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operação policial

Leia agora como homem que foi preso suspeito de matar padrasto em Niterói tentou atropelar PMs no DF

Leia como foi agora a tentativa de atropelamento feito por Oldenir de Almeida Filho, preso suspeito de matar seu padrasto e balear sua irmã em Niterói, contra três PMs em Brasília que o levou a cadeia. Conforme consta da denúncia oferecida pelo Ministério Público, teria Oldenir, na madrugada do dia 13/03/2023, por volta da 1h, no estacionamento em frente ao centro comercial CONIC, na condução de veículo automotor, agindo dolosamente, Oldenir jogou o carro contra três vítimas policiais militares, não logrando êxito em atingi-los porque se desvencilharam em tempo hábil. Na madrugada dos fatos, ele estava no interior de seu veículo na companhia de uma adolescente, quando foram abordados pela polícia militar.Os policiais deteriam determinado que os dois desembarcassem do veículo, no que foram atendidos; no entanto, Odenir tornou a entrar no carro, engatou a marcha ré, derrubou os policiais e deu meia volta, jogando o veículo contra os agentes de novo, que desviaram e atiraram contra o automóvel. Oldenir então, teria manobrado o carro e voltado a dirigi-lo contra os policiais, empreendendo fuga em seguida em face da nova reação dos agentes.Na sequência, o paciente foi perseguido e preso em flagrante. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva no dia 14/03/2024 Oldenir ainda bateu seu automóvel com outra viatura de polícia que o perseguia, persistindo a perseguição até a via S1, entre a Torre de TV e o Edifício Brasil 21, colocando em risco os demais usuários das vias públicas de transporte.

Homem preso suspeito de matar padrasto em Niterói responde a processo na Justiça do Rio acusado de envolvimento em acidente de trânsito com vítima fatal. Polícia alegou embriaguez ao volante mas defesa argumentou que ele estava sob efeito de remédios e que foi agredido por policiais e agentes penais

Preso suspeito de matar o padrasto no último fim de semana em Niterói, Oldenir de Almeida Fiho responde a processo na Justiça acusado de ter provocado um acidente de trânsito com vítima fatal na cidasde de Mendes, no interior do Rio. No dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 10hs da manhã, policiais militares realizavam abordagem do veículo conduzido por Oldenir envolvido em um acidente de trânsito com vítima fatal. Segundo os policiais, notaram sinais de embriaguez e na delegacia, Oldenir foi submetido ao exame de alcoolemia. Diante disso, fora autuado em flagrante, como incurso nas sanções previstas no art. 306, do Código de Trânsito Brasileiro. Na época, Oldenir tinha 21 anos e segundo os autos, desde sua adolescência, sofria com distúrbios psiquiátricos e psicológicos que, faziam com que sua vida fosse vivida de maneira artificial sob a dependência de medicamentos muito fortes que o deixavam fora da realidade. Segundo sua defesa, no dia do acontecimento, Oldenir estava sob efeito de remédios e isso, em nenhum momento, foi levado em consideração pelo simples fato de alegarem, erroneamente, que o mesmo estava alcoolizado e drogado. A defesa argumentou que ele preso, só iria trazer piores consequências para todo mundo, inclusive para o sistema penal, pois, o mesmo, dependia totalmente dos cuidados familiares o que sabemos que a estrutura do sistema prisional não é suficiente para determinadas situações de tratamento. Alegou a família dele que Oldenir jamais faria algo parecido em sã consciência e sim totalmente dopado como estava. Argumentou ainda que os trâmites da delegacia de Mendes/RJ, não foram condizentes com a realidade, tendo várias falhas no momento da lavratura do auto de prisão em flagrante, até a apreensão da moto (veículo que estava com a vítima na hora da colisão). A defesa disse nos autos que Oldenir foi para o hospital penitenciário de Bangu/RJ, por conta que foi covardemente agredido e ficou muito ferido pelas atitudes violentas dos policiais e agentes penitenciários. A defesa informou ainda na época que a família se comprometeu com toda a parição do mesmo perante a justiça e a qualquer juízo que for recrutado para prestar quaisquer depoimento o que não teve a oportunidade digna na delegacia onde foi lavrado o flagrante. Suspeito de matar padrasto e balear a irmã em Niterói é preso Segundo a Polícia Civil, Oldenir matou o padrasto Rudson Fernando da Silva Barreto e baleou a própria irmã em Niterói. Ele foi preso nesta segunda-feira (19) pela Delegacia de Homicídios de Niteríoi e São Gonçalo. Ele estava com uma arma. O corpo de Rudson foi levado para o IML de Tribobó. Ainda não há informações sobre horário e local de enterro. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Oldenir já cumpriu prisão domiciliar por atropelar PMs no Distrito Federal após ser abordado quando estava no carro com uma menor de idade em 2024. Ele também respondia por atropelar e matar um entregador dos Correios em 2022. Caso no DF Em 2024, Oldenir foi preso depois que tentar atropelar dois PMs, bater no carro dos agentes e tentar fugir. Os policiais o abordaram quando ele estava no carro com uma menor de idade. O homem tentou escapar, mas os policiais atiraram diversas vezes no veículo até conseguirem prendê-lo. Oldenir foi autuado por tentativa de homicídio, porte de substância entorpecente para consumo pessoal, corrupção de menores, resistência e embriaguez ao volante. Naquela época, ele já era foragido da Justiça por causar a morte de um entregador dos Correios ao atingir, com sua caminhonete, a moto pilotada por um homem de 56 anos

PM apreendeu quatro fuzis no Chapadão (CV)

Policiais do 41º BPM (Irajá) apreenderam quatro fuzis no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, durante uma operação realizada na manhã desta segunda-feira (19). A ação teve como foco conter a atuação de criminosos envolvidos em disputas territoriais na Zona Norte do Rio. Durante a operação, houve troca de tiros e os suspeitos fugiram por uma área de mata após se esconderem em um imóvel abandonado, onde os armamentos, além de munições e carregadores, foram encontrados. Não houve feridos, e o policiamento permanece reforçado na região. Com a apreensão, sobe para 36 o número de fuzis retirados de circulação pela Polícia Militar neste início de ano.

PM matou dois em Ricardo de Albuquerque

Dois homens foram mortos próximo da estação de trem de Ricardo se Albuquerque neste sabado. . A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de dois homens, ainda não identificados. De acordo com informações preliminares, dois homens atiraram contra policiais militares. Os agentes alvejaram os criminosos, que vieram a óbito. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares em patrulhamento pela Rua Cachambi, foram alertados de que dois indivíduos em uma motocicleta, cujas características foram repassadas, estariam praticando roubos no local.  Diante das informações os suspeitos foram avistados e houve perseguição até a praça de Ricardo de Albuquerque, onde foram alcançados. No momento da abordagem eles dispararam contra os agentes e houve reação. Eles ficaram feridos e não resistiram aos ferimentos. Uma pistola foi apreendida. Ocorrência registrada na 31ªDP. 

TERESÓPOLIS: PMs adentraram clandestinamente na casa de suspeito de tráfico e ao encontrarem drogas, foram para a delegacia e atribuíram falsamente a ele a acusação de oferecer propina para não ir preso

Depois de dois anos, a Auditoria da Justiça Mlitar abriu processo contra quatro PMs suspeitos de invadirem a casa de um homem suspeito de tráfico de drogas em Teresópolis e depois te terem encontrado entorpecentes no local, atribuíram falsamente ao homem a acusação de ter oferecido propina para não ser preso. O fato ocorreu em 6 de março de 2023. Os PMs adentraram landestinamente, na casa da vítima B.M.S e lá permaneceram no local durante um tempo de acordo com imagems das câmeras corporais. Um outro policial ficou do lado de fora fazendo a segurança do perímetro. Os PMs foram até lá após receberem informações de que B.M.S estaria traficando no interior de sua casa,. Eles foram ao endereço sem realizar contato prévio com os moradores, Posteriormente, os PMs envolvidos mputaram a B.M.S -o crime de corrupção ativa, de que o sabiam inocente. Na ocasião, os agentes da lei após adentrarem o imóvel da vítima, realizaram revista domiciliar e localizaram diversas sacolas com drogas na laje da casa. Ato contínuo, os denunciados procederam à 110º DP para lavratura do auto de prisão em flagrante em razão da prática do crime de tráfico de drogas, mas declararam falsamente ter a vítima oferecido vantagem indevida para não ser conduzido à autoridade policial. Em razão das declarações prestadas pelos PMs, a autoridade policial instaurou o IP nº 110-01560/2023, que, posteriormente, originou a ação penal nº 0801935-48.2023.8.19.0001, tendo sido imputado a B.M.S, em ambos os feitos, o crime de corrupção ativa. Os PMs foram denunciados e respondem a processo por violação de domicílio e um outro processo por corrupção passiva. .

Processo judicial traz mais detalhes sobre como PMs furtaram fuzil abandonado por traficantes durante megaoperação na Penha e no Alemão (CV). Envolvidos queriam até posar para foto com a arma e a desmontaram para esconder em uma mochila

Processo na Justiça traz mais detalhes sobre como PMs envolvidos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 121 mortos furtaram um fuzil avaliado em cerca de R$ 30 mil deixado por traficantes durante um confronto. Na ocasião, os agentes de dentro do terreno da residência entraram em confronto armado com criminosos que ao se evadirem deixaram caído ao chão o fuzil citado. As imagens captadas por câmera corporal mostram que o PM Xaropinho denunciado S. arrecada o fuzil em questão, que se encontrava caído em plena via pública, sendo que, não é possível visualizar o que ocorre em seguida porque outro PM, Martins, obstrui sua câmera corporal visando garantir que a arrecadação do armamento não fosse devidamente registrada A câmera corporal portada pelo PM Coutinho, capta diálogo seu com o denunciado Marcelo em que aquele pergunta “eu vou tirar e colocar na minha mochila de novo, está separado, pode botar nesse daí?” Marcelo, então, questiona, “vou colocar lá atrás no banco, valeu? porque eu vou levar de novo, porque eu vou tirar e levar minha mochila de novo, tá separado”. Em seguida, Marcelo perguntou a Coutinho. “você colocou na sua mochila?”, ao que este responde: “está dividido, eu desmontei”. Depois, os PMs Marcelo e Renato determinam que Coutinho vá “tirar uma foto com ele lá” (se referindo ao fuzil e ao denunciado Xaropinho); ao que Coutinho responde que “tem muita gente aqui” e Xaropinho, então, afirma: “pô, tem que ir para um lugar deserto, colocar na caçamba”, complementando ainda: “lá pra cima tem umas ruas desertas dessas aí”. Logo após, os PMs ingressam em viatura não identificada quando, “pode ser ouvido som semelhante com manuseio de armamento, manuseio de ferrolho, alavanca de manejo ou até mesmo montagem de algumas peças”, o que torna evidente que os PMs , assim como tinham plena ciência do fuzil arrecadado e atuou, como todos os demais, na consumação do delito, eis que, o referido armamento jamais foi apresentado em sede policial.

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

Cachulé era figura de destaque no tráfico na Ilha desde os anos 2000

Morto pela polícia de hoje, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, era figura de destaque na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, desde os anos 2000, logo após a milícia ser expulsa do local. Ele era segurança na quadrilha em 2004/2005 e com a morte de Andre Negão, Cachule teria progredido na organização, que passou a ser comandada naquela época por uma mulher conhecida como Rose Peituda. No princípio, Cachulé chegou a ser itinerante na hierarquia, hora ocupando a função de gerente hora como soldado. Naquela época, Cachulé chegou a ficar um tempo afastado do tráfico devido a uma enfermidade mas logo retomou seu posto. Com a prisão de Peituda, o bandido passou a exercer o comando do Barbante junto do companheiro de Rose, vuilgo Vascaíno. Cachulé foi preso em 2009 e o comando da quadrilha passou a ser de Drácula. Em novembro de 2022, Cachulé determinou a invasão da comunidade do Dendê, também na Ilha. Na ocasião, ordenou que seus comparsas matassem moradores locais Na ocasião, um homem que transitava a pé pela comunidade foi executado com cinco tiros.

Cachulé chefão do CV na Ilha foi morto pela PM

Na tarde desta sexta-feira (16/1), a Secretaria de Estado de Polícia Militar neutralizou o criminoso Wagner Barreto de Alencar, de 45 anos, conhecido como “Cachulé”, apontado como o chefe do crime organizado na Comunidade do Barbante, também conhecida como Vila Joaniza, localizada na Ilha do Governador, Zona Norte da Cidade do Rio. Em uma ação conduzida pelo 17º BPM (Ilha do Governador), em conjunto com o Grupamento Aeromóvel (GAM) da Corporação, as equipes interceptaram o veículo onde estava o criminoso, no interior da Comunidade do Barbante.Houve resistência armada e confronto. Wagner Barreto foi atingido e socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire, porém não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos durante a ação.“Cachulé” era responsável por realizar ataques armados contra o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da Polícia Militar na região e era foragido do sistema penitenciário desde 2016. As equipes isolaram a área e a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital foi acionada.

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