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Comando Vermelho

Escondido no Complexo do Alemão (CV), traficante comanda crime em cidade litorânea do Espírito Santo famosa por ser destino de cariocas no Carnaval

Traficante conhecido como Pânico que comanda uma tropa que leva o seu vulgo  e está escondido no Complexo do Alemão age ma cidade litorânea de Piúma, no Espírito Santo, destino muito procurado por cariocas durante o Carnaval. O bandido tem o domínio  sobre o tráfico de entorpecentes nos bairros Areias, Tamarindo, Itaputanga e Centro, utilizando adolescentes como “vapores” (responsáveis pela venda direta)p Pânico, após a prisão de Chuck e o afastamento de seu braço direito vulgo Cabelinho  em decorrência da Operação Pacificação, assumiu integralmente a liderança do tráfico de drogas em Piúma/ES, consolidando a facção sob a denominação “Tropa do Pânico”, célula do “Comando Vermelho”. A gênese da organização remonta à atuação de Josimar Alves, que, de forma consciente e deliberada, pactuou com “Pânico” ao arrendar o território por ele dominado no bairro das Areias, em benefício da facção, garantindo-lhe a expansão e, simultaneamente, assegurando a si a percepção de parte dos lucros advindos da mercancia ilícita. Em uma das conversas interceptadas, ‘Pânico’ reafirmou sua posição de liderança ao declarar a um interlocutor: “se vcs vende alguma coisa na cidade e pq e mercadoria minha e eu deixo fora isso eu paro quem eu quiser aí mano e área minha!

Traficante da Paraíba escondido no Rio está envolvido em guerra de facções no estado nordestino. SAIBA DETALHES

As investigações da polícia da Paraíba revelam que o traficante conhecido como Fatoka que está escondido no Rio de Janeiro mas comanda crimes em cidades do estado nordestino está envolvido em uma disputa com a facção Nova Okaida. O inquérito apura a atuação de organizações criminosas na região metropolitana de João Pessoa, com especial atenção aos municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo. As investigações revelaram a existência de facções fortemente estruturadas e armadas, que disputam, de forma violenta, o domínio territorial dos pontos de tráfico de entorpecentes. A Nova Okaida vem se consolidando nos bairros de Plano de Vida, Augustolândia, Bica, Mumbaba e demais áreas periféricas de Santa Rita/PB. As ações criminosas praticadas por seus integrantes compreendem tráfico de drogas, porte e uso de armas de fogo, homicídios e tentativa de assassinato de desafetos e rivais. As provas colhidas ao longo do processo demonstraram a existência de uma divisão interna de funções entre os membros da organização, a estabilidade da associação e o uso da violência como ferramenta de dominação territorial. Além disso, as investigações evidenciaram o vínculo entre o crescimento dessa organização criminosa e o conflito com a facção rival “Comando Vermelho”, cujos membros tentaram expandir seu território por meio da coação de integrantes da Nova Okaida e de ataques armados. Em resposta, a facção denunciada intensificou suas operações, inclusive com planejamento de atentados e investidas armadas. No decorrer da investigação conduzida no âmbito da Operação Bellum, a qual desvendou a existência de núcleos territoriais das facções  atuando de maneira violenta e organizada, também, no município de Bayeux/PB. Ambas as organizações disputam o controle armado de áreas estratégicas para o tráfico de drogas, utilizando armas de fogo, ameaças, execuções sumárias e intimidação sistemática da população local como forma de manter sua hegemonia. As diligências empreendidas revelaram que os denunciados Nando), Pitota e Léo Porco integram a facção Nova Okaida, com atuação armada voltada ao controle territorial dos pontos de venda de drogas no bairro Mário Andreazza e áreas adjacentes. Exercem atividades de liderança local, segurança armada, distribuição de entorpecentes e intimidação de moradores. Paralelamente, constatou-se a estruturação de um núcleo do Comando Vermelho, composto pelos denunciados Conrado, Neguinho, Patinha, Robinho Beira da Linha, Nego, Redondo e Fatoka  . Esses indivíduos, igualmente armados, disputam com violência o domínio da mesma região, impondo terror à população local, ameaçando moradores, e atuando no abastecimento de armas e drogas para a sustentação da facção rival. As condutas criminosas de todos os denunciados se interligam por força da conexão territorial e da disputa armada existente entre os dois grupos, estando todos vinculados à prática de crimes permanentes no mesmo espaço geográfico, com modus operandi semelhante, estrutura organizacional estável e divisão de funções internas. No curso da investigação que originou o presente feito, foram apreendidos materiais de elevado potencial ofensivo e grande quantidade de substância entorpecente, consistindo em uma submetralhadora Taurus, modelo CTT, calibre .40, com numeração visível, 32 munições calibre .40, 68 munições calibre 5.56, três carregadores de carabina calibre .40, três carregadores de fuzil calibre 5.56, seis acessórios de fuzil (guarda-mão, grips, alça e massa), além de 278 tabletes de substância semelhante à maconha, devidamente acondicionados e com constatação pericial já formalizada nos autos. Tais elementos reforçam, de modo inequívoco, a materialidade dos crimes denunciados.

Traficante do CV escondido no Rio comanda crimes na Paraíba

Um traficante da Paraíba Flávio de Lima Monteiro, vulgo “Fatoka, escondido no Rio de Janeiro  continuaria ordenando crimes na Paraíba, mais especificamente, em Cabedelo, município daquele estado nordestino.  Hoje, o Ministério Público da Paraíba com apoio da PCERJ realiza operação com  objetivo era desmantelar e asfixiar financeiramente a célula do Comando Vermelho (CV) na Paraíba, conhecida como “Tropa do Amigão”, comandada por,“Fatoka”  A ação integrada mobilizou mais de 150 servidores, distribuídos em 30 equipes. Foram cumpridos 26 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão em João Pessoa, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cabaceiras, Nova Floresta e em comunidades no Rio de Janeiro. O trabalho conjunto resultou na identificação de uma rede de “laranjas”, empresas fantasmas e movimentações financeiras que ultrapassam R$ 250 milhões, culminando no bloqueio judicial de R$ 125 milhões em bens e valores vinculados à organização criminosa. O Gaeco e a Draco ressaltam que o combate às organizações criminosas exige ações coordenadas em múltiplas frentes: desarticular lideranças, neutralizar o braço armado e atacar o poder econômico.  A Operação “Asfixia” demonstra que a integração institucional fortalece a capacidade do Estado em privar facções criminosas dos meios necessários à manutenção de suas atividades ilícitas, representando um marco para o enfrentamento qualificado ao crime organizado no Nordeste.

Quem é o bandido que deu ordem da cadeia para tacar fogo em tudo durante operação contra expansão do CV em Jacarepaguá

Um traficante preso causou um rebuliço ontem durante operação da Polícia Civil contra a expansão do Comando Vermelho em Jacarepaguá. Segundo o que foi noticiado na mídia, ele foi flagrado em uma conversa no celular mandando tacar fogo em tudo e acabou sendo transferido para o presídio de segurança máxima Bangu 1. Mas quem é ele. Kevin Carmo Pereira dos Santos, o Kpetex foi condenado a oito anos de prisão por ter sido flagrado em 15 de agosto de 2024 na locallidade do Karatê, na Cidade de Deus, portando 400 gramas de maconha, 130 gramas de cocaína e um fuzil com cinco munições. No dia dos fatos, PMs foram até a CDD e acabaram atacados com disparos de armas de fogo. Ao avançarem terreno, os policiais militares identificaram Kevin ao lado de um fuzil e material entorpecente diversos, conforme descrito acima. Os agentes então, deram ordem de parada e o prenderam em flagrante. Em razão da situação flagrancial, o denunciado foi preso e conduzido à Delegacia para adoção das medidas de praxe…” Mas não foi só. Este ano, conforme noticiado pela nossa reportagem, ele teve a prisão preventiva decretada por um homicídio cometido em 26 de junho do ano passado na Gardênia Azul. A vítima foi Vilson Reis de Oliveira, que foi surpreendida por Kpetex e comparsa que efetuaram disparos contra o rapaz. O homicídio foi ordenado pelos traficantes Doca, Gadernal e BMW porque supostamente a vítima tinha amizade com PM e miliciano.

Ônibus foram atravessados por bandidos em vias de Niterói por conta de tiroteio

Na noite desta segunda-feira (29), por volta das 21h40, criminosos atravessaram ao menos três ônibus na Alameda São Boaventura, no Fonseca. Outro coletivo também foi utilizado para bloquear a Avenida João Brasil, no mesmo bairro. Segundo informações preliminares, a ação seria uma represália a uma operação policial realizada mais cedo na região. Devido aos acontecimentos de tiroteio e fechamento de ruas na região do Fonseca, muitos trabalhadores, após um dia cansativo de serviço, estão tentando voltar para casa, mas não há ônibus chegando ao terminal de Niterói.

PM apreendeu três fuzis em favela em guerra em Curicica

Três fuzis, uma pistola e munições foram apreendidos por agentes do BOPE e do 18º BPM durante operação na localidade do Morro Dois Irmãos, em Curicica, Zona Sudoeste do Rio. Após breve confronto, os criminosos fugiram. A ocorrência foi encaminhada à DRE. A localidade viveu neste fim de semana uma guerra entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho e o clima continua tenso na região.

Mulher presa em Belém em operação contra o CV do Rio foi envolvida com tráfico internacional

A traficante Ju Pará que foi presa em Belém durante operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho já havia sido detida anteriormente por tráfico internacional de drogas na França. Ela atuava como mula levando drogas do Brasil para a Europa. No Rio de Janeiro, Ju Pará se escondia na comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá e retornou ao Pará em uma tentativa de escapar das autoridades policiais. “As investigações apontam que ela se escondia na comunidade da Gardênia Azul, reduto de criminosos ligados a uma facção, e que voltou para Belém com objetivo de buscar proteção. Na residência foi encontrado e apreendido o aparelho celular, que será periciado”, contou o delegado Augusto Potiguar, diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).” Ju Pará costumava ostentar fuzis e outras armas de fogo nas redes sociais, além de símbolos que evidenciavam a sua relevância dentro da organização criminosa.

Operação para conter avanço do CV em Jacarepaguá tem 22 presos

As Secretarias de Polícia Civil e de Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público deflagraram, nesta segunda-feira (29/09), uma operação conjunta contra o avanço da facção criminosa Comando Vermelho em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. As equipes cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão nas comunidades da Gardênia Azul e da Cidade de Deus. Ao todo, 22 criminosos foram presos e houve apreensão de um revólver, quatro fuzis, sete pistolas, duas granadas, quinze rádios comunicadores e vasta quantidade de drogas. Além disso, nove veículos foram recuperados e 10 toneladas de barricadas foram retiradas.Entre os presos, está uma narcotraficante de drogas apontada como o elo da facção criminosa Comando Vermelho do Pará com o Rio. As investigações apontam que a mulher tinha uma atuação direta do tráfico de entorpecentes entre os estados. Nas redes sociais, ela ostentava fuzis e demonstrava a ligação com a facção. A prisão contou com o apoio da Polícia Civil do estado.As ordens judiciais foram deferidas a partir de robustprovas colhidas em inquérito policial conduzido pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), 32ª DP (Taquara) e 41ª DP (Tanque), em atuação conjunta com o Gaeco, que revelou a estrutura e o funcionamento de núcleos armados do CV na região. A operação destaca a ação coordenada entre as Polícias Civil e Militar e o Ministério Público, reunindo esforços estratégicos para conter e reprimir o avanço territorial da facção em Jacarepaguá e em toda a Zona Oeste do Rio de Janeiro. A operação contou ainda com o apoio da Polícia Civil do Estado do Pará, reforçando o caráter interestadual da ofensiva contra a facção criminosa. As investigações revelaram que os traficantes utilizam violência armada, expulsam de moradores, intimidam sistematicamente a população local e usam drones para monitorar incursões policiais. Além disso, as células atuantes na Gardênia Azul e Cidade de Deus desempenham papel fundamental na logística de expansão do Comando Vermelho em toda a região. A ofensiva visou desarticular a rede criminosa, prender suas lideranças, apreender armas, drogas e materiais de comunicação, além de retirar de circulação criminosos responsáveis por homicídios, ataques a agentes de segurança e graves violações à ordem pública.

Chefão do CV no Mato Grosso foi preso tomando whisky em praia de Niterói

Em uma ação cirúrgica e de inteligência, policiais civis do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), coordenados pela 1ª DP (Praça Mauá), prenderam o narcotraficante líder da facção Comando Vermelho no Mato Grosso. Ele foi capturado, neste domingo (28/09), enquanto estava na Praia de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói.  Trata-se de Ederson Xavier de Lima, conhecido como Boré Após troca de informações com a Polícia Civil mato-grossense, os agentes da 1ª DP montaram uma operação para capturar o criminoso. Contabilizando pelo menos oito passagens pelos crimes de tráfico de drogas, receptação, extorsão e organização criminosa, o traficante, nativo de Cuiabá, estava na areia da praia, bebendo whisky, quando foi preso pelos policiais civis. Durante a abordagem, ele apresentou documentação falsa para ludibriar as forças de segurança, mas a farsa rapidamente foi desmascarada.   Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão pendente por tráfico, e ele ainda foi autuado em flagrante pelo uso de documento falso. A captura confirma a estratégia da Polícia Civil de não permitir que o Rio de Janeiro seja usado como esconderijo de foragidos de outros estados.

Investigação revela principais nomes do CV em Paraty

O Disque Denúncia (2253-1177 ou 0300-53-1177) divulga, neste domingo (28), um cartaz para auxiliar nas investigações da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar/Paraty (2ª CIPM), pertencentes ao 5ª Comando de Policiamento de Área (CPA),  a fim de obter informações que levem à localização e prisão de quatro traficantes, membros da Organização Narcoterrorista Comando Vermelho (CV), que vem atuando na Ilha das Cobras, em Paraty, localizado no litoral sul do Rio de Janeiro. São eles: Iago Santos da Silva, de 29 anos; Nathan Conceição Martins, vulgo “Negretinho”, de 24; Bruno Henrique Souza Torres, vulgo “BR”, de 25; e Vinicius Araújo Gomes, vulgo “VN”, de 24. Todos são considerados foragidos da Justiça.  Iago da Silva chefia o tráfico de drogas na Ilha das Cobras, segundo investigações com parentes próximos, e costuma se esconder na Rocinha, Zona Sul do Rio de Janeiro. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Qualificado. Ele já teve passagem pelo sistema prisional, e atualmente, está em liberdade condicional.  Nathan Martins, gerencia os pontos de drogas, e também costuma se esconder na Rocinha, no Rio.  Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Simples C/C Crime Tentado, pelo fato de que, ele tentou contra a vida de policiais militares quando em incursão nos pontos de drogas da Ilha das Cobras.  Bruno Henrique, também é uma das principais lideranças da Ilha das Cobras e costuma também circular em uma ilha em Paraty, chamada de Ponta Negra. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Homicídio Simples C/C Crime Tentado, pelo fato de que, ele tentou contra a vida de policiais militares quando em incursão nos pontos de drogas da Ilha das Cobras. Ele também já teve passagem pelo sistema prisional, sendo considerado de Alta Periculosidade e, atualmente, se encontra em liberdade condicional. Neste mesmo processo, também consta o traficante Nathan Martins.  Vinicius Gomes, é gerente geral do tráfico de drogas. Contra ele consta um Mandado de prisão, expedido pela Vara Única de Paraty, pelo crime de Tráfico de drogas, Ele também já teve passagens pelo sistema prisional, pelo crime contido no artigo 354 dp CP – Motim de Presos, e, atualmente, se encontra em liberdade, desde março de 2022.  Diante dos fatos, o Disque Denúncia, solicita que quem tiver informações sobre a localização desses criminosos e membros de sua quadrilha,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

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