Justiça mandou soltar genro do chefão da milícia que estava em moto da onde saiu tiro que atingiu menino de sete anos na Taquara. Suspeito confirmou que disparo que alvejou criança foi feito por soldado de grupo paramilitar por conta de aproximação de carro
A Justiça maA Justiça mandou soltar PQD, genro do miliciano Nem da Malvina, chefão do grupo paramilitar que age na Taquara, que estava em uma moto da onde saiu o tiro que atingiu um menino de sete anos que voltava da igreja no domingo de Páscoa. PQD em depoimento disse que na ocasião estava saindo da Invasão indo em direção à Malvinas. Ele pilotava a moto e na garupa estava seu colega da Malvinas, também soldado da milícia, de nome Erick Segundo ele, quando sairam da Invasão um veículo, um SUV Tucson de cor preta, passou a perseguir a motocicleta, e então, em determinado momento ele e Erik se assustaram, acreditaram que poderia ser um ataque de inimigos contra eles; Então, Erik fez um disparo com a arma de fogo em direção a essa SUV. Somente mais tarde, PQD tomou conhecimento de que o tiro disparado acertou uma criança que caminhava pela rua. PQD disse que Erik é morador de Nova Iguaçu e sua família é de lá, mas esta formando da milícia da Malvinas. Salientou que o disparo de arma de fogo que foi feito por Erik, em direção à SUV, e não era destinado para a criança, que foi atingida por acidente;. FONTE: TJ-RJ





