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Bandido morto ontem na Cidade de Deus (CV) recebia R$ 350 por semana e se vangloriou da morte de policial

Morto em confronto com a CORE na Cidade de Deus ontem, Luiz Felipe Silva Romão, o Mangabinha recebia cerca de R$ 350,00 reais por semana para ficar na contenç4o do tr4fico. Ele morreu no dia do pagamento. Mensagens extraídas do celular dele revelaram que ele se vangloriou de ter participado do confronto que matou o agente da Core José Antônio Lourenço Júnior, em maio. Em diálogos de 19 de maio, ele admite o ataque, descreve a fuga e comemora a morte do policial, dizendo: “Rodou um só” e “Fiz meu nome. De 62”.O conteúdo está no relatório telemático da Delegacia de Homicídios da Capital. Mangabinh havia publicado fotos com granadas e armas um dia antes, desafiando: “Entra pra ver”.”. A polícia aponta que ele deixou a Cidade de Deus após o crime e fugiu para o Bateau Mouche, na Praça Seca. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Subsecretário de Segurança foi morto em Paracambi

Subsecretário de Segurança de Paracambi Paulo Roberto Lopes, de 44 anos, foi assassinado a tiros na noite de quinta-feira (20) no bairro Sabugo. Segundo a Polícia Militar, testemunhas relataram que dois criminosos em uma moto passaram pelo local e atiraram diversas vezes contra Paulo, que morreu ainda na cena do crime. Os suspeitos fugiram. A Prefeitura de Paracambi divulgou nota lamentando a morte do subsecretário e manifestando solidariedade à família e aos colegas. O governo municipal afirmou colaborar integralmente com a Polícia Civil para que o caso seja esclarecido rapidamente, destacando o respeito à memória de “Paulinho do Sabugo”, como Paulo era conhecido. FONTE: PMERJ e Prefeitura de Paracambi

Polícia mata mais um suspeito da morte de policial civil na Cidade de Deus (CV)

Policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) realizaram, na manhã desta sexta-feira (21/11), uma operação na Cidade de Deus para capturar um dos responsáveis pela morte do policial civil José Antônio Lourenço Junior, em maio. Durante a ação, o criminoso de alta periculosidade atacou os agentes e houve confronto. Ele foi neutralizado. Luiz Felipe Honorato Romão, o “Mangabinha”, era integrante do Comando Vermelho e atuava na Cidade de Deus, entre as áreas conhecidas como Karatê e 13, onde exercia a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança das lideranças e dos pontos de venda de drogas. Fugitivo do sistema penitenciário, ostentava vida criminosa nas redes sociais, onde exibia fuzis, granadas e rádios comunicadores, além de publicar mensagens incentivando a violência armada contra policiais. O criminoso acumulava cinco ocorrências criminais, relacionadas a associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e resistência. Além disso, possuía dois mandados de prisão em aberto, sendo um por evasão do sistema prisional e outro por homicídio, relativo à morte do policial civil da CORE. Há aproximadamente seis meses, “Mangabinha” se vangloriou publicamente por ter atirado contra equipes da CORE e por ter atacado o policial. Outros dois envolvidos na morte do policial José Antônio Lourenço Junior também foram neutralizados: Gabriel Gomes da Costa, conhecido como “Ratomen”, gerente do tráfico na Cidade de Deus, e Ygor Freitas de Andrade, o “Matuê”, chefe do tráfico na Gardênia Azul. É importante frisar que Ratomen e Mangabinha foram identificados e tiveram suas prisões decretadas após importante trabalho de investigação da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que comprovou de maneira clara e técnica a participação desses narco-terroristas nos ataques contra a equipe que atuou naquele dia na Cidade de Deus. Prisão de líder Policiais civis da 1ª DP (Praça Mauá) prenderam, nesta quinta-feira (21/11), uma das lideranças do tráfico de drogas da Comunidade Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio. O narcotraficante foi localizado em Pedra de Guaratiba, após trabalhos de inteligência e monitoramento da unidade. De acordo com as investigações, o criminoso atuava como gerente do tráfico de drogas na localidade conhecida como AP2. Ele já era monitorado pelas forças de segurança e, contra ele, foi cumprido um mandado de prisão. O preso ainda é investigado por, supostamente, manter a companheira em cárcere privado. As investigações seguem parar apurar este fato. FONTE: PCERJ

PM foi morto em Campo Grande

O  policial militar Paulo César Pereira de Oliveira, lotado no 5º BPM (Praça da Harmonia), foi morto no fim da manhã de hoje (18), em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. O militar foi assassinado a tiros ao reagir a uma tentativa de assalto na Rua Luciara, próximo à Estrada do Guandú Sapê. O PM seguia de moto na via quando foi abordado por dois homens que também estavam em uma motocicleta. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o policial desce do veículo e tenta sacar a arma, mas um dos assaltantes atira primeiro. O vídeo mostra o agente caindo no chão enquanto a dupla foge. De acordo com a Polícia Militar, equipes do 40º BPM (Campo Grande) foram acionadas e encontraram o policial ferido no local. Ele foi levado ao Hospital Rocha Faria, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento. FONTE: PMERJ

Justiça manteve prisão de integrantes de organizada do Flamengo envolvidos em morte de vascaíno em Oswaldo Cruz. RELEMBRE O FATO

A Justiça manteve a prisão preventiva de sete integrantes da Toricda Jovem do Flamengo suspeitos de envolvimento no homicídio de um torcedor do Vasco em setembro, em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. Trata-se de denúncia que imputa aos acusados a conduta de “No dia 11 de setembro de 2025, por volta de 18h30min, na Rua João Vicente, nas proximidades da estação ferroviária de Oswaldo Cruz, um dos envolvidos, de vulgo Porroziinho, efetuou disparo de arma de fogo, contra J.G.B, que não resultaram em morte por erro na execução do disparo. Outro envolvido, vulgo Monstrino,, efetuou disparos de arma de fogo, contra Rodrigo José Da Silva Sant’anna, provocando sua morte.”Consta nos autos da investigação que os autores dos disparos e demais denunciados, todos integrantes do grupo autodenominado Torcida Jovem do Flamengo, elaboraram minucioso plano de delito e, portando armas de fogo, porretes, pedras, garrafas e artefatos pirotécnicos, surpreenderam um conjunto de torcedores do Clube Regatas Vasco da Gama, que pretendiam embarcar na estação ferroviária de Oswaldo Cruz em direção ao estádio Olímpico Nilton Santos para assistir ao jogo Botafogo FR x CR Vasco da Gama. As diligências investigatórias lograram em demonstrar, estreme de dúvida, que os denunciados estavam presentes na cena delitiva, em perfeita comunhão de ações e desígnios com os autores dos disparos, e concorreram dolosamente para a empreitada criminosa, tomando parte no planejamento, participando ativamente dos atos de violência e ombreando os executores no momento dos disparos. Um deles entregou a arma a um dos atiradores bem como artefatos pirotécnicos empregados nos ataques, prestando suporte logístico aos comparsas por meio do veículo que conduzia, o qual permaneceu à disposição do grupo durante a atividade. O presidente da Torcida Jovem promoveu e organizou os ataques, concorrendo diretamente para a produção dos resultados criminosos. Para alcançar seus desideratos ilícitos, os denunciados, aderindo conscientemente a um plano comum, deflagraram uma batalha campal, praticando uma série de atos de selvageria, consoante imagens amplamente veiculadas em mídias sociais, bem como utilizando de fogos de artifícios para camuflar o som dos disparos realizados. Os atos violentos de todos os denunciados na cena delitiva revelam a potencialidade causal em relação aos resultados, pois a ação organizada, com o emprego de armas e artefatos explosivos, criou o contexto direto e necessário à produção dos gravíssimos eventos. Tais consequências lesivas são desdobramento natural e previsível das condutas violentas livremente praticadas. Os crimes foram cometidos por motivo torpe, uma vez que os denunciados, movidos por sentimento de rivalidade entre torcidas organizadas de futebol, atacaram as vítimas exclusivamente por pertencerem ao grupo adversário. A motivação, desproporcional e abjeta, decorreu unicamente do ódio irracional que nutriam pela torcida rival. Os crimes foram cometidos mediante emboscada, uma vez que os denunciados, cientes de que torcedores da equipe rival se encontravam concentrados nas imediações da estação ferroviária de Oswaldo Cruz, em ambiente festivo e desarmado, deslocaram-se até o local, surpreendendo o grupo adversário com violência repentina e desproporcional. As vítimas foram atacadas de inopino, sem qualquer possibilidade de reação.” FONTE: TJ-RJ

Milicianos são suspeitos de matar homem em Nova Iguaçu após suspeitar que vítima havia furtado casa de parente de chefão do grupo

Os milicianos Marquinho Alemão e Anão são suspeitos de mais um homicídio em Nova Igauçu. A Justiça, no entanto, não decretou a prisão alegando ilegalidade dos meios de obtenção de prova (reconhecimento fotográfico) e fragilidade dos demais elementos probatórios A vítima foi Lucas de Araújo Sousa, assassinado no dia 20 de abril de 2025, por volta das 20h00min, na Estrada Carlos Sampaio, bairro Jardim Lobato, Nova Iguaçu/RJ,. Lucas foi morto com tiros na cabeça e no tórax e teve comprometimento do encéfalo e dos pulmões, Segundo consta, alguns dias antes do crime Marquinho Alemão na qualidade de líder da milícia local, compareceu à residência da mãe da vítima em busca de seu paradeiro, após Lucas ser falsamente acusado de praticar furtos na região. Nesse contexto, na sua posição de liderança e comando da organização paramilitar, ele ordenou a execução da vítima. . No dia do crime, Anão estava no bar junto com a vítima, e momentos após a saída desta, a abordou em via pública, efetuando diversos disparos de arma de fogo que atingiram sua cabeça e tórax, resultando na sua morte. O crime foi praticado por motivo torpe, uma vez que a execução da vítima ocorreu em razão de uma suposta acusação de furto. Os denunciados, integrantes de organização miliciana que impõe um poder paralelo na comunidade, decidiram matar a vítima como forma de ¿punição exemplar¿, reafirmando o domínio territorial do grupo. Além disso, o crime foi cometido mediante recurso que dificultou e impossibilitou a defesa da vítima, pois os executores monitoraram os movimentos de Lucas, aguardaram sua saída do bar e o surpreenderam em via pública, de forma repentina, sem que tivesse qualquer chance de reação. “ Investigações revelaram que o motivo do homicídio foi o furto na casa de um homem que é parente do chefe da milícia local, vulgo Nem, atualmente preso; Na verdade, quem cometeu o furto foram dois homens e duas mulheres e não Lucas mas mesmo assim o dono resolveu acusar a vítma. Um miliciano chegou a abordar o pai de Lucas e disse que era melhor ele sair dali senão iria acontecer o mesmo que com seu filho. Uma testemunha disse que não conhecia Marquinho Alemão e reconheceu Anão por foto como sesndo apenas desafeto de Lucas. Essa mesma testemunha disse acreditar que o fato de acharem que Lucas era do tráfico somado ao furto na casa do parente do miliciano, teriam sido os motivos para que fossem atrás dele. FONTE: TJ-RJ

Se entrega suspeita de mandar matar mulher para ficar com a filha dela

Se entregou nesta tarde na Delegacia de Homicídios da Barra da TIjuca Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário apontada como mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira ocorrido em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio. Segundo investigaçlões, Gabrielle mandou matar Laís para ficar com a gaurda da filha de quatro anos da v[ítima. Ela teria pago R$ 20 mil para os excutores, que estão presos. Havia informações de que Gabrilelle não pretendia se entregar.e teria mudado o visual para despistar a polícia. FONTE: Policia Civil do RJ

Miliciano que foi fazer denúncias na DRACO foi morto na Taquara

Um integrante da milícia foi morto na comunidade Cabeça de Porco, na Taquara, na tarde de hoje Segundo relatos, ele era conhecido como TH da Invasão e teria ido à DRACO fazer denúncia contra milicianos da região, levando áudios e conversas. Jacarepaguá vive uma nova guerra entre milicianos. Hoje, teve outra morte, no Anil. A briga ocorre entre milicianos ligados a André Boto e Rio das Pedras contra aqueles que estão na Taquara e têm o apoio de grupos do Catiri e Santa Cruz, FONTE: Página Milícai RJ News (Twitter)

Presa mulher que indicou executor para mandante de homicídio de jovem em Sepetiba

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) prenderam, nesta sexta-feira (14/11), uma mulher envolvida no homicídio de Laís de Oliveira Gomes Pereira. A criminosa fez a ponte entre a mandante do homicídio e os executores da morte. A mulher foi capturada em Belford Roxo, Baixada Fluminense.Após trabalhos de inteligência e monitoramento da unidade, os agentes identificaram e localizaram a criminosa. Em depoimento na delegacia, ela confessou a participação no homicídio. Ela foi responsável por indicar o assassino à mandante do homicídio, ex-companheira do pai da filha da vítima, viabilizando a execução. Contra a criminosa, foi cumprido um mandado de prisão.Outros dois envolvidos já tinham sido presos. Vendo o cerco se fechar, o homem que dirigia a motocicleta usada na fuga se entregou à DHC na última sexta-feira (07/11). Já o autor dos disparos foi preso nesta segunda-feira (10/11), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.A mandante do assassinato foi identificada e diligências estão em andamento para capturá-la. As investigações seguem para concluir o inquérito e garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados criminalmente. FONTE: PCERJ

Esse é o visual novo da suposta mandante do homicídio de mulher em Sepetiba

A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, nesta quinta-feira (13), uma operação na Favela da Rocinha, na Zona Sul da cidade, em busca de Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, apontada como mandante do assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 25 anos, em Sepetiba. Apesar das diligências, os agentes não localizaram a suspeita. Segundo a corporação, os advogados de Gabrielle informaram que ela não pretende se entregar às autoridades. Diante dessa recusa, os policiais seguiram para a comunidade após receberem informações de que a foragida estaria escondida no local. “Infelizmente ela não estava lá”, relatou um dos investigadores que participou da ação. A polícia também informou que Gabrielle mudou o visual na tentativa de evitar a captura: agora ela utiliza cabelos pretos e óculos. As buscas continuam. FONTE: PCERJ

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