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agressão

Homem foi espancado até a morte em Nova Iguaçu. Motivo: teria usado cocaína na frente de crianças

Um homem chamado Daniel Simplício foi espancado até a morte no dia 26 de janeiro em frente de sua casa, em Nova Iguaçu, por três agressores. O motivo do crime alegado por um dos assassinos: a vítima teria usado cocaína na frente de crianças e mostrado o órgão genital para elas. A Justiça decretou a prisão preventiva de dois acusados do fato: de vulgos Léo e Cabelinho. Uma testemunha afirmou que os agressores inúmeros golpes em Daniel. Deram chutes e socos na cabeça. Segundo seu relato, eles pegaram um bambu e bateram na vítima com ele. Pegaram também uma muleta com a companheira de Daniel e a usaram nas agressões. Cabelinho, de acordo com o declarante, teria sido espancado depois por populares e ficou hospitalizado. Daniel ainda chegou a ser levado para o Hospital da Posse, mas não resistiu aos ferimentos. Um dos acusados, Léo, prestou depoimento e disse que no dia dos fatos Cabelinho foi até a sua casa e ordenou que fosse com ele dar uma lição em Daniel. Se não fosse, iria se arrepender. e que iria chamar os traficanttes para executá-lo. Léo contou que ficou com medo e teve que ir junto.. Chegando no local, segundo o que ele conta, Cabelinho questionou Daniel sobre ele usar cocaína na frente das crianças e mostrando o órgão genital para elas.. Daniel teria assumido o erro, pedido desculpas mas Cabelinho não aceitou e passou a agredí-lo. Em seguida, chegou um outro homem que também participou das agressões à víti,a. Léo relatou que Daniel estava sangrando na cabeça e teria pedido aos cúmplices que parassem. Falou, inclusive, que teria ajudado a socorrer Daniel. Falou que, após o crime, parentes de Daniel ficaram lhe enviando mensagens o acusando do fato e, por conta disso, teve que sair de casa e morar debaixo de um viaduto FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ex-vereadora de Campos (RJ) usa redes sociais para denunciar agressão do namorado

A ex-vereadora de Campos dos Goyrlacazes Marcelle Pata usou suas redes sociais para denunciar que foi agredida pelo namorado no último fim de semana. Ela publicou dois vídeos. Um chorando muito após as agressões e outro após ser liberada do hospital mostrando estar aparentemente bem. Ela ainda divulgou a foto do suspeito. “Já contei a vcs a minha história agora não vou me calar agressor Estou a caminho da @134dp @deam.cg”, escreveu ela. O crime ocorreu neste domingo (2), quando o casal retornava de São João da Barra (SJB) para Campos no carro da vítima. Houve uma violenta discussão e após Marcelle proibir a entrada no apartamento dela, no bairro Alphaville, no município campista, o namorado se irritou e a agrediu no hall do prédio, roubando o carro da ex-vereadora. Marcelle recebeu atendimento no Hospital Ferreira Machado (HFM) para posteriormente registrar a ocorrência na Delegacia Especializada da Mulher (DEAM-Campos). FONTE: Facebook pessoal e Rádio Campos Difusora (Facebook)

Com saudades das filhas, homem pediu para encontrar com ex-mulher e quando se viram, tentou jogar criança de dois anos pela janela e disse que ia matar ex-companheira

Mês pessado após algum tempo, uma mulher moradora de Araruama, na Região dos Lagos, recebeu uma chamada do ex-companheiro dizendo que estava sentindo saudades de suas filhas, queria vê-las e ofereceu uma ajuda em dinheiro. A moça aceitou e foi para o Rio de Janeiro encontrar com ele no bairro de Realengo em seu local de trabalho. O homem, então, chamou a ex-mulher para subir até o segundo andar da borracharia que trabalha para colocar a filha de dois anos para dormir. A moça pediu para o ex-companheiro segurar a criança para que pudesse subir as escadas mas percebeu que o homem iria atirar a menina da janela. Houve luta corporal mas a mulher conseguiu tirar a filha dos braços do homem. Durante a briga, o homem tentou jogar a mulher para pegar novamente a criança e atirá-la da janela. O acusado dizia que ia matar a ex-compahneira, passou a ofendê-la. A vítima conseguiu se afastar e o homem acabou pulando da janela. Ele caiu no terreno do vizinho e vários rapazes passaram a perseguí-lo lhe dando uma surra. A PM chegou depois e conseguiu colocar o acusado na viatura. Durante o trajeto, no entanto, ele conseguiu abrir a caçapa da viatura e pulou com a mesma em movimento. A vítima não pediu medida protetiva porque mora fora do Rio de Janeiro mas representou criminalmente contra o ex-marido, que está com a prisão preventiva decretada e se encontra hosptalizado. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Irmãos tiveram a prisão preventiva decretada acusados de espancar um homem até a morte na Zona Sul do Rio. Eles agrediram uma outra vítima depois e chegaram a ser detidos, mas foram liberados sob alegação de que não havia flagrante

Dois irmão de sobrenome Da Matta tiveram as prisões preventivas decretadas essa semana suspeitos de espancarem até a morte um homem na Praia Vermelha, na Urca, na Zona Sul do Rio, em novembro. Segundo os autos, no dia 17 de novembro de 2024, por volta das 18 horas, na Praça General Tibúrcio, no bairro da Praia Vermelha, no município do Rio de Janeiro/RJ, eles agrediram fisicamente Glauber Santana da Cruz, com intuito de matá-lo, utilizando recurso que tornou impossível a defesa do ofendido, causando as lesões corporais que foram a causa eficiente da morte de Glauber em 07/12/2024. Os irmãos passaram a tarde ingerindo bebidas alcoólicas na praça quando, no inicio da noite, depois de muita conversa, mas sem motivo aparente, foram na direção de Glauber e, repentinamente, começaram a desferi chutes, socos e pontapés na vítima. Como a ação dos denunciados foi inesperada, a vítima não conseguiu se defender e, depois de alguns instantes recebendo golpes pelo corpo, caiu ao solo. Em seguida, os agressores, alternadamente, aproveitando que Glauber estava no solo, passaram a chutar e pisar em todo o corpo da vítima, por fim, desacordando-o, todavia, os denunciados não cessaram a agressão e, entre chutes e pisadelas fortes, ainda alternadamente, pularam sobre a cabeça da vítima acertando-o com os pés com todo o peso do corpo objetivando ceifar a vida de Glauber, posteriormente, encerrando as agressões, pois, diante da gravidade das lesões, acreditaram que a vítima havia morrido. Glauber ainda foi socorrido ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde ficou internado do dia 17/11/2024 a 07/12/2024, todavia, não resistiu aos ferimentos e morreu em virtude de traumatismo do tórax complicado com pneumonia, provocado por ação contundente em decorrência das agressões físicas realizadas pelos irmãos.”Uma testemunha disse que Glauber tentou separar uma briga que acontecia na frente da barraca, entre dois irmãos e acabou sendo agredido por ambos. Disse que a vítima foi agredido pór socos, tapas, pontapés e por golpes de “capacete”; Uma outra testemunha viu um dos irmãos agredir Glauber com um capacete. Disse que os agressores chegaram a ser abordados pela Polícia do Exército, mas foram liberados. Contou que uma guarnição da PMERJ também esteve no local mas foi embora. Falou ainda que, em razão do consumo de álcool, os irmãos teriam sido perturbados pelo Glauber durante o dia mas não soube dizer qual o tipo de perturbação.Um outro homem disse também ter sido agredido pelos irmãos, que chegaram a dizer. “Já deixamos um f… e não falei que iria te pegar”. Ele levou vários golpes como voadoras, socos, chutes e pontapés mas conseguiu se desvencilhar e solicitar ajuda dos militares do Exército. Mesmo assim, os irmãos partiram para cima dele e os agrediram com um capacete na cabeça. Inclusive o ameaçaram de morte, dizendo que iam na sua casa, na Baixada Fluminense, Os militares tentaram contê-los, inclusive usando spray de pimenta, mas um dos irmãos agrediu um deles com um tapa na mão. Os irmão disseram que ele e Glauber eram safados e falaram que iam matá-lo e beber seu sangue. Os irmãos, desta vez, foram detidos pelos integrantes do Exército e chegou novamente uma viatura da PMERJ. Os PMs lhe disseram não se tratar de flagrante e falaram para a vítima procurar a Polícia Civil, o que foi feito, o homem agredido foi até a 10ª DP (Botafogo) Foi submetiido foi submetido a diversos exames periciais que constataram que ele sofreu lesões em sua arcada dentária. Falou que não está trabalhando com receio de novas agressões, já que foi ameaçado pelos irmãos; Para a Justiça, os acusados escaparam da prisão em flagrante, aparentemente, por erro de comunicação entre os Policiais do Exército que atenderam à ocorrência num primeiro momento e os Policiais Militares que assumiram a ocorrência na sequência, que compreenderam tratar-se apenas de uma lesão corporal leve, em face da outra vítima. Segundo testemunhas, os acusados retornaram ao local dias após os fatos, “aparentemente tranquilos” e disseram “que o intento de matar almejava evitar futuras represálias, por isso retornaram para terminar o serviço” e que “o caso não acabaria assim”, demonstrando a evidente intenção de continuar a empreitada criminosa em desfavor de outras pessoas ou, no mínimo, causar temor nas pessoas. ]FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem foi preso em Macaé suspeito de espancar a enteada de cinco anos

A policia prendeu ontem em Macaé um homem.suspeito de espancar a enteada de 5 anos. Os agentes tomaram conhecimento do fato quando a criança deu entrada em uma unidade de saúde com ferimentos. .Em um primeiro momento, alegaram que ela teria caído do balanço, mas, após avaliação médica, constatou-se que a gravidade das lesões não era condizente com uma simples queda. A mãe da menina contou que, na verdade, a criança foi agredida por seu companheiro. Ela disse que o homem, inclusive, bateu a cabeça da garota na parede em duas ocasiões. Falou ainda que já havia sido agredido pelo marido e que ele a ameaçou para que mentisse sobre os ferimentos da menor. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro

Justiça manda Corregedoria apurar supostas agressões de PMs contra traficantes presos em Meriti

A Justiça do Rio mandou a Corregedoria da Polícia Militar apurar supostas agreessões de PMs contra três traficantes presos na comunidade do Dique, em São João de Meriti Um dos bandidos presos alegou ter sido arrastado pelos policiais até a viatura. Um segundo falou ter sido agredido por dois policiais militares que efetuaram sua prisão com pisões e tapa no rosto. Um terceiro narrou ter sido agredido por um dos dois policiais militares que efetuaram sua prisão com um tapa no rosto. Consta do auto de prisão em flagrante que policiais foram chamados para apurar informações sobre o sequestro de dois homens na localidade. Ao chegaram no local foram recebidos por disparos de arma de fogo realizados por cerca de seis elementos. Após revidarem, os policiais conseguiram encontrar dois dos suspeitos João Vitor Dos Reis no interior de uma residência, onde foram duas armas de fogo. No trajeto da fuga, foram apreendidas mochilas com drogas. Os policiais vasculharam a vila onde se situa a casa em que os presos se refugiaram e encontraram, sob uma caixa d’água, um fuzil AR-15, com a numeração suprimida, contendo 6 munições. Os agentes da leu progrediram pela área e foram surpreendidos por disparos de arma de fogo realizados pelo terceiro criminoso. Após revidarem , os militares capturaram o bandido com que foi apreendida uma pistola com a numeração suprimida e municiada. Os três presos estão com a prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Leia detalhes de uma sessão de tortura ocorrida dentro de uma unidade que abriga menores infratores em Belford Roxo. Vítima levou até choques

Um processo na Justiça do Rio relata detalhes de uma sessão de tortura ocorrida em fevereiro dentro de uma unidade do Degase (Departamento de Ações Sócio Educativas), que abriga menores infratores, em Belford Roxo. Vítima levou até choques. A vítima G.B.F contou que, no dia 22/02/2025, por volta das 19 horas, no interior do Degase, um interno o teria enforcado com uma camisa, enquanto dois adolescentes amarraram suas mãos, seus pés e sua boca e, em seguida, o agrediram com tapas e chineladas, bem como o sufocaram com uma sacola plástica em sua cabeça. A vítima relata, ainda, que foi levada ao banheiro, local em que teria sido molhada no chuveiro, bem como que o interno e os adolescentes teriam passado sabão em seus olhos. Além disso, a vítima relatou que os internos teriam raspado seu cabelo e o agredido com garrafadas e com um chinelo, bem como mencionou que teria sido arrastada para a cama e eletrocutada com um fio desencapado, além de ter sofrido vários choques, sendo que, em determinado momento, parecia que estava tendo um “ataque”. Em seguida, ainda teria sido agredida com mais tapas e socos e sufocamento, sendo que tal sufocamento teria sido efetuado com uma sacola em sua cabeça embaixo da água do chuveiro, tendo o adolescente dito “temos que matar esse muleque, olha como ele esta”, momento em que o interno teria pegado uma tesoura e dito “o bagulho é vocês matar, já estou de maiorzão”, ocasião em que a vítima relata que teria conseguido se solta e gritar por socorro, momen-to em que um agente do Degase veio em seu auxílio e o socorreu, tendo sido levado para a enfermaria e, posteriormente, encaminhado para o Hospital Municipal de Belford Roxo. O interno maior de idade que participou da tortura teve a prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

MACAÉ: Homem chicoteou esposa com fio de celular por desconfiar que ela o tivesse traindo. Agressão foi na frente da filha do casal de nove anos

Na frente da filha de nove anos, um homem agrediu a companheira em Macaé usando até um fio de celular para chicoteá-la, segundo informações de um processo que tramita na Justiça do Rio. O fato ocorreu em 09 de março de 2024 do ano passado. O acusado manteve  a vitima presa até as 06h do dia seguinte, quando a submeteu a intenso sofrimento físico e mental, mediante violência e grave ameaça exercidas com a prolação de palavras de ordem ofensivas e com o emprego de socos, tapas, fio e carregador de um notebook, com os quais a chicoteou em diversas partes do corpo durante a madrugada, inclusive na cabeça, onde causou um corte que teve que ser suturado pelos médicos do Hospital Municipal de Macaé.  Além de manter a vítima sob o seu poder durante a conduta delitiva, o acusado a agrediu ao longo de toda a madrugada com o nítido propósito de castigá-la, uma vez que havia se convencido de que ela estaria tendo um caso extraconjugal, daí por que a obrigou a desbloquear o telefone celular e passou a procurar indícios de traição nos arquivos do aparelho.   À medida que a ofendida gritava por socorro ou tentava se evadir do imóvel, o acusado intensificava as agressões na frente da filha de apenas 09 anos de idade que tem em comum com a sua esposa. Não foi possível obter outras informações do caso, como por exemplo, a situação do agressor, porque o processo encontra-se sob sigilo. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Assassino de menino de três anos apanhou de traficantes e disse que agrediu a criança porque ela mordeu seu dedo

Preso acusado de matar o enteado Alisson Otávio, de três anos, em Belford Roxo, Pedro Henrique da Silva Pinto foi amarrado com fitas adesivas por traficantes como punição por ter sumido com a criança. Ele apanhou dos bandidos pois foi encontrado com lesões nos braços e na orelha sendo preciso atendimento médico. Inicialmente ele jurou que não havia feito nada com a criança. Disse que deixou o menino em casa para comprar leite e quando voltou, não o encontrou. Posteriormente confessou a policiais em depoimento que espancou o enteado e, ao perceber que ele havia morrido, decidiu ocultar o cadáver. ,Pedro revelou que agrediu o menino com tapas e socos no peito porque ele teria mordido seu dedo. Após o espancamento, ao perceber que o menino não reagia, o padrasto teria decidido ocultar o cadáver do menino. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Relatório da Defensoria Pública com base em imagens das câmeras corporais dos PMs aponta abusos cometidos pelos agentes como agressões, ameaças e até homicídio

Policiais chegaram no local quando os custodiados já estão algemados. As câmeras acopladas nos uniformes dos policiais revelaram uma tortura psicológica por parte dos agentes de polícia, visto que um dos custodiados estava baleado na região escapular esquerda e o seu devido socorro não foi feito de forma imediata. Os policiais ainda ameaçaram o custodiado de morte, com o objetivo de obter uma confissão de que ele estaria armado, indicando o suposto local onde teria descartado a arma. A informação consta em um relatório da Defensoria Pública do Rio de Janeiro que, de abril a dezembro de 2023, expediu 215 ofícios à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro solicitando imagens capturadas por câmeras operacionais portáteis. A corporação só recebeu apenas 26% das informações. — Há dois problemas centrais apontados no relatório: o elevado número de ofícios não respondidos, sendo que há um prazo de 15 dias úteis previsto na Resolução 2421/2022, da Secretaria de Estado da PM, e o alto percentual de respostas informando que as imagens não foram gravadas, foram perdidas ou apagadas após 60 dias, contrariando determinação legal de que sejam arquivadas e conservadas por um período mínimo de doze meses em caso de letalidade ou registro de ocorrência na delegacia — explica o defensor público e coordenador do Nudedh, André Castro. Veja mais relatos de abusos dos ofícios que foram respondidos 1-Um carro andando nacontramão de uma rua em velocidade normal. Um dos policiais do caso, ao perceber a conduta inadequada do motorista, pede para o carro parar. Entretanto, o veículo segue e o policial atira contra o automotor Esses tiros, consequentemente, causam a morte de um dos passageiros, que havia acabado de comemorar o seu aniversário. O policial militar envolvido já foi denunciado pelo Ministério Público, acusado de homicídio qualificado. 2- As imagens expõem o momento em que dois policiais militares observam um homem caminhando na calçada e param a viatura para abordá-lo. O homem não oferece resistência, se rendendo imediatamente e sendo encostado na parede pelos policiais. Os policiais começam a revista e um deles desfere tapas no pescoço e no peito do custodiado sem aparente motivo. Apesar de não encontrarem nada na revista, os policiais o algemam e ameaçam leválo para a delegacia. Chegando na viatura, ambos os policiais retiram suas COPs e as descartam dentro do carro, dando continuidade à abordagem sem as câmeras. A abordagem dura mais 1 hora e 30 minutos até os policiais retornarem com o custodiado para a viatura e o encaminharem para a delegacia, configurando também o mau uso das câmeras corporais pelos policiais militares envolvidos. 3-Suspeitos de furtos a rapazes na Central do Brasil correram para dentro de um ônibus. Depois de revistarem as pessoas que estavam no veículo, os policiais identificam os custodiados envolvidos e o ônibus segue para a Delegacia da região. Nesse momento, dois policiais, de dentro do ônibus, com todos os envolvidos já contidos, usam spray de pimenta. Embora seja armamento menos letal, a forma como foi usado se revela desproporcional, desnecessária e injustificável. As pessoas ali presentes começam a sentir mal-estar, enjoo, tosses intensas e, mesmo assim, os PMs não permitem que os envolvidos protejam as suas faces com um pedaço de pano ou com própria blusa. Além disso, os policiais proferem frases odiosas e sarcásticas durante todo o percurso até a delegacia, revelando comportamento incompatível com os padrões de conduta da corporação. 4-Imagens mostraram uma pessoa em situação de rua andando com seus cachorros na parte externa do Parque Quinta da Boa Vista, local público. O custodiado, ao que tudo indica, apenas estava passeando, não se revelando nenhum motivo que podesse ensejar fundada suspeita. Os PMs chegam no local expulsando ocustodiado que, mesmo sem apresentar resistência, é levado para a viatura com fortes tapas e empurrões na região das costas. Ao chegarem na viatura, um dos policiais arremessa o custodiado de forma violenta contra o veículo. Logo após, os policiais algemam o custodiado e o levam para a Delegacia. No Registro de Ocorrência, consta que o assistido cometeu Resistência, Desacato, Desobediência e Lesão Corporal, porém nenhuma dessas condutas encontra respaldo nas mídias examinadas. Há também bons exemplos: Imagens mostraram que, durante toda a abordagem, o policial militar envolvido apresenta conduta exemplar, buscando tranquilizar tanto o custodiado, quanto a sua família, com falas calmas e respeitosas, sem demonstrar nenhuma violência. A condução do PM, por consequência, faz com que o custodiado coopere com a Polícia Militar, sem apresentar qualquer tipo de resistência, o que outrora fizera FONTE: Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

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