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Disputa entre chefes do TCP na Ilha teria provocado suposto atentado

Segundo informações que circulam nas redes sociais ontem à noite teria ocorrido um suposto atentado na Ilha do Governador contra um aliado do traficante Neves do Morro do Dendê. O.alvo conhecido como Glaucio, seria o responsável por todo financiamento de gás, cigarro, máquinas caça-níqueis, vans , cobrança de taxas de comércios de moradores da ilha a mando de Neves. De acordo com relatos, esse atentado teria sido planejado pelo traficante Neguinho do Boogie Woggie.pela disputa de poder na ilha do Governador Os dois chefes pertencem a mesma facção (TCP) mas estão em guerra, um querendo o poder e os benéficos do outro. Não se tem mais detalhes sobre esse suposto ataque.

Em conversa com armeiro, Peixão (TCP) disse que jogou granadas por drones em rivais. “Que bagulho maneiro”. Parceiro de chefão vai para presídio federal

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, encaminhou a seu subordinado que adquiria armamentos bélicos e táticos no Paraguai, incluindo drones e fuzis, notícias acerca dos resultados de bombardeios com uso de drones sobre território dominado por facção rival. O comparsa de Peixão disse que os equipamentos que negociava eram suficientes para eliminar “Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. Financiado por “Peixão”, o comparsa contrabandeava eletrônicos como comunicadores de longa distância e fuzis anti-drones, bem como negociava armas e pistolas com vendedores sediados no Paraguai, equipamentos voltados à aparatar o Terceiro Comando Puro. O armeiro de Peixão  será transferido neste sábado para o presídio de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná. Em conversas, Peixão falou para ele comprar fuzis e drones,

A FARRA DA SAIDINHAS: Veja mais bandidos perigosos que ganharam permissão para passar o dia dos pais em casa e não voltaram para a prisão

Veja agora relação de outros bandidos que foram beneficiados pela saidinha do Dia dos Pais e não retornaram para a cadeia. Wallace Alexandre Pereira, vulgos “Chileno ou Gordinho”, de 55 anos, Com varias passagens pelo sistema carcerário, sendo uma delas em setembro de 2013, quando preso por policiais da 6ª DP, ele era considerado integrante de uma quadrilha conhecida como “Novo Cangaço”, que ataca comércio e bancos nas regiões Nordeste e Centro-Oeste. Considerado de Alta Periculosidade, Wallace confessou ter participado do sequestro de uma das filhas do dono da confecção De Millus, em 1997. Pablo Henrique dos Santos Goes, vulgo “EScobar”, de 34 anos Em um das suas prisões e, outubro de 2015, ele era considerado chefe do tráfico de drogas do Morro do Juramente, que nesta época pertencia a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), sendo atualmente, controlada pelo Comando Vermelho Vermelho (CV),Vagner Menezes Godoy, vulgo “VG do Chapadão”, de 42 anos, Preso em abril de 2017, ele era considerado uma das lideranças do tráfico de drogas do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, Zona norte do Rio.Fábio da Costa Souza, vulgo “Fabinho Piloto”, de 40 anos, se encontra na condição de Evadido do sistema Penitenciário, desde 17 de agosto de 2025. Preso em março de 2012, integrava o bando do traficante Marcus Vinicius Martins Vidinhas Junior, o Palhaço, e respondia por crimes de homicídio, roubo e latrocínio. Roger Pereira Moizinho, vulgo “Macarrão”, de 46 anos, Considerado de Alta Periculosidade , e membro da facção criminosa Comando Vermelho (CV), ele foi preso em abril de 2021, no Morro da Providência, no Centro do Rio, e era apontado como chefe do grupo, que seria responsável por mais de 30 homicídios além de inúmeras tentativas , em Minas Gerais. Robson Luiz Monteiro Martins vulgo “Canela de Vidro”, de 51 anos, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 17 de agosto de 2025. Considerado de Altissíma Periculosidade, “Canela de Vidro”. é considerado uma das principais lideranças do tráfico de drogas da Comunidade da Reta Velha, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio, e membro da Organização Criminosa Comando Vermelho *(CV). O criminoso tem origem no Complexo do Alemão e ganhou o apelido depois de sofrer uma cirurgia na perna e ficar com uma grande cicatriz. Considerado, em 2015, o segundo homem na hierarquia do tráfico da Vila Cruzeiro, Canela de Vidro era o responsável pela mistura e distribuição das drogas na comunidade, sendo apontado também como responsável pelas execuções promovidas pelo tribunal do tráfico. Adriano Carneiro Mendonça, conhecido “KG ou Quem”, é considerado de Alta Periculosidade, Um uma das suas prisões, em setembro de 2018, era apontado como o chefe do tráfico na comunidade Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.Alax Matheus dos Santos da Cruz, vulgo “Madruga”, considerado de Alta Periculosidade pelos sistema carcerário, Preso em março de 2020, era considerado o chefe do tráfico de drogas da Favela da Palmeirinha, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.Breno de Souza Trindade, vulgos “Piloto ou BR”, Preso em dezembro de 2020, foi no bairro Vila Margarida, município de Itaguaí, onde o mesmo se encontrava foragido após tomar conhecimento de que possuía 04 (quatro) mandados de prisão em seu desfavor. À época ele foi considerado um dos maiores roubadores de veículos e cargas dos municípios de Niterói e São Gonçalo, Os roubos de veículos nas Regiões Oceânica e Sul de Niterói e os roubos de cargas, praticados ao longo da Rodovia Estadual Amaral Peixoto RJ-104, na divisa entre os municípios de Niterói e São Gonçalo, sendo liderados por Breno e exercido conforme declarações das vítimas com extrema violência.

Justiça liberou mais um traficante perigosísimo para passar o dia dos pais em casa e ele não retornou para a cadeia

Marcos Leandro Rosa Alves de Souza, vulgo “Neném”, de 27 anos, se encontra na condição de Evadido do Sistema Penitenciário, desde 16 de agosto de 2025. Preso em outubro de 2023, após após um tiroteio na comunidade Az de Ouro, em Anchieta, na Zona Norte do Rio, foi preso. Ele era apontado como chefe do tráfico da comunidade e como um dos principais responsáveis pela guerra entre grupos criminosos rivais na região. Contra ele consta um Mandado de Prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Tipo do Mandado Originário: Mandado de Prisão Motivo: Evasão, após receber o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente ao Indulto dos Dias Pais, onde acabou não retornado a sua unidade prisional, aonde cumpria pena pelo crime de Tráfico de Drogas.

Investigação deste ano da DRE destrincha a quadrilha de Popeye, um dos chefões do CV em Belford Roxo e filho de lendário traficante

investigação conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE/RJ esmiuçou a estrutura criminosa de alto poder ofensivo, pertencente à facção Comando Vermelho (CV), que exerce, de forma ostensiva e armada, o domínio territorial sobre o denominado “Complexo do Parque Floresta” , no município de Belford Roxo/RJ. Esse complexo é formado pelas comunidades de Santa Marta, Vila Pauline, Caixa D’Água e Parque Floresta, compreendendo uma área geográfica de aproximadamente 1,6759 km2, habitada por cerca de 32.342 pessoas A atual liderança da organização criminosa na região é atribuída a Nome, conhecido pelos vulgos “Popeye”, “Eto” e “Calvin” , herdeiro direto do falecido Orlando Jogador. O bandido comanda ataques a forças policiais, determina a instalação de barricadas e explora economicamente a população local. A quadrilha adota rotas de fuga estratégicas, previamente mapeadas, que incluem a Rua Albuquerque, Estrada do Conde, Rua Amador Dias e acessos à região da Mata do Morro São Bento O bando possui um sistema de evacuação clandestina de feridos e mortos, direcionados para a Unidade Mista do Lote XV, com o propósito de evitar que os corpos passem por necropsia oficial e exponham a estrutura criminosa. A quadrilha ainda outros crimes como roubo e desmanche de veículos, com posterior revenda de peças e financiamento de novas ações criminosas, roubo de cargas, com participação em quadrilhas interestaduais, exxtorsão de comerciantes, moradores e transportadores autônomos, comercialização forçada de gás, cigarros contrabandeados e serviços clandestinos, além de provável lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio por meio de laranjas e empresas de fachada. Instaurou-se na região um regime de terror e opressão contínua , onde o cidadão comum não possui acesso pleno a serviços básicos de saúde, educação e segurança, temendo represálias caso se comunique com agentes públicos ou tente denunciar qualquer irregularidade. Foi possível mapear com precisão diversos pontos de venda de drogas, conhecidos popularmente como “bocas de fumo”, que se encontram plenamente ativos e em funcionamento, com expressiva movimentação diária de entorpecentes. Esses locais se destacam não apenas pelo volume de drogas comercializadas, mas também pela forma armada com que são defendidos pelos integrantes da facção.. ]Boca da Colômbia – situada na confluência da Rua das Margaridas com a Estrada doConde, trata-se de um dos centros neurálgicos das operações do tráfico local, com grande fluxo de usuários e presença constante de olheiros armados; Boca do Coro Come – ESSA base opera com significativa distribuição de cocaína e maconha, sendo referenciada por moradores como uma das mais violentas da região; Boca do Iraque – protegida por barricadas e frequentemente utilizada como esconderijo de armas e rádios transmissores; Boca da Ladeira – movimentação noturna intensa e por ser ponto de recolhimento dos valores obtidos com a venda de drogas em áreas adjacentes;  Boca Central – localizada na interseção entre a Avenida Central e a Avenida do Canal, esse ponto serve como entreposto de distribuição e comando intermediário das operações da facção. Todos esses pontos de venda de drogas são guarnecidos por homens armados com fuzis, pistolas e granadas, dispostos estrategicamente em locais de vigilância elevada, o que representa risco iminente e permanente à integridade física de moradores, agentes públicos e transeuntes.As denominadas “bocas” operam como verdadeiras unidades logísticas do tráfico, com funções bem delimitadas, plantões organizados em turnos e distribuição regionalizada das substâncias ilícitas. Paralelamente à manutenção desses pontos de comércio ilegal, a facção criminosa consolidou a implementação de áreas de contenção armada , estabelecidas com o claro objetivo de impedir a entrada de viaturas policiais e de garantir a impunidade dos operadores do tráfico. Nessas áreas, identificam-se barricadas compostas por entulhos, concreto, ferro retorcido e até veículos queimados, dispostos de forma intencional para atrasar ou impossibilitar a progressão de forças estatais. Os locais de contenção armada, denominados “frentes de fogo” ou “postos de contenção”, são ocupados rotineiramente por criminosos portando armamento de guerra e atuando sob ordens diretas da liderança local. As vias de acesso mais vulneráveis ao ataque são protegidas por atiradores posicionados em pontos elevados, com cobertura cruzada e monitoramento por rádio. A existência dessas áreas consolida um cenário de domínio bélico e insurgente , em que a força estatal é afrontada de forma deliberada e onde o cumprimento da lei se torna praticamente inviável sem operações especiais e uso de força proporcional. No curso das diligências realizadas no presente inquérito policial, foi constatado que a facção criminosa que domina a comunidade da Caixa D’Água, integrada ao Complexo do Parque Floresta, dispõe de um aparato bélico extremamente letal e sofisticado. Tal arsenal inclui armamentos de uso exclusivo das Forças Armadas, caracterizados por seu alto potencial ofensivo, denotando uma postura de insurgência contra o Estado Democrático de Direito e uma evidente capacidade de enfrentamento direto e violento às instituições públicas de segurança. A seguir, detalham-se os principais armamentos e entorpecentes identificados no contexto desta investigação, com considerações jurídicas, sociais e sanitárias ampliadas, bem como as demais atividades ilícitas vinculadas à facção: a) Fuzis AK-47 e Colt 5.56mm: b) Pistolas 9mm: armas curtas, semiautomáticas, de fácil ocultação e rápida utilização. c) Granadas explosivas: artefatos de destruição em massa, proibidos para qualquer uso civil, são utilizados em contextos bélicos e de terrorismo. d) Fuzil .30: armamento com altíssimo poder destrutivo, comumente usado para perfuração de blindagens pesadas e até mesmo aeronaves. A presença de armamentos desse porte não se restringe à exibição de força. Os traficantes implementam verdadeiras zonas militarizadas dentro da comunidade, com postos de contenção, barricadas, sentinelas armados com rádios comunicadores e ordens expressas para repelir incursões policiais. Essas contenções armadas funcionam como “trincheiras” urbanas, transformando o espaço público em ambiente hostil ao Estado e comprometendo o direito de ir e vir da população, a prestação de serviços públicos essenciais (como saúde, educação e coleta de lixo), e minando por completo a autoridade das instituições democráticas. Além do tráfico de entorpecentes e do armamento pesado, a facção desenvolve um sistema criminoso de exploração econômica da comunidade. Dentre as principais condutas, destacam-se:  Extorsão sistemática de comerciantes locais e moradores de condomínios, mediantecobrança de “taxas de segurança” sob ameaça de

Professor recrutava alunos de escola estadual do Mato Grosso para o CV

Um professor de matemática da rede estadual identificado como Sinei Marinho Pedroso, de 42 anos, foi denunciado pelo Ministério Público de Mato Grosso, por atuar como articulador do Comando Vermelho (CV) dentro de uma escola em Sorriso (a cerca de 420 km de Cuiabá). S egundo as investigações, ele liderava um grupo criminoso e utilizava sua função para recrutar adolescentes para a facção, inclusive por meio de redes sociais. O professor teria intermediado o cadastro dos jovens como “lojistas”, encarregados de gerenciar o tráfico local, e chegou a fornecer drogas dentro da escola. Ainda de acordo com o MP, ele teria autorizado que estudantes praticassem “salves” (punições corporais) contra colegas com base em disputas relacionadas à facção. Sinei foi preso em flagrante no dia 17 de março deste ano após ser denunciado por uma estudante. A Secretaria de Educação do estado anunciou sua exoneração logo em seguida. 

Menores infratores ficariam sem comida se não fizessem rebelião no Rio. Um deles se recusou e foi agredido fisicamente

Na denúncia que resultou no afastamento de 22 agentes do Degase (Departamento de Ações Sócio-Educativas) que incitaram menores infratores a realizar uma rebelião em 2019 em uma unidade na Ilha do Governador, foi descrito que os funcionários públicos teriam, que adolescentes internados no CENSE Ilha praticassem diversos atos infracionais análogos aos crimes de motim, dano ao patrimônio público, lesão corporal, entre outros. Segundo a denúncia, os internos afirmaram que a rebelião somente ocorreu por determinação dos agentes socioeducativos mencionados, em especial um que foi preso ontem, relatando, ainda, que ele os teria ameaçado, dizendo que se a rebelião não ocorresse na madrugada do dia 05 de novembro de 2019, lhes seriam retirados direitos básicos, como alimentação. Há ainda relatos que, quando um dos reeducandos se recusou a participar da rebelião, o agente ‘Suzano’ o teria retirado do alojamento e lhe desferido um soco no rosto.Foi constatado, ainda, que a referida ordem tinha por objetivo fortalecer os pleitos apresentados pelo movimento grevista da categoria. Inclusive, as imagens captadas pelas câmeras da referida Unidade demonstraram que agentes do Sindicato da categoria grevista estariam no local momentos antes dos atos infracionais ocorrerem, restando evidenciado que o Presidente do Sindicato na época, ingressou no corredor dos alojamentos da Unidade quando os adolescentes ainda estavam sendo contidos pelo Grupo de Ações Rápidas do Degase, para tão somente tirar fotografias do local (quedando-se inerte em apoiar seus colegas na contenção dos adolescentes). Muito embora não tenha sido possível identificar o local e o momento em que teve início a rebelião, as imagens fornecidas evidenciaram que os agentes socioeducativos foram responsáveis por permitirem a saída dos adolescentes dos alojamentos, deixando as portas abertas, ensejando, assim, a rebelião, que precisou ser contida pelo GAR (Grupamento de Ações Rápidas do Degase, acionado em situações de crise). O agente preso ontem torturou psicologicamente os jovens que estavam sob sua batuta, a fim de os pressionar para que fizessem a rebelião que tinha como escopo chamar a atenção da sociedade para a imprescindibilidade da função dos agentes socioeducativos, os quais, com isso, pretendiam fortalecer o movimento grevista. Ademais, torturou fisicamente a vítima K.S.N Sampaio Nobre com o mesmo objetivo.

Relatos de roubos em massa de carros e motos em Madureira e Cavalcanti por ordem de traficantes da Serrinha (TCP)

Diversos relatos de motoristas e motoboys sobre roubos de motos e carros na data de ontem, na região do entorno do Complexo da Serrinha, em Madureira.e dos morros da Primavera e JJ. , em Cavalcanti. Uma correlação entre eles, que todos os roubos foram cobrados resgates com valores entre 3 e 8 mil reais. Grupos de motoboys estão relatando diversos roubos agora pela manhã(29/08) e 90% dos veículos estão sendo levados para os morros da Fazenda(Vaz lobo) e Primavera. Segundo o jornalista Bruno Assunção, em represaliaà última operação, os bandidos teriam roubado só ontem cerca de 40 carros e motos na região.

Vinte e dois agentes do Degase foram afastados pela Justiça suspeitos de incitar menores a fazer rebelião

O Ministério Público Estadual denunciou 22 agentes do Degase (Departamento de Ações Sócio-Educativas) por associação criminosa que resultou na rebelião de internos ocorrida em 5 de novembro de 2019, no CENSE Ilha do Governador. O episódio foi marcado por atos violentos, destruição de patrimônio público e risco à integridade de adolescentes e servidores. A pedido do GAECO/MPRJ, a Justiça afastou todos os denunciados de suas funções e deferiu a prisão de um agente, cumprida pela Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), na quarta-feira (27/08). Segundo o GAECO/MPRJ, os internos foram incitados pelos agentes a destruir as instalações do CENSE Ilha para atrair a atenção da sociedade e da mídia às reivindicações da categoria. Parte dos denunciados, integrantes do sindicato, registrou a destruição em vez de contê-la, reforçando o cenário de caos. Os promotores de Justiça apontam que os denunciados usaram os adolescentes como “massa de manobra” para dar visibilidade a um movimento grevista, colocando em risco vidas humanas e a segurança institucional. O agente Thiago Guedes Suzano, conhecido como “Suzano”, foi preso pela CSI/MPRJ em Nilópolis, na Baixada Fluminense. Sua prisão preventiva foi requerida em razão de sua liderança na articulação criminosa. Ele também foi denunciado por tortura. De acordo com as investigações, ele incitou os adolescentes a se rebelarem, praticando tortura física e psicológica contra os internos que resistiram ao motim. Além disso, as apurações revelaram que o denunciado tentou alinhar versões após os fatos, demonstrando risco à instrução processual e possibilidade de reiteração criminosa. A denúncia do GAECO/MPRJ, recebida pela 42ª Vara Criminal da Capital, tornou réus os 22 agentes, que responderão por associação criminosa, dano qualificado ao patrimônio público e facilitação de fuga de pessoa legalmente privada de liberdade. Um dos agentes responderá ainda por falsidade ideológica, por ter inserido informações falsas no livro público de registros da unidade.

Depois de seis anos, Nando Bacalhau (CV) é acusado de duplo homicídio cometido em 2019. Vítimas cometiam furtos e foram carbonizadas

Líder do tráfico no Complexo do Chapadão, em Costa Barros e preso há vários anos, o traficante Nando Bacalhau está sendo acusado agora por um crime cometido em 2019. O fato ocorreu exatamente no dia 17 de abril daquele ano quando foi determinada a execução das vítimas Carlos Eduardo de Castro Barreto e de Fabio Brites de Mattos. Os corpos das vítimas teriam sido encontrados carbonizados dentro de um veículo Ford Fiesta. As vítimas estariam praticando furtos na região dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, principalmente nos arredores do Complexo do Chapadão. Narra a denúncia, que as vítimas teriam sido advertidas para que cessassem tais condutas, mas diante da continuidade, os denunciados teriam ordenado a morte das vítimas. A Justiça, porém, rejeitou a denúncia contra Bacalhau alegando que nenhuma das testemunhas, de fato, presenciou o crime praticado. Todas prestaram depoimento com base em “ouvir dizer”. As testemunhas ao falarem sobre o crime usaram expressões como “soube”, “teve conhecimento”, “uma vizinha disse”.

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