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PMERJ

Justiça decretou suspensão de função pública de ex-porta voz da PMERJ acusado de invadir prédio sob alegação que iria prender Peixão (TCP)

A Justiça decretou a suspensão integral da função pública do ex-porta-voz da PMERJ tenente-coronel Ivan Blaz. Ele foi denunciado pelos crimes de constrangimento ilegal e invasão de domicílio. O episódio ocorreu em janeiro deste ano, em um prédio residencial no bairro do Flamengo, Zona Sul da capital fluminense. De acordo com a denúncia, Blaz coordenou uma operação de inteligência após receber denúncia anônima de que o narcotraficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, estaria visitando o pai em um apartamento no edifício. Na ocasião, Blaz era comandante do 2º BPM (Botafogo) e, mesmo sem mandado judicial ou indícios concretos de crime em flagrante, autorizou a operação e o ingresso forçado de policiais militares no imóvel.  O próprio comandante foi ao local, acompanhado de uma sargento, com quem simulou ser um casal, para tentar entrar no edifício, sem sucesso. Sem se identificar formalmente como policial e portando uma lata de cerveja, Blaz teve sua entrada negada pelo porteiro do prédio. Ainda assim, permaneceu nas imediações aguardando oportunidade para ingressar no local. Aproveitando-se da movimentação na garagem, forçou a entrada junto com os demais militares mobilizados.  Segundo os promotores de Justiça do GAESP/MPRJ, já no interior do prédio, o denunciado sacou sua arma e constrangeu o porteiro a deitar-se no chão, obrigando-o em seguida a acompanhá-lo em diligência por todos os andares. Blaz também determinou que dois moradores entregassem seus celulares e permanecessem sentados na portaria, sob vigilância da sargento que o acompanhava.   Segundo a Justiça, o crime foi praticado, em tese, em razão da função e da posição hierárquica do réu, mostrando-se imprescindível o afastamento do ora acusado tanto das atividades-fim, inerentes à função policial, quanto das atividades-meio, de natureza administrativa Blaz terá que cumprir medidas cautelares como a) Comparecimento trimestral em juízo para informar e justificar suas atividades, conforme artigo 319, I, do CPP; b) Proibição de manter contato, direta ou indiretamente, com as vítimas, testemunhas e/ou qualquer pessoa relacionada aos fatos objeto do processo, conforme o artigo 319, III, do CPP; c) Suspensão do porte de armas de fogos, devendo acautelar suas armas particulares e funcionais, que possam estar sob seus cuidados, nas RUMB da atual unidade em que está lotado; e d) Proibição de de se ausentar da Comarca onde reside, salvo autorização judicial, na forma do artigo 319, IV, do CPP. Oficie-se ao Comando Geral da Polícia Militar e a Corregedoria Interna da Polícia Militar para que sejam tomadas as providências cabíveis FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Homem que revendia drogas foi sequestrado por traficantes em Caxias por perder cargas de entorpecentes para a PM

Até agora não foi encontrado o homem que teria sido sequestrado por traficantes da Vila Urussai, em Duque de Caxias na ultima sexta-feira (27).por ter perdido duas cargas de drogas para a PM Ele foi identificado como Marcelo Chaves da Silva, de 45 anos. Segundo relatos, os bandidos foram ao local em cinco motos e um Fiorino capturaram Marcelo e o jogaram no baú do carro. Além de sequestrarem Marcelo, os criminosos invadiram a residência onde ele morava e roubaram eletrodomésticos e roupas. Ainda segundo relatos, Marcelo revendia drgas e já teria perdido duas cargas para a PM. A família procura o corpo. FONTE: Portal D3 A Fênix (Facebook)

Em áudio, traficantes da Serrinha (TCP) mandaram recado para PMs em operação. “Vocês fazem o de vocês e a gente o nosso. Não queremos machucar ninguém. Nossa guerra não é com o Estado e sim com o CV”

Áudio que circula nas redes sociais mostra supostos traficantes do Complexo da Serrinha (TCP) mandando recado para policiais que fizeram operação na comunidade neste fim de semana. Eles dizem que os PMs têm que fazer o deles e a “gente o nosso”, que não queriam “machucar ningué,m” e que a “guerra deles não é com o Estado e sim com o Comando Vermelho”. que estariam negociando a remoção de tropas policiais por rádio com supostos militares. Leia trechos Vocês estão fazendo de vocês, a gente está fazendo o nosso, monitorandoIsso aí, volta, volta , ah lá, o outro voltou,Isso aí mané, a gente não quer guerra com vocês não, isso aí volta, voltaAh lá, um, dois, três, quatro, cinco canasAh lá, levantando o braço. É para voltar irmão, a gente não quer guerra com vocês não;Pega o café de vocês aí, e sobeParou na padaria, parou na porta,É só subir irmão, pegou a visão, é só subir, sobe, sobePapo que a gente não quer machucar vocês, a gente tá tudo monitorando vocêsBagulho é vocês fazer de vocês e a gente o nosso, é só subir, pega essa rua, sobe, até o blindadoEles estão subindo aí, Estão me vendo aqui falando com eles, papo de homemBagulho é fazer de vocês e a gente o nosso,Se a gente quisesse machucar eles, machucava , a guerra não é com o governo não, nossa guerra é com o Comando Vermelho FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Operação na Serrinha (TCP) afugentou traficantes do TCP e CV voltou a ocupar todo o Juramento

Segundo relatos nas redesvsociais, os traficantes do TCP sabiam da operação ocorrida ontem no Complexo da Serrinha, em Madureira, e que ela poderia se estender para as comunidades da Primavera e do.Morro do Juramento, Por conta disso, eles saíram das localidades ocupadas e teriam ido para outras comunidades da mesma facção, como as favelas de Acari, Amarelinho e Complexo da Pedreira, para evitar possíveis perdas de armamentos e criminosos que estão participando das invasões ao Juramento. Devido a esse deslocamento de criminosos, os traficantes do CV conseguiram retomar algumasl ocalidades que estavam em poder de criminosos do TCP no morro do Juramento. Segundo informações, durante a noite , alguns criminosos já voltaram para as comunidades de Vaz Lobo, Madureira, e Cavalcante, podendo haver novos confrontos na região pois o TCP ainda não teria desistido do Juramento.

PM foi baleado em São Gonçalo

A Polícia Militar informa que, na última segunda-feira (30/6), equipes do 7ºBPM foram verificar a entrada de um policial militar ferido por disparo de arma de fogo no Hospital Estadual Alberto Torres. De acordo com informações iniciais, o agente estava em seu veículo na Rua Padre Afonso Rodrigues quando foi atingido. Ocorrência em andamento na 74ªDP.  FONTE: PMERJ

Investigação que culminou em operação hoje contra PMs começou depois que homem denunciou que policiais lhe exigiram R$ 6.000 para que seus bens fossem liberados

A investigação sobre os PMs alvos de operação de hoje do Ministério Público Estadual começou depois de que um homem que prestou declarações, em sede de delegacia de polícia judiciária militar, em 09/06/2021, ocasião em que informou ter sido abordado de forma truculenta por duas equipes da Polícia Militar, tendo inclusive sido algemado, àquela mesma data. Narrou que os policiais teriam lhe exigido a quantia de R$6.000,00, empregando contra a vítima diversas ameaças. O valor deveria ser transferido, via Pix, A vítima, na ocasião, informou aos policiais que não teria o aplicativo para poder fazer a transferência, o que ocasionou xingamentos e intimidações por parte dos agentes, segundo relato da vítima. Em seguida, afirmou que os policiais subtraíram alguns bens que estavam com ele (relógio, celular, chave de carro e dinheiro) e deram o prazo de meia hora para que fosse em casa e trouxesse o valor de R$ 6.000,00, a fim de que seus bens fossem liberados. O homem ao chegar em sua residência, fez contato via 190 e, após, foi ao 39º BPM. Os policiais militares, supostamente envolvidos e ouvidos em sede policial, negaram a prática do delito narrado pela vítima. Desta forma, foi tomada a medida de afastamento do sigilo bancário afim de elucidar a movimentação bancária referente ao CPF do Pix. A operação de hoje veio a tona em razão de fatos recentes em que uma outra em juízo, declarou ter sido procurada por pessoas que sabe serem envolvidas em práticas criminosas, a fim de que não falasse a verdade em seu depoimento em Juízo. Por conta disso, a Justiça determinou a suspensão cautelar da função pública dos acusados e, subsidiariamente, a suspensão da atividade-fim dos réus, proibindo-lhe de exercerem suas atividades no 39º BPM, . Compulsando-se os autos, constata-se que assiste razão parcial ao Ministério Público. A vítima, em Juízo, relatou fatos novos que demonstram a necessidade de adoção de medidas cautelares, a fim de preservar a instrução criminal e a futura aplicação da lei penal, notadamente em razão das supostas tentativas de impedi-la de falar a verdade em juízo, bem como impedir eventual reiteração de condutas criminosas. Tratam-se de fatos novos, até então desconhecidos, e que justificam a adoção de medidas cautelares para garantia da ordem pública, sem violar direitos fundamentais dos acusados ao impor-lhes medida cautelar mais gravosa que a adequada ao caso, qual seja, a prisão preventiva. Por outro giro, a suspensão parcial da função pública é mais proporcional e adequada. Antes de os policiais serem presoss, a Justiça havia determinado, até a sentença definitiva ou ordem de contra-cautela, que eles não poderiam ser escalados na atividade policial (atividade-fim), mas somente em serviços prestados exclusivamente nos ambientes internos da PMERJ, bem como não poderão exercer tais atividades no âmbito do 39º BPM. Eles tinham também que cumprir a seguinte medidas: a) Proibição de se aproximar ou procurar pela vítima e testemunhas desse processo, bem como seus familiares, por qualquer meio, ainda que indiretamente. FONTE: TJ-RJ

Devido a guerra no Juramento, PM faz operações em áreas do TCP em Madureira

Equipes do Comando de Operações Especiais (COE) da PMERJ realizam operações em Madureira, na zona norte do Rio de Janeiro. As ações têm como principais objetivos impedir as disputas territoriais de grupos criminosos rivais e coibir a atuação criminosa nas regiões. Policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) estão atuando na Comunidade da Serrinha. Já equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) realizam ação na Comunidade da Primavera.   As ações contam com apoio do Batalhão de Ações com Cães (BAC) e do Grupamento Aeromóvel (GAM). Até o momento, foram apreendidos grande quantidade de drogas, três liquidificadores, uma balança e uma faca. Foi descoberto.tambem um muro de concreto com.seteiras (buracos usados para atirar na policia). FONTE: PMERJ

MP prende PMs suspeitos de fazer segurança armada de comerciantes mediante pagamento mensal durante horário de expediente

O Ministério Público Estadual do Rio prendeu até o momento noven dos 11 PMs que são alvos de operação suspeitos de prestar segurança armada a comerciantes de Belford Roxo, durante o serviço na corporação, mediante pagamento mensal. Eles vão responder na Justiça pelo crime de organização criminosa. A pedido do GAESP/MPRJ, os mandados foram expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar e são cumpridos em endereços em Belford Roxo, Nova Iguaçu, Maricá e nos bairros da Pavuna e Bento Ribeiro, na capital. De acordo com a denúncia, os comerciantes beneficiados pelo esquema eram informalmente chamados de “padrinhos”. Os crimes ocorreram entre 2021 e 2024 período em que os policiais estavam lotados no 39º BPM (Belford Roxo). Atualmente, parte dos denunciados permanece na unidade, enquanto os demais estão no 12º BPM (Niterói), 15º BPM (Duque de Caxias), 20º BPM (Mesquita), no Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur) e na Prefeitura de Belford Roxo. Segundo as investigações do GAESP/MPRJ, a oferta do serviço era contratada pelos comerciantes, com quem os PMs estabeleciam uma relação de dependência econômica, comprometendo os princípios da legalidade, moralidade e isonomia no acesso à segurança pública. Entre os pontos comerciais identificados estavam restaurantes, lanchonetes, mercados, lojas, postos de combustíveis, depósitos, farmácias, clínicas, universidades, funerárias, serviços de mototáxi, transporte alternativo, feiras livres, festas populares e um posto do Detran em Belford Roxo. FONTE: MPRJ

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