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homicidio

Bandido do TCP morto ontem na Maré tinha funk em sua homenagem, usava pingente de ouro do Homem de Ferro (veja o motivo do apelido), chegou a ser afastado da boca por um homicidio e negou a devolver o corpo de um homem para uma mãe

Morto ontem em operação policial no Complexo da Maré, o traficante Edmilson Marques de Oliveira, o Cria ou Di Ferro, tinha um funk que enaltecia seu poder na comunidade. “A verdade é que eu sou Homem de Ferro (…)‘vuque, vuque,eu sou o homem de ferro’;vem, treme e pede,tropa do Cria quer você” O bandido fazia questão de exibir um cordão que aparentava ser de ouro com brilhantes, com um enorme pingente do personagem “Homem de ferro” com um C de Cria na conexão do cordão com o pingente. Resa a lenda que o apelido de Homem de Ferro teria por justificativa as lesões que sofreu por disparo de arma de fogo. Por conta de um homicídio anos atrás, Cria chegou a ser afastado do comando do tráfico pela cúpula do TCP na Maré, Até seus soldados pararam de trabalhar para ele. Cria chegou a conversar com a mãe de um homem que foi morto na Maré para pedir pelo corpo do filho. O bandido, no entanto, negou e ainda que não existia mais corpo por que os dois foram queimados e seus restos jogados em um valão Ainda informou para a mulher que só quem poderia devolver o corpo era o dono da favela que no momento estava fora do Rio de Janeiro.

Homem foi executado dentro de academia na Rocinha (CV)

Um homem foi assassinado dentro de uma academia na Favela da Rocinha. A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando da Coordenadoria de Polícia Pacificadora, policiais militares da UPP Rocinha foram acionados para atender ocorrência de homicídio em um estabelecimento  de atividades  físicas na rua 1, no interior da referida comunidade. Ocorrência a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).  

Delegado morto em SP foi ameaçado há quatro anos por um homem por conta de uma investigação contra colega da polícia. ‘Seu covarde, demorei para te achar, mas te achei”

Assassinado na semana passada em Praia Grande, o ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Pontes, sofreu ameaças em 2021, por um homem que o acusava de perseguir um outro delegado que era investigado pela Corregedoria na época. Na ocasião, o homem enviou a Fontes ameaças de divulgação de dados e outros xingamentos contra a vítima, que na época ocupava o mais alto e honroso cargo da competente e dedicada Polícia Civil deste Estado.  “vou vazar seus dados, tais como telefone, endereço, CPF, RG etc pra galera te achar pela sua covardia com o da Cunha. Espero que voce morra””sobre rastrear, tenta aí, fodão”,”seu covarde, demorei p te achar, mas achei”,”seu safado, covarde. Vou divulgar agora os dados que colhi seu”,”até seu irmão vai se f..”,”mexa com bandido grande, mexa comigo, me rastreia, Agora fica perdendo teu tempo pra prejudicar homem de bem, “mexa com o crime cibernetico, seu fraco, arrombado, rato”, “vou derrubar seu número, seu corno covarde”, “dá adeus pro seu Whatsapp”, “responsa seu corno”.  O homem fez ameaças a Fontes  visando pressionar a vítima relativamente a apuração administrativa na ocasião instaurada, bem como que tentou invadir dispositivo, o telefone celular da vítima, visando alterar ou destruir dados ou informações sem autorização do usuário do dispositivo. Ademais, a intenção do réu de instalar vulnerabilidades no dispositivo para obtenção de vantagem ilícita – beneficiar pessoa que estava sendo legitimamente investigada ou punida em âmbito administrativo.

Morte de policial: traficantes da Gardênia Azul (CV) foram para matar miliciano

Sobre a morte do subtenente da PMERJ Sidney dos Santos Debossam, de 53 anos, ontem de noite, os relatos sâo de que traficantes saíram do Favelão, na Gardênia Azul, em Jacarepaguá armados com fuzis e pistolas após receberem ordem de execução contra um suposto miliciano que estaria no local. O subtenente acabou sendo surpreendido pelos disparos e morreu ainda no estacionamento do supermercado Assai.. Clientes e funcionários entraram em pânico e buscaram abrigo dentro do mercado. A Assessoria  de Imprensa da  Secretaria  de Estado de Polícia  Militar informa que, de acordo com o comando do 18ºBPM (Jacarepaguá), nesta segunda-feira (22/09), policiais da unidade foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Av. Ayrton Senna, em Jacarepaguá. No local, a equipe encontrou o corpo de um policial militar que estava de folga e isolaram a área para perícia. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). 

PM foi executado em Jacarepaguá

O subtenente da Polícia Militar Sidney dos Santos Debossam foi morto na noite de hoje no estacionamento de um supermercado que fica nas proximidades da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, área dominada pelo Comando Vermelho. O agente era lotado no batalhão do Recreio (31ª BPM) Foi morto com tiros de fuzil e pistola na cabeça.

Novo chefe da maior milícia do RJ tem prisão decretada por homicídio com destruição e ocultação de cadáver por conta de guerra com facção criminosa

O novo chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, que tem os vulgos de PL e Jorjão, está com um mandado de prisão preventiva por um homicídio com destruição ou ocultação de cadáver, Foi narrado pelas testemunhas que a morte da vítima teria relação com guerra entre facção criminosa e milícia, da qual os denunciados seriam integrantes. De acordo com as investigações, a vítima Jonathas Vital da Silva teria desaparecido após realizar compras em um supermercado no bairro de Santa Cruz, no trajeto para sua residência, na Favela do Rola. A companheira da vítima informou que a aguardava retornar das compras quando milicianos da região, rodos na posse de armas longas, compareceram no local na posse dos telefones celulares da vítima e determinaram que essa os desbloqueasse. Após, os indivíduos teriam revirado a casa e levado alguns bens da vítima, dentre os quais o cartão do banco. Novamente inquirida, a testemunha confirmou o suposto envolvimento de milicianos com o desaparecimento. Com isso, se impõe a necessidade de preservação da fonte testemunhal de prova, com a garantia de um ambiente de tranquilidade, livre de qualquer influência ou temor, que certamente seria impossível de garantir, senão pela manutenção de sua custódia cautelar. A prisão preventiva dos denunciados se mostra necessária, ainda, para garantia da ordem pública diante da gravidade dos crimes praticados de forma audaciosa, o que incute na população temor e incerteza quanto à intervenção do poder público em solucionar a situação de violência que aterroriza a população. “vítima teria sido morta em decorrência de disputa entre milícia, da qual PL seria integrante, e facção criminosa rival, o que demonstra atuação de organização criminosa, com potencial de reiteração delitiva e ameaça à ordem pública. Nesse contexto, a conduta atribuída ao acusado não indica um fato isolado, mas sim de possível atuação dentro de estrutura criminosa armada e violenta”, dizem os ajutos.

Saiba como estão as investigações sobre o assassinato de ex-delegado-geral de SP. Polícia já identificou seis suspeitos. Três já estão presos. Alvo recebia ameaças do PCC há muitos anos

A polícia de São Paulo já identificou seis suspeitos de envolvimento no homicídio do ex-delegado geral Ruy Ferraz Fontes, assassinado durante a semana em Praia Grande, literal paulista. Fontes vinha sofrendo ameaças do PCC há muitos anos já que foi responsável pela prisão do principal líder da facção, Marcola, As ordens para matá-lo partiram do sistema penitenciário federal. O delegado já vinha sendo alvo de vigilância por parte da facção desde 2023 quando se aposentou na polícia e não usava carro blindado nem andava com segurança. Três dos suspeitos ainda estão foragidos. Um deles é integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) , com passagens por tráfico de drogas e roubo. Um dos presos , conhecido como Jaguar, se apresentou em uma delegacia de São Vicente, após ter a prisão temporária decretada pela Justiça na tarde da última sexta (19). Segundo a investigação apontou, Jaguar recebeu ajuda de de outro suspeito, conhecido como Fofão – preso na manhã de sexta -, para ir da Praia Grande até a capital após o crime. As forças de segurança seguem com diligências minuciosas para identificar e responsabilizar todos os criminosos. Um dos suspeitos identificados solicitou a outra envolvida que fosse até a cidade litorânea buscar um fuzil que teria sido usado no dia do crime. Além disso, ele também foi flagrado, em momento anterior, em posse do veículo usado pelos criminosos para perseguir o delegado aposentado, que posteriormente foi abandonado e incendiado. A mulher que buscou o fuzil na Baixada Santista foi presa temporariamente. No dia seguinte ao crime, a suspeita usou um carro de aplicativo para ir até Praia Grande. Durante depoimento de quase sete horas na sede do DHPP, ela acabou se contradizendo ao explicar os fatos. O celular dela foi apreendido para perícia. “Ela fala que recebeu a missão de buscar esse pacote, que na verdade sabemos que é o fuzil, depois ela confessou isso. Deu algumas características do local, o qual ela foi buscar esse pacote, inclusive características essas que estamos procurando na região dos fatos. Voltou para a residência dela, na região de Diadema, entregou para um indivíduo que também a gente está buscando a identificação por meio da investigação”, explicou o delegado-geral da Polícia Civil, Artur Dian, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (18). Carreira do ex-delegado-geral O delegado Ruy dedicou mais de 40 anos à Polícia Civil de São Paulo. Estava atualmente aposentado da instituição, exercendo a função de secretário de Administração em Praia Grande. Ao longo de sua carreira, ocupou cargos de destaque, como delegado-geral de Polícia, diretor do Departamento de Polícia Judiciária da Capital, além de ter atuado em unidades como o Deic, Denarc e DHPP.

Saiba quais foram os presos na operação para prender suspeitos de matar torcedor do Vasco e os autores dos disparos

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizaram, na manhã deste sábado (20), uma operação para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão contra suspeitos de envolvimento na morte de Rodrigo José da Silva Sant’anna e na tentativa de homicídio de uma segunda vítima. A ação aconteceu em bairros das zonas Norte e Oeste. De acordo com a Polícia Civil, oito homens, todos integrantes de uma mesma torcida organizada, foram presos, entre eles Tiago de Souza Câmara Mello, conhecido como Boinha, (Foto), presidente da Torcida Jovem do Flamengo (TJF). Ele foi detido em casa, em Vila Valqueire. Também foram detidos Eduardo dos Santos Pereira (“Dudu”), Gabriel Alexandre Sequeira Alves de Araújo (“GB”), Gabriel Victor da Silva Carqueija (“Hamburgão”), João Pedro dos Santos Campos (“JP”), Paulo Victor Aguiar Santana (“PV”), Rafael Francisco dos Santos (“Fael”) e Thiago Faria da Silva Trovão (“Monstrinho”). Segundo investigações da DH, os suspeitos de efetuarem os disparos são Thiago Faria da Silva Trovão, o Monstrinho, e Everton Oliveira da Silva, conhecido como Porrozinho

Homem que comandou invasão a hospital e foi morto pela milícia havia sido preso em 2017 e confessou na época que fazia parte do maior grupo paramilitar do RJ. Tinha condenação de 12 anos

O miliciano que comandou a invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, e foi morto pelo maior grupo paramilitar do RJ havia sido preso em novembro de 2017 em Paciência. Na ocasião, Erlan Oliveira de Araújo, o Orelha, estava com um carro com placa inexistente e tinha uma arma de fogo de uso, uma pistola Taurus com numeração raspada, três carregadores e cinco munições. Na época, segundo os autos, ele confessou perante os policiais responsáveis por sua prisão fazer parte da milícia local, liderada pelo indivíduo de alcunha Ecko (já falecido) apontando, inclusive, um salão de festas próximo, o qual serviria como ponto de encontro para reuniões da quadrilha.Por conta do flagrante, ele foi condenado a 12 anos de prisão. Na ocasião, a milícia praticava de toda a sorte de crimes, tais como esbulhos possessórios, cobrança extorsiva de “taxas de segurança”, torturas, comercialização irregular e impositiva de cestas básicas e botijões de gás, porte ilegal de arma de fogo e agiotagem, na região de Paciência e adjacências, agindo ainda com atividade típica de grupo de extermínio para com aqueles, de qualquer forma, venham a se insurgir contra o “sistema”‘ pelo mesmo implantado. Por sua vez, em data não devidamente especificada nos autos, mas sabendo-se ser antes de sua prisão em flagrante, o denunciado, agindo de forma consciente e voluntária, adulterou sinal identificador de veículo automotor, a medida em que suprimiu a tarjeta da placa identificadora, inserindo tarjeta inidônea, mantendo a alfanumérica da placa, objetivando, com tal agir, dificultar a fiscalização dos órgãos de trânsito bem como a ação da polícia, podendo circular livremente. A prisão foi feita por agente da Divisão de Homicídios que realizavam diligência no local acima indicado objetivando o cumprimento de Mandados de Prisão e Busca e Apreensão, quando tiveram a atenção despertada para o veículo que se encontrava parado na faixa de rolamento defronte a uma residência Ao verificarem o auto, constataram que a tarjeta da placa não condizia com a correta, momento em que chamaram pelo morador da casa, sendo atendidos pelo suspeito, o qual indagado acerca do veículo que se encontrava estacionado, afirmou ser de sua propriedade quando os policiais, após realizarem revista no carro, lograram encontrar um carregador de arma de fogo, um taser, um coldre de pistola, duas capas de colete com o brasão da PMERJ, além de uma calça e um casaco também da PMERJ. Em seguida, o suspeito autorizou a entrada na residência pelos policiais que lograram encontrar uma arma de fogo, carregadores e munições no interior da casa, quando o ora denunciado, quando recebeu voz de prisão. É certo que o miliciano em data e circunstâncias não esclarecidas, mas antes de sua prisão em flagrante, adquiriu ou recebeu, em proveito próprio ou alheio, coisa que sabia ser produto de crime, qual seja, a arma de fogo raspada, carregadores e munições acima mencionadas, sendo tal arma de uso restrito, pois, como é cediço, armas de fogo com numeração raspada ou de uso restrito não são encontradas à venda em casas de comércio de armas e munições.

Líder de invasão a hospital em Santa Cruz caiu em cobrança interna da maior milícia do RJ

O miliciano morto depois de ter comandado a invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, tinha o vulgo de Orelha e se chamava Erlan Oliveira de Araújo. Ele era o segundo na hierarquia da comunidade Nova Jérsei, em Paciência, atrás de Japa, que foi o alvo dos criminoso na unidade de saúde. Orelha caiu na cobrança interna e foi morto ontem a noite no Gouvêia. Foi ele quem montou uma operação e invadiu o hospital Pedro ll, para tentar matar o Japa. Mas como não conseguiu e a ação teve grande repercussão na mídia, os chefes da maior milícia do RJ, PL e Naval,não gostasram e decidiram mandar executá-lo. Japa por três vezes escapou de ser morto. Primeiro na Nova Jérsei por milicianos ligados a Juninho Varão, depois pelos próprios comparsas no Gouveia e, por último, no hospital. A polícia tem a informação de que ele estaria passando informações para o Comando Vermelho.

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