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extorsão

CV teria retomado controle de comunidade em Belford Roxo

Traficantes do Comando Vermelho teriam retomado mais uma vez o controle da comunidade do Gogó da Ema, no Bom Pastor, em Belford Roxo. O local teria sido tomado pelas tropas do Esquilo, Urso, Jetta e BX. Os traficantes do CV postaram registros vendendo Drogas em alguns pontos da comunidade durante a madrugada. Nesta semana, a comunidade foi tema de matéria na imprensa do Rio após intenso confronto que assustou moradores. Os bandidos até postaram uma mensagem nas redes sociais dizendo que estava proibida as extorsões no local. A guerra no local começou há alguns meses quando o traficante Esquilo deu um golpe no TCP e levou o CV para o local. O TCP conseguiu retomar o ponto e a guerra prosseguiu desde então. Até o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, pediu ajuda por conta da guerra. Neste fim de semana, um traficante foi preso pelo 39BPM em posse de dois fuzis na favela do Gogó .

Rabicó (CV) mandou extorquir moradores e comerciantes de comunidade de São Gonçalo

Em outra investigação sobre o traficante Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, foi verificado que sua quadrilha extorquia  os comerciantes e moradores da Comunidade do Laranjal, em ao cobrar “taxa de segurança”.Isso trouxe preocupação no meio do crime porque Rabicó não repassava parte dos lucros gerados pela cobrança da “taxa de segurança”, o que gerou atrito no grupo. Por conta disso, Rabicó  passou a andar com a escolta de diversos traficantes.  Veja o aviso de suposta autoria da Organização Criminosa, onde passam a cobrar “taxa de segurança” de moradores e comerciantes, na comunidade do Laranjal, em São Gonçalo:  “AVISO DE COLABORAÇÃO DE MORADORES E COMERCIANTES DA AREA DE LARANJAL. POR ANOS VCS VEM DESFRUTANDO DO RITIMO DE TRANQUILIDADE QUE COLOQUEI DE NÃO PERMITIR ROUBOS E AGORA CHEGOU A HORA DE VCS RETRIBUIREM POR ISSO ESTOU DETERMINANDO QUE CADA MORADOR E CADA COMERCIO DO LARANJAL CONTRIBUA COM O VALOR DE 50 REAIS POR MÊS PARA CADA MORADOR E 300 REAIS POR SEMANA PARA CADA COMERCIO TIRANDO OS DEPOSITOS DE GAS E INTERNET QUE JÁ ESTÃO PAGANDO NOS QUE É OUTRO VALOR ESSES VALORES DEVERÃO SER ENTREGUES A UM MOTO TAXI DA ALZIRA VARGAS OU SANTA LUZIA QUE VAIR SER INFORMADO NO DIA SOMENTE O GAS E A INTERNET VÃO SER ENTREGUES PESSOALMENTE NA BOCA DA B13 GUINDEAS OU NO RATO O LUGAR VAI SER DETERMINADO NO DIA PRA NÃO TER FOFOCA. ESSA ORDEM PASSA A VALER A PARTIR DO DIA 20 DE JUNHO DE 2020.’ 

Dez PMs que cobravam por segurança de comerciantes em Belford Roxo estão na lista para serem demitidos do órgão

Dez policiais militares estão sendo submetidos a conselho de disciplina da corporação que pode levá-los a expulsão dos quadros suspeitos de integrarem existência de esquema criminoso estável, estruturado e territorializado no Setor de RP “Bravo” do 39o BPM, no município de Belford Roxo/RJ, por meio do qual comerciantes (“padrinhos”) realizavam pagamentos periódicos em troca de atendimento policial direcionado e preferencial. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação oferece à sociedade no cotidiano, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal —, transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. Outro aspecto relevante é a capacidade de perpetuação da atividade transgressiva, não obstante os remanejamentos rotineiros de efetivo entre os setores do batalhão. A cada substituição de efetivo, procedia-se ao repasse aos recém-chegados de uma “lista de padrinhos”, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento de vantagens indevidas, assegurando a continuidade da arrecadação ilícita. Os pagamentos ilícitos, feitos de forma periódica (em regra, semanal), eram exigidos de bares, mercados, postos de combustíveis, farmácias, lotérica, mototáxis, transportes alternativos, depósitos e outros estabelecimentos, em contrapartida de cobertura policial diferenciada, com rondas seletivas, presença ostensiva por demanda e acesso direto aos policiais de serviço — uma privatização de fato do atendimento ostensivo. O funcionamento do grupo seguia lógica empresarial: havia captação de novos “padrinhos”, definição de valores e dias certos de recolhimento, direcionamento do policiamento conforme os interesses privados e partilha regular dos lucros. A engrenagem demonstrava autonomia e estabilidade, sobrevivendo às mudanças de escala e de lotação: sempre que havia substituição de policiais na RP do Se-tor “Bravo”, os antigos transmitiam aos novos a lista de padrinhos, com identificação de estabelecimen- tos, valores ajustados e periodicidade de cobrança (passagem de ponto). Havia lista de padrinhos “Posto Hehópolis – 40,00Gas Tupinambas – 50,00Gás Marcelo – 50.00Depósito Rio D’ouro – 50,00Moto táxi Estr Miguel Couta – 80,00Vans – 60,00Farmácia Andrade – 50,00”

Traficantes do CV obrigaram moradores a comprarem gás com eles no Lins com preço mais caro

Em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis da 26ª DP (Todos os Santos), com apoio da 25ª DP (Engenho Novo) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), deflagraram, na manhã desta sexta-feira (28/11), uma ação contra um esquema criminoso que ameaçava moradores da região do Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio. Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em um depósito de gás vinculado à facção criminosa Comando Vermelho. Até o momento, 700 botijões foram apreendidos. Segundo as investigações, narcoterroristas do Comando Vermelho danificaram e interromperam o fornecimento regular de gás encanado na região, para obrigar os moradores a comprar o insumo de um único estabelecimento a preço acima do valor de mercado. Enquanto em outros locais o custo era de cerca de R$ 100, os moradores da região chegavam a pagar R$ 300, de acordo com a vontade dos traficantes. Essa é apenas mais uma das fontes de renda do CV no Complexo do Lins. A facção explora as comunidades para esconder e clonar veículos roubados e para o transbordo de cargas subtraídas, além do comércio de drogas e de cobranças ilegais. No curso da apuração, uma concessionária confirmou que seus técnicos foram ameaçados e impedidos de entrar na localidade para restabelecer o fornecimento. Além disso, diversas distribuidoras relataram que não poderiam entregar os itens em endereços da região com medo de represálias. No decorrer das investigações, agentes identificaram que um depósito realizava entregas no local, mesmo diante da proibição imposta pelos criminosos. As equipes, então, confirmaram que o estabelecimento tinha exclusividade nas vendas, consolidando o monopólio ilegal e prejudicial aos clientes. Em troca, a dupla responsável pelo comércio realizava pagamentos às lideranças criminosas. O local funcionava como um braço econômico da facção criminosa, que financiava e estruturava atividades ilícitas de modo permanente. A operação desta sexta, portanto, tem o objetivo de desmantelar esse esquema criminoso e coletar novas provas que corroborem as investigações da ação criminosa. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Desde o início das ações da “Contenção”, mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições.

Traficante do CV que foi responsável por ataque à delegacia em Caxias comanda esquema de extorsão a empresas que atuam no entorno da Reduc. Ele conta com o apoio de um líder comunitário que é pastor

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), da Baixada Fluminense (DRE-BF) e da 60ª DP (Campos Elíseos) deflagraram, nesta quinta-feira (27/11), a “Operação Refinaria Livre”, para desarticular uma associação criminosa responsável por extorsões sistemáticas contra empresas que atuam no entorno da Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O grupo é liderado pelo chefe do tráfico de drogas na região, o narcoterrorista Joab da Conceição Silva, integrante da facção Comando Vermelho, e por um pastor que se apresenta como líder comunitário e religioso, mas atuava como intermediador do tráfico nas ações de coação empresarial. Até o momento, três criminosos foram presos. J oab foi apontado como o mentor do ataque à 60° DP, em Campos Elíseos, em fevereiro, quando dois policiais civis ficaram feridos. Os agentes foram para as ruas para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, expedidos a partir de investigação da DRE-CAP, a fim de aprofundar a colheita de provas, impedir a coação de testemunhas, frear a interferência criminosa sobre empresários e trabalhadores, e evitar a destruição de evidências essenciais. O inquérito revelou que empresas instaladas na área industrial da Reduc eram forçadas a pagar valores mensais ao tráfico, sob ameaça de incêndio de caminhões, agressões a funcionários, interrupção violenta das atividades produtivas e impedimento de acesso às instalações industriais. O pastor comparecia pessoalmente às empresas apresentando-se como representante comunitário, mas impondo regras ditadas por Joab. Ele citava proibição de permanência de caminhões nos pátios, imposição de contratação de moradores específicos, ligados aos traficantes, e oferta de “mediação” para evitar represálias. Segundo os agentes, isso era uma fachada para a prática de extorsão. Relatos formais de representantes empresariais, termos de declaração e atas do Ministério do Trabalho demonstram que empresas foram obrigadas a interromper suas atividades por diversos dias, em razão das ameaças feitas pelo grupo criminoso. A investigação identificou que sindicatos e associações de fachada vinham sendo instrumentalizados pelo tráfico para pressionar as empresas. Segundo os agentes, integrantes da associação criminosa infiltravam-se em setores industriais, controlando ilegalmente processos de contratação, indicando candidatos sem qualificação, interferindo em processos seletivos, e cobrando vantagens indevidas em troca de vagas de emprego. O grupo também impunha a contratação de parentes e aliados do tráfico, garantindo presença e controle direto dentro do polo industrial. Entre os contratados identificados está a companheira de Joab, que atuava em uma empresa sem critérios técnicos e por imposição territorial. Ela ingressou na companhia poucos dias antes do ataque criminoso à 60ª DP ocorrido em fevereiro de 2025, ordenado e comandado por Joab da Conceição Silva. O pastor também já foi alvo das forças de segurança. No início desse mês, ele foi preso em Betim, no estado de Minas Gerais, durante a ” Operação Aves de Rapina”. Ele estava transportando uma pistola e seis granadas artesanais, além de munições e valores em espécie. O homem admitiu ter levado os artefatos explosivos desde Duque de Caxias para realizar ações de intimidação e interrupção de serviços na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, a pretexto de atender a um “movimento grevista” organizado por sindicatos alinhados ao grupo criminoso. No veículo, também estava o presidente de uma associação de empresas de transporte de combustível, evidenciando a participação direta de sindicatos e entidades formais na estrutura criminosa. A presença de explosivos reforça o modus operandi de ameaçar empresas e trabalhadores por meio de atentados, inclusive com possível risco ao transporte nacional de combustíveis.

Preso com fuzil homem de guerra da milícia na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) prenderam na última segunda-feira (10/11), um miliciano responsável por extorsões a moradores e comerciantes na Estrada do Tingui, Campo Grande, Zona Oeste do Rio. Com ele, foram apreendidos um fuzil, uma pistola com kit rajada, duas granadas, dois simulacros de pistola, além de roupas camufladas e capa de colete. De acordo com os agentes, as investigações apontaram que o criminoso atuava como cobrador e homem de guerra da milícia local. Na ação, dois veículos roubados e clonados, cujas chaves estavam em poder do miliciano, foram apreendidos. Segundo o apurado, os automóveis eram utilizados para deslocamento e “patrulhamento” da organização criminosa. O homem foi preso em flagrante pelos crimes associação para constituição de milícia privada, porte ilegal de armas de fogo de uso restrito, receptação e adulteração de sinal de veículo automotor. FONTE: PCERJ

Contabilidade divulgada por jornalista mostra quanto moradores e comerciantes pagam para traficantes do Quitungo (CV)

Quitungo, em Brás de Pina, que mostra os valores que os traficantes receberiam de comerciantes e moradores locais. Ferros velhos, por exemplo, teriam que pagar de R$ 1.000 a R$ 1.500. Quitinetes – R$ 400 a R$ 600. Barbeiro – R$ 400 Bar – R$ 500 Casas – R$ 400 a R$ 1.000 Apartamentos – R$ 300 a R$ 400 A área é dominada pelo Comando Vermelho e sofre influência direta do Complexo da Penha. Na semana passada, durante a megaoperação, foi preso Thiago do Nascimento Mendes, o Belão, que era o frente do Quitungo. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Bandidos roubavam e extorquiam motoristas de aplicativo em Niterói e São Gonçalo. Um foi preso

Uma quadrilha roubava e extorquia motoristas de aplicativo em Niterói e São Gonçalo. Um suspeito foi preso. De acordo com a polícia, os criminosos agiam da mesma maneira, solicitavam corridas por meio de aplicativos de transporte e, durante o trajeto, rendiam os motoristas sob ameaça de arma de fogo, subtraíam celulares, dinheiro e obrigavam as vítimas a realizarem transferências bancárias para contas em seus próprios nomes. Em seguida, os motoristas eram abandonados nas imediações da Ponte Rio–Niterói, e os veículos deixados próximos ao terminal rodoviário de Niterói. Foram três casos somente em maio. Após trabalho de inteligência e monitoramento, os agentes localizaram o criminoso escondido na casa de parentes, em Niterói. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão preventiva pelos crimes de roubo majorado e extorsão. As investigações continuam para identificar demais envolvidos nos crimes. FONTE: PCERJ

Como agia a milícia de Queimados

Investigação revela que a milícia de Queimados tem como membros principais João da Jacutinga, Flávio, Paulinho Motorista, PQD e Carlos. Em agosto do ano passado, três integrantes foram presos quando estavam armados no interior de um veículo da marca Jeep Renegade, de cor prata, placa RIS4J36, realizando cobranças extorsivas a comerciantes no município de Queimados. Na ocasião, foram pegos com (quatro) pistolas calibre 9mm; 01 (uma) espingarda calibre 12; 16 (dezesseis) carregadores de pistola calibre 9 mm; 01 (um) kit Roni; 302 (trezentos e duas) munições calibre 9 mm; 20 (vinte) munições calibre 12; 05 (cinco) coletes; 01 (um) cinto tático; 01 (um) coldre; 04 (quatro) aparelhos celulares e o montante de R$ 2.309,75 (Dois Mil, Trezentos e Nove Reais e Setenta e Cinco Centavos) Jeep Renegade, cor prata, ano 2021, placa RIS4J36, era produto de delito de roubo. A espingarda estava registrada no nome de um policial civil lotado na 51ª DP (Paracambi) e pai de um dos presos. Havia diversas informações no Disque-Denúncia de que moto-taxistas no município de Queimados estariam sendo coagidos a pagar supostas “taxas”de segurança, além da distribuição de cartões a comerciantes do local com o nome de uma suposta empresa com números de celulares os quais também são utilizados como chave PIX. Outras notícias anônimas informam que o suposto grupo criminoso seria liderado por um dos presos, além da participação de seu pai e de Paulinho Motorist, que ocuparia cargo público na Prefeitura de Queimados/RJ Paulinho Motorista inicialmente trabalhava como motorista. Posteriormente, passou, em tese, a exercer outras tarefas, como, por exemplo, realizar vigilância juntamente com outros integrantes; receber e fornecer informações acerca da movimentação de criminosos rivais e operações policiais, bem como a marcar encontros entre os supostos líderes, Paulinho tinha à sua disposição o veículo do Conselho Tutelar de Queimados, em tese, utilizava o referido veículo para transportar os integrantes do suposto grupo criminoso Constatam-se também diálogos travados pelo filho do policial com milicianos de outras regiões do Estado do Rio de Janeiro, cujas cópias (os denominados “prints ”) foram encaminhados ao número de telefone de Paulinho, reforçando a relação existente entre eles. Notam-se, ainda, comprovantes de pagamentos efetuados pelo líder do grupo a Paulinho.o que demonstra a sua suposta associação ao grupo criminoso. (…) No tocante ao suposto delito de extorsão praticado por todos os denunciados, verifica-se na exordial diversas mensagens de aplicativo de celular extraídas do aparelho apreendido na ocasião da prisão dos três milicianos. Em tais conversas nota-se a cobrança de valores ilegais a diversos comerciantes a título de “taxa”, cujo pagamento deveria ser efetuado por PIX. Os destinatários das cobranças eram identificados com nomes que faziam alusão a seus comércios, como por exemplo: “Fábio do Gás ”; “Material de Cons-trução ”; “Serralheria Aliança ”; “Churrasquinho Russo ”; “Padaria Angela ”; “Hortifruti ”, dentre outros Ademais, constata-se também que o grupo criminoso, em tese, não tolerava atrasos no pagamento e agia com ameaças aos comerciantes, como se visualiza em um diálogo mantido com um interlocutor de nome “Distribuidor de Gás Paraíso. Com relação especificamente às supostas vítimas mototaxistas, estas eram obrigadas, em tese, a efetuar o pagamento indevido, bem como tirar foto da placa da motocicleta e solicitar a entrega das chaves dos veículos, as quais ficavam sob a posse do grupo criminoso. Destacam-se também fotografias de caderno contendo anotações acerca dos pagamentos semanais e mensais efetuados por cada comerciante, divididos pelos bairros que o grupo supostamente dominava a saber os bairros de Fanchem, Paraíso e Porteira, todos situados no município de Queimados/RJ. FONTE: TJ-RJ

Da Rocinha (CV), traficante teria ordenado ataques a empresa de internet no Ceará

Escondido na Rocinha, comunidade da Zona Sul do Rio de Janeiro, o traficante que tem os vulgos de Euro ou Folha Seca, ordenou ataques às instalações de uma empresa de internet na cidade de Icapuí, no Ceaa. Os criminosos danificaram uma caixa de atendimento da empresa, prejudicando o fornecimento de internet de várias residências; Os bandidos ligados ao Comando Vermelho haviam encaminhado mensagens via whatsapp, determinando que fossem realizados pagamentos mensais, sob pena de matar o dono da empresa e de tocar fogo na sede. Os funcionários informaram que não formalizaram Boletim de Ocorrência por medo de represálias; Foi comunicado que um homem que estava utilizando tornozeleira eletrônica estava fazendo vídeos do veículo de forma ostensiva e ameaçadora. Os funcionários chegaram a gravar um vídeo do criminoso e encaminharam para a polícia; FONTE: TJ-CE

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