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Integrante do Bonde dos Crias da Vila Kennedy (CV) preso essa semana coagiu PM como retaliação a operações policiais no Catiri, alvo da facção

Preso na última terça-feira, o traficante Alifer Oliveira de Carvalho, o Jarule, seria braço direito de Rodney Lima de Freitas, o RD, apontado como o principal puxador de guerras da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Jarule é integrante do Bonde dos Crias, que atua na Vila Kennedy e tem expandido sua influência sobre a região do Catiri, na Zona Oeste do Rio.Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil, Alifer exerce função de liderança na facção, sendo responsável direto por ações de intimidação contra moradores e desafetos, utilizando ameaças e violência como mecanismos para impor o domínio territorial do grupo criminoso. Em um dos episódios mais graves apurados, o investigado teria coagido um policial militar, como forma de retaliação às operações policiais que vêm sendo intensificadas no Catiri. Alifer também é acusado de participar da invasão a um condomínio residencial, onde foram lançados artefatos explosivos, provocando pânico entre os moradores. Além disso, o traficante teria ordenado o incêndio de postes de energia, o que resultou na interrupção do fornecimento de internet para cerca de 250 famílias, com o objetivo de impor o uso exclusivo da rede controlada pelo tráfico na comunidade. O criminoso foi reconhecido tanto pelo policial militar ameaçado quanto pelo síndico do condomínio atacado. Nas redes sociais, ostenta imagens portando armas e cercado de outros integrantes da facção, numa clara estratégia de intimidação virtual utilizada para manter o controle psicológico sobre a população local. As apurações também alcançam RD, identificado como um dos principais financiadores das ações criminosas do Bonde dos Crias. Ele seria responsável por garantir suporte logístico e recursos financeiros ao grupo, que busca ampliar seu domínio sobre áreas estratégicas da Zona Oeste carioca. A 34ª DP prossegue com as investigações para o completo desmantelamento da estrutura criminosa atuante na região”. O aparelho celular apreendido com o custodiado contém um adesivo colado com as inscrições “CPX do Catiri- a braba 10”, que é comumente utilizada como inscrição em associação para o tráfico de drogas. FONTE: TJ-RJ

Veja o quem é quem na maior quadrilha de receptadores de celulares do Rio e todos os detalhes da atuação do bando

Relatório da investigação aponta o quem é quem em uma das maiores quadrilhas de receptação de celulares roubados ou furtados do Rio de Janeiro, alvo da Operação Rasteio. Cabia a coordenação geral e financiamento a um homem conhecido como Léo Moura, que era proprietário de um box no Mercado Popular da Uruguaiana, no Centro da cidade. China, que era proprietário de uma tabacaria no camelódromo da Uruguaiana, coordenava a corredor da tabacaria, a coordenação de aquisição e armazenamento dos aparelhos produtos de crime e a coordenação das negociações na praça da quadra C do espaço comercial;. Nininho fazia o armazenamento e comercialização de celulares em seu box na quadra B, Daniel fazia o financiamento e desbloqueio dos celulares a partir de sala alugada no Edifício Patriarca. Lucas Luki e Rondinei Bui faziam a intermediação de vendas e a efetivação de desbloqueio de aparelhos. Michael, Beiçola e Weslei WL cabiam a captação e intermediação de aparelhos. Cristiano cuidava da segurança e e intermediação das atividades. Rodrigo,a intermediação e transporte, Sebastião Timbalada, Lucas Novinho, Douglas Gordino, Marcos Vinicios, Izaias Cara de Índio e Rodrigo Archanjo ficavam com a parte operacional de captação de aparelhos. Através das imagens captadas pelo drone e pelo monitoramento velado, foi possível estabelecer o modus operandi da organização criminosa: Recepção/Aquisição: Os membros operacionais (captadores) permaneciam nas áreas de maior movimento do mercado, como a Rua Uruguaiana e esquinas com Rua Senhor dos Passos, bem como na praça da quadra C e Av Presidente Vargas, abordando pessoas que chegavam com aparelhos para vender. Distribuição: Após adquiridos, os aparelhos eram levados para boxes específicos Processamento: No escritório no Edifício Patriarca, os aparelhos eram desbloqueados e preparados para revenda ou para a prática de fraudes bancárias através de acesso aos aplicativos das vítimas. Comercialização: Os aparelhos processados eram revendidos por valores inferiores aos praticados no mercado regular, gerando lucro para a organização. Controle Territorial: A organização exercia controle territorial na região da Uruguaiana, impondo regras e intimidando até outros vendedores ilegais de celulares. Expansão de Operações: O grupo planejava atuar em grandes eventos, como foi constatado na preparação para ações durante o show da cantora Lady Gaga.’ O grupo criminoso atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas claramente definidas entre seus integrantes, mantinha pontos fixos (boxes) e um “escritório” equipado com tecnologia avançada para desbloqueio de dispositivos, operando em regime de 24 horas; As atividades criminosas englobavam desde a receptação de aparelhos roubados/furtados até fraudes bancárias realizadas por meio dos dispositivos subtraídos;A estrutura hierárquica da organização era bem definida, com lideranças, técnicos especializados, intermediários e membros operacionais; O modus operandi incluía atuação estratégica em grandes eventos, como constatado durante o planejamento [ para ações no show da cantora Lady Gaga. A “Operação Rastreio”, deflagrada pela DRCPIM no dia 03/05/2025, resultou na prisão de 16 integrantes da maior quadrilha de comércio de celulares subtraídos do estado, com atuação concentrada na região da Uruguaiana, no Centro do Rio de Janeiro. A operação representa uma ofensiva permanente contra roubos, furtos, receptação e fraudes envolvendo aparelhos celulares em todo o estado.’ A ofensiva foi precedida por três dias de monitoramento velado (30/04, 02/05 e 03/05), utilizando recursos humanos, tecnológicos, inteligência tática e apoio aéreo com drone, o qual foi responsável pela cobertura superior da Quadra C do camelódromo e adjacências. A operação contou com várias frentes de vigilância, destacando-se o uso de veículos descaracterizados, VTRs caracterizadas, monitoramento à pé e filmagens em pontos estratégicos. Cada equipe teve posicionamento predefinido e missão específica, com comunicação em tempo real via grupo operacional.’ A operação utilizou da infiltração de agentes à paisana, campana fixa, monitoramento aéreo, análise de dados e comunicação em tempo real entre agentes das diversas equipes da DRPCIM envolvidas entre os dias 30 de abril e 03 de maio de 2025, logrando a prisão, na noite de 03 de maio, dos 16 indiciados, além da apreensão de 150 celulares, 6 notebooks, de máquinas de cartão e peças eletrônicas, R$5 mil reais, um veículo Jeep Compass contendo aparelhos celulares produtos de crime e uma arma de choque, contendo com registros em vídeos das negociações entre integrantes da ORCRIM e atravessadores de telefones roubados e furtados. Nesta semana, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) devolveu 1.400 celulares recuperados aos seus legítimos donos. Diversas pessoas foram à Cidade da Polícia, principal ponto de devolução, onde cerca de 700 aparelhos foram entregues aos verdadeiros proprietários. Além da Cidade da Polícia na Zona Norte do Rio, foram entregues 400 aparelhos na Baixada Fluminense e mais 300 no restante da Região Metropolitana e no interior do estado. “Essa fase é só o início. Desde maio, já são mais de 270 presos e cerca de 5 mil aparelhos recuperados. O celular é um bem muito importante na vida das pessoas, seja para trabalho ou na vida pessoal, com dados e fotos que são muitas vezes memórias insubstituíveis. Estamos aqui devolvendo hoje esses telefones, mas a Operação Rastreio é permanente”, afirmou o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. Entre as vítimas que tiveram o aparelho restituído está Adriana, assaltada no Centro do Rio, em março deste ano. Ela tinha efetuado apenas o pagamento de uma parcela do financiamento do aparelho. “Ainda tenho a dívida para pagar, mas agora posso comemorar que tenho de volta o meu bem. Vou continuar pagando, agora com a felicidade de que ele está de volta para mim, graças à Polícia Civil”. FONTE: TJ-RJ

Por chamada de vídeo, traficantes do CV e TCP teriam negociado fim da guerra no Rio com participação de Oruam

Essa informação já havia sido divulgada nas redes sociais há alguns dias e agora ganhou repercussão na imprensa carioca. Os traficantes Doca do Complexo da Penha (CV) e Cocão e Coelhão do Complexo da Serrinha (TCP) participaram de uma conversa de vídeo juntamente com o rapper Oruam preso essa semana Nesta conversa, segundo o que foi levantado pela polícia, os traficantes supostamente negociavam uma trégua na guerra entre as facções criminosas no Rio de Janeiro. Oruam inclusive como já foi falado apareceu em foto junto com Doca.

Chefão do CV na Grande Fortaleza está escondido no Complexo da Penha

Os setores de Inteligência da Polícia Militar e da Polícia Civil, do Estado do Ceará e as Forças de Segurança do Rio, buscam informações que levem à localização e prisão, do criminoso ligado a Organização Criminosa Comando Vermelho (CV), Carlos Mateus da Silva Alencar, conhecido como ‘Skidum’, de 31 anos. Conhecido também pelos apelidos de “Fiel ou Maestro”, ele se escondendo no Complexo da Penha ou na Maré, dois dos principais redutos do CV no Rio, e tem como principal aliado o narcotraficante Edgar Alves de Andrade, o Doca da Penha ou Urso”, de 55 anos, um dos criminosos mais procurados pelas autoridades do Rio de Janeiro, e considerado pelo sistema carcerário de “Altíssima Periculosidade”, com 32 mandados de prisão, expedido pela Justiça Fluminense. “Skidum”, consta na lista dos mais procurados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), onde é descrito como “chefe de organização criminosa com atuação no bairro Pirambu, em Fortaleza/CE, com antecedentes criminais por homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo” e “indivíduo de alta periculosidade”. Ele estaria envolvido, em pelo menos, 10 homicídios somente nos últimos anos. A maior parte das execuções ocorreu no contexto do conflito entre as facções CV e Massa Carcerária, surgida após um racha na organização criminosa de origem carioca. Uma das exceções é o assassinato do blogueiro Givanildo Oliveira da Silva, o Gigi do Pirambu News, crime ocorrido em 7 de fevereiro de 2022. A trajetória criminosa do traficante é mais antiga que as denúncias recentes, vindo, pelo menos, desde 2015. Naquele ano, “Skidum”, foi denunciado junto com outro comparsa, pelo assassinato do pescador Antônio Farias Barbosa no Pirambu. Conforme consta da referida denúncia, o fato teria sido motivado por vingança, posto que os acusados pretendiam revidar a morte do irmão do denunciado Victor de Sousa, além do fato de acreditarem que a vítima seria informante da polícia”, diz a sentença que pronunciou os dois. Ele ainda foi denunciado pela morte do chefe do tráfico da comunidade de Areia Grossa e de uma outra vítima em 2021. Mesmo estando escondido no Complexo da Penha, ele continua a comandar as ações criminosas no bairro Pirambu. Contra ele constam seis mandados de prisão, pelos crimes de Tráfico de Drogas, Homicídio, Furto, Ameaça, entre outros e por interromper o monitoramento por tornozeleira eletrônica que lhe havia sido imposto por estar cumprindo pena em regime aberto por furto Então, quem tiver informações sobre sobre a localização do traficante “Skidum” e Doca da Penha”, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

RD puxador de guerra do CV na Zona Oeste do Rio tem prisão decretada por homicídio de homem que foi atraído para a morte com proposta de trabalho

,A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante RD apontado como puxador de guerra do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio pelo homicídio dr Wesley Ferreira cometido em 10 de fevereiro. Uma testemunha afirmou que o crime foi ordenado por RD e executado por um comparsa vulgo Jotinha. . A vítima foi atraída para a morte pois foi chamada por uma mulher para realizar orçamento de uma obra. A vítima foi executada por disparos desferidos do interior de um automóvel. Sua morte foi encomendada para garantir o poder de organização criminosa disposta a tomar o comando da localidade onde o fato ocorreu e onde a vítima morava. O local onde o fato ocorreu (não revelado nos autos disponíveis para consulta) é de difícil – quiçá de impossível acesso para a atividade da polícia preventiva e investigativa – onde impera a lei do silêncio, razão pela qual deixa os moradores vulneráveis e expostos, abalando a comunidade, repercutindo de forma negativa, gerando sensação de impunidade, sendo merecida a prisão dos denunciados. Jotinha e a mulher também.tiveeam as prisões desempregadas. FONTE: TJ- RJ

Preso um dos chefes do tráfico na Vila Kennedy (CV) e responsável por ataque a condomínio residencial que aterrorizou moradores do Catiri. Ele também mandou incendiar postes e deixou dezenas sem internet

Policiais civis da 34ª DP (Bangu) prenderam um criminoso apontado como líder do tráfico de drogas da Vila Kennedy. Ele seria o responsável direto por ações de intimidação contra moradores e desafetos, utilizando ameaças e violência como mecanismos para impor o domínio territorial do grupo criminoso. O homem foi capturado, nesta terça-feira (22/07), na localidade onde atuava, na Zona Oeste do Rio. De acordo com as investigações, o traficante também é acusado de participar da invasão a um condomínio residencial, onde foram lançados artefatos explosivos, provocando pânico entre os moradores da comunidade do Catiri, também na Zona Oeste. Além disso, ele teria ordenado o incêndio de postes de energia, o que resultou na interrupção do fornecimento de internet para dezenas de famílias. O objetivo era impor o uso exclusivo da rede controlada pelo tráfico na comunidade. Nas redes sociais, ele ostenta imagens portando armas junto de outros integrantes da facção, numa clara estratégia de intimidação virtual utilizada para manter o controle psicológico sobre a população local. As investigações continuam para identificar outros integrantes da facção criminosa. FONTE: PCERJ

Oruam xingou policiais de “fdp e c” e desafiou autoridades nas redes sociais dizendo para irem prendê-lo no Complexo da Penha e que é filho de Marcinho VP (CV)

Uma testemunha afirmou que o rapper Oruam xingou o delegado Moyses Santana de fdp durante incidente que acabou levando o filho do traficante Marcinho VP a ter a prisão temporária decretada. A testemunha disse que Oruam se encontrava com alguns amigos em sua residência; que em determinando momento o rapper e os outros saíram do imóvel com a finalidade de jantar. Em seguida, ele ouviu uma confusão na rua e percebeu que se tratava de uma abordagem policia. Disse que viu alguns amigos do rapper sendo abordados e saiu do imóvel com o fim de “proteger” Oruam. Neste momento, a testemunha afirmou que reconheceu o delegado como sendo um dos policiais que realizavam a abordagem; que neste momento seu cliente e seus amigos começaram a resistir a abordagem policial, com a finalidade de atrapalhar a ação legítima dos policiais. Segundo ele, os amigos de Oruam atearam pedras portuguesas contra a equipe policial; que a equipe policial teve que retrair e solicitar apoio a fim de resguardar sua integridade física; que após a equipe policial se afastar a fim de se proteger, Oruam e seus amigos se evadiram do local. Falou que ouviu Oruam xingar o delegado de fdp, que logo em seguida as equipes de apoio chegaram ao local; que o declarante acompanhou as equipes durante as buscas dos autores pelo imóvel onde reside Oruam; que no local foi encontrado apenas o amigo do rapper, chamado Pablo, que foi o principal instigador contra a abordagem policial e um dos homens que resistiu a abordagem, causando todo o incidente; que nada mais disse nem lhe foi perguntado”. O delegado Moyses Santana disse que na noite de ontem recebeu informação de que o foragido Menor Piu estava na residência de Oruam no bairro do Joá. Ele determinou a reunião de um grupo de policiais com o fim de diligenciar até o local e aguardar o momento em que o alvo deixasse a residência para efetuar o cumprimento do mandado de busca e apreensão de adolescente infrator. Segundo o delegado, Menor Piu é integrante da facção Comando Vermelho, sendo um dos maiores roubadores de veículos do estado e, também, é segurança pessoal do traficante Doca . Ele ostenta diversas fotos portando armas de fogo em suas redes sociais Moyses e o policial Alexandre chegaram ao local, em uma viatura descaracterizada; que permaneceram no interior da viatura realizando o monitoramento da residência; que, em determinado momento, perceberam uma movimentação na frente da residência e identificaram que Menor Piu estava saindo com um grupo de pessoas; que decidiram realizar a abordagem e determinaram que todos os indivíduos, em torno de 05 (cinco) encostassem na parede e realizaram a revista pessoal; que logo em seguida anunciaram a apreensão do adolescente bem como de seu aparelho de telefone celular e cordão e o conduziram a viatura; que no momento em que se aproximaram da viatura, Pablo , começou a desacatar os policiais proferindo diversos xingamentos; que, logo em seguira, Oruam apareceu na varanda acompanhado de cerca de 08 (oito) indivíduos e começaram a atear pedras contra o declarante e seu companheiro. O delegado disse que Alexandre foi atingido por duas pedras; que em consequência da resistência a ação policial, Menor Piu acabou se evadindo; que seu telefone e seu cordão foram apreendidos pela equipe policial. Logo depois, Oruam e seus comparsas desceram e partiram em direçao ao declarante e seu companheiro proferindo diversos xingamentos tais como “C… fdp..e em seguida, “, proferindo ameaças de morte contra o declarante e Alexandre afirmando, ainda, ser filho de Marcino VP ; que os autores arremessaram mais pedras que danificaram a viatura da polícia civil utilizada pela equipe. Segundo Santana, a equipe teve que se retrair do local temendo pela sua integridade e solicitando apoio das demais equipes bem como da PMERJ; que logo em seguida as demais equipes chegaram ao local; que na chegada foi verificado que Pablo, ao avistar a aproximação das equipes se evadiu para o interior do imóvel; que então as equipes ingressaram no imóvel com a finalidade de buscar os autores dos crimes localizando PABLO Pablo no interior da residência. Oruam e os demais se evadiram do local antes da chegada das equipes policiais; que Pablo foi autuado em flagrante pelos crimes de desacato, resistência qualificada, lesão corporal, ameaça e dano ao patrimônio público qualificado. O delegado disse que logo em seguida Oruam iniciou uma série de postagens em redes sociais onde desafia a polícia a efetuar sua prisão no interior do complexo da Penha, área sob forte influência da facção Comando Vermelho e local de residência de Menor Piu; que seguiu desafiando as forças do estado afirmando ser filho de Marcinho VP, um dos principais líderes da facção Comando Vermelho atualmente preso em presídio federal; que, por fim, ressalta que é o segundo integrante da facção Comando Vermelho que encontrado homiziado no interior da residência de Oruam no período de 06 (seis) meses, demonstrando estar estável e permanentemente associado a traficantes da referida facção; que, em 26fev25 foi preso um integrante da facção que possuía mandado de prisão preventiva pendente pelo crime de organização criminosa e portava uma pistola com numeração suprimida e kit rajada no interior da residência de Oruam; que nada mais disse”. O policial Alexandre disse que assim que anunciaram a apreensão de Menor Piu, Pablo começou a desacatar os policiais proferindo diversos xingamentos; que, logo em seguira, Oruam na varanda acompanhado de cerca de 08 (oito) indivíduos e começaram a atear pedras contra o declarante e seu companheiro; que o declarante foi atingido por duas pedras; Disse que Oruam desceram e partiram par cima dele e do delegado proferindo diversos xingamentos tais como “Cuz” e ‘fdp”.e o rapper afirmou ainda que era fiho de Marcinho VP . Os autores arremessaram mais pedras que danificaram a viatura da polícia civil utilizada pela equipe; que a equipe teve que se retrair do local temendo pela sua integridade e solicitando apoio das demais equipes bem como da PMERJ; FONTE: TJ-RJ

Justiça transfere de Belford Roxo julgamento de irmãos PMs (um deles envolvido com a milícia) acusados de duplo homicídio contra vítimas que praticavam estelionato e que tiveram os corpos carbonizados

Dois policiais militares que são irmãos foram pronunciados perante o Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Belford Roxo, por suposta prática de duplo homicídio qualificado em 2021 e irão a júri popular. Entretanto, o Ministério Público solicitou o deslocamento do julgamento de competência do Tribunal do Júri para outra cidade alegando que sendo feito na Comarca de Belford Roxo ou vizinhas da Baixada Fluminense não será revestido da indispensável imparcialidade exigida por lei, uma vez que os acusados, além de serem policiais militares, há forte indicação de um deles ser integrante da milícia atuante no mesmo bairro onde os pronunciados residiam e por onde as vítimas passaram antes de serem levadas ao local em que foram brutalmente executadas. O pedido foi aceito pela Justiça.  Dos autos de origem é possível verificar que a denúncia narra que os requeridos são acusados de serem mandantes de duplo homicídio qualificado, crimes cometidos para assegurar a impunidade de outro crime, eis que os ambos e as vítimas estavam envolvidos na prática de delito de estelionato, ocorrido dias antes dos fatos em exame. Os corpos das vítimas foram encontrados carbonizados, tendo uma das testemunhas dito que os irmãos  são policiais militares, e que já tinha ouvido comentários de que o primeiro era “um cara mau e sinistro”. Situação demonstrada que vincula os homicídios para “queima de arquivo” a respeito de crime de estelionato praticado contra terceiro.  E tais circunstâncias fáticas, que sinalizam para a necessidade de preservar o interesse e a ordem pública, uma vez que geram dúvida de que não só as testemunhas, como também os jurados locais possam ser influenciados ou coagidos, comprometendo a imparcialidade do julgamento perante o Júri Popular. O processo tramita em sigilo. FONTE: TJ-RJ

Somente depois de quatro anos do crime, Justiça decretou preventiva de miliciano suspeito de matar homem que teve envolvimento com o tráfico em São Gonçalo

Depois de quatro anos, a Justiça decretou a prisão no ano passado de um suposto miliciano vulgo Mãozinha que matou um homem no bairro do Gradim, em  São Gonçalo em agosto de 2020. A vítima foi Vilson Oliveira Neto, o Dentinho, e foi executada como retaliação a atuação deste junto ao tráfico ilícito de entorpecentes no passado. Dentinho já havia pertencido ao Comando Vermelho. Além de ter sido espancada na região da cabeça, a vítima foi alvo de diversos disparos.” Na época dos fatos, estava um contexto de muitas mortes ligadas à milícia. Que as pessoas que eram mortas eram relacionadas ao tráfico, ou praticavam furtos, essas coisas. Um comerciante foi morto na mesma ocasião. Ele morava no local há 40 anos e ele se recusou a pagar taxa para os paramilitares.  A milícia agia no Gradim, Porto Velho, Campo da Brahma, Paraíso.   Vilson acreditava que, por na época dos fatos já não estar mais no tráfico, estar trabalhando legalmente, que não aconteceria nada. Que na época, a filha da vítima tinha acabado de fazer 01 aninho. FONTE: TJ-RJ

Supostos milicianos são suspeitos de matar homem em Anchieta por ele ter entrado na Justiça contra empresa de segurança

Supostos milicianos são suspeitos de matar Moisés Alves Ramos em Anchieta por ele ter ajuizado reclamação trabalhista contra uma empresa de segurança. Eles tiveram as prisões preventivas decretadas.  Foram colhidas imagens de câmeras de segurança da rua onde ocorreu a morte e elas apontam que um automóvel aparentemente Hyundai HB 20, de cor branca, com vidros escurecidos, placa Mercosul, em alta velocidade, passou no local e executou a vítima.  Foi apurado que um dos suspeitos do crime teria alugado este veículo, na data dos fatos, e que ele trabalhava prestando serviços de segurança para algumas lojas do Mc Donalds.  A esposa da vítima narrou que ela também já havia exercido esta função e que tinha pendências trabalhistas com a empresa de segurança. Solicitadas as informações do rastreador do veículo acima que estava alugado, apurou-se que ele rondou a casa da vítima e que teria passado em uma oficina de propriedade de outro suspeito do crime. Ocorre que as imagens do rastreador foram corrompidas no horário apontado pelas câmeras de segurança como o da suposta ocorrência do crime, indicando que foi manipulado.  Surgiu boato de que Moisés teria sido morto  por ter sido confundido com o policial militar, conhecido por “Bil , que tinha o mesmo porte físico e um carro da mesma cor, muito parecido com o carro de Moisés.  Os denunciados conhecem o local onde a vítima morava e onde residem seus familiares que temem por suas vidas FONTE: TJ-RJ

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