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homicidio

Serralheiro foi morto em Campos (RJ) por frequentar áreas controladas por facções rivais a dos assassinos que foram presos

Policiais civis da 146ª DP (Guarus) prenderam três criminosos com envolvimento no assassinato do serralheiro William Nogueira, ocorrido em março deste ano, no Parque Guarus, em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense. Eles foram localizados, nesta quarta-feira (16/07), na comunidade Minha Deusa. Na ação, um quarto homem foi preso em flagrante. Segundo as investigações, a vítima, que não tinha envolvimento com atividades criminosas, foi executada por frequentar áreas controladas por facções rivais, enquanto visitava os filhos. Após trabalho de inteligência, os suspeitos foram identificados e tiveram as prisões decretadas pela Justiça.Durante a operação, um homem foi preso em flagrante por associação ao tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Foram apreendidas duas pistolas, três carregadores, uma granada, pinos de cocaína e dois rádios comunicadores. FONTE: PCERJ

Justiça decretou prisão de Lacoste e Coelhão suspeitos de torturar, matar e atear fogo em integrante do CV que entrou por engano em área do TCP

 A Justiça decretou a prisão preventiva dos traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, vulgos Lacosre, Coelhão, Bonito, Falamansa, Rugal e Matheus  que são suspeitos de cometer um homicídio em julho do ano passado contra um integrante do Comando Vermelho que entrou por engano em área do Terceiro Comando Puro. A vítima foi torturada e teve seu corpo queimado. Consta dos autos que, no dia 4/7/2024, um mototaxista de aplicativo, transportava Arthur Gomes de Melo, seu amigo de infância, na garupa de sua motocicleta, com a intenção de levá-lo à comunidade do Juramento. Como o mottotaxista  não conhecia bem o caminho, Arthur assumiu o compromisso de guiá-lo, até que ambos acabaram ingressando, por engano, em região dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP), facção criminosa rival daquela que Arthur integrava, conhecida como Comando Vermelho (CV).  A princípio, sem saber que estava em área dominada pela facção rival, Arthur tentou pedir passagem aos traficantes, porém quando estes perceberam que a vítima seria integrante da facção rival, renderam-na e amarraram-na, enquanto aguardavam ordens superiores sobre o que deveriam fazer com Arthur.  Os denunciados torturaram e espancaram Arthur, por ser ele integrante de facção rival, e, por fim, o executaram, descartando o seu corpo em via pública e ateando fogo, como forma de dificultar sua identificação e prejudicar a persecução penal, bem como reforçar o regime de terror imposto por essas organizações criminosas, em uma clara tentativa de intimidação, dado o contexto de guerra entre facções rivais. O fato criminoso em análise foi testemunhado pelo trabalhador  amigo da vítima fatal, que também foi feito refém, mas foi liberado com vida, após ser obrigado a aguardar que os criminosos “terminassem o serviço”, e ter seu aparelho celular, uma bolsa e dois capacetes subtraídos mediante ameaça pelos denunciados. Em sede policial, o.mototaxista  reconheceu formalmente todos os envolvidos presencialmente na ação criminosa  à exceção de Lacoste que não estava fisicamente presente no momento do crime, mas, segundo consta, teria sido aquele que, na condição de “dono” do morro, deu a ordem de execução da vítima, via radio comunicador, por meio de seu braço direito Coelhão. As fotos que circularam em redes sociais, nas quais aparece a vítima sob a mira de três fuzis, bem como o seu corpo em chamas, atribuindo-se o delito aos traficantes integrantes do TCP, como retaliação ao CV FONTE: TJ-RJ.

Em vídeo, traficante Diaba Loira disse que CV matou sua mãe

A traficante Diaba Loira, que trocou o Comando Vermelho pelo Terceiro Comando Puro do Complexo da Serrinha, em Madureira, divulgou um vídeo em rede social dizendo que o CV matou a sua mãe. “Covardia que o Comando Vermelho fez com a minha mãe, Papo reto, a guerra é entre a gente e não é entre família. Vocês pegaram a minha família, mataram a minha mãe . A única pessoa que eu tinha. Vocês acabaram com ela sendo que ela morava lonjão. Ela não tinha nada a ver comigo, ela nem falava comigo e esses fdps do Comando Vermelho sabiam, geral sabiam. Mataram a minha mãe. Eu quero guerra com mais ninguém não, eu quero paz. Quero viver na minha tranquilidade . Eu já me vinguei . Agora eu vou ficar longe , tranquilona, tá ligado. Vocês gostam de mexer com família, vieram ameaçar meus filhos, deus vai pesar em vocês”; Vale lembrar que a Diaba Loira é de Santa Catarina e veio para o Rio anos após ser agredida pelo ex-companheiro e precisar fazer uma cirurgia. Foi recebida por traficantes da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, e depois mudou de facção. FONTE: Plantão Baixada RJ

Traficante Nenzão é suspeito de ter dado a ordem para matar PM na Zona Norte do Rio

Agentes do Comando de Operações Especiais (COE) da PMERJ intensificam buscas por criminosos do Comando Vermelho no Ipase, Zona Norte do Rio, responsáveis pela morte de um sargento do 41º BPM na manhâ de ontem. De acordo coma PM, um dos principais alvos é Leanderson Silva de Freitas, conhecido como Nenzão, apontado como o responsável por dar a ordem para atirar fogo contra os militares. Nenzão é ligado aos traficantes Doca e Abelha e responde a processo no Tribunal do Júri por fato atípico. . FONTE: PMERJ e TJ-RJ

Polícia investiga morte de militar da Aeronáutica, assassinado na Avenida Brasil

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Anderson de Castro Dias. Militar da Aeronáutica, ele foi morto em uma suposta tentativa de assalto na tarde de ontem, na Avenida Brasil, na altura de Coelho Neto. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime e esclarecer os fatos. A Força Aérea Brasileira (FAB) tomou conhecimento de ocorrência envolvendo um militar de seu efetivo, nesta sexta-feira (11/07), no Rio de Janeiro (RJ). A Instituição expressa suas condolências e informa que está prestando todo o apoio à família do militar nesse momento de pesar. A FAB acompanha o caso, contribuindo com as autoridades policiais para a elucidação dos fatos. FONTE: PCERJ e FAB

PM foi morto em Campos (RJ)

Um sargento da PM, identficado como Higor dos Santos Costa, de 36 anos, foi morto na noite de ontem em um bar no Parque Prazeres, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Segundo relatos, criminosos armados invadiram o estabelecimento e renderam vários clientes. Ao perceber a ação dos bandidos, Higor disse que era policial e acabou sendo executado. O PM levou dois tiros no peito. Ele estava armado mas nem teve tempo de fazer disparos. Higor ainda chegou a ser socorrido ao Hospital Ferreira Machado mas não resistiu. Ele atuava no Serviço Reservado (P2) do batalhão de Capos (8º BPM). FONTE: Imprensa da região

Suposto miliciano é suspeito de matar homem que teria chamado sua mulher de gostosa em Nova Iguaçu. Foi preso

Um suposto miliciano foi preso hoje suspeito de matar um homem em maio em um bar em Nova Iguaçu que teria chamado a mulher dele de gostosa. Jair Pancotte Júnior foi executado por disparos de arma de fogo no dia 26/05/2025, no interior de sua residência, localizada na Rua Alexandrina n° 230, Carmari, A morte decorreu de lesões do encéfalo, traquéia, laringe, vasos cervicais, esôfago e pulmão direito. Jair trabalhava como entregador Testemunhas disseram que o suspeito do crime é envolvido com atividades ilícitas e anda com uma “espécie” de seguranças. O acusado chegou a dar um soco no rosto do amigo de Jair e disse que não era homem de resolver coisa na mão. Uma outra testemunha disse ter ouvido do suspeito que mataria Jair e seu amigo. FONTE: TJ-RJ

Traficantes da Serrinha (TCP) foram acusados de matar homem no Juramento (CV) mas Justiça negou prisão

Os traficantes do Complexo da Serrinha (TCP), em Madureira, entre eles Lacoste e Coelhão, foram acusados pelo Ministério Público Estadual de matarem um rapaz no Morro do Juramento (CV), em agosto do ano passado, Testemunhas em sede policial afirmaram ter sido o crime praticado motivado por guerra de facções rivais. A vítima foi Marcos Vinicius Pereira de Souza. O irmão da vítima relatou que tomou conhecimento dos fatos via telefone através do seu pai, logo após o ocorrido, se dirigindo ao local.Posteriormente soube que uma moto teria subido a comunidade e realizado disparos de arma de fogo, tendo notícias, posteriormente, que esses disparos teriam sido destinados ao seu irmão. Já o pai da vítima acha que houve um equívoco na identificação de seu filho como um integrante da facção rival, posto que vestia uma gôndola militar. Além disso, afirmou que o filho era usuário frequente de crack, mas que era bem quisto na comunidade e aparentemente nada devia a traficantes locais. A Justiça, no entanto, negou a prisão dos suspeitos alegando que, dos elementos informativos constantes dos autos, verifica-se que o juízo de autoria se pauta apenas nas declarações de duas testemunhas indiretas, que inclusive guardam relação de parentesco com a vítima (pai e irmão), sendo certo que ambas não presenciaram os fatos nem puderam dar maiores detalhes sobre as circunstâncias do fato. “Em sede policial em nenhum momento, as testemunhas mencionam o nome de algum dos indiciados como sendo possíveis autores do delito contra a vida sob análise, limitando-se a descrever que acreditam e tomaram conhecimento de que a vítima foi alvejada por membros da facção rival. Não foram realizadas outras diligências e nenhum outro elemento informativo que pudesse dar suporte ao juízo de autoria foi produzido.(…) Portanto, a despeito da gravidade dos fatos e do lamentável falecimento precoce da vítima, inevitável o reconhecimento de que os autos contam com meras ilações, sobre as quais não se pode fundar uma acusação contra os indiciados”, dizem os autos. FONTE: TJ-RJ

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