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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

COINCIDÊNCIAS SUSPEITAS: Conversa entre TH Joias e Bacellar na véspera da operação ocorreu no exato momento que presidente da Alerj jantava com desembargador federal preso ontem

Na véspera da operação para prendê-lo, o então deputado estadual TH Joias chegou em sua residência por volta das 19h acompanhado de outros indivíduos, onde acompanha o processo de desmanche de sua residência até aproximadamente 21:40h. Durante esse período, o parlamentar realizau, de maneira concomitante, a troca de seu aparelho celular para passar a se comunicar por meio de outro terminal. Foi por meio deste novo número que TH mandou mensagem para o presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar e, posteriormente colheu orientações do que fazer com seu estoque de carnes para churrasco, insinuando, em tom jocoso, que os policiais que realizariam a busca no dia seguinte o subtrairia. Ouvido em sede da PF, Bacellar reconheceu que sabia que ocorreria uma operação policial que teria como alvo um parlamentar, em razão de um zum-zum- zum que percorria os corredores do parlamento fluminense. Além disso, ele confirmou que foi procurado por TH Joias na véspera da ação policial que lhe indagou acerca do tema. Sabedor de todo esse cenário, bem como do histórico notório de vinculação de TH Joias com o Comando Vermelho, Bacellar se manteve inerte quando se deparou com o vídeo encaminhado pelo ex-parlamentar, visto que estava diante de flagrante ato de obstrução de justiça, e não comunicou as autoridades para tomada de providências. Não seria difícil para ele tomar tal atitude, visto que, no exato momento em que recebeu o vídeo, Bacellar supostamente estava jantando com o Desembargador Relator do caso no Tribunal Regional Federal da 2a Região, Macário Ramos Judice Neto, preso ontem, na Churrascaria Assador, situada no Aterro do Flamengo. Como visto, tal zum-zum-zum e a conversa entre Bacellar e TH Joias coincidiu com o momento no qual Macário foi avisado por sua assessoria acerca da data precisa da deflagração das medidas pela autoridade policial responsável pelo inquérito. Foi possível inferir a total ciência de Macário sobre o que acontecia, naquele momento, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, visto que ele foi o provável emissor da informação sigilosa repassada ao alvo.

Polícia faz operação contra delivery do CV na Maré

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) sko, nesta quarta-feira (15/12), mais uma ação da “Operação Contenção”. O objetivo é cumprir mandados de busca oe apreensão contra envolvidos no comércio ilegal de armas de fogo, munições, tráfico de drogas e associação criminosa, delitos praticados por narcoterroristas vinculados ao Comando Vermelho. As diligências, que contam com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), ocorrem na Nova Holanda, Complexo da Maré, em outros pontos da Zona Norte e na Região dos Lagos. A operação é resultado de investigação da Desarme. Os agentes realizaram intenso trabalho de inteligência e análise telemática aprofundada, que permitiu identificar núcleos criminosos especializados na circulação de armamentos de alto poder ofensivo, na logística de munições e no abastecimento do tráfico. Parte significativa dos alvos está localizada no Complexo da Maré, além de outras áreas da capital, evidenciando a capilaridade da organização criminosa. Além do núcleo que opera de dentro da Maré, a investigação identificou um grupo na Região dos Lagos e outro grupo que faz “delivery” de entorpecentes em diversos pontos da Zona Norte. Como parte da “Operação Contenção”, a investida reafirma o compromisso da Polícia Civil com a asfixia logística e financeira das facções criminosas, atuando de forma estratégica para retirar armas de circulação, enfraquecer o poder bélico dos grupos narcoterroristas e reduzir sua capacidade de enfrentamento ao Estado. C

Supostos milicianos foram mortos em Guaratiba pelo CV

Dois supostos milicianos foram mortos na tarde de ontem em Guaratiba. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de Daniel Granadeiro Rodrigues e Gilmar dos Santos Malaquias. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. Segundo relatos, o ataque partiu do Bonde do RD, puxador de guerra do Comando Vermelho contra a milícia na Zona Oeste. O CV continua fazendo pequenos ataques na milícia do PL e Naval, e sempre obtendo bons resultados. A milícia até agora não revidou os ataques

Saiba a estratégia usada pelo desembargador preso para proteger integrantes da quadrilha de TH Joias. Para Alexandre de Moraes, isso draga imagem do Judiciário

Preso hoje, o desembargador Macário Júdice Neto havia reconhecido que houve vazamento da operação para prender o então deputado TH JoiasEntretanto, o atribuiu e maneira leviana, às polícias Federal e Civil do Estado do Rio de Janeiro, conforme trecho transcrito a seguir9:“Com relação ao Dudu. Por que que não foram apreendidos, certamente, dinheiro, armas? Porque vazou. A operação vazou. E não foi na Justiça Federal. Eu fui contra a execução dos mandados junto com a Polícia Civil. Não porque desconfio ou não confio na Polícia Civil. Porque depois que três ou quatro se reúnem vira comício. Eu fui absolutamente contra e adverti o Superintendente: Não faça essa operação em conjunto. E fizeram. E tiveram a dificuldade de prender o TH, porque a operação vazou. Então talvez essa seja a situação. Não encontraram armas, dinheiro. Depoisdas 18h do dia anterior da prisão, já sabiam, quem é que ia deixar alguma coisa à mostra? A movimentação do desembargador se justifica como uma estratégia imediata de controle de danos, como uma espécie de seguro em relação aos atos que ele praticara dias antes. Tal articulação servia como forte indício de Macário fornecia à organização criminosa a proteção necessária para escudar seus membros políticos de medidas eficazes desta Polícia Federal. O objetivo desta movimentação era a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro, o que se traduz em milhões de votos no pleito eleitoral que se avizinha. Para Alexandre de Moraes, tais elementos denotam o grau acentuado de vulneração à ordem pública decorrentes das condutas do investigado, que draga toda a imagem do Poder Judiciário para uma vinculação direta com a criminalidade violenta do Estado do Rio deJaneiro, de modo a vulnerar toda a credibilidade do sistema de Justiça

Desembargador federal preso jantou em churrascaria com Rodrigo Bacellar às vésperas da operação para prender TH Joias justamente para repasse de informações sigilosas, diz STF

O deputado estadual Rodrigo Bacelar e o desembargador Macário Júdice Neto se encontraram nas vésperas da Operação Zargun, que prendeu o então deputado TH Joias por envolvimento com o Comando Vermelho, possivelmente para repasse/obtenção de informações privilegiadas, o que indicou a prisão do magistrado em decisão do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal, O encontro ocorreu na Churrascaria Assador e Bacelar chegou a dizer para uma funcionária> “Estou em jantar com o desembargador”.A representação enfatiza a existência de diversos diálogos entre Bacelar e Macário comprobatórios da relação de intimidade entre os investigados, que chamou a atenção em razão das palavras de afeto e troca de declarações efusivas de carinho, que denotam confiança e lealdade7. “Vc é irmão de vida” “Não se desgate por nada pq o melhor não temos irmão que é amizade pra vida e reciprocidade”,, disse Bacellar para Macário. Provavelmente, Macário e Bacellar estavam juntos nquando TH Joias enviava mensagens a Bacellar sobre sua evasão e destruição de provas, Além disso, a conversa entre Bacellar e TH Joias coincide com o momento no qual Macário é avisado por sua assessoria acerca da data precisada deflagração das medidas pela autoridade policial responsável pelo inquérito. Macário determinou a inclusão em sistema penitenciário federal dos traficantes Pezão e Índio do Lixão, além de Dudu, assessor de TH Joias, maspreservou o então deputado, alvo da operação. Macário, Bacelar e TH Joias possivelmente realizaram ações para obstrução de investigações envolvendo facção criminosa e de ações contra o crime organizado, mediante a obtenção e o compartilhamento de informações privilegiadas, com logística de deslocamento do material de interesse da investigação, para viabilizar a ineficácia da operação policial. Segundo a decisão da prisão, o vazamento das informações sigilosas possa ter se originado no próprio desembargador, que era o relator da Operação no TRF da 2a Região. Essa hipótese é reforçada pelas informações apresentadas pelo Chefe da DRE/DRPJ/SR/PF/RJ, comprobatórias de houve interlocução prévia coma assessoria do investigado sobre a data da deflagração da operação. As suspeitas em torno de Macário decorrem da relação de sua esposa com Rodrigo Bacelar. Ela foi nomeada pelo deputado para exercer cargo em comissão na Secretaria-Geral de Finanças da ALERJ. Posteriormente, ela foi nomeada como diretora-geral do Legislativo fluminense, setor diretamente vinculado à Presidência da Casa O encontro entre Macário e Bacelar, segundo o STF, além de reforçar as hipóteses criminais, revela a complexidade da trama criminosa. Além de suas interações suspeitas com Bacellar e do encontro realizado na véspera da Operação Zargun, o desembargador continua empregando medidas para obstruir o curso das investigações, mediante a exposição de dados sensíveis da autoridadepolicial responsável pela operação a líderes da organização criminosa investigada. Na sessão de refendo da decisão monocrática por ele proferida, realizada pela 1a Seção Especializada do TRF da 2a Região em 8.9.2025, Macário reconheceu que houve o vazamento da operação policial e o atribuiu, entretanto, à atuação conjunta dasautoridades policiais, como estratégia para reduzir os impactos negativos de suas ações, conforme A ação concertada do requerido também é percebida pela inclusão de outros investigados no Sistema Penitenciário Federal, preservando, todavia, ainclusão de um dos líderes do grupo (TH Joias).

Menor contou com todos os detalhes como matou mãe em São Gonçalo com ajuda do namorado. SAIBA TUDO

Leia agora o depoimento da menor de 15 anos suspeita junto com o namorado de matar a mãe em São Gonçalo e atirar o corpo em um poço. Ela está detida desde a semana passada. O namorado também está preso. A adolescente contou que estava residindo com Marcelo Pachceco Coelho de Souza na casa dele em Parada Feliz – SG (Complexo do Anaia) no tempo em que achavam que estava desaparecida. Sobre sua mãe Rosa, esclarece que tinham um relacionamento conturbado, brigavam demais, se agrediam mutuamente, se ofendiam verbalmente.Ela disse que Rosa chegou a deixar a declarante presa sozinha dentro da residência que viviam em Santa Izabel. Segundo a menor, Rosa não aceitava o relacionamento com Marcelo. A adolescente falou que não aguentava mais a situação em que vivia com brigas com a mãe e passou pela sua cabeça matála. Ela comentou isso com o namorado que tentou reomver a tentar remover a idéia da sua cabeça. No entanto, a jovem já estava decidida. O casal combinou de Marcelo ir a noite na casa da menor, por volta da 02h da madrugada do dia 02 de outubro de 2025; A menor pensou primeiramente usar uma faca para cometer o crime. Quando Marcelo chegou no local, Rosa estava dormindo no sofá da residência mas acordou com o barulho da porta do quarto fechando quando Marcelo entrou nele; Rosa não viu Marcelo e a menor pediu que a mãe saísse do sofá inventando que tinha alguma coisa estranha no quarto; Quando Rosa chegou no quarto e viu Marcelo, se virou em direção a porta da residência pedindo que ele fosse embora e que não era para ele estar ali; A menor segurou a mãe e Marcelo a golpeou com uma pá de pedreiro que tinha na residência. Rosa não sangrou, mas já caiu no chão. Então enforcaram ela com a corda de capoeira; Logo após o fato, o casal se arrependeu e viu que fizeram uma besteira. Porém decidiram se livrar do corpo de Rosa. Na residência, havia um galão grande que Rosa usava para guardar água. Eles colocaram o corpo dentro do galão e tampararam. A menor pediu a Marcelo para que solicitasse ajudava de alguém para retirar o corpo do local;. Marcelo então ligou para dois conhecidos; Que perguntada o nome dessas pessoas, diz não saber; (…) ; A menor deixou a casa como estava, com a televisão ligada e as comidas no fogão. Levou algumas peças de roupa e documento; Foi se encontrar com Marcelo na residência dele; Assim que chegou ficou sabendo que o corpo de Rosa A estaria no local. Questionada como Marcelo se livrou do galão, a adolescente disse que durante a madrugada ele enterrou o galão e concretou depois. Perguntada se saberia apontar o local onde foi enterrado o corpo, disse que sim; A menor ainda usou o telefone da mãe se passando por ela tendo enviado mensagens para parentes e amigos se passando por ela, mas depois se livrou do aparelho quebrando e jogando fora; ( Quando Marcelo recebeu uma ligação sendo intimado a comparecer na delegacia, percebeu que algo daria errado. O casal combinou de dizer que não sabiam onde Rosa estava; Que, porém, na Delegacia ao tomar ciência dos elementos que os policiais dispunham, resolveu contar a verdade; A madrinha da menor e sobrinha de Rosa dise que causou estranheza o fato de a tia ter mandado mensagem de texto com emoji de coração. Segundo ela, a forma como a mensagem foi escrita levantou suspeita de que alguém pudesse estar se passando por ela; No dia 7 de novembro, após 15 dias sem ver Rosa, registrou o desaparecimento da tia e soube cinco dias depois que a adolescente e a menor estavam envolvidos no crime. Que perguntada pelo Delegado de Polícia se suspeitaram deles, respondeu: “Desde o início. a minha tia não aceitava o relacionamento deles”;

Presa em MG mulher que raptou bebê de oito meses no Rio. Criança estava com ela. Mãe foi achada cheia de queimaduras no hospital

Policiais civis da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais, capturaram a mulher que raptou uma bebê de oito meses. Ela ainda estava com a menina, que foi resgatada em segurança. A criminosa foi localizada nesta terça-feira (16/12), no município mineiro de Cataguases, onde foi presa em flagrante. O crime foi praticado na sexta-feira (12/12). De acordo com as investigações, a mulher se aproximou da mãe do bebê sob o falso pretexto de auxiliar doando roupas para a menina, e fez visitas a ela durante três dias. A vítima, que é do Morro da Providência, foi levada para o Complexo da Maré, onde foi atacada. Além da bebê, a criminosa levou também outra filha da vítima, uma criança de 6 anos que é autista não verbal. A mãe foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros no Parque União. Ela estava com muitas queimaduras pelo corpo e foi socorrida para um hospital, onde ainda está internada. A equipe da DDPA conseguiu identificar que a mulher se deslocou para a Baixada Fluminense, onde abandonou a menina de 6 anos. A criança foi encontrada e levada para um abrigo, onde recebeu os cuidados necessários. De lá, a criminosa seguiu com a bebê para o estado de Minas Gerais. O trabalho de inteligência conseguiu apurar diversos endereços relacionados à autora. Com base em troca de informações, chegaram ao local onde ela estava e resgataram a bebê .A mulher foi presa em flagrante pelo rapto da menina. Ela ainda é investigada pela DDPA por tentativa de homicídio e por abandono de incapaz.

Veja passo a passo agora como homem que foi preso matou companheira a facadas em Duque de Caxias. Crime ocorreu por causa de dinheiro

Antônio Ribeiro do Nascimento,. preso hoje peo feminicídio da mulher Marineusa dos Santos Leite, que foi morta a facadas em Duque de Caxias havia ganho há alguns anos uma indenização trabalhista no valor de R4 1,5 milhão. Ele optou por deixar esse valor na conta da mulher a qual realizou, com anuência do companheiro, um investimento financeiro junto à Caixa Econômica Federal, objetivando a obtenção de rendimentos; Marineusa figurava como titular do referido investimento. A cada dois meses, o investimento rendia em torno de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), os quais eram creditados na conta corrente da mulher. Por padrão, Marineusa transferia R$10.000,00, via Pix, para a conta de Antônio, e ficava com os outros R$10.000,00. Vinte dias antes do crime, Antônio avisou à mulher que desejava fazer uma viagem para visitar seus parentes, no estado do Ceará. Inicialmente a viagem, prevista para acontecer no mês de dezembro do corrente ano, duraria entre 15 e 20 dias.t Também comunicou a sua companheira que, quando o banco creditasse o valor dos rendimentos, precisaría de R$15.000,00, para custear suas despesas, tendo Marineusa aparentemente concordado com o proposto; Na manhã do dia 8 de dezembro, Antônio deixou seus filhos na escola e retornou para casa. Ao chegar, perguntou a Marinuesa sobre os R$15.000,00 que a mesma havia combinado de transferir para sua conta; Ao ser questionada, Marineusa falou. “Você não tem direito a mais nada. Vai sair de casa igual a um cachorro, com o rabo entre as pernas”.Se sentindo ofendido, Antônio , foi tomado por intenso sentimento de revolta e fúria. Em decorrência de tal estado emocional, apoderou-se de uma faca, que estava sobre o balcão da cozinha, e passou a desferir diversos golpes contra a sua companheira; Ele não sabe dizer quantas facadas desferiu em Maineusa. Recorda de a mulher ter gritado por socorro, tendo seu clamor despertado pelo fllho, que até então dormia em seu quarto; Ele cegou a desferir no pai um ataque do tipo “gravata”, que consiste em manobra de pressão na região do pescoço;Então, Antõnio cessou os ataques. rgou a faca ao solo, conseguiu se desvencilhou do filho, deslocou-se até a parte externa do imóvel, pegou sua bicicleta e se evadiu; Ele permaneceu abrigado no bairro Suruí, em área de mata; Buscou auxílio jurídico, objetivando apresentar-se junto a delegacia; Foi procurado diversas vezes pelo Whatsapp e afirmou não ter respondido às mensagens enviadas, por ter muitas dificuldades com o manuseio do aplicativo, bem como não ter atendido às ligações efetuadas, por ainda estar extremamente assustado em decorrência dos fatos.

Bandidos fecharam a principal via da Ilha com dois ônibus atravessados

A Polícia Militar informa que, nesta terça-feira (16/12), policiais militares do 17ºBPM (Ilha do Governador) atuaram para retirar dois ônibus utilizados por criminosos para obstruir a Estrada do Galeão. A ação ocorreu após a atuação da unidade na Comunidade do Barbante, com o objetivo de estabilizar a área e realizar a retirada de barricadas. A ocorrência está em andamento. Vale lembrar que policiais militares do batalhão realizaram, na segunda-feira (15/12), uma ação de estabilização da região nas comunidades de João Telles, Pixunas e INPS, no bairro dos Bancários, na Ilha do Governador. A operação teve como objetivo garantir a estabilidade da área para a posterior retirada de barricadas e desobstrução de vias. Durante a entrada das equipes, houve confronto com criminosos armados. Um suspeito foi ferido e recebeu atendimento imediato no local, com a aplicação de um torniquete pelos próprios policiais até a chegada do socorro. Em seguida, o indivíduo foi encaminhado ao Hospital Municipal Evandro Freire. Na ação, três criminosos foram presos. Com eles, foram apreendidos dois fuzis e duas pistolas. A ocorrência foi registrada na 37ª Delegacia de Polícia, onde o material permaneceu apreendido. O Rio Ônibus informa que dois ônibus tiveram suas chaves retiradas e foram utilizados como barricadas, na Estrada do Galeão. São eles: B28601 – 325 Ribeira x CasteloB32771 – 910 Bananal x Irajá

Quadrilha de Minas Gerais comprava armas no Paraguai e vendia a traficantes do Rio de Janeiro

Um inquérito da polícia mineira identificou uma quadrillha formada por pelo menos oito pesosas, entre elas mulheres, que compravam armas de fogo ilegamente no Paraguai e vendiam inclusive para traficantes do Rio de Janeiro. Parte do bando foi interceptado no ano passado quando foram apreendidos dois fuzis calibre 556m, munições de diversos calibres, acessórios de armas de fogo, além de drogas, balança de precisão e anabolizantes. As armas, munições e carregadores foram submetidos a exame pericial de eficiência, restando constatado pelos peritos que se encontravam em perfeito estado de funcionamento Foram identificadas mensagens no telefone de um dos envolvidos no bando que comprovaram a compra de armas de fogo de pelo menos dois fornecedores paraguaios em Ciudad del Este. Um outro integrante do grupo participava com o transporte e a introdução dos armamentos ilícitos no território brasileiro “Os envolvidos empreenderam intensa negociação e comercialização de armas, inclusive com traficantes do Rio de Janeiro/RJ”, dizem os autos.Uma mulher envolvida foi até a cidade de Uberlândia buscar mercadoria. Uma outra mulher companheira de um integrante da quadrilha participava das transações bancárias, de alto valor, destinadas ao pagamento do armamento negociado. Os investigados forneciam armamento não só para traficantes do Rio de Janeiro como também da Bahia e outras regiões do pais.

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