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MILICIA

Milícia alvo de operação hoje na Baixada já era investigada há quase dez anos. VEJA DETALHES DE SUA ATUAÇÃO

Uma investigação antiga revelou que a milícia alvo de operação hoje pelo Ministério Público Estadual atuava na região do Bairro da Grama, em Nova Iguaçu (Grupo A) e nos bairros Bela Vista, Nova Aurora e Shangri-La, em Belford Roxo, aos quais é atribuída a prática de variados delitos, incluindo homicídios, extorsão de comerciantes por meio da imposição de taxas de segurança, agiotagem, além da exploração de atividades típicas de milícia. O bando atuava como um grupo de extermínio e só depois eles vieram “com esse negócio de milícia, de cobrar taxa”. Todos os homicídios atribuídos aos dois grupos criminosos objeto destes autos têm como característica marcante o emprego de múltiplos disparos de arma de fogo O bando começou a ser invetigado em 2016 a partir principalmente depois que um indivíduo da milícia de Nova Aurora fez contato com um dos alvos de Nova Iguaçu e então passaram a investigar também o grupo de Belford Roxo. Um dos bandidos ligou para algum dos membros do grupo da Grama (Baiano, salvo engano), para tratar de alguma situação relativa a informações que o batalhão estaria reunindo sobre os dois. A atividade essencial era empréstimo a juros, com ameaça e extorsão. Havia depósitos de gás, tomada de casas para aluguel, cobrança de taxas de segurança e taxa de água. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Deco, era o braço armado do grupo da Grama na éopca e, mais depois, assumiu a liderança. O grupo torturou três adolescentes. Nas interceptações, os investigados diziam que deram uma coça nos meninos porque os pegaram roubando na localidade.Uma mulher chamada Janice foi capturada e depois foi executada. Os indivíduos faziam cobranças dos comércios e do moto-taxi. Havia divisão de valores entre os membros. Cada um ficava com um percentual. Havia vários homicídios atribuídos ao grupo. As testemunhas arroladas na denúncia foram vítimas de extorsão que foram ouvidas na delegacia, Elas tinham muito receio pela fama de violência do grupo. Os milicianos usavam armas de fogo e havia informação de que possuíam dois fuzis na época, mas não foram encontrados. Os grupos investigados respeitavam cada um o seu território. Uma das condições do acordo de colaboração era fazer a cirurgia do colaborador. O colaborador transitava entre os dois grupos. Integrava efetivamente o grupo de Belford Roxo, mas também frequentava festas do grupo de Nova Iguaçu. O inquérito se iniciou com a denúncia de que um miliciano liderava a organização de dentro do presídio. Houve uma situação em que ele pedia que a esposa pegasse dinheiro e levasse para o presídio e a conversa dá a entender que seria dinheiro de cobranças. . Havia comentários sobre o “bonde do trem”, que se dedicava a execuções e repressão de crimes na região. Foi identificado um episódio em que três jovens foram capturados e torturados pelo bonde do trem. Um diálogo mencionava que os três jovens foram pegos com uma arma de fogo e receberam uma “massagem”. Também diziam que uma viatura passou pelo local, na região do beira-linha, e isso impediu que os jovens fossem executados. Em Nova Iguaçu havia muita informação sobre agiotagem. Havia cobrança de taxas pelas vagas nos pontos de moto-taxi. Havia prática de atividades de segurança. Há uma conversa que fornece fortes indícios de que uma furtadora foi capturada e morta pelo grupo. Há informações que sugeriam a exploração de atividades de vans. A milícia investigada ainda não possuía a estrutura que têm as milícias de hoje, mas ficou evidenciada a prática das atividades de forma bem costumeira. Havia preocupação em coibir atividades criminosas e manter o controle da área. A convivência entre os dois polos era de paz. Um dos líderes do grupo de Belford Roxo era um PM que foi flagrado em uma conversa em que demonstrou certo descontentamento por uma operação da P2 que estaria sendo realizada sem o seu conhecimento. Com base no que foi interceptado, uma equipe da P2 estaria atuando na área de domínio da organização e, quando essa notícia vem, o PM miliciano deu a entender que assumiria o controle dessa equipe e que, por ordem dele, essa equipe pararia a atividade e passaria a se reportar a ele A milícia cobrava dos comércios e decretou a ordem de que só podia comprar gás com as revendas deles. Também explorava gatonet e kombis. Era normal os milicianos andarem armados na localidade. Quando surgiam boatos sobre tráfico de drogas, “a Milícia ia lá e matava”, Um miliciano tinha uma foto de perfil com os dizeres: “Deus julgará os meus inimigos, eu apenas providencio o encontro. Nova Iguaçu, bonde do trem”

MP prendeu 11 milicianos na Baixada

O Ministério Público do RJ cumpriu mandados de prisão contra 11 integrantes de uma milícia que atuava em Nova Iguaçu e Belford Roxo, nesta quarta-feira (20/08). As investigações do GAECO/MPRJ revelaram que o grupo praticava extorsões semanais contra comerciantes, motoristas de vans, mototaxistas e empresas de internet e TV a cabo. Os pagamentos eram exigidos em espécie ou por transferência bancária, sempre sob ameaças de agressões, incêndio de bens e até execução.A operação, batizada “Reinado Dividido”, demonstrou que, mesmo preso, Jefferson Constant Jasmim, conhecido como Deco ou 01, liderava a organização criminosa. Ele autorizava extorsões, controlava recursos, organizava a compra de armas e planejava atos violentos. As investigações também identificaram a participação de Bruno Feliphe de Sousa Queiroz, apontado como gerente operacional; Michael Fernando Griebeler Borges, o Big Mac, responsável por cobranças e repasses financeiros; e Renato dos Santos Marques, o Renatinho, encarregado de extorsões e intimidações armadas .O Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado pelo GAECO/MPRJ também constatou que o grupo disputava território com outras milícias, como as lideradas por João Teixeira dos Passos, o Jota da Grama, e Gilson Ingrácio de Souza Júnior, o Juninho Varão. Essa rivalidade impôs um clima de terror à região, levando vítimas a relatar que viviam sob um “reinado dividido”. A atuação da organização se estende, pelo menos, desde 2023 até o presente, com forte presença nos bairros Miguel Couto, Parque Ambaí, Itaipu e Shangri-lá.

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ estão na bola para sererm expulsos da corporação

Dois PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que pode levá-los a expusão da corporação após serem denunciados pelo MPRJ pelo crime de organização criminosa, sequestro e cárcere privado e comércio de armas de fogo. Eles estão envolvidos em um grupo de extermínio cuja clientela seria composta por personagens ligados à atividade de contravenção e milícia no Estado do Rio de Janei-ro, em especial a organização criminosa denominada “O novo escritório do crime”. O grupo realizava a vigilãncia, levantamento de dados e o monitoramento das vítimas, resultando na execução sumária destas “em plena luz do dia”, mediante múltiplosdisparos de arma de fogo. Por conseguinte, os executores recebem valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. O bando agiu a mando da quadrilha do contraventor Rogério de Andrade. Eles recebiam valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. A investigação revelou que a execução das vítimas da organização criminosa ocorre no modus operandi. Exemplo impactante de um dos delitos brutais de homicídio. Um deles foi de Fábio Romulado Mendes, ocorrido em 29SET2021, por volta das 09h, na Estrada dos Bandeirantes, bairro Vargem Pequena, A execução de Fábio foi encomendada pelo miliciano Batata que pagou ao PM Bruno Esquilo, um dos que poderão ser expulso, além de Papa e Rodriguinho. para que estes efetuassem o trabalho de planejamento, levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima a fim de que não houvesse falha na empreitada criminosa, o que consequentemente, culminou com a consumação do crime. Uma testemunha afirmou que Bruno Esquilo é responsável pela segurança na localidade conhecida como Caixa D‟Água em Padre Miguel e disse que o grupo era comandado por Rogério Andrade e tem como chefe um dirigente da Mocidade Independente de Padre Miguel, seguido por Batata, seu braço-direito e depois Bruno Esquilo, depois Papa, Muniz e Vitinho. A testemunha disse que uma semana após o crime ouviu uma conversa de Esquilo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata, ambos falavam sobre a dificuldade de executar o crime, tendo em vista que Fábio andava de veículo blindado, e, por isso, seria preciso usar um fuzil de calibre 7,62 e que na Estrada dos Bandeirantes. Depois do crime, Bruno ficou sumido por um tempo e quando voltou, disse que ele e os comparsas tinham pego o cara. Além disso, antes do crime Bruno estava sem dinheiro e depois do crime, o policial apareceu com muito dinheiro; Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, Constam, ainda, os indícios da participação de Esquilo na morte no nacional Neri Peres Júnior no dia no dia 04OUT2021, por volta das 12h50min, na Avenida do Canal, bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. Restou apontado que a execução de Neri foi encomendada por Batata ”, que remunerou o militar com vistas ao levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima, Convém esclarecer, que a atuação do grupo criminoso em comento, não se limitava à prática de homicídios, sendo constatada também a prática da atividade de comércio ilegal de arma de fogo. O outro PM vulgo Briggs ers o responsável pelo fornecimento de arma de fogo e de munições de calibre restrito ao grupo criminoso, O Novo Escritório do Crime. Esquilo negociou a compra de armas de fogo, munições e carregadores. Os PMs também fizeram fraude para recebimento de valor de seguro e recebimento de pagamento mensal da milícia de Curicica, liderada por André Boto. Urge salientar que os materiais bélicos adquiridos pela organização criminosa são oriundosde apreensões realizadas pela Polícia Militar, do PM, utilizando-se da corporação e de suas funções institucionais em benefício próprio e de seus comparsas, desviavam os materiais apreendidos com o fito de alimentar belicamente a organização criminosa. Foi captada uma conversa de Esquilo e Boto, que entre os dias 28 e 29 de agosto de 2021 sequestraram um homem As conversas apontam que a vítima foi libertada por ser conhecida na região e, possivelmente por ter contato com outros criminosos, razão pelaqual a manutenção do seu cárcere poderia causar problemas à malta em razão de eventuais atritos com outras organizações criminosas. A execução do sequestro da vítima foi perpetrada por Esquilo com auxílio de Boto e de Vitinho Fubá. As investigações apontam que as tratativas para compra de armas de fogo se deram inicialmente entre Esquilo e o falecido milciiano Playboy da Curicica. Foi o miliciano que encaminhou ao PM o contato de Briggs à época lotado no 14o BPM, com quem ele passou a negociar, em benefício da organização criminosa, armas, carregadores e munições, armamentos desviados de operações policiais.

PM leva a conselho disciplinar que poderá expulsar sargento que foi preso com veículo usado em comboio de milicianos no Catiri

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina, que pode decidir pela expulsão, de um sargento que foi preso com um carro que havia sido flagrado em um comboio de milicianos no Catiri, em Bangu, no final de julho. No dia 30 de julho de 2025, por volta das 12h, agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), atuando em conjunto com a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE), realizaram a abordagem de um automóvel da marca Toyota, modelo Corolla Cross, de cor branca, que trafegava pela Avenida Brasil, na altura do número 23.800, sentido Campo Grande, bairro de Guadalupe, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ. A abordagem foi motivada por informações repassadas pelos setores de inteligência da PRF e da DRACO, que identificaram o referido veículo como supostamente clonado e vinculado a atividades ilícitas. Durante a inspeção, confirmou-se que o automóvel ostentava a placa RTT-0F15, com indícios de adulteração, sendoposteriormente constatado que a verdadeira identificação do veículo correspondia à placa SRD-5D26, constando como roubado na cidade do Rio de Janeiro em 9 de maio de 2025. No interior do veículo encontrava-se como único ocupante o sargento Félix, então lotadona UPP do Jacarezinho, que, ao ser indagado sobre a posse e destino do automóvel e dos objetos transportados, afirmou que estaria realizando o transporte de armamento da comunidade da Maré com destino à região do Catiri, situada no bairro de Bangu, Zona Oeste da cidade. Durante a revista veicular, os agentes localizaram e apreenderam o seguinte material bélico: Importa registrar que, conforme amplamente noticiado pelos veículos de imprensa locais, o veículo conduzido pelo militar integrou um comboio de aproximadamente sete automóveis, que circularam na comunidade do Catiri, em Bangu, durante o fim de semana que antecedeu a prisão, portando armamento pesado e com forte indício de vinculação a grupo miliciano atuante na região. Imagens captadas por drone, compartilhadas com órgãos de segurança, identificaram o Corolla Cross branco conduzido pelo acusado como um dosveículos do comboio. A ação teria motivado, inclusive, confronto com grupo rival vinculado ao tráfico de entorpecentes, resultando, inclusive, em ao menos um civil ferido.

Suposto traficante do CV gravou vídeo acusando milicianos de Rio das Pedras de extorquirem comércios em nome da facção

Um suposto traficante usou as redes sociais para denunciar que milicianos de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, estariam usando o nome de bandidos do Comando Vermelho para extorquir comércios na região. Ele divulgou uns papéis que estariam sendo distribuídos pelos milicianos com os nomes de alguns integrantes do CV como BMW, Gadernal, e Tropa do Urso com os valores a serem pagos e a chaves pix para ser realizado os depósitos. O traficante citou ainda os nomes de alguns milicianos que estariam fazendo isso como Mágico, Pezão, Aranha, entre outros. Segundo denúncias, os paramilitares estavam cobrando R$ 350 por mês de pequenos comércios, agora e estariam extorquindo empresas de grande porte para cobrar taxas na região de Jacarepaguá. Os relatos indicam que o valor mensal arrecadado fica em torno de R$ 10 mil. Por causa das taxas altas, muitas lojas estariam fechando. Na localidade do Pinheiro, os milicianos estavam cobrando 50 reais de cada casa por mês. .

Miliciano ligado a sucessor de Zinho disse que rival que disputa com ele áreas em Santa Cruz matou muita gente e garantiu proteção policial a colaborador da quadrilha

Foram divulgadas novas conversas do miliciano ligado a PL (sucessor de Zinho) que foi citado no inquérito que apurou o braço político do maior grupo paramilitar do Rio. No diálogo, ele critica o rival Vaguinho, com quem disputa áreas em Santa Cruz, dizendo que ele matou muita gente, como moradores e viciados e mesmo assim tem muita gente que ainda ‘baba ovo’ dele. E afirmou que se os ‘crias’ que estão na área de Vaguinho quiserem ficar com ele, o PL vai abraçar. O miliciano afirmou ainda que nunca matou ninguém e quando alguém vacilava com ele, lhe afastava do grupo mas nunca o matava. Falou no entanto que mexerem com o bolso dele e sua hombridade. Ele disse ainda que conversou com PMs para dar proteção a um colaborador da quadrilha

De ovo até cigarro. Veja lista de supostos itens que comerciantes estariam sendo obrigados a comprar com integrantes da maior milícia do RJ

Foi divulgada nas redes sociais uma suposta lista de itens que comerciantes estariam sendo obrigados a comprarem com integrantes da maior milícia do Rio que age nos bairros de Santa Cruz, Campo Grande, Cosmos, Paciência e Guaratiba e que tem como chefe hoje PL ou Jorjão. Detalhe: os produtos são vendidos pelos criminosos ao dobro do preço.

CV voltou a atacar milicianos em Itaguaí e deixou um baleado

Na última madrugada, traficantes do Comando Vermelho atacaram a comunidade da Ponte Preta, em Itaguaí e trocaram tiros com os milicianos. Um paramilitar teria sido baleado, Segundo relatos, a milícia do Chaperó está ficando cercada. . A única barreira que impede o CV de tomar Itaguaí toda é a comunidade do Carvão(TCP). A facção pretende formar um complexo na cidade e ficar mais próximos de Santa Cruz. O CV tá expandindo em Itaguaí e a milícia não está conseguindo segurar esse crescimento.

Miliciano citado em inquérito que investigou braço político do maior grupo paramilitar do RJ estaria envolvido em guerra em Santa Cruz

O miliciano que teve convesa vazada na Internet negociando o apoio de um colaborador para obter informações sobre quadrilha rivaç foi citado em inquérito qie apurou o braço político da milícia de Zinho. Segundo a organização da milícia, ele teria por direito o comando das comunidades da João 23 e Horto, em Santa Cruz, que já estiveram sob seu domínio no passado mas que hoje estão sob comando do grupo inimigo liderad por Vaguinho que tem o apoio de Juninho Varão Na conversa com o colaborador, o miliciano cita o nome de PL, que hoje comanda o bando de Zinho, e pede ao colaborador um voto de confiança e que ninguém vaif ficar sabendo da sua ajuda. O colaborador afirmou que tem muita gente da Baixada, do Juninho Varão, morando na Reta da João 23 e o miliciano disse que já estava savendo porque tem outros informantes. O miliciano disse que eles precisam se unir para poderem entrar nas áreas rivais como já vêm entrando. Faloui que é questão de tempo em razão das ‘porr.1 que vêm dando. Chegiou a falar que ”é tudo nosso’ e o ‘bagulho é todo meu’ e que ‘está para acontecer outras paradas’. Falou também que o ‘lado certo é aqui’ e o ‘Varão é um cara da Baixada e quer dominar tudo.’. No diálogo, o miliciano afirmou ainda que rompeu com Vaguinho alegando que ele era um cara difícil de lhe dar e que o rival se apoiou no Varão porque não tinha ninguém para lhe ajudar.

CV impôs regras em comunidade tomada da milicia em Manguinhos

A comunidade do Amorim, em Manguinhos, foi tomada recentemente pelo Comando Vermelho, que expulsou a milícia da região e impôs novas regras aos moradores, como retirada de câmeras de segurança, proibição de contato com policiais e exigência de baixar vidros e apagar faróis ao entrar de carro. Apesar de pequeno, o local é estratégico por sua proximidade com a Avenida Brasil, a Linha Amarela e o conjunto de Manguinhos. O CV também é investigado por extorsão a moradores e comerciantes. A área fica próxima à Fiocruz e ao Hospital Federal de Bonsucesso, em meio à disputa entre facções e milícia.

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