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homicidio

Chefão do CV na Maré teve prisão decretada suspeito de mandar matar homem que veio do Espírito Santo se encontrar com traficante do TCP mas entrou em comunidade errada. LEIA TODOS DOS DETALHES DO CASO

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante LC, apontado como um dos chefes do tráfico na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, área do Comando Vermelho. LC é suspeito de no dia 24 de janeiro, privar a liberdade de J.B.F, mediante cárcere privado, causando-lhe grave sofrimento moral e psicológico, na medida em que a vítima foi subjugada por muitos homens desconhecidos e hostis, fortemente armados, que a tiraram do veículo que trafegava, a levaram para um galpão, quando decidiram, na sua presença, se seria ou não morta naquele momento e de mandar matar um homem que veio do Espírito Santo se encontrar com um traficante do Terceiro Comando Puro. A vítima fatal Júlio Coutinho veio do Espírito Santo juntamente com J.B.F motorista de aplicativo contratado, com destino a Comunidade do Timbau, dominada pela facção TCP (Terceiro Comando Puro). Ao errarem o caminho, foram parar na Comunidade Nova Holanda, dominada por traficantes da facção rival CV – Comando Vermelho, oportunidade em que foram abordados por elementos fortemente armados, que determinaram que ambos descessem do veículo. Traficantes do Comando Vermelho mantiveram as vítimas por relevante lapso de tempo subjugadas em um galpão, aguardando a chegada de LC. O bandido decidiu, após consultar integrantes do Comando Vermelho de outros entes federativos, através de grupos de WhatsApp, determinar a morte de Júlio. LC convencido de que a vítima sobrevivente era motorista de aplicativo, determinou que a mesma levasse o corpo de Júlio até traficantes do Terceiro Comando Puro. J.B.F ao se dirigir com o corpo para o hospital mais próximo, encontrou com PMs no caminho.” Ele contou que na data da viagem foi buscar o passageiro que apenas sabe chamar Coutinho. Que ao chegarem ao Rio de Janeiro, ingressaram na comunidade da Maré; Que assim que entraram na comunidade no endereço sito na Rua Bittencourt Sampaio, foram abordados por elementos fortemente armados que determinaram que ambos desembarcassem do veículo; (…) Disse que os traficantes ao identificarem que o destino da corrida era para a comunidade do Timbau cercaram o declarante e “Coutinho” e a pé os escoltaram até a Rua Princesa Isabel com a Rua Carmela Dutra, no interior da comunidade Nova Holanda.; No referido local existe uma estrutura assemelhada a um banheiro, onde foram obrigados a ficar; Que o lugar não era em uma casa apenas uma estrutura; Que durante todo periodo em que ficaram aguardando perceberam a presença de diversos elementos, uns armados e outros não; Que a rotatividade era grande; Que os elementos que estavam armados diziam a todo momento “que eles iriam morrer”; Que os elementos pertencentes ao tráfico de drogas da comunidade Nova Holanda transitavam em motos e sempre portanto armas longas de grosso calibre do tipo fuzil; Que sempre que o declarante e “Coutinho” perguntavam o que os traficantes iriam fazer ou o que estavam aguardando obtinham a resposta de que estavam aguardando a chegada do indivíduo de vulgo “LC” pois somente este teria autoridade para determinar o que seria feito; Que por volta das 20h50min chegou a o local um homem medindo aproximadamente 1,80m, moreno, compleição física forte, voz grave, nariz largo e cabelo baixo; Que ficou sabendo tratar-se do vulgo “LC”; Que “LC” trajava bermuda jeans e uma camisa de tonalidade escura; Que no local “LC” ordenou aos seus comandados que levassem o declarante e “Coutinho” para dentro de uma construção assemelhada a um galpão, coberto e sujo de graxa, passando por uma pequenina porta, através de um muro grande; Que no interior da estrutura foram obrigados a sentarem no chão em cima das mãos; Que neste momento o declarante teve a certeza de que iria morrer e tentou argumentar com “LC” alegando que era trabalhador e teria apenas aceitado a corrida na condição de motorista de aplicativo e que não pertencia a nenhuma facção criminosa; Que nunca teve envolvimento com o tráfico; Que diante do narrado pelo declarante “LC”, teria se afastado junto a outros comparsas por aproximadamente 10 minutos; Que ao retornar “LC” disse ao declarante “Vem cá Uber, aqui a gente não faz covardia com ningupem, liguei para o Espírito Santo e disseram que você é trabalhador, mas ele (apontado para Júlio) ninguém pediu por ele. Nos grupos de Minas, ninguém conhece ele. Então, ele é do TCP mesmo, se eu LC deixar ele sair, serei cobrado depois”. Em seguida, J.B.F ouviu disparos de arma de fogo e que pelo barulho disse ser possivelmente de fuzil; Que os tiros eram ouvidos de dentro do galpão enquanto o declarante era liberado; Que um traficante ordenou ao declarante que pegasse o corpo de “Coutinho” que estava dentro do galpão, já sem vida e ensanguentado e colocá-lo na mala do carro. Que como havia uma caixa de som na mala do carro não havia espaço, sendo portanto colado no banco traseiro do veículo; Que dois traficantes entraram na frente e o declarante percebeu que pelo menos o carona portava arma de fogo do tipo pistola; Que J.B.F ficou no banco de trás junto ao corpo de “Coutinho”; Que os traficantes transitaram com o declarante e o corpo de “Coutinho” pelo interior da comunidade; Que em determinado momento os traficantes pararam o carro e disseram ao declarante que ali seria a divisa entre as áreas do Comando Vermelho e TCP. Que no referido local já se encontrava “LC” e outros traficantes armados fazendo a sua escolta; Que “LC” entregou o telefone celular do declarante e ordenou que seguisse em frente rumo ao destino preterido anteriormente; Que o local informado como divisa pelos traficantes chama-se Baixa do Sapateiro, faccionada ao grupo criminoso Terceiro Comando Puro; Que ao seguir caminho pelo interior da Comunidade Baixa do Sapateiro se deparou com outro grupo de traficantes fortemente armados; Que os traficantes pertenciam a facção Terceiro Comando Puro; Que pediu ajuda ao grupo narrando todo o ocorrido; Que enquanto narrava o ocorrido foi interpelado por um traficante aparentando ter entre 40 a 50 anos, baixo, moreno, cabelos grisalhos, que supõe ser elemento influente no comando da facção local; Que

Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do CV de Madureira suspeitos de matar mulher que teve conversa com um suposto PM flagrada em seu celular

A Justiça decretou as prisões preventivas de oito traficantes do Morro da Congonha (CV) em Madureira, vulgos Leandrinho, Nem, Graveto ou GVT, Zebrot, Vitinho, WL, Marcinho do Fubá e Erê, pelo assassinato de Amanda de Oliveira . Uma testemunha afirmou que Amanda foi morta por traficantes da comunidade onde residia e que a mesma já havia sido agredida em outra oprtunidade, por se negar a sair com bandidos locais. Afirma que uma mulher acessou o telefone da vítima, onde printou a conversa com um suposto policial militar e entregou ao traficante de nome Vitor, o qual chamou a vítima para a parte alta da comunidade, onde foi agredida. Uma parente de Amanda disse que a vítima frequentava bailes, além de fazer uso de substâncias ilícitas. Um dos suspeitos conto que conhecia a vítima e revelou ainda que Amanda seria garota de programa e que apenas soube da morte dela através de sua mãe, sem saber a motivação do crime. Os denunciados, membros notórios de organizações criminosas, arquitetaram um homicídio a ser praticado com violência extrema, em plena luz do dia. O local onde as agressões ocorreram possuía outras pessoas presentes, o que demonstra o pouco valor que os denunciados têm pela vida alheia e pelo bom cumprimento das leis de forma que nada impede a prática de novos delitos para impedir o bom curso da marcha processual, colocando em risco a integridade física de todas as testemunhas. FONTE: TJ-RJ

Traficantes do TCP mataram testemunha ocular de homicídio cometido por eles dias antes em Caxias

A Justiça decretou a prisão preventiva de dois traficantes do Terceiro Comando Puro do Parque Paulista em Duque de Caxias, entre eles um de vulgo Gelsinho, pelo homicídio de uma testemunha ocular de um outro caso de assassinato apurado no IP 861-00024/2025, na qual qual os denunciados foram os autores. A vítima se chamava Daniel e foi morta para silenciar testemunhas e evitar a investigação do homicídio de Felipe Rodrigues Barboza, ocorrido dias antes. Como líder da comunidade, Gelsinho, deu a ordem para matar a vítima e seu comparsa seria o executor direto agindo sob suar ordens, mostrando sua subordinação à estrutura criminosa. A autoridade policial relata ainda que ambos têm históricos de crimes graves, como homicídios e porte ilegal de armas, Segundo a autoridade policial os indiciados, cientes da gravidade das imputações, possuem amplo poder de influência sobre a comunidade local e as testemunhas arroladas, podendo coagi-las, intimidá-las ou corromper provas, inclusive por meio de ameaças diretas ou indiretas, em ambiente dominado pelo TCP FONTE: TJ-RJ

Homem foi morto e mulher baleada na frente da filha em Piabetá

Um homem foi assassinado e a esposa baleada na frente da filha pequena na última quinta-feira (24), em Piabeta, Magé. A vítima fatal foi identificada como Leone Rodrigues, de 32 anos. A mulher baleada foi levada para o posto de saúde de Fragoso. Segundo relatos, Leone trabalhava com “rolos”, entre troca e vendas de veículos usados. FONTE: Portal D3 A Fênix (Facebook)

Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico no Muquiço (TCP). Depois de três anos do crime, bandidos foram acusados de matar suposto X9 da polícia que foi entregue a eles pela própria esposa após uma discussão

Investigação revela como era a hierarquia de traficantes que age na Favela do Muquiço, em Deodoro, área dominada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). O bando é comandado pelo criminoso vulgo Coronel, que é o responsável por determinar todas as ações criminosas praticadas pela organização, dentre elas, ataques a comunidades de organizações criminosas rivais e execuções de pessoas que desafiam as suas ordens. Aritana era o 3º (terceiro) na estrutura da organização criminosa e exercia a função de gerente geral das bocas de fumo. Messi exercia a função de frente”, sendo considerado o homem de confiança de Coronel. Tralha e Gaguinho eram os soldados e atividades e responsáveis pela segurança e proteção das bocas de fumo e de seus líderes, observando a presença e reprimindo qualquer obstáculo ao livre exercício do comércio ilícito de drogas, como a ação policial ou a presença de traficantes rivais. A organização criminosa era constituída com emprego de armas de fogo, seja para coibir a repressão policial, o eventual ataque de quadrilha rival ou mesmo para garantir o lucro pela venda e subjugar a população local através da violência.” Depois de três anos do crime, o grupo foi responsabilizado pelo homicídio de Paulo Alexandre Freire Teixeira, o Pirce. De acordo com o procedimento, a vítima residia junto com a sua companheira no interior da comunidade “Muquiço” sendo certo que, aproveitando-se desse cenário, passou a fotografar ações de criminosos dessa comunidade, cedendo informações a alguns policiais com quem mantinha certa amizade. No dia dos fatos, após uma discussão entre a vítima e sua companheira, essa informou a alguns criminosos da localidade que seu parceiro passava informações dos criminosos da região a policiais. Diante disso, os criminosos dirigiram-se à residência do casal, portando arma de fogo, invadiram a residência e ordenaram que Pirce lhes entregasse o seu aparelho telefônico, oportunidade em que certificaram que a vítima era informante de polícia. FONTE: TJ-RJ

RD puxador de guerra do CV na Zona Oeste do Rio tem prisão decretada por homicídio de homem que foi atraído para a morte com proposta de trabalho

,A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante RD apontado como puxador de guerra do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio pelo homicídio dr Wesley Ferreira cometido em 10 de fevereiro. Uma testemunha afirmou que o crime foi ordenado por RD e executado por um comparsa vulgo Jotinha. . A vítima foi atraída para a morte pois foi chamada por uma mulher para realizar orçamento de uma obra. A vítima foi executada por disparos desferidos do interior de um automóvel. Sua morte foi encomendada para garantir o poder de organização criminosa disposta a tomar o comando da localidade onde o fato ocorreu e onde a vítima morava. O local onde o fato ocorreu (não revelado nos autos disponíveis para consulta) é de difícil – quiçá de impossível acesso para a atividade da polícia preventiva e investigativa – onde impera a lei do silêncio, razão pela qual deixa os moradores vulneráveis e expostos, abalando a comunidade, repercutindo de forma negativa, gerando sensação de impunidade, sendo merecida a prisão dos denunciados. Jotinha e a mulher também.tiveeam as prisões desempregadas. FONTE: TJ- RJ

PM foi morto no Valqueire

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte do PM Tulio de Siqueira Maia. Lotado no 24° BPM (Queimados), o policial foi morto ao ser baleado na cabeça por criminosia no Valqueire Diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta quarta-feira (23/7), um policial militar que estava de folga foi ferido por disparo de arma de fogo na Av.  Intendente Magalhães e socorrido ao  Hospital Estadual Carlos Chagas. Infelizmente, o policial não resistiu aos ferimentos.  Ocorrência em andamento na DH. 

CV atacou área de Peixão (TCP) em Nova Iguaçu e matou um

Na madrugada de ontem, traficantes da Tropa dos 300 (CV) do Complexo do Grão Pará (CV) baquearam a comunidade do 3 Campos (TCP), em Nova Iguaçu, Na ação, os invasores mataram um membro do TCP da Tropa do Mano Arão ou Peixão. O morto tinha o vulgo de Gustavinho’. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Somente depois de quatro anos do crime, Justiça decretou preventiva de miliciano suspeito de matar homem que teve envolvimento com o tráfico em São Gonçalo

Depois de quatro anos, a Justiça decretou a prisão no ano passado de um suposto miliciano vulgo Mãozinha que matou um homem no bairro do Gradim, em  São Gonçalo em agosto de 2020. A vítima foi Vilson Oliveira Neto, o Dentinho, e foi executada como retaliação a atuação deste junto ao tráfico ilícito de entorpecentes no passado. Dentinho já havia pertencido ao Comando Vermelho. Além de ter sido espancada na região da cabeça, a vítima foi alvo de diversos disparos.” Na época dos fatos, estava um contexto de muitas mortes ligadas à milícia. Que as pessoas que eram mortas eram relacionadas ao tráfico, ou praticavam furtos, essas coisas. Um comerciante foi morto na mesma ocasião. Ele morava no local há 40 anos e ele se recusou a pagar taxa para os paramilitares.  A milícia agia no Gradim, Porto Velho, Campo da Brahma, Paraíso.   Vilson acreditava que, por na época dos fatos já não estar mais no tráfico, estar trabalhando legalmente, que não aconteceria nada. Que na época, a filha da vítima tinha acabado de fazer 01 aninho. FONTE: TJ-RJ

Supostos milicianos são suspeitos de matar homem em Anchieta por ele ter entrado na Justiça contra empresa de segurança

Supostos milicianos são suspeitos de matar Moisés Alves Ramos em Anchieta por ele ter ajuizado reclamação trabalhista contra uma empresa de segurança. Eles tiveram as prisões preventivas decretadas.  Foram colhidas imagens de câmeras de segurança da rua onde ocorreu a morte e elas apontam que um automóvel aparentemente Hyundai HB 20, de cor branca, com vidros escurecidos, placa Mercosul, em alta velocidade, passou no local e executou a vítima.  Foi apurado que um dos suspeitos do crime teria alugado este veículo, na data dos fatos, e que ele trabalhava prestando serviços de segurança para algumas lojas do Mc Donalds.  A esposa da vítima narrou que ela também já havia exercido esta função e que tinha pendências trabalhistas com a empresa de segurança. Solicitadas as informações do rastreador do veículo acima que estava alugado, apurou-se que ele rondou a casa da vítima e que teria passado em uma oficina de propriedade de outro suspeito do crime. Ocorre que as imagens do rastreador foram corrompidas no horário apontado pelas câmeras de segurança como o da suposta ocorrência do crime, indicando que foi manipulado.  Surgiu boato de que Moisés teria sido morto  por ter sido confundido com o policial militar, conhecido por “Bil , que tinha o mesmo porte físico e um carro da mesma cor, muito parecido com o carro de Moisés.  Os denunciados conhecem o local onde a vítima morava e onde residem seus familiares que temem por suas vidas FONTE: TJ-RJ

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