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tráfico de drogas

Relatório mostra influência dos traficantes do CV do RJ no Pará

Relatório do Instituto Mãe Crioula aponta a chegada do Comando Vermelho e a sua terrorialização no estado do Pará . A organização em rede da facção aproximou as relações do núcleo central ori-ginário do Rio de Janeiro com as células criminosas instaladas nos municípios paraenses. Isso se evidenciou porque o CV atua com uma estratégia de franquia, ou seja, a estrutura e o modelo de expansão territorial desta organização crimi- nosa é baseado em um sistema de conexão da matriz, localizada no Rio de Janeiro, e suas células filiais, localizada em vários estados da federação. Nesse modelo, é da matriz localizada nas comunidades cariocas como o Com- plexo da Penha, Complexo do Alemão, Comunidade do Salgueiro e Rocinha, lo- calizados no município do Rio de Janeiro, que saem o comando para as táticas e ações nos territórios paraenses. Assim, a identidade e o modos operadis segue uma padronização nacional, através de símbolos utilizados em todo o Brasil, como “tudo 2”, “CV”, “Trem bala”, “Tropa” além de pagamento de taxas cobradas de comerciantes e moradores, regras imposta na comunidade, como “proibido roubar”, pichações, etc. Das comunidades cariocas que saem o fornecimento das armas de grosso ca- ibre e a escolha dos territórios que receberão o fortalecimento do armamento. As comunidades também passaram a ser importantes para abrigar os lideres de cada território, chamado na simbologia do crime de “Torre”, ou seja, o chefe da respectiva região. Portanto, é do Rio de Janeiro que os chefes do CV no Pará mandam suas ordens para a dinâmica do crime organizada no estado. As células são responsáveis por repassar quantias da “caixinha do crime” para a matriz no Rio de Janeiro, são estratégicas para a logística na rota do narcotráfico, e no caso amazônico, tem na sobreposição dos crimes ambientais uma nova possibilidade de acumulação de capital ilícita. Esse modelo de franquiamento permite que as facções se expandam rapida- mente por diferentes regiões e estados, mantendo a identidade e o padrão de operação. O Rio de Janeiro se tornou o grande centro das decisões da atuação da facção comando vermelho no Brasil, onde a região amazônica passou a tergrande importância, A Operação Contenção26, realizado nas favelas cariocas do Complexo do Ale- mão e Penha, identificou que o estado do Pará, depois do Rio de Janeiro, como aquele com maior quantidade de lideres presos ou mortos na operação, totali- zando respectivamente 6 e 15 pessoas. No entanto, a partir das informações dasSecretarias de segurança pública do Pará e do Rio de Janeiro, pelo menos 30 integrantes paraenses estariam residindo na capital fluminense. FONTE: Instirtuto Mãe Crioula

Preso em Bangu 3 e com acesso a celulares, traficante do CV continua comandando o crime em Cabo Frio

Mesmo preso no presídio de Bangu 3, o traficante que tem os vulgos de Bigode, Tubarão e Waguinho controla controla o comércio ilegal de entorpecentes no bairro Manoel Correa (Favela do Lixo) sob a marca do Comando Vermelho. Ele delega o controle do empreendimento extramuros ao seu subordinado que tem os vulgos de Maestro e Uando que coordena a distribuição da droga para o abastecimento da comunidade em Cabo Frio, e assume as funções do Bigode junto ao Conselho do CV de forma ampla na Região dos Lagos. Ele também delega a administração imediata da Favela do Lixo ao gerente B da Glock (GL) que articula o comércio local diretamente subordinado ao Maestro que se esconde na Rocinha na Zona sul do Rio de Janeiro. Dentre as atribuições de B da Glock lhe cabe contratar os gerentes de preço, vapores e soldados assim como articulando a própria mãe, Tia do Tráfico, quem lhe presta auxílio guardando armas e entorpecentes em sua residência e homiziando narcotraficantes locais, favorecendo-lhes a fuga, se necessário; aproveitando em benefício da organização a aparente idoneidade objetiva de uma casa habitada por uma senhora. Bigode financia a compra de armamento de grosso calibre para domínio do território ocupado por sua narcofacção. Em tempo presente, a busca e apreensão em presídio realizada em maio de 2024 certifica que o traficante permanece tendo acesso ao telefone celular no presídio. Ao passo que os desenhos de Bigode estampados nos entorpecentes apreendidos no dia 26/04/2025, assim como o desenho do Bigode na bandoleira do fuzil apreendido comprovam que o próprio continua exercendo o pleno domínio do fato de dentro do cárcere. As canções coligidas no aplicativo de músicas SounCloud, por seu turno, comprovam por músicas recentes de 2025 2 que a hierarquia do Comando Vermelho se mantém com o “Zero Um” preso em Bangu, As músicas também são capazes de comprovar que os ataques recentes contra as facções rivais são coordenados pelo próprio Bigode e o Maestro, especificando ainda os bairros atacados: Valão, Tangará, Cajueiro e Jacaré. FONTE: TJ-RJ

Traficantes da Penha (CV) proibiam comparsas de levar fuzil para eventos organizados para moradores

Mensagens captadas pela polícia apontam que bandidos do Complexo da Penha proibiram que traficantes locais entrassem com fuzis em eventos na comunidade. Nem bebidas alco´licas poderiam levar “A entrada de qualquer amigo de fuzil, responsável por firma, dono, gerente, segurança, vapor, seja o que for, está proibida a entrade de fuzil no campo Bebidas como cerveja, uísque, red bull, vinho também não pdiam e havia o alerta para não deixar na mochila. “Malandro demais se atrapalha” Integrante da quadrilha que toma atitude isoldada sem consultar as lideranças, leva punição Havia conversas ainda dos traficantes falando sobre a movimentação de viaturas e eles sabiam até a troca de plantão dos agentes FONTE: PCERJ

Como bandidos do RJ implantaram o CV em cidade do Piauí

Em meados de 2022, um nacional identificado como “Carioca” (também utiliza os nomes de “Alberto Soares”, “Reinaldo” ou “Naldo”) se apresentou a Antônio Isnael – indivíduo que até então atuava no tráfico de drogas de forma “independente” -, anunciando a chegada da facção criminosa Comando Vermelho na cidade de Pedro II, no Piauí, recrutando-o para integrar e comandar uma célula dessa organização em instalação, o que fora aceito pelo acusado. Com efeito, a partir de então, Isnael passou a liderar a organização criminosa em nível municipal, atuando como verdadeiro “maestro” na empreitada delitiva. Incumbiu a Antônio Isnael as funções de recrutar novos membros para fazerem parte da organização criminosa, adotar providências para impedir a instalação e/ou avanço de outra facção no mesmo território, garantindo o monopólio do tráfico de entorpecentes pelo Comando Vermelho, receber elevada quantidade dos entorpecentes (inclusive cocaína ainda em estado cristalizada), intermediar contato entre os integrantes da célula local e a “administração central” da facção sediada no Rio de Janeiro/RJ, e coordenar o cumprimento das ordens emanadas por esta. Verificou-se que, periodicamente, aportava na Cidade de Pedro II uma elevada quantidade de drogas, que eram entregues pessoalmente a Antônio Isnael, encarregado de distribuí-la aos demais traficantes. A contraprestação pelo entorpecente adquirido por Isnael era efetuada mediante depósitos semanais em diversas contas bancárias indicadas pelo líder da facção no Rio de Janeiro, identificado pela alcunha de “Carioca”. Incumbia, ainda, a Isnael, recolher quantias provenientes de parte dos lucros amealhados pelos traficantes a ele subordinados. Os direcionamentos exortados pelo comando superior da facção sediada na capital fluminense eram compartilhados com a liderança da célula de Pedro II e outros membros com posição de destaque (Gleida, Francisco Rafael e Jorge Aluísio) por meio de um grupo criado no aplicativo WhastApp , intitulado “Bolsa Família”. Em razão da posição de liderança na orcrim , Isnael também recebia ordens diretas de “Carioca” para providenciar homicídios de indivíduos que iriam contra os interesses do grupo. Após receber tais ordens, “Baixinho” as repassava aos integrantes responsáveis pela execução dos homicídios. Um traficantre chamado Jorge Aluísio gozava de posição de relevância na estruturação da célula local do Comando Vermelho, inclusive participava do grupo “Bolsa Família”, na plataforma WhatsApp , administrado pelo indivíduo de alcunha “Carioca”, utilizado para comunicar ordens emanadas pelo comando sediado no Rio de Janeiro/RJ e discutir assuntos de interesse da facção. O traficante Negão “filiou ao Comando Vermelho na Cidade do Rio de Janeiro/RJ por volta do ano de 2019, executou diversos serviços solicitados pela organização criminosa, como tráfico interestadual de drogas no Mato Grosso do Sul, onde fora preso e condenado pelo juízo da 2a Vara Criminal da Comarca de Ponta Porã/MS, como incurso nas iras do crime previsto no art. 33, caput , c/c art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006, conforme processo n. 0002291-42.2019.8.12.0019 (sentença transitada em julgado em outubro de 2020). Posteriormente, ele retornou ao Rio de Janeiro/RJ, oportunidade em que recebeu ordem da facção para se deslocar até a Cidade de Pedro II e atuar por aquela célula da organização criminosa, exercendo a função de “executor”. Atendendo à determinação, “Negão” pegou um ônibus na Cidade do Rio de Janeiro/PI com destino à Piripiri/PI. Ao chegar no município de destino, ele foi recebido por “Baixinho”, que o transportou até Pedro II/PI. Dentre suas atribuições na organização criminosa, “Negão” era responsável pela disciplina, frequentemente ameaçando os traficantes comparsas sobre o dever de somente venderem entorpecentes em favor do “CV”, sob pena de serem mortos. Na condição de executor, Negão perpetrou diversos homicídios a mando da organização criminosa, . Ademais, após a prisão provisória dos primeiros integrantes da organização criminosa, em abril de 2024, “Negão” ficou encarregado, também, de atuar diretamente no tráfico de entorpecentes. Raylantambém foi enviado pela cúpula do Comando Vermelho da Cidade do Rio de Janeiro/RJ para atuar pela célula da facção em Pedro II. Raylan era responsável pela “disciplina” na orcrim , fiscalizando o tráfico de drogas comandado pelo grupo, comparecendo nas intermediações dos locais da mercancia ilícita para observar as ações dos comparsas bem como prestar auxílio, caso necessário. Ademais, Raylan também era encarregado de auxiliar no cumprimento dos homicídios determinados pela facção. No telefone celular de Antônio Isnael, foram apreendidas imagens de dois indivíduos possivelmente integrantes da facção rival, “Primeiro Comando da Capital”. Uma das fotografias registra um conhecido traficante de drogas na cidade de Pedro II, com os dizeres “Pilantra safado vulgo Fabiano PCC” . A outra fotografia registra Claudemir Felipe de Jesus Damasceno, vulgo “Mimi”, com a frase “Pilantra safado PCC”. FONTE: TJ-PI

Traficantes da Penha (CV) usam códigos secretos em sua contabilidade para enganar autoridades. Soldados ostentam nas redes (VEJA FOTOS)

Folhas de de caderno com os dias de plantão dos traficantes do Complexo da Penha revelam uma forma de comunicação utilizada no tráfico de drogas, onde são empregados códigos secretos para substâncias vendidas. Esse uso de codificação nos nomes das drogas tem como objetivo dificultar a identificação e interceptação das atividades criminosas pelas autoridades. Os soldados do tráfico de Doca tinham por hábito postar em redes sociais fotos armados com fuzis, drogas, radiotransmissores, veúculos de alto padrão, roupas camufladas e exibindo dinheiro e até joias. Há até um vídeo de visualização única usado para monitoramento de locais na comunidade Um dos soldados por exemplo tinha um perfil no Instagram em que fazia referência direta a Doca A utilização de duas bandeiras vermelhas no perfil era mais um indicativo claro de sua associação com tal facção criminosa, já que o emoticon da bandeira vermelha éfrequentemente adotado como símbolo do Comando Vermelho. No perfil, há mensagens revelando transações ilícitas, nas quais ele negocia a distribuição de entorpecentes, organiza pontos de venda e estabelece contatos com outros traficantes, Há casos em que um dos soldados foi escalado diretamente para a segunça de Doca. Gadernal inclusive publicou uma escala de plantão na qual são estabelecidos ospostos onde cada integrante deve fazer a segurança. Os soldados também usam um grupo de Whatsapp para falar posicionamento de viaturas policiais para o cumprimento de ordens das principais lideranças locais. (…) Há um soldado vindo do Pará. Um outro soldado tem envolvimento com roubos de veículos automotores. Ele tem uma significativa participação em roubos e furtos veículos na cidade do Rio de Janeiro, seja atuando diretamente na subtração desses automóveis, seja intermediando sua negociação com terceiros. Há a foto de um soldado num evento festivo em que está portando um fuzil junto com seu comparsa. Além disso, na foto aparece a seguinte frase: “Os menino do Urso”, fazendo referência ao traficante Doca Há soldados que demonstraram amplo conhecimento no recebimento da carga, além de prestar contas para os chefes ou ficam responsáveis pela conferência da chegada de carregamentos de possível material entorpecente.(…) FONTE: Polícia CivIl do RJ

Investigação esmiuça em detalhes atuação de Doca, seus homens mais próximos e seus gerentes. Veja também como polícia planejou megaoperação que deixou 121 mortos

A investigação da Polícia Civil que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que deixou 121 mortos, sendo quatro policiais, revelou que o traficante Doca é a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e nas comunidades Gardênia Azul, César Maia, Juramento, Quitungo e Alemão, sendo que,muitas dessas, recentemente, foram conquistadas da milícia, como é o caso da Gardênia Azul e da César Maia. (…) Ele o líder proeminente do Comando Vermelho, emitindo ordens diretamente aos logo abaixo dele subordinados, os denunciados de vulgos “Gadernal e Grandão”, os quais, por sua vez, repassam ordens para gerentes do tráfico e esses aos seus respectivos subordinados. (…) Na análise das informações obtidas com o afastamento do sigilo dos dados telemáticos, foram extraídos diversos prints de conversas que evidenciam as ordens diretas emitidas por Doca, . O bandido determina aos seus subalternos, muitas vezes, por meio de ordem direta a “Grandão e Gadernal” , sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Complexo da Penha e comunidades adjacentes e guarda de drogas, armas de fogo de grosso calibre e contabilidade da facção criminosa Pedro Bala é, ao lado de Doca, uma das lideranças criminosas do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Os diálogos obtidos mediante a quebra de sigilo de dados demonstram que, até mesmo, o denunciado conhecido como “Gadernal”, chama Pedro Bala” de “chefe”, sendo que ele, de fato, ostentando posição de comando, passa orientações para “Gadernal ” sobre a administração do Complexo da Penha. (…) Gadernal exerce a função de gerente geral do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Além de gerente geral, as informações obtidas demonstram que, atualmente, ele também éresponsável por liderar a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, em conjunto com Doca e BMW Os elementos informativos obtidos evidenciaram que ele exerce chefia sobre a grande maioria dos traficantes, orientando, por exemplo, sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele também se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) Gadernal atua na organização do poder bélico do tráfico de drogas no Complexo da Penha e adjacências, tendo acesso a parte do dinheiro proveniente das operações ilícitas. Com efeito, em diversas fotos8 vindas da quebra da telemática, é possível verificar que ele ostenta armamentos de alto calibre, bem como lida com vasto montante de dinheiro, vindo, principalmente, do tráfico. Além disso, por conta da posição de liderança por ele exercida na hierarquia do grupo criminoso, ele ostenta carros de luxo e vistosas joias.(Gadernal”, é uma espécie de braço direito de inegável confiança do líder máximo do Comando Vermelho no complexo da Penha, o Doca. Para reforçar a extrema confiança depositada pelos integrantes da associação criminosa de Gadernal, saliente-se mensagem no grupo “Marcação Pai Urso” determinando queninguém deve entrar armado na casa de “Doca , chefe do tráfico do Complexo da Penha, e que os traficantes Samuca e Tizil fiquem responsáveis pela segurança na porta.(…) Grandão de gerente geral do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Essa função de gestor confere a ele o poder – dever de estabelecer a escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, Doca. Grandão detém poderes e deveres inerentes à responsabilidade pela gestão das demandas de gestão do pessoal ligado ao tráfico de drogas local. (…)Dentre diversas funções de gestão, Grandão orienta sobrepontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento), além de emitir diversas ordensdiretas aos soldados do tráfico. Ele também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividadesrecreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Outra função exercida por ele é organização dos pagamentos (remuneração) dos traficantes locais.(…) Ressalte-se que a hierarquia e confiança depositada no denunciado pelas lideranças do Complexo da Penha é reforçada por print extraído da análise telemática, em que o então Major da PM entra em contato direto com “Grandão” para solicitar a recuperação do veículo de placa RKQ2C27, em nome de Nestor Sant’anna Tavares, CPF81728620759, que foi subtraído em 26/04/2024 e recuperado em 29/04/2024. Grandão então, aciona os administradores do grupo “CPx da Penha para a recuperação do carro. Os garentes BMW – xerce a função de gerente do tráfico na Gardênia Azul e chefe do grupo “Sombra”. O “grupo Sombra” consiste em um grupo integrado por matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa pela região da grande Jacarepaguá. “BMW”, atualmente, goza de prestígio e atua em alta posição hierárquica dentro do Comando Vermelho. Ele atua na área operacional, na liderança de um grupo violento queemprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Além do mais, ele é tido como homem de confiança de Doca o qual é oprincipal incentivador da ampliação dos domínios da facção em territórios na região da grande Jacarepaguá. Na extração telemática, observam-se algumas imagens que corroboram o papel do denunciado BMW, como responsável operacional armado pela expansão territorial, valendo mencionar imagem na qual ele está em zona de mata utilizando roupa camuflada específica de guerrilha e com seu fuzil AK47 adornado com uma fita vermelha, o qual, também aparece diversas vezes Ele também tem a função de treinador de soldados do tráfico, usando de sua larga experiência no emprego de armas de grosso calibre para instruir mais criminosos a serviço do Comando Vermelho. De sorte a ter predomínio bélico, o denunciado BMW com apoio das principaislideranças do Complexo da Penha,”, ostenta e exibe armamento de uso restrito militar de alta letalidade e bastante variado. (…) Além disso, em nome do predomínio violento da facção criminosa Comando Vermelho, o denunciado BMW orienta a prática de

Polícia Rodoviária apreendeu 815 kg de cocaína na Baixada Fluminense

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 800 quilos de cocaína, na madrugada de segunda-feira (27), que seriam entregues na Zona Norte do Rio. O flagrante aconteceu na Rodovia Washington Luiz (BR-040), na Baixada Fluminense. Por volta da 1h, na altura de Duque de Caxias, policiais rodoviários federais do Núcleo de Operações Especiais (NOE-RJ) abordaram um caminhão. Durante a fiscalização, o motorista informou que estava transportando apenas caixas plásticas vazias. Ele disse ter carregado o veículo em Araras (SP) e que faria a entrega em Irajá, no Rio de Janeiro. Entretanto, em uma verificação da carga, os policiais encontraram centenas de tabletes de cocaína, no meio das caixas plásticas. No total, havia 815 quilos do entorpecente. O condutor foi preso e acabou confessando que receberia uma quantia em dinheiro pelo transporte da droga. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal FONTE: PRJF

Peixão (TCP) usa telefones de familiares para tentar despistar a polícia

Investigação está em andamento para apurar o crime de associação para o tráfico de integrantes do Terceiro Comando Puro que atuam no Complexo de Israel, que abrange as comunidades de Viga@rio Geral, Parada de Nome, Cidade Alta, Cinco Bocas e Pica-Pau, em Cordovil, Rio de Janeiro. O foco da investigação recai sobre Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, líder do crime local. O caso investigado visa desarticular suposta rede de apoio a8s atividades do T. C.P. na região que incluem tráfico de drogas, roubos de carga, de veículos e outras ações criminosas para financiar suas operações. Ha indícios de atuação de indivíduos próximos de Peixão, como familiares e parentes, com a finalidade de facilitar tais atividades. O afastamento do sigilo telefoInico e telemátco dos alvos tem sido essencial para o progresso da apuração. Durante a investigação, foi possível estabelecer os números de telefones utilizados por Peixão e por seu núcleo familiar, sendo certo que o chefe do tráfico se vale da utilização de cadastros em nomes de terceiros para cadastrar as referidas linhas telefoInicas, a fim de atarpalhar as investigações. , o que pode configurar crime. Peixão seria autor de mais de 100 crimes, sendo investigado ou tendo sido denunciado por 61 homiicídis, ale5m de extorsões, roubos de veúculos, roubos de cargas, etc. Há relatos de que uma mulher gerencia duas empresas para Peixão, uma delas de cosméticos. Entre os telefones analisados estão de filhos do traficante,.

Escondido na Rocinha (CV), traficante Abelha mantém controle da venda de drogas em bairro boêmio do Centro do Rio. SAIBA ESTRATÉGIAS DOS CRIMINOSOS

Inquérito confirma que o traficante Abelha, que atualmente estaria escondido na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, comanda a venda de drogas na Lapa, região central do Rio. A título de informação, o traficante “Abelha”, enquanto preso no Complexo Penitenciário de Bangu, por muito tempo foi o “presidente do conselho da facção Comando Vermelho”, composto pela cúpula que cumpre pena, responsáveis pelas decisões e diretrizes de maior amplitude para organização criminosa, em conjunto com as lideranças em liberdade. A venda de drogas na localidade, próximo de estratégicos pontos turísticos (Arcos da Lapa e Escadaria Selarón), vinha sendo beneficiada pela utilização de casarões abandonados, com a instalação de portas de aço que serviam como barricadas, impedindo o ingresso policial e permitindo a fuga dos traficantes, enquanto fila com dezenas de usuários se aglomeravam em suas portas. Ocorre que nos últimos meses diversas ações policiais foram realizadas na localidade, resultando em mais de trinta prisões, apreensões de quilos de drogas, retiradas de portas de aço, causando verdadeiro incomodo aos criminosos que atuavam no local tranquilamente. Rotineiramente essas portas de aço continuam sendo instaladas pelos traficantes e continuam sendo retiradas, com uso de ferramentas, por policiais civis desta distrital, sendo certo que, tais ações causam impacto na atuação dos criminosos, que são obrigados a migrar constantemente os pontos de venda, sem mantê-los fixos por muito tempo, e criar mecanismos para não se formarem as filas de usuários, semelhantes aos feirões de drogas encontrados no interior de comunidades, evitando assim chamar atenção, como faziam até pouco tempo. A título exemplificativo, apenas em dois meses, maio e junho/2025, ações da delegacia local resultaram na prisão de nove traficantes no local, (Travessa Mosqueira e ), além da apreensão de alguns quilos de drogas embaladas para a venda no varejo. Com isso, entre outras ações, de forma articulada, os criminosos presos passaram a alegar falsamente terem sido vítimas de agressões , também a realizar, por interpostas pessoas, falsas denúncias contra a atuação de policiais civis desta unidade, no tocante a ingressos domiciliares desautorizados. FONTE: TJ-RJ

Preso no Rio, traficante que usava identidades falsas para fazer delivery de drogas para outros estados

Agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) prenderam, na manhã desta terça-feira (21/10), um criminoso que utilizava identidades falsas para fazer delivery de drogas para outros estados do país. Com o bandido, os agentes encontraram uma estrutura organizada para refino dos entorpecentes. No momento da captura, o criminoso tentou se desfazer das drogas na privada, mas foi ele quem entrou pelo cano. As investigações apontaram que o homem fazia parte de uma organização criminosa especializada em distribuir drogas por meio do serviço postal, utilizando identidades falsas para despachar e receber encomendas. O esquema foi descoberto após a interceptação, em janeiro deste ano, de um pacote de maconha, nas dependências de uma empresa de entregas. Embora o envio estivesse registrado em nome de terceiros, o intenso trabalho de investigação da especializada resultou na descoberta do verdadeiro responsável pelas remessas. Os agentes identificaram que o investigado recebia pagamentos por transferências via pix e adquiria materiais típicos do cultivo e preparo de drogas. As compras reforçaram as evidências de sua atuação ativa na produção e distribuição de entorpecentes. Após intenso trabalho de investigação, análise das câmeras de segurança e troca de informações, a autoridade policial representou pela prisão do criminoso. Nesta terça, os agentes cumpriram um mandado de prisão temporária por tráfico de drogas e associação para o tráfico, além de apreenderem drogas e equipamentos utilizados no tratamento e na embalagem do material ilícito. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e desarticular completamente a rede criminosa, que utilizava o envio postal como fachada para o tráfico interestadual de drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

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