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baleados

Preso por ataque a helicoptero da CORE estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos por atacar PMs

Preso suspeito de ser um dos autores do ataque ao helicóptero da CORE (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil) em março que deixou o copiloto baleado, Douglas Fernando Lúcio da Silva, o Douginho, estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos de prisão em regime fechado. Em 2019, na comunidade da Coreia, em Senador Carmará, ele participoiu de um confronto com PMs e acabou saindo baleado. Na ocasião, PMs faziam patrulhamento pela Rua Caminho Anes Dias quando se depararam com um veículo Fiat Palio dirigido por Douglas, cujos ocupantes efetuaram diversos disparos contra os agentes, que revidaram. Mesmo depois de os ocupantes do Palio pararem de atirar, outros bandidos também fizeram disparos contra os PMs. Cinm Douglas e os comparsas, foram apreendidos na ocasião, um fuzil, uma espingarda e um radiotransmissor ligado na frequência do tráfico local. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Preso um dos suspeitos de atirar em helicóptero da Core e balear copiloto

A Polícia Civil prendeu hoje um dos envolvidos no ataque ao helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), durante uma operação realizada em março deste ano, na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio. Na ocasião, o copiloto da aeronave foi ferido. Douglas Fernando Lúcio da Silva, de 33 anos, foi localizado, no bairro de Santíssimo, na mesma região. O preso era considerado como braço de guerra de um dos chefes do tráfico de drogas na Zona Oeste.  As investigações apontam que ele estava entre os atiradores no ataque que atingiu o policial. O homem capturado tinha um mandado de prisão pendente por tráfico de drogas desde 2020. FONTE: Polícia Civil do RJ

Fuzis apreendidos e bandidos baleados (um morreu) na Pedreira (TCP)

Dois fuzis foram apreendidos e dois criminosos foram baleados durante uma operação do 41º BPM no Complexo da Pedreira, na Pavuna, Zona Norte do Rio, na manhã deste sábado (19). Um dos suspeitos morreu. As ações fazem parte de uma operação policial em andamento na comunidade. O 41º BPM, que fica em Irajá, é a unidade recordista de apreensão de fuzis este ano no Estado. Em quase quatro meses, o batalhão recolheu 33 fuzis. FONTE: PMERJ

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