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homicídios

Depois de quase dois anos, Justiça decretou prisão preventiva de traficantes suspeitos da morte de policial que foi carbonizado em Niterói

Depois de quase dois anos, a Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Bigode, Amaral e Di Égua suspeitos da morte de um policial em 2023, no bairro do Pé Pequeno, em Niterói. A vítima Saltiel Paula Class foi assassinado no dia 26 de setembro daquele ano. O delito foi praticado mediante o uso de fogo, visto que o corpo da vítima foi encontrado carbonixado dentro de seu automóvel. Testemunhas disseram que afirmaram que os autores do homicídio contra o policial seriam os “frentes” da boca de Maria Paula, entre eles Bigode, Amaral e outros traficantes. Outros bandidos chegaram a ter a prisão temporária decretada pelo crime mas a Justiça revogou. Alguns destes envolvidos_ incluindo Di Égua_ tiveram as prisões temporárias decretadas também pelo homicídio de Pedro Carlos Nascimento, que teve o corpo carbonizado encontrado no interior do próprio veículo na Estrada Muriqui Pequeno, em Maria Paula, na mesma cidade. FONTE: TJ-RJ

Três pessoas foram assassinadas em Nova Iguaçu

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga as mortes de Anderson Luis Lira de Lima,  Jean Kayky Pereira da Silva e uma terceira vítima, ainda não identificada. Os três foram assassinados na tarde de hoje no bairro da Grama em Nova Iguaçu. Duas das vítimas estavam dentro de um carro, que foi alvejado por diversos disparos. O veículo ficou com várias marcas de tiros. A terceira vítima foi encontrada morta dentro de uma loja de bicicletas, próxima ao local onde o automóvel foi atacado. A área é dominada por milicianos e recentemente outras quatro pessoas foram mortas na região. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos. FONTE,: PCERJ

Chegou para o MP denúncia de que contraventor alvo de atentado ontem na Barra teria supostamente se reunido com outros bicheiros em março para tramar mortes e atrapalhar investigações da DH sobre homicídios. Caso, no entanto, foi arquivado

O MPRJ recebeu uma denúncia (Notícia de Fato (Peça de Informação) nº 02.22.0010.0027033/2025-21) que foi arquivada de que no dia 10 de março deste ano o contraventor Vinicius Drumond teria participado de uma reunião na Barra da Tijuca com outros bicheiros. Ele foi alvo de atentado ontem na Barra da Tijuca. Na ocasião, todos teriam chegado acompanhados de muitos carros com muitos seguranças, sendo muitos deles supostos matadores de aluguel. A suposta reunião teria sido para tratar sobre como atrapalhar e ter mais acesso pra travar mais as investigações dos homicidios do grupo na Delegacia de Homicídios e tambem trataram sobre matar outros desafetos da quadrilha. A denúncia diz que no encontro teria ocorrido um desentedimento entre Drumond e um bicheiro por causa das cobranças sobre postura que esta trazendo exposição para o grupo e riscos de prisões pelas mortes que eles teriam cometido. O MP recebeu ainda que o grupo teria conversado tambem sobre alguns desafetos que poderiam estar atrapalhando e o bando estaria organizando as mortes destes opositores. O denunciante disse que se a delegacia e o MP fosse rápido até o condomínio poderia pegar as câmeras de acesso e filmagem de dentro do conjunto e confirmar que essas informações eram verdadeiras e ver o grupo todo junto se reunindo para tramar novas mortes Segundo os autos, o Ministério Público disse ter verificado que a dinâmica dos fatos não se baseou em nenhum elemento que permita a verificação da materialidade, com ausência de testemunhas. Assim, o comunicante não conseguiu estabelecer uma narrativa coerente e lógica, nem apresentou elementos mínimos que permitissem definir um ponto de partida para a persecução penal. Além disso, a notícia-crime é anônima; portanto, devido à ausência de dados qualificativos do denunciante, não foi possível localizá-lo. Por isso, a Ouvidoria não recebeu a denúncia anônima quando esta for desprovida de elementos probatórios mínimos e carecer de fundamentação. Deixo de cumprir o disposto na Resolução GPGJ n. 2.573/2024 pelas seguintes razões: 1. Noticiante anônimo; 2. Não há vinculação com qualquer registro de ocorrência/delegacia; 3. Não há indiciamento formal, tampouco investigação instaurada que justifique ciência das pessoas citadas. Rio de Janeiro, 19 de março de 2025 FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Traficante do CV preso ontem em motel em Caxias é investigado por mais de 20 homicídios em Teresópolis, inclusive de inocentes

A Polícia Civil afirmou que o traficante Gorilão do Comando Vermelho, preso ontem em um motel em Duque de Caxias, teria sido responsável por mais de 20 homicídios em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Segundo a polícia, o bandido causava verdadeiro terror: mandava matar quem ele suspeitava que estivesse colaborando com a polícia. Alguns inocentes também acabaram sendo vítimas dessa guerra pelo controle do tráfico, Gorilão estava tentando ocupar espaços da facção Terceiro Comando Puro gerando conflitos que deixaram pelo menos dez mortos nos três primeiros meses deste ano. O traficante mandava matar os líderes da regiões para ele poder ocupar o espaço. O criminoso já tentava controlar serviços ilegais como o chamado ‘gatonet’, e pretendia colocar barricadas em comunidades para impedir a entrada da polícia. FONTE: PCERJ

TCP e milícia atacaram o CV na Praça Seca e se deram muito mal : perderam homens e fuzis

Traficantes do TCP, com apoio da milícia, realizaram um ataque na favela do Bateau Mouche, na Praça Seca. Segundo relatos, os rivais do Comando Vermelho já esperavam pelo ataque, reagiram, resultando na morte de quatro integrantes do TCP/milícia. Um outro criminoso conseguiu fugir, mesmo ferido. Na tentativa frustrada de “baque”, o grupo perdeu quatro fuzis. Um dos mortos é o bandido conhecido como “Negão”, Ex-membro da milicia do.Batô, estava baseado na Cabeça de Porco, na Taquara. O outrro seria o Pezão da Chacrinha, que também era miliciano do Batô. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção e Bau do Rio OFC e Submundo Criminal (Telegram)

Bandido confessou que traficante mandou ele matar líder comunitária em Vargem Grande e também executar outro homem

Um traficante confessou ter recebido a ordem para matar Frauzenete Soares da Silva, vice-presidente da associação de moradores de Vargem Grande. Segundo ele, a determinação partiu do criminoso conhecido como GB. O bandido acrescentou que todas as mortes ocorridas na região de Vargem Grande e Vargem Pequena precisam ser autorizadas pelo traficante de vulgo GB. Segundo relatos, era comum em conversas os criminosos da facção Terceiro Comando Puro falarem e se gabarem das execuções cometidas… “ O assassino confesso disse que pegou a arma usada no crime na boca de fumo do Canal, Contou ainda que recebeu a ordem de GB para matar um outro homem, de vulgo Ferrugem, mas não sabe dizer a motivação., apenas iria cumprir as ordens. FONTE: TJ-RJ

Depois de 16 anos, Justiça fixa em 90 anos em regime fechado pena de PMs acusados de matar seis pessoas no Morro da Coroa. RELEMBRE O CASO

A Justiça fixou em 90 anos em regime fechado a pena de três PMs acusados das mortes de seis pessoas Morro da Coroa, no Catumbi, em 2009 e determinou a imediata prisão dos militares. No dia 2 de abril de 2009, por volta de 17 horas e 30 minutas, no Morro da Coroa, bairro do Catumbi, no local em que se situa o Bar do Rubens, os denunciados, com vontade livre e consciente de matar, efetuaram disparos de arma de fogo contra Josenildo Estanislau dos Santos, Gabriel Borges Correa Avila, Gregory Marinho Castilho, Luiz Cesar de Castro Alves, Diego Edilson do Carmo e Rafael Martins. Tais ferimentos, por sua natureza e sede, em sua grande maioria na cabeça e pelas costas, foram a causa das mortes das vítimas. Os denunciados, todos policiais militares em serviço – segundo alegaram por determinação superior – realizavam incursão no citado morro, tendo em dado momento detido as vítimas e as levado para o local em que decidiram consumar os homicídios. As provas orais e testemunhais colhidas ao longo da investigação rechaçaram a tese de legítima defesa lançada pelos policiais em seus depoimentos por ocasião da apresentação da ocorrência em sede policial, tendo se demonstrado que agiram com violência imoderada e desnecessária, sem que tenham comprovado haver sofrido qualquer ataque. Ainda buscando dar aparência de licitude aos atos violentos que cometeram e sob o pretexto de prestar socorro às vítimas, os denunciados transportaram os cadáveres para o Hospital Municipal Souza Aguiar, não obstante a evidente letalidade dos ferimentos que haviam provocado, demonstrada à abundância nos esquemas de lesões que ilustram os autos de exames cadavéricos. Agiram os denunciados por motivo torpe, eis que se vingaram das vítimas indiscriminadamente sob o falacioso fundamento de que seriam traficantes, o que ainda verdadeiro jamais os autorizaria a praticar o “justiçamento sumário” que perpetraram. Do mesmo modo, a descrição minuciosa dos ferimentos suportados pelas vítimas demonstra que os denunciados agiram de forma anão lhes permitir qualquer chance de defesa e nem mesmo a tentativa de fuga ou rendição. A participação de cada um dos denunciados no conjunto de homicídios, ainda que, em relação a alguma das seis vítimas tenha consistid numa atitude corporal inerte, redundou em força moral cooperativa, pela certeza da solidariedade entre todos, tendo eles mantido odioso pacto de silêncio da verdade ao longo de toda a investigação Laudos de Exame de Necropsia revelaram que todas as vítimas foram executadas sumariamente, com disparos pelas costas, mormente na região da cabeça, à curta distância, com trajetória de trás para frente e de cima para baixo, sendo certo que várias apresentavam orla de tatuagem, o que definitivamente aniquila a tese de que os apelantes teriam agido acobertados por uma excludente de ilicitude, que foi devidamente rejeitada pelos Jurados. FONTE; TJ-RJ

PM prende chefão do CV de Teresópolis em Duque de Caxias

A PM e o MPRJ fazem operação hoje contra traficantes do Comando Vermelho que atuam em Teresópolis que são investigados pelos crimes de homicídio e associação para o tráfico. Três investigados foram presos no curso da operação, entre eles Carlos Eduardo Santos da Silva, o Gorila, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho no interior do Estado. A ação ocorre nas comunidade do Corte Oito, Santuário e Sapo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e em comunidades em Teresópolis, principalmente Quinta Lebrão, Fonte Santa e Paineiras. Nesse período, as investigações permitiram a realização de prisões e apreensões que enfraqueceram significativamente a atuação do Comando Vermelho em Teresópolis. Foram apreendidos mais de 100 kg de cocaína, veículos e diversas armas — incluindo um fuzil AK-47 Kalashnikov — além de cerca de R$ 50 mil em espécie. Ao menos sete integrantes da facção foram presos ao longo das investigações. A ação conta com o apoio da Secretaria de Estado de Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Batalhão de Choque, do Batalhão de Ações com Cães e da Polícia Militar do Espírito Santo, e se concentra no Complexo da Mangueirinha, área sob domínio das facções investigadas. As diligências são resultado de mais de um ano de monitoramento realizado pelo MPRJ, por meio da CSI/MPRJ e do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP/MPRJ). FONTE: MPERJ

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Miliciano mandou mãe parar de procurar adolescente que foi morto por ele e ainda disse que “tinha comido o corpo do seu filho”

Um miliciano envolvido nos homicídios de dois adolescentes em 2020 em Nova Iguaçu foi até a casa da mãe de uma das vítimas onde além de ordenar que ela parasse de “fazer barulho”, disse que “teria comido o corpo do seu filho. A mãe do outro disse que parou de procurar pelo corpo de seu filho por medo de sofrer represálias da milícia que domina o local e não age às escondidas. Houve diversas tentativas da Justiça de intimação da mãe de um deles para comparecimento à audiência de instrução e julgamento dos envolvidos, mas não foi encontrada em nenhum dos endereços indicados pelo Ministério Público. As vítimas Marlon Douglas Alves e Pedro Lucas Lemos Salsa foram mortos a tiros pelos paramilitares. No dia dos fatos, o grupo de milicianos, ocupando um veículo GM/Prisma, cor prata, e um veículo Renault/Duster, cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem no porta-malas do veículo Prisma e os conduziu até o local conhecido como Graxa, onde os adolescentes foram torturados e mortos.Consta, ainda, que os homicídios foram praticados por motivo torpe, pois, além de terem os adolescentes se envolvido com o tráfico de drogasPedro ainda encontrava-se praticando atos infracionais na localidade, bem como que foram praticados mediante emboscada, pois um elemento, enquanto amigo das vítimas e previamente acordado com Jackson, atraiu os adolescentes para a rua, onde foram sequestrados. Na sequência, os criminosos ocultaram os cadáveres dos adolescentes, colocando-os em local incerto e não sabido. Poucos dias após a prática dos homicídios, os milicianos buscando favorecer interesses próprios consistentes em livrar-se do risco de serem incriminados, dirigiram-se à residência da mãe da vítima Pedro, onde, mediante grave ameaça, disseram “para de fazer barulho” e “você deveria ter medo da gente”, incutindo, assim, medo na vítima para que ela desistisse e desacreditasse o registro policial O caso voltou a tona na Justiça este ano pela decisão de transferir o julgamento dos envolvidos para a capital por conta do risco de imparcialidade dos jurados. Alegou-se que o um dos suspeitos integra violenta milícia privada, com atuação voltada para a prática de crimes de extorsão, homicídios, ameaças, causando grande temor nos moradores de Nova Iguaçu e de toda a Baixada Fluminense. FONTE: TJ-RJ

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