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homicidio

Soldado do CV teria caído no ‘tribunal do tráfico’ após ter fuzil apreendido pela polícia, diz jornalista

Um soldado do Comando Vermelho foi levado ao chamado “tribunal do tráfico” nas últimas horas após perder um fuzil durante uma operação da Polícia Militar. Segundo relatos, o crim!noso, conhecido como “Kika”, chegou a ser preso, e o armamento apreendido. Horas depois, ele foi liberado da delegacia, mas o fuzil permaneceu sob custódia da polícia. Afirmaram que Kika não conseguiu repor o armamento e já era alvo de insatisfação dentro da própria facção por outros erros. Por isso, teria sido levado ao tribunal do tráf!co, realizado dentro da favela da Kelson, onde acabou “jogado fora” — expressão usada pelos crim!nosos para indicar a execuç4o de alguém. A mãe do traficante procura pelo co/rpo do filho na comunidade, mas, segundo as mesmas fontes, ele teria sido jogado na Baía de Guanabara. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Homem não reagiu, entregou a moto mas correu e acabou morto por ladrões em Caxias

Sem reagir e após ter entregado a moto, úm.homem chamado Carlos Alexandre, de 45 anos, foi morto pelos ladrões na tarde de ontem em Santa Cruz da Serra, em Duque de Caxias. O rapaz correu e acabou alvejado por tiros nas costas e na cabeça. Foi a terceira vítima de latrocínio na região em dois meses pelos mesmos criminosos Carlos morava em Piabetá e deixou esposa e dois filhos. FONTE: Portal D3 A Fênix (Facebook)

Suposta mandante de homicídio de mulher para ficar com a filha dela tinha fixação na criança e exigia que ela a chamasse de mãe

Leia agora informações a respeito de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, suposta mandante do assassinato de Laís Oliveira Gomes Pereira, ocorrido na semana passada, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Tudo isso com base em relatos de testemunhas.  Gabrielle mandou executar o crime para ficar com a filha da vítima, tinha fixação pela criança. Ela exigia que a menina a chamasse de mãe. Gabrielle chegou a ameaçar Laís  por meio de mensagens nas redes sociais, há muito tempo. Laís, no entanto, nunca mencionou estar sendo seguida, ameaçada ou observada recentemente. Não demonstrava medo.  Mas a única pessoa com quem teve desavença foi Gabrielle.  A suspeita, no entanto, falou que não faz ideia do que aconteceu com Laís nem da motivação nem de quem seria o autor;  Gabrielle foi mencionada por testemunhas como muito controladora e queria tomar conta de tudo;  A suspeita  sempre queria a atenção da vítima, ligava e quando não era atendida mandava várias mensagens ficando de mal; A investigada fazia favores mas sempre deixava a entender que era ela que estava no controle da situação. Ela era possessiva com a menina e sempre queria mostrar que pode dar mais a garota do que a vítima;. Laís ficava incomodada mas não dizia nada pois queria paz;  Sempre que a criança faltava a escola por qualquer motivo, quando estava com a vítima Gabrielle arrumava confusão com a vítima. Gabrielle chegou a ser proibida de pegar a menina na escola pela escola, após fazer uma confusão por não terem deixado a garota sair mais cedo sem a autorização do pai ou da mãe;  Depois que começou a se envolver com o primeiro marido de Laís, Gabrielle arrumou muita confusão com a vítima, em 2022, tendo ameaçado ir no curso da vítima e bater nela (…)”. A vida de Laís virou um inferno.  FONTE: TJ-RJ

Polícia diz que mulher que foi a mandante da morte de jovem em Sepetiba queria ficar com a filha da vítima

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) identificaram a mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos. O crime ocorreu no dia 4 de novembro, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. O delito foi encomendado pela namorada do ex-companheiro da vítima e motivado pela vontade dela de ter a guarda exclusiva da filha da vítima. Os executores do crime já haviam sido capturados. As investigações apontaram que a mandante do crime demonstrava comportamento possessivo em relação à filha da vítima e elaborou todo o plano para que ela e seu companheiro ficassem com a guarda da criança. A mulher chegou a ameaçar a Laís por mensagens em uma rede social por ciúmes do marido com a vítima. A criminosa ofereceu cerca de R$ 20 mil para que os dois homens praticassem o assassinato. A mulher chegou a mandar fotos falsas da criança lecionada para motivar os executores. O trabalho minucioso de inteligência e análise de imagens de câmeras de segurança permitiu à equipe identificar a dupla e comprovar a participação de ambos na execução. Imagens de segurança mostram os suspeitos circulando nas proximidades da Travessa Santa Vitória momentos antes do ataque. Laís empurrava o carrinho do filho, de 2 anos, quando foi atingida com um tiro na nuca, em uma ação rápida e covarde. Após a precisa identificação dos executores e vendo o cerco se fechar, o criminoso que dirigia a motocicleta usada na fuga, se entregou à DHC na última sexta-feira (07/11). Já o autor dos disparos, foi preso nesta segunda-feira (10/11), em um fast food em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante a operação, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, para reunir novos elementos de prova. As investigações continuam para concluir o inquérito e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados pelo crime. Agentes realizam diligências para localizar a acusada. FONTE: PCERJ

Homem foi morto em tiroteio com a PM no Recreio e corpo foi encontrado próximo

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), nesta terça-feira (11/11), policiais da unidade realizavam  patrulhamento pela região do Recreio, na Estrada do Pontal, próximo ao posto 12, quando ouviram disparos de arma de fogo na faixa de areia. Ao se aproximarem do local, os policiais foram atacados a tiros e reagiram, ferindo dois suspeitos. Um deles foi socorrido para o Hospital Municipal Lourenço Jorge; o outro não resistiu. Na ação, a equipe apreendeu uma pistola, três carregadores e munições. Na mesma área,  os policiais encontraram o corpo de um homem. A área foi isolada e as duas ocorrências foram encaminhadas para a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), policiais militares estavam em patrulhamento, ouviram disparos e foram averiguar. Durante diligências, foram atacados por dois criminosos armados. Houve confronto e a dupla foi alvejada, sendo um dos bandidos neutralizado e o outro socorrido a uma unidade hospitalar. Um corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado em um local próximo, e informações preliminares apontam que ele foi vítima de disparos do  criminoso ferido. Por este motivo, o homem, que está sob custódia no hospital, foi autuado em flagrante. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. Quanto ao corpo encontrado na Avenida Gilka Machado, A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. A perícia foi solicitada para o local e agentes realizam diligências para apurar a autoria e a motivação do crime. FONTE: PMERJ e PCERJ

Mãe denunciou e filho foi preso suspeito de matar mulher em Sepetiba

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (10), o homem apontado como autor dos disparos que mataram Laís Oliveira Gomes Pereira, de 26 anos, em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. A própria mãe o denunciou. Uma mulher seria a mandante e pagou R$ 20 mil aos autores pelo crime. Segundo as investigações, Davi de Souza Malto teria agido com Erick Santos, que dirigia a moto utilizada no crime. Santos, que se entregou na Delegacia de Homicídios, já estava preso. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Davi foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança e acabou localizado após denúncia da própria mãe, Kelly da Silva Souza. Ela contou aos policiais que reconheceu o filho nas imagens divulgadas pela imprensa e que “não imaginava que Davi fosse capaz de cometer um crime como este.” Agentes realizam diligências para identificar o mandante e a motivação do homicídio. FONTE: PCERJ

Miliciano de Rio das Pedras foi até Petrópolis matar um motorista de aplicativo a mando do grupo paramilitar

Um miliciano de Rio das Pedras vulgo Sem Alma foi até Petrópolis cometer um homicídio contra um motorista de aplicativo Yuri Zumba Borges da Silva, no dia 01 de novembro de 2024, na localidade conhecida como Torres do Morin, Estrada do Castelinho. E ele cometeu o crime a mando dos milicianos Um dia antes, a vítima Yuri teria saído de casa, por volta das 00:h30, afirmando que iria trabalhar e, após esse dia, não retornou para casa, sendo encontrada morta, alvejada por vários projéteis de arma de fogo. Após o início das investigações, se verificou que o suspeito do crime, oriundo do Rio de Janeiro e com envolvimento com a milícia de Rio das Pedras, esteve no local dos fatos, conforme narrado pela testemunha L.D.S.C, proprietário do bar localizado próximo ao local onde foi encontrado o corpo da vítima. O acusado teria solicitado uma corrida, por meio do aplicativo Uber, para o bairro da Freguesia, na cidade do Rio de Janeiro. O motorista confirmou ter levado o investigado até a cidade do Rio de Janeiro e que, após uma abordagem policial, ele teria sido preso em flagrante por estar portando uma arma de fogo de uso restrito, calibre 9mm, mesmo calibre do projétil retirado do corpo da vítima Yuri. Os indícios de autoria são fortes, na medida em que os elementos informativos colhidoS apontam o miliciano como autor do crime cometido em face da vítima Yuri, sobretudo pelas declarações do, motorista de aplicativo que transportou o investigado da cidade de Petrópolis até a cidade do Rio de Janeiro, sendo certo que ele teria buscado o indiciado nas proximidades do local onde o homicídio foi praticado. Além disso, a outra testemunha afirmou ter visto o investigado no local dos fatos, tendo ele sido preso em flagrante, muito possivelmente com a arma usada para a prática do homicídio contra a vítima Yuri. A arma apreendida com o investigado é uma pistola calibre 9 mm e se pode afirmar que a vítima foi morta a tiros disparados com arma de igual calibre, sendo, inclusive, arrecadado próximo ao corpo um estojo de munição com essa especificação. Ainda, um celular idêntico ao que a vítima usava foi encontrado com o ora investigado. FONTE: TJ-RJ

Chefões do TCP na Maré foram denunciados por homicídio de entregador de atestados médicos por terem visto no celular dele fotos em companhia de bandidos rivais

Chefões do Terceiro Comando Puro do Complexo da Maré entre eles Menor P, Pescador e Mangolé foram denunciados pelo homicídio de  Douglas Marcolino Henrique. Ele exercia atividade profissional voltada à entrega e coleta de atestados médicos para uma empresa, razão pela qual se dirigiu à comunidade Vila do João, situada no Complexo da Maré. A análise dos áudios extraídos de um dos aparelhos celulares da vítima revela, de forma clara, que Douglas esteve presente na comunidade naquela manhã, tendo se deslocado entre a UPA da Maré e o Centro Municipal de Saúde da Vila do João, ambos localizados no interior da referida comunidade, nos horários compreendidos entre 11h00min e 11h18min – intervalo próximo ao momento de sua morte. Após adentrar a comunidade, a vítima teria sido abordada por indivíduos armados pertencentes à facção criminosa denominada Terceiro Comando Puro (TCP), que exerce domínio territorial sobre a região.  Durante a abordagem, os criminosos teriam inspecionado o aparelho telefônico de Douglas, onde foram encontradas imagens que o mostravam portando armas de fogo, dinheiro e em companhia de indivíduos supostamente ligados à facção rival. Há ainda indicativos de que a vítima tentou se evadir da ação dos criminosos, sendo alvejada pelas costas. Ressalte-se que Douglas possuía dois aparelhos celulares, sendo que apenas o utilizado para fins laborais foi encontrado junto ao seu corpo, havendo fortes indícios de que o outro permaneceu sob posse dos narcotraficantes da Vila do João. A denuncia foi rejeitada pela Justica sob alegaçâo de que nâo não se verifica qualquer testemunho ou elemento investigativo que indique, de forma concreta ou mesmo em caráter meramente hipotético, quem teria ordenado ou autorizado a execução da vítima. Tampouco há qualquer indício de que os líderes da organização criminosa que atua na localidade tenham tido conhecimento prévio do fato ou participado da decisão que culminou no homicídio. Com efeito, todas as testemunhas ouvidas em sede policial não apontaram qualquer nome de supostos traficantes envolvidos na execução, tampouco indicaram quem teria dado a ordem ou autorizado a prática do crime.  FONTE: TJ-RJ

Ataque a tiros deixou um morto e três feridos em Campos (RJ)

Um ataque a tiros deixou um morto e três feridos na madrugada de hoje no Travessão, em Campos dos Goytacazes. Uma das vítimas teria envolvimento com o tráfico de drogas. O homem morto levou dois tiros no peito e um na perna. Chegou a ser levado ao Hospital Ferreira Machado mas não resistiu. Com ele, foi encontrado maconha e cocaína, As outras três vítimas sofreram ferimentos na perna e lesões por estilhaços. Elas foram levadas por meios próprios ao posto de saúde da localidade e não correm risco de morte. Testemunhas disseram que dois homens em uma motocicleta passaram pelo local e efetuaram os disparos. FONT: imprensa local

Bandidos fizeram ataque na Gardênia Azul (CV)

Bandidos fizeram disparos contra um grupo.de pessoas na noite ðe ontem na Gardênia Azul, em Jacarepaguá. Há relatos de que pelo menos uma pessoa tenha sido baleada. Segundo páginas da regido, o ataque pode ter sido represália a morte de um homem ocorrida durante a tarde em Rio das Pedras. A Gardênia é dominada pelo Comando Vermelho e Rio das Pedras pela milícia. De acordo com o comando do 18º BPM (Jacarepaguá), uma equipe da Corporação percorreu o entorno do local do acionamento, mas nada foi constatado pelos policiais. No entanto, o comando determinou o reforço no patrulhamento na região. FONTE: PMERJ, reses sociais do jornalista Bruno Assunção e Página Gardenia Azul Noticias (Instagram)

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