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denúncia

Leia agora como homem que foi preso suspeito de matar padrasto em Niterói tentou atropelar PMs no DF

Leia como foi agora a tentativa de atropelamento feito por Oldenir de Almeida Filho, preso suspeito de matar seu padrasto e balear sua irmã em Niterói, contra três PMs em Brasília que o levou a cadeia. Conforme consta da denúncia oferecida pelo Ministério Público, teria Oldenir, na madrugada do dia 13/03/2023, por volta da 1h, no estacionamento em frente ao centro comercial CONIC, na condução de veículo automotor, agindo dolosamente, Oldenir jogou o carro contra três vítimas policiais militares, não logrando êxito em atingi-los porque se desvencilharam em tempo hábil. Na madrugada dos fatos, ele estava no interior de seu veículo na companhia de uma adolescente, quando foram abordados pela polícia militar.Os policiais deteriam determinado que os dois desembarcassem do veículo, no que foram atendidos; no entanto, Odenir tornou a entrar no carro, engatou a marcha ré, derrubou os policiais e deu meia volta, jogando o veículo contra os agentes de novo, que desviaram e atiraram contra o automóvel. Oldenir então, teria manobrado o carro e voltado a dirigi-lo contra os policiais, empreendendo fuga em seguida em face da nova reação dos agentes.Na sequência, o paciente foi perseguido e preso em flagrante. A prisão em flagrante foi convertida em preventiva no dia 14/03/2024 Oldenir ainda bateu seu automóvel com outra viatura de polícia que o perseguia, persistindo a perseguição até a via S1, entre a Torre de TV e o Edifício Brasil 21, colocando em risco os demais usuários das vias públicas de transporte.

Justiça liberou para indulto de Natal e que não voltou para a cadeia homem condenado a 14 anos por assassinato de produtor cultural morto com facadas nas costas

O eletricista Arlindo dos Santos Vianna Júnior, de 35 anos, se encontra na condição de evadido do sistema prisional, desde o dia 31 de dezembro de 2025, referente ao Indulto de Natal. A informação é do Portal dos Procurados do Disque Denúncia. O eletricista Arlindo dos Santos Vianna Júnior foi condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato do produtor cultural Geraldo Cavalcanti de Oliveira, conhecido como Geraldo Laclau, morto em 2015. A decisão do Conselho de Sentença do Tribunal de Júri de Niterói, foi em regime fechado. Arlindo e Geraldo, de 51, mantinham um relacionamento amoroso . Na época do crime, o corpo da vítima foi encontrado por familiares dentro de casa, com marcas de facadas nas costas, segundo a polícia. Além da pena por homicídio, o criminoso também foi mantido por mais dois anos e 20 dias na prisão por ter roubado objetos da residência. Contra ele consta um mandado de prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Tipo do Mandado Originário: Mandado de PrisãoMotivo: Evasão,

Estudante de enfermagem está desaparecida há 43 dias em Rio das Ostras

A estudante de enfermagem Paloma Fragoso Gomes está desaparecida há 43 dias em Rio das Ostras. Paloma cursa o 9° periodo no.Instituto de Humanidade de Saúde (iHS) dentro da Universidade Federal Fluminense também em Rio das Ostras. Ela foi vista pela última vez entre os dias 5 e 6.de dezembro após sair do trabalho no bairro Costa Azul. Paĺoma tem 28 anos e possui uma filha pequena que vive perguntando e chorando. A família está em busca de qualquer informação que ajude a encontrá-la. Quem souber de algo pode entrar em contato urgente ou ligar para as autoridades competentes A Polícia Civil de Rio das Ostras pede ajuda à população para localizar o paradeiro de Paloma, qualquer informação entre em contato com o disque denúncia (21) 22531177 A comunidade acadêmica da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Rio das Ostras, está em alerta após o desaparecimento. Segundo o IHS, Paloma mora na residência estudantil do campus e seu sumiço mobilizou rapidamente colegas, professores e servidores. A direção informou que já acionou a Polícia Civil e as instâncias internas da universidade para colaborar nas buscas. Em nota, o Instituto destacou que trabalha em conjunto com órgãos investigativos e autoridades locais para agilizar o processo de localização. O clima entre os estudantes é de preocupação, já que Paloma é conhecida por sua dedicação ao curso e participação ativa na rotina acadêmica. A UFF reforça que qualquer informação que possa ajudar a identificar o paradeiro da jovem deve ser repassada aos contatos oficiais da instituição ou diretamente à família. Contatos para repassar informações:Instituto de Humanidades e Saúde (IHS): (22) 99235-3425Família de Paloma: (27) 99997-7267 / (28) 99988-9581.

Mulher de homem que desapareceu na Pedra do Sal disse que recebeu ligação dizendo que mataram seu marido e mandaram foto dele amarrado. Há relatos de que pensavam que ele era miliciano

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga o desaparecimento de um homem que foi com a esposa curtir a Pedra do Sal, espaço boêmio na Zona Portuária do Rio de Janeiro. A esposa de Wenderson Lima da Mata afirmou que na última segunda-feira eles foram ao local quando o marido e um amigo foram abordados por cerca de dez homens, incluindo menores, que pediram para ver o celular dele. Desde então, o rapaz não foi mais visto.  A mulher  disse ainda que recebeu uma ligação de uma pessoa dizendo que matou o marido dela e mandou uma foto dele amarrado. Falou também que estão tentando usar o cartão do marido.  Segundo ela, os criminosos suspeitam que ele seja miliciano mas a companheira do rapaz afirmou que  ele não tem antecedentes criminais e trabalha com obras elétricas.   Ela contou que não tem informação da polícia sobre o caso.  “Te peço pelo amor de Deus, eu preciso da ajuda de vocês. Minha família precisa ter um enterro digno. Tenho duas filhas, uma tem apenas 2 meses de vida e eu estou buscando forças da onde não tenho”, disse

Cachulé levou adolescente e amiga para serem mortas e esquartejadas no Barbante (CV)

Morto na última sexta-feira em tiroteio com a PM, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, foi citado em um processo que tramitou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro como suspeito, segundo os autos, de levar uma adolescente e uma amiga para serem mortas e esquartejadas na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. Na época, Cachulé cumpria ordens de uma das chefes do tráfico local, conhecida como Rose Peituda. A adolescente que se chamava Taís tinha um relacionamento com o dono das bocas de fumo local, vulgo André Negão, então companheiro de Peituda, que por ciúmes ordenou a morte da menor. Segundo denúncia, após a prisão de Rose, em janeiro de 2009, Cachulé passou a compartilhar o comando do bando com Marcos Felipe Pereira Teles, vulgo “Vascaíno”, companheiro de “Rose”na época. De acordo com investigações, Cachulé participava de negociações para a aquisição de armamento bélico. Foi preso em 05 de março de 2009, sendo que mesmo após a sua prisão, participou da contabilidade e do planejamento da venda de entorpecentes, mantendo contato com integrantes do tráfico de drogas local para que lhe prestassem contas, procurando arquitetar, inclusive, a sua fuga, Na época que estava preso, Cachulé tinha uma namorada S.P.F e ordenou a ela que transmitisse ordens para seus comparsas irem para uma reunião no Morro do São João, no Engenho Novo, com intuito de planejar seu resgate da carceragem da Polinter-Grajaú. Cachulé chegou a responder quatro processos por homicídios no TJ-RJ, o último deles em 2025. A marca de violência de Cachulé ficou evidenciada em novembro de 2017 quando ele se tornou o principal suspeito de liderar o ataque à PPC (Posto de Policiamento Comunitário), em novembro de 2017, que foi fuzilado por cerca de 40 criminosos, como uma espécie de vingança, já que a Polícia Militar teria impedido a realização de um baile funk na favela, onde seria comemorado o aniversário de Cachulé.

Depois de dois motoristas de aplicativo desaparecerem em Santa Cruz, morador do bairro também está sumido

Depois do sumiço de dois motoristas de aplicativo na comunidade da Reta da João 23, em Santa Cruz, nos últimos dias, um morador do bairro está desaparecido nas últimas 24 horas. Ele se chama Clevison Cesar, de 24 anos. A última informação é que ele disse que iria ao Recreio dos Bandeirantes catar material reciclável. O jovem foi visto pela última vez no BRT de Santa Cruz usando camisa de manga vermelhaç. Quem tiver informações pode ligar para (21) 97431-4167

TERESÓPOLIS: PMs adentraram clandestinamente na casa de suspeito de tráfico e ao encontrarem drogas, foram para a delegacia e atribuíram falsamente a ele a acusação de oferecer propina para não ir preso

Depois de dois anos, a Auditoria da Justiça Mlitar abriu processo contra quatro PMs suspeitos de invadirem a casa de um homem suspeito de tráfico de drogas em Teresópolis e depois te terem encontrado entorpecentes no local, atribuíram falsamente ao homem a acusação de ter oferecido propina para não ser preso. O fato ocorreu em 6 de março de 2023. Os PMs adentraram landestinamente, na casa da vítima B.M.S e lá permaneceram no local durante um tempo de acordo com imagems das câmeras corporais. Um outro policial ficou do lado de fora fazendo a segurança do perímetro. Os PMs foram até lá após receberem informações de que B.M.S estaria traficando no interior de sua casa,. Eles foram ao endereço sem realizar contato prévio com os moradores, Posteriormente, os PMs envolvidos mputaram a B.M.S -o crime de corrupção ativa, de que o sabiam inocente. Na ocasião, os agentes da lei após adentrarem o imóvel da vítima, realizaram revista domiciliar e localizaram diversas sacolas com drogas na laje da casa. Ato contínuo, os denunciados procederam à 110º DP para lavratura do auto de prisão em flagrante em razão da prática do crime de tráfico de drogas, mas declararam falsamente ter a vítima oferecido vantagem indevida para não ser conduzido à autoridade policial. Em razão das declarações prestadas pelos PMs, a autoridade policial instaurou o IP nº 110-01560/2023, que, posteriormente, originou a ação penal nº 0801935-48.2023.8.19.0001, tendo sido imputado a B.M.S, em ambos os feitos, o crime de corrupção ativa. Os PMs foram denunciados e respondem a processo por violação de domicílio e um outro processo por corrupção passiva. .

Processo judicial traz mais detalhes sobre como PMs furtaram fuzil abandonado por traficantes durante megaoperação na Penha e no Alemão (CV). Envolvidos queriam até posar para foto com a arma e a desmontaram para esconder em uma mochila

Processo na Justiça traz mais detalhes sobre como PMs envolvidos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 121 mortos furtaram um fuzil avaliado em cerca de R$ 30 mil deixado por traficantes durante um confronto. Na ocasião, os agentes de dentro do terreno da residência entraram em confronto armado com criminosos que ao se evadirem deixaram caído ao chão o fuzil citado. As imagens captadas por câmera corporal mostram que o PM Xaropinho denunciado S. arrecada o fuzil em questão, que se encontrava caído em plena via pública, sendo que, não é possível visualizar o que ocorre em seguida porque outro PM, Martins, obstrui sua câmera corporal visando garantir que a arrecadação do armamento não fosse devidamente registrada A câmera corporal portada pelo PM Coutinho, capta diálogo seu com o denunciado Marcelo em que aquele pergunta “eu vou tirar e colocar na minha mochila de novo, está separado, pode botar nesse daí?” Marcelo, então, questiona, “vou colocar lá atrás no banco, valeu? porque eu vou levar de novo, porque eu vou tirar e levar minha mochila de novo, tá separado”. Em seguida, Marcelo perguntou a Coutinho. “você colocou na sua mochila?”, ao que este responde: “está dividido, eu desmontei”. Depois, os PMs Marcelo e Renato determinam que Coutinho vá “tirar uma foto com ele lá” (se referindo ao fuzil e ao denunciado Xaropinho); ao que Coutinho responde que “tem muita gente aqui” e Xaropinho, então, afirma: “pô, tem que ir para um lugar deserto, colocar na caçamba”, complementando ainda: “lá pra cima tem umas ruas desertas dessas aí”. Logo após, os PMs ingressam em viatura não identificada quando, “pode ser ouvido som semelhante com manuseio de armamento, manuseio de ferrolho, alavanca de manejo ou até mesmo montagem de algumas peças”, o que torna evidente que os PMs , assim como tinham plena ciência do fuzil arrecadado e atuou, como todos os demais, na consumação do delito, eis que, o referido armamento jamais foi apresentado em sede policial.

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

Homem que defendeu um gari de uma briga com traficantes em Arraial do Cabo e agrediu um deles foi morto a pauladas mas assassinos sumiram com o corpo

A família de Márcio Pita, conhecido como Cuíco, segue em busca de informações que levem ao paradeiro do corpo. Ele está desaparecido desde o dia 30 de dezembro de 2025, no distrito de Monte Alto, em Arraial do Cabo. Segundo relatos de familiares e vizinhos, Márcio se envolveu em um desentendimento ao defender um amigo gari, envolvendo pessoas ligadas ao tráfico. Durante esse primeiro confronto, ele teria desferido um soco, nocauteando um dos envolvidos, que fugiu do local. Ainda de acordo com os relatos, horas depois, o mesmo indivíduo retornou acompanhado de outros homens. Márcio foi rendido dentro de casa e, conforme as informações repassadas, morto a pauladas. Após o homicídio, o corpo teria sido retirado da residência e levado para a região das dunas. Desde então, o paradeiro é desconhecido. Buscas estão sendo realizadas, mas até o momento o corpo não foi localizado. A família faz um apelo comovente: qualquer informação será mantida em absoluto sigilo. O desejo é apenas localizar o corpo para um enterro digno.📞 Informações: 21 99642-7254

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