois PMs, sendo um deles do BOPE, presos suspeitos de vazar informações para chefões do CV vão a conselho de disciplina que pode expulsá-los da corporação

Os dois PMs presos na semana passada suspeitos de vazamento de informações para chefes do Comando Vermelho estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina que pode decidir pela expulsão dos dois da corporação. O sargento do BOPE Rodolfo Henrique da Rosa teria repassado, ao menos, duas ações policiais realizadas nos Complexos da Penha e do Alemão, sendo uma delas deflagrada em janeiro de 2024. Já o cabo Luciano da Costa Ramos Júnior, que atuava no Tribunal de Justiça, fornecia ao núcleo da facção dados que ele afirmava obter por intermédio de uma segunda fonte ligada ao BOPE, ainda não identificada. Ambos mantinham contato direto com três traficantes vinculados ao núcleo dirigente da facção criminosa. Segundo a PMERJ, as informações de natureza confidencial em poder dos policiais militares no exercício legal e funcional da aplicação da lei devem ser mantidas em segredo, a não ser que o cumprimento do dever ou as necessidades da justiça estritamente exijam outro comportamento;

Bacellar falou com TH Joias sobre operação poucos minutos após PF informar ao gabinete do desembargador preso a cerca da data designada para ação policial

Outro ponto importante que reforça a suspeita sobre o desembargador federal Macário fluminense) sobre a ação policial. Um dia antes da operação, realizada em 3 de setembro, o presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, conversou com TH Joias por volta do meio-dia no interior do Palácio Tiradentes (sede do Legislativo fluminense) minutos após a Polícia Federal comunicar ao gabinete do desembargador a cerca da data designada para a operação. O delegado da Polícia Federal Samuel José de Escobar Massena Fayad disse em depoimento que o desembargador já tinha ciência da operação bem antes do dia 3 de setembro. Segundo relatos, na véspera da ação, foi feito contato com o assessor de Macário que disse ao delegado que os mandados seriam expedidos ainda no dia 2 de setembro. O assessor mandou mensagem para Macário dizendo que pretendiam cumprir mandados contra o Índio do Lixão ainda no dia 2 e os demais no dia 3. A PF concluiu que a atuação de Macário aponta a prática – em andamento – de crimes de obstrução de investigação da organização criminosa, inclusive no exercício do cargode desembargador federal, assim como na prática de crimes de violaçãode sigilo funcional, favorecimento pessoal e promoção de organização criminosa.

COINCIDÊNCIAS SUSPEITAS: Conversa entre TH Joias e Bacellar na véspera da operação ocorreu no exato momento que presidente da Alerj jantava com desembargador federal preso ontem

Na véspera da operação para prendê-lo, o então deputado estadual TH Joias chegou em sua residência por volta das 19h acompanhado de outros indivíduos, onde acompanha o processo de desmanche de sua residência até aproximadamente 21:40h. Durante esse período, o parlamentar realizau, de maneira concomitante, a troca de seu aparelho celular para passar a se comunicar por meio de outro terminal. Foi por meio deste novo número que TH mandou mensagem para o presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar e, posteriormente colheu orientações do que fazer com seu estoque de carnes para churrasco, insinuando, em tom jocoso, que os policiais que realizariam a busca no dia seguinte o subtrairia. Ouvido em sede da PF, Bacellar reconheceu que sabia que ocorreria uma operação policial que teria como alvo um parlamentar, em razão de um zum-zum- zum que percorria os corredores do parlamento fluminense. Além disso, ele confirmou que foi procurado por TH Joias na véspera da ação policial que lhe indagou acerca do tema. Sabedor de todo esse cenário, bem como do histórico notório de vinculação de TH Joias com o Comando Vermelho, Bacellar se manteve inerte quando se deparou com o vídeo encaminhado pelo ex-parlamentar, visto que estava diante de flagrante ato de obstrução de justiça, e não comunicou as autoridades para tomada de providências. Não seria difícil para ele tomar tal atitude, visto que, no exato momento em que recebeu o vídeo, Bacellar supostamente estava jantando com o Desembargador Relator do caso no Tribunal Regional Federal da 2a Região, Macário Ramos Judice Neto, preso ontem, na Churrascaria Assador, situada no Aterro do Flamengo. Como visto, tal zum-zum-zum e a conversa entre Bacellar e TH Joias coincidiu com o momento no qual Macário foi avisado por sua assessoria acerca da data precisa da deflagração das medidas pela autoridade policial responsável pelo inquérito. Foi possível inferir a total ciência de Macário sobre o que acontecia, naquele momento, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, visto que ele foi o provável emissor da informação sigilosa repassada ao alvo.

Polícia faz operação contra delivery do CV na Maré

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) sko, nesta quarta-feira (15/12), mais uma ação da “Operação Contenção”. O objetivo é cumprir mandados de busca oe apreensão contra envolvidos no comércio ilegal de armas de fogo, munições, tráfico de drogas e associação criminosa, delitos praticados por narcoterroristas vinculados ao Comando Vermelho. As diligências, que contam com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), ocorrem na Nova Holanda, Complexo da Maré, em outros pontos da Zona Norte e na Região dos Lagos. A operação é resultado de investigação da Desarme. Os agentes realizaram intenso trabalho de inteligência e análise telemática aprofundada, que permitiu identificar núcleos criminosos especializados na circulação de armamentos de alto poder ofensivo, na logística de munições e no abastecimento do tráfico. Parte significativa dos alvos está localizada no Complexo da Maré, além de outras áreas da capital, evidenciando a capilaridade da organização criminosa. Além do núcleo que opera de dentro da Maré, a investigação identificou um grupo na Região dos Lagos e outro grupo que faz “delivery” de entorpecentes em diversos pontos da Zona Norte. Como parte da “Operação Contenção”, a investida reafirma o compromisso da Polícia Civil com a asfixia logística e financeira das facções criminosas, atuando de forma estratégica para retirar armas de circulação, enfraquecer o poder bélico dos grupos narcoterroristas e reduzir sua capacidade de enfrentamento ao Estado. C

Saiba a estratégia usada pelo desembargador preso para proteger integrantes da quadrilha de TH Joias. Para Alexandre de Moraes, isso draga imagem do Judiciário

Preso hoje, o desembargador Macário Júdice Neto havia reconhecido que houve vazamento da operação para prender o então deputado TH JoiasEntretanto, o atribuiu e maneira leviana, às polícias Federal e Civil do Estado do Rio de Janeiro, conforme trecho transcrito a seguir9:“Com relação ao Dudu. Por que que não foram apreendidos, certamente, dinheiro, armas? Porque vazou. A operação vazou. E não foi na Justiça Federal. Eu fui contra a execução dos mandados junto com a Polícia Civil. Não porque desconfio ou não confio na Polícia Civil. Porque depois que três ou quatro se reúnem vira comício. Eu fui absolutamente contra e adverti o Superintendente: Não faça essa operação em conjunto. E fizeram. E tiveram a dificuldade de prender o TH, porque a operação vazou. Então talvez essa seja a situação. Não encontraram armas, dinheiro. Depoisdas 18h do dia anterior da prisão, já sabiam, quem é que ia deixar alguma coisa à mostra? A movimentação do desembargador se justifica como uma estratégia imediata de controle de danos, como uma espécie de seguro em relação aos atos que ele praticara dias antes. Tal articulação servia como forte indício de Macário fornecia à organização criminosa a proteção necessária para escudar seus membros políticos de medidas eficazes desta Polícia Federal. O objetivo desta movimentação era a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro, o que se traduz em milhões de votos no pleito eleitoral que se avizinha. Para Alexandre de Moraes, tais elementos denotam o grau acentuado de vulneração à ordem pública decorrentes das condutas do investigado, que draga toda a imagem do Poder Judiciário para uma vinculação direta com a criminalidade violenta do Estado do Rio deJaneiro, de modo a vulnerar toda a credibilidade do sistema de Justiça

Desembargador federal preso jantou em churrascaria com Rodrigo Bacellar às vésperas da operação para prender TH Joias justamente para repasse de informações sigilosas, diz STF

O deputado estadual Rodrigo Bacelar e o desembargador Macário Júdice Neto se encontraram nas vésperas da Operação Zargun, que prendeu o então deputado TH Joias por envolvimento com o Comando Vermelho, possivelmente para repasse/obtenção de informações privilegiadas, o que indicou a prisão do magistrado em decisão do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, O encontro ocorreu na Churrascaria Assador e Bacelar chegou a dizer para uma funcionária> “Estou em jantar com o desembargador”.A representação enfatiza a existência de diversos diálogos entre Bacelar e Macário comprobatórios da relação de intimidade entre os investigados, que chamou a atenção em razão das palavras de afeto e troca de declarações efusivas de carinho, que denotam confiança e lealdade7. “Vc é irmão de vida” “Não se desgate por nada pq o melhor não temos irmão que é amizade pra vida e reciprocidade”,, disse Bacellar para Macário. Provavelmente, Macário e Bacellar estavam juntos nquando TH Joias enviava mensagens a Bacellar sobre sua evasão e destruição de provas, Além disso, a conversa entre Bacellar e TH Joias coincide com o momento no qual Macário é avisado por sua assessoria acerca da data precisada deflagração das medidas pela autoridade policial responsável pelo inquérito. Macário determinou a inclusão em sistema penitenciário federal dos traficantes Pezão e Índio do Lixão, além de Dudu, assessor de TH Joias, maspreservou o então deputado, alvo da operação. Macário, Bacelar e TH Joias possivelmente realizaram ações para obstrução de investigações envolvendo facção criminosa e de ações contra o crime organizado, mediante a obtenção e o compartilhamento de informações privilegiadas, com logística de deslocamento do material de interesse da investigação, para viabilizar a ineficácia da operação policial. Segundo a decisão da prisão, o vazamento das informações sigilosas possa ter se originado no próprio desembargador, que era o relator da Operação no TRF da 2a Região. Essa hipótese é reforçada pelas informações apresentadas pelo Chefe da DRE/DRPJ/SR/PF/RJ, comprobatórias de houve interlocução prévia coma assessoria do investigado sobre a data da deflagração da operação. As suspeitas em torno de Macário decorrem da relação de sua esposa com Rodrigo Bacelar. Ela foi nomeada pelo deputado para exercer cargo em comissão na Secretaria-Geral de Finanças da ALERJ. Posteriormente, ela foi nomeada como diretora-geral do Legislativo fluminense, setor diretamente vinculado à Presidência da Casa O encontro entre Macário e Bacelar, segundo o STF, além de reforçar as hipóteses criminais, revela a complexidade da trama criminosa. Além de suas interações suspeitas com Bacellar e do encontro realizado na véspera da Operação Zargun, o desembargador continua empregando medidas para obstruir o curso das investigações, mediante a exposição de dados sensíveis da autoridadepolicial responsável pela operação a líderes da organização criminosa investigada. Na sessão de refendo da decisão monocrática por ele proferida, realizada pela 1a Seção Especializada do TRF da 2a Região em 8.9.2025, Macário reconheceu que houve o vazamento da operação policial e o atribuiu, entretanto, à atuação conjunta dasautoridades policiais, como estratégia para reduzir os impactos negativos de suas ações, conforme A ação concertada do requerido também é percebida pela inclusão de outros investigados no Sistema Penitenciário Federal, preservando, todavia, ainclusão de um dos líderes do grupo (TH Joias).

Presa em MG mulher que raptou bebê de oito meses no Rio. Criança estava com ela. Mãe foi achada cheia de queimaduras no hospital

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, capturaram a mulher que raptou uma bebê de oito meses. Ela ainda estava com a menina, que foi resgatada em segurança. A criminosa foi localizada nesta terça-feira (16/12), no município mineiro de Cataguases, onde foi presa em flagrante. O crime foi praticado na sexta-feira (12/12). De acordo com as investigações, a mulher se aproximou da mãe do bebê sob o falso pretexto de auxiliar doando roupas para a menina, e fez visitas a ela durante três dias. A vítima, que é do Morro da Providência, foi levada para o Complexo da Maré, onde foi atacada. Além da bebê, a criminosa levou também outra filha da vítima, uma criança de 6 anos que é autista não verbal. A mãe foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros no Parque União. Ela estava com muitas queimaduras pelo corpo e foi socorrida para um hospital, onde ainda está internada. A equipe da DDPA conseguiu identificar que a mulher se deslocou para a Baixada Fluminense, onde abandonou a menina de 6 anos. A criança foi encontrada e levada para um abrigo, onde recebeu os cuidados necessários. De lá, a criminosa seguiu com a bebê para o estado de Minas Gerais. O trabalho de inteligência conseguiu apurar diversos endereços relacionados à autora. Com base em troca de informações, chegaram ao local onde ela estava e resgataram a bebê .A mulher foi presa em flagrante pelo rapto da menina. Ela ainda é investigada pela DDPA por tentativa de homicídio e por abandono de incapaz.

PM já apreendeu sete fuzis só hoje no Grande Rio. 14 foram presos nas ações

Desde a madrugada de hoje, a Polícia Militar apreendeu seis fuzis em diferentes localidades do Grande Rio. Nas ações, pelo menos 14 criminosos foram presos. Em Niterói, oito criminosos foram presos em flagrante em ação realizada, há pouco, na Tv. São Sebastião, no Morro do Estado. Um deles foi socorrido ao hospital da região por estar ferido.. No local, foram apreendidos 03 fuzis, 02 pistolas, 01 granada e drogas. As equipes do 12º BPM, responsáveis pela apreensão, estão na delegacia da região para registro de ocorrência. Ainda, o criminoso ferido foi conduzido ao HEAL, onde segue custodiado. Equipes do 14ª BPM (Bangu) apreenderam um fuzil durante ação de vasculhamento na fresta do telhado de uma residência, no interior da comunidade Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio. Dois fuzis foram recolhidos em operação na comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias. Um homem foi preso em flagrante e um adolescente apreendido. Durante a madrugada, um fuzil, pistola, carreggadores e granadas foram apreendidos em Realengo. Cinco bandidos foram presos.

PF prendeu desembargador federal suspeito de vazamento da operação que resultou na prisão de TH Joias envolvido com o CV

Na manhã desta terça-feira, 16/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Unha e Carne 2 para investigar a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro que culminou com a prisáo do entdo deputado estadusl TH Joias envilvido com o Comando Vermelho .. Na ação de hoje, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o desembargador do Tribunsl Regional Federsl da 2a Região. Macário Judice Nrmeto e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A ação se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.

Doca comanda esquemão de lavagem de dinheiro do CV. Veja detalhes

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), com o apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), realizam mais uma etapa da “Operação Contenção”, nesta terça-feira (16/12). A investida ataca o coração financeiro do Comando Vermelho, desarticulando um esquema de lavagem de dinheiro em larga escala comandado por Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, e Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”. A ação inclui cumprimento de mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas pessoais e empresariais, sequestro de bens móveis e imóveis e o pedido de bloqueio de R$ 600 milhões.As diligências ocorrem na capital, na Baixada Fluminense e no município de Silva Jardim, no interior no Rio, além de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e Pontes e Lacerda, no Mato Grosso. Também participam da operação policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), além de agentes da Polícia Civil A investigação, que contou com o apoio do Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra), reforçou que o funcionamento da facção não se sustenta apenas pela venda de drogas, mas principalmente por um complexo sistema de lavagem de dinheiro, responsável por receber, ocultar, movimentar e reinserir valores ilícitos no sistema financeiro. Esse dinheiro financia a compra de drogas, armas, veículos, imóveis e a manutenção do domínio territorial. Ao atingir diretamente esse fluxo financeiro, a operação busca provocar o colapso do caixa da facção, retirando sua capacidade de custear a própria estrutura criminosa. As apurações apontaram que Doca, liderança do Comando Vermelho, e Gardenal, seu principal operador, estruturaram e coordenaram o esquema de lavagem de dinheiro, utilizando terceiros e empresas para dissimular a origem criminosa dos recursos. No centro desse esquema foi identificado o responsável por receber, concentrar e movimentar grandes volumes de dinheiro, tanto em contas bancárias pessoais quanto em contas de empresas sob seu controle, conforme demonstrado por Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs). As movimentações financeiras identificadas são completamente incompatíveis com a renda declarada, evidenciando que essas contas funcionavam como verdadeiras caixas centrais da facção, agora neutralizadas pelas medidas judiciais de bloqueio. O esquema se valia de mulas financeiras, ou seja, pessoas ligadas ao tráfico de drogas, à extorsão de moradores e à exploração de serviços ilegais, utilizadas para realizar depósitos em dinheiro vivo. Esses depósitos eram feitos em valores elevados, frequentemente fracionados, realizados em diferentes agências bancárias e muitas vezes no mesmo dia, por pessoas distintas. Esse padrão é clássico de lavagem de dinheiro e tinha como objetivo dificultar o rastreamento da origem ilícita dos valores, prática agora desarticulada pela investigação financeira. A Polícia Civil concentrou a investigação no caminho do dinheiro, demonstrando que, enquanto o crime se manifesta nas comunidades exploradas pela facção, os valores arrecadados seguem para contas específicas, onde são concentrados e redistribuídos para manter toda a estrutura criminosa. Os documentos demonstram que o município de Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, foi utilizado como um dos principais pontos de concentração financeira, funcionando como base para recebimento e movimentação dos valores ilícitos, distante dos locais de maior visibilidade do tráfico, justamente para reduzir a exposição dos líderes criminosos.

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