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investigação

Comando Vermelho estaria crescendo em São Paulo

O Comando Vermelho estaria em mais de 20 cidades do Estado de São Paulo conforme foi divulgado em um portal de notícias. Uma dos municípios é Guarulhos. No ano passado, um traficante foi preso com drogas e afirmou à polícia que naquele local atua o Comando Vermelho e que ele não poderia estar ali sem fazer parte da facção. Outra cidade é Bananal. Em 2024, três suspeitos foram presos suspeitos de serem associados à facção criminal Comando Vermelho pelo crime de tráfico de drogas. Um dos presos era uma mulher que revelou que armazenava e distribuía drogas para traficantes do Comando Vermelho. Em Ribeirão Preto, um suspeito foi preso com uma arma no ano passado e disse que era do Comando Vermelho e que estava armado em razão de estar em guerra interna com o PCC Outras cidades paulistas que o CV teria atuação seriam Ubatuba e Caraguatatuba. Em Jundiaí, investigações identificaram o envolvimento de integrantes da mesma família com atividades ilegais. Um homem foi capturado em virtude de ostentar condenação definitiva por tráfico de entorpecentes. As autoridades prenderam um de seus filhos contra quem havia mandados de prisão. Ele possui envolvimento com o tráfico de drogas para o Comando Vermelho. A prisão de outro filho se deu por sua atual dedicação à produção de drogas.  O município de São José do Rio Preto, no noroeste paulista é considerado um ponto de atuação crescente do CV. Investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apontam que a facção utiliza a cidade como ponto de passagem de drogas vindas do Mato Grosso do Sul, além de ter influência sobre algumas cadeias públicas da região. Próxima à fronteira com o Paraná e Mato Grosso do Sul, a região de Presidente Prudente é estratégica para o tráfico de drogas e armas. A presença do CV foi identificada em presídios locais, onde houve registros de confrontos com detentos ligados ao PCC. Por conta do seu porto, um dos maiores da América Latina, Santos também tem sido alvo do CV. A facção busca rotas marítimas para exportação de cocaína, especialmente com destino à Europa. Autoridades já registraram operações da Polícia Federal que desmantelaram células ligadas ao Comando Vermelho na região. Campinas, Hortolândia e Sumaré registraram a presença de membros e simpatizantes do CV, especialmente em áreas dominadas por pequenas facções independentes. O grupo tenta se infiltrar oferecendo suporte financeiro e armamento, competindo com o domínio histórico do PCC. Em Hortolândia, poe rexemplo, houve a apreensão de aproximadamente 100 quilos de drogas com inscrição CV (Comando Vermelho). O Vale do Paraíba, principaplmente as cidades de São José dos Campos e Taubaté, por sua localização estratégica entre São Paulo e Rio de Janeiro, tornou-se um corredor natural de influência do Comando Vermelho. Informações da Polícia Civil apontam que o CV tenta recrutar jovens em comunidades locais e dominar rotas que conectam os dois estados. FONTE: TJ-SP, MP-SP e SSP-SP

Como bandidos do RJ implantaram o CV em cidade do Piauí

Em meados de 2022, um nacional identificado como “Carioca” (também utiliza os nomes de “Alberto Soares”, “Reinaldo” ou “Naldo”) se apresentou a Antônio Isnael – indivíduo que até então atuava no tráfico de drogas de forma “independente” -, anunciando a chegada da facção criminosa Comando Vermelho na cidade de Pedro II, no Piauí, recrutando-o para integrar e comandar uma célula dessa organização em instalação, o que fora aceito pelo acusado. Com efeito, a partir de então, Isnael passou a liderar a organização criminosa em nível municipal, atuando como verdadeiro “maestro” na empreitada delitiva. Incumbiu a Antônio Isnael as funções de recrutar novos membros para fazerem parte da organização criminosa, adotar providências para impedir a instalação e/ou avanço de outra facção no mesmo território, garantindo o monopólio do tráfico de entorpecentes pelo Comando Vermelho, receber elevada quantidade dos entorpecentes (inclusive cocaína ainda em estado cristalizada), intermediar contato entre os integrantes da célula local e a “administração central” da facção sediada no Rio de Janeiro/RJ, e coordenar o cumprimento das ordens emanadas por esta. Verificou-se que, periodicamente, aportava na Cidade de Pedro II uma elevada quantidade de drogas, que eram entregues pessoalmente a Antônio Isnael, encarregado de distribuí-la aos demais traficantes. A contraprestação pelo entorpecente adquirido por Isnael era efetuada mediante depósitos semanais em diversas contas bancárias indicadas pelo líder da facção no Rio de Janeiro, identificado pela alcunha de “Carioca”. Incumbia, ainda, a Isnael, recolher quantias provenientes de parte dos lucros amealhados pelos traficantes a ele subordinados. Os direcionamentos exortados pelo comando superior da facção sediada na capital fluminense eram compartilhados com a liderança da célula de Pedro II e outros membros com posição de destaque (Gleida, Francisco Rafael e Jorge Aluísio) por meio de um grupo criado no aplicativo WhastApp , intitulado “Bolsa Família”. Em razão da posição de liderança na orcrim , Isnael também recebia ordens diretas de “Carioca” para providenciar homicídios de indivíduos que iriam contra os interesses do grupo. Após receber tais ordens, “Baixinho” as repassava aos integrantes responsáveis pela execução dos homicídios. Um traficantre chamado Jorge Aluísio gozava de posição de relevância na estruturação da célula local do Comando Vermelho, inclusive participava do grupo “Bolsa Família”, na plataforma WhatsApp , administrado pelo indivíduo de alcunha “Carioca”, utilizado para comunicar ordens emanadas pelo comando sediado no Rio de Janeiro/RJ e discutir assuntos de interesse da facção. O traficante Negão “filiou ao Comando Vermelho na Cidade do Rio de Janeiro/RJ por volta do ano de 2019, executou diversos serviços solicitados pela organização criminosa, como tráfico interestadual de drogas no Mato Grosso do Sul, onde fora preso e condenado pelo juízo da 2a Vara Criminal da Comarca de Ponta Porã/MS, como incurso nas iras do crime previsto no art. 33, caput , c/c art. 40, V, da Lei n. 11.343/2006, conforme processo n. 0002291-42.2019.8.12.0019 (sentença transitada em julgado em outubro de 2020). Posteriormente, ele retornou ao Rio de Janeiro/RJ, oportunidade em que recebeu ordem da facção para se deslocar até a Cidade de Pedro II e atuar por aquela célula da organização criminosa, exercendo a função de “executor”. Atendendo à determinação, “Negão” pegou um ônibus na Cidade do Rio de Janeiro/PI com destino à Piripiri/PI. Ao chegar no município de destino, ele foi recebido por “Baixinho”, que o transportou até Pedro II/PI. Dentre suas atribuições na organização criminosa, “Negão” era responsável pela disciplina, frequentemente ameaçando os traficantes comparsas sobre o dever de somente venderem entorpecentes em favor do “CV”, sob pena de serem mortos. Na condição de executor, Negão perpetrou diversos homicídios a mando da organização criminosa, . Ademais, após a prisão provisória dos primeiros integrantes da organização criminosa, em abril de 2024, “Negão” ficou encarregado, também, de atuar diretamente no tráfico de entorpecentes. Raylantambém foi enviado pela cúpula do Comando Vermelho da Cidade do Rio de Janeiro/RJ para atuar pela célula da facção em Pedro II. Raylan era responsável pela “disciplina” na orcrim , fiscalizando o tráfico de drogas comandado pelo grupo, comparecendo nas intermediações dos locais da mercancia ilícita para observar as ações dos comparsas bem como prestar auxílio, caso necessário. Ademais, Raylan também era encarregado de auxiliar no cumprimento dos homicídios determinados pela facção. No telefone celular de Antônio Isnael, foram apreendidas imagens de dois indivíduos possivelmente integrantes da facção rival, “Primeiro Comando da Capital”. Uma das fotografias registra um conhecido traficante de drogas na cidade de Pedro II, com os dizeres “Pilantra safado vulgo Fabiano PCC” . A outra fotografia registra Claudemir Felipe de Jesus Damasceno, vulgo “Mimi”, com a frase “Pilantra safado PCC”. FONTE: TJ-PI

CV pode ter tido um prejuízo de R$ 12,8 milhões com apreensão de armas, munições e carregadores em megaoperação

A megaoperação realizada no Complexo da Penha, na última terça-feira (28), resultou na apreensão de 93 fuzis com traficantes — um arsenal avaliado em cerca de R$ 9,3 milhões, segundo a Polícia Civil do Rio. Somando munições, carregadores e miras, o prejuízo estimado ao crime organizado (Comando Vermelho) pode ultrapassar R$ 12,8 milhões. As armas incluem modelos como AR-15, AK-47, FAL, G3, AR-10, Benelli MR1 e Mauser. A análise preliminar indica que muitos fuzis foram montados no Brasil a partir de peças importadas legalmente, os chamados “fuzis Frankenstein”. Também há armamentos de origem militar da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil. Os fuzis passarão por perícia para identificar fornecedores e rotas de entrada no país. Armas em bom estado poderão ser incorporadas ao arsenal das forças de segurança. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Traficantes da Penha (CV) usam códigos secretos em sua contabilidade para enganar autoridades. Soldados ostentam nas redes (VEJA FOTOS)

Folhas de de caderno com os dias de plantão dos traficantes do Complexo da Penha revelam uma forma de comunicação utilizada no tráfico de drogas, onde são empregados códigos secretos para substâncias vendidas. Esse uso de codificação nos nomes das drogas tem como objetivo dificultar a identificação e interceptação das atividades criminosas pelas autoridades. Os soldados do tráfico de Doca tinham por hábito postar em redes sociais fotos armados com fuzis, drogas, radiotransmissores, veúculos de alto padrão, roupas camufladas e exibindo dinheiro e até joias. Há até um vídeo de visualização única usado para monitoramento de locais na comunidade Um dos soldados por exemplo tinha um perfil no Instagram em que fazia referência direta a Doca A utilização de duas bandeiras vermelhas no perfil era mais um indicativo claro de sua associação com tal facção criminosa, já que o emoticon da bandeira vermelha éfrequentemente adotado como símbolo do Comando Vermelho. No perfil, há mensagens revelando transações ilícitas, nas quais ele negocia a distribuição de entorpecentes, organiza pontos de venda e estabelece contatos com outros traficantes, Há casos em que um dos soldados foi escalado diretamente para a segunça de Doca. Gadernal inclusive publicou uma escala de plantão na qual são estabelecidos ospostos onde cada integrante deve fazer a segurança. Os soldados também usam um grupo de Whatsapp para falar posicionamento de viaturas policiais para o cumprimento de ordens das principais lideranças locais. (…) Há um soldado vindo do Pará. Um outro soldado tem envolvimento com roubos de veículos automotores. Ele tem uma significativa participação em roubos e furtos veículos na cidade do Rio de Janeiro, seja atuando diretamente na subtração desses automóveis, seja intermediando sua negociação com terceiros. Há a foto de um soldado num evento festivo em que está portando um fuzil junto com seu comparsa. Além disso, na foto aparece a seguinte frase: “Os menino do Urso”, fazendo referência ao traficante Doca Há soldados que demonstraram amplo conhecimento no recebimento da carga, além de prestar contas para os chefes ou ficam responsáveis pela conferência da chegada de carregamentos de possível material entorpecente.(…) FONTE: Polícia CivIl do RJ

Investigação esmiuça em detalhes atuação de Doca, seus homens mais próximos e seus gerentes. Veja também como polícia planejou megaoperação que deixou 121 mortos

A investigação da Polícia Civil que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que deixou 121 mortos, sendo quatro policiais, revelou que o traficante Doca é a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e nas comunidades Gardênia Azul, César Maia, Juramento, Quitungo e Alemão, sendo que,muitas dessas, recentemente, foram conquistadas da milícia, como é o caso da Gardênia Azul e da César Maia. (…) Ele o líder proeminente do Comando Vermelho, emitindo ordens diretamente aos logo abaixo dele subordinados, os denunciados de vulgos “Gadernal e Grandão”, os quais, por sua vez, repassam ordens para gerentes do tráfico e esses aos seus respectivos subordinados. (…) Na análise das informações obtidas com o afastamento do sigilo dos dados telemáticos, foram extraídos diversos prints de conversas que evidenciam as ordens diretas emitidas por Doca, . O bandido determina aos seus subalternos, muitas vezes, por meio de ordem direta a “Grandão e Gadernal” , sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Complexo da Penha e comunidades adjacentes e guarda de drogas, armas de fogo de grosso calibre e contabilidade da facção criminosa Pedro Bala é, ao lado de Doca, uma das lideranças criminosas do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Os diálogos obtidos mediante a quebra de sigilo de dados demonstram que, até mesmo, o denunciado conhecido como “Gadernal”, chama Pedro Bala” de “chefe”, sendo que ele, de fato, ostentando posição de comando, passa orientações para “Gadernal ” sobre a administração do Complexo da Penha. (…) Gadernal exerce a função de gerente geral do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Além de gerente geral, as informações obtidas demonstram que, atualmente, ele também éresponsável por liderar a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, em conjunto com Doca e BMW Os elementos informativos obtidos evidenciaram que ele exerce chefia sobre a grande maioria dos traficantes, orientando, por exemplo, sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele também se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) Gadernal atua na organização do poder bélico do tráfico de drogas no Complexo da Penha e adjacências, tendo acesso a parte do dinheiro proveniente das operações ilícitas. Com efeito, em diversas fotos8 vindas da quebra da telemática, é possível verificar que ele ostenta armamentos de alto calibre, bem como lida com vasto montante de dinheiro, vindo, principalmente, do tráfico. Além disso, por conta da posição de liderança por ele exercida na hierarquia do grupo criminoso, ele ostenta carros de luxo e vistosas joias.(Gadernal”, é uma espécie de braço direito de inegável confiança do líder máximo do Comando Vermelho no complexo da Penha, o Doca. Para reforçar a extrema confiança depositada pelos integrantes da associação criminosa de Gadernal, saliente-se mensagem no grupo “Marcação Pai Urso” determinando queninguém deve entrar armado na casa de “Doca , chefe do tráfico do Complexo da Penha, e que os traficantes Samuca e Tizil fiquem responsáveis pela segurança na porta.(…) Grandão de gerente geral do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Essa função de gestor confere a ele o poder – dever de estabelecer a escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, Doca. Grandão detém poderes e deveres inerentes à responsabilidade pela gestão das demandas de gestão do pessoal ligado ao tráfico de drogas local. (…)Dentre diversas funções de gestão, Grandão orienta sobrepontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento), além de emitir diversas ordensdiretas aos soldados do tráfico. Ele também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividadesrecreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Outra função exercida por ele é organização dos pagamentos (remuneração) dos traficantes locais.(…) Ressalte-se que a hierarquia e confiança depositada no denunciado pelas lideranças do Complexo da Penha é reforçada por print extraído da análise telemática, em que o então Major da PM entra em contato direto com “Grandão” para solicitar a recuperação do veículo de placa RKQ2C27, em nome de Nestor Sant’anna Tavares, CPF81728620759, que foi subtraído em 26/04/2024 e recuperado em 29/04/2024. Grandão então, aciona os administradores do grupo “CPx da Penha para a recuperação do carro. Os garentes BMW – xerce a função de gerente do tráfico na Gardênia Azul e chefe do grupo “Sombra”. O “grupo Sombra” consiste em um grupo integrado por matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa pela região da grande Jacarepaguá. “BMW”, atualmente, goza de prestígio e atua em alta posição hierárquica dentro do Comando Vermelho. Ele atua na área operacional, na liderança de um grupo violento queemprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Além do mais, ele é tido como homem de confiança de Doca o qual é oprincipal incentivador da ampliação dos domínios da facção em territórios na região da grande Jacarepaguá. Na extração telemática, observam-se algumas imagens que corroboram o papel do denunciado BMW, como responsável operacional armado pela expansão territorial, valendo mencionar imagem na qual ele está em zona de mata utilizando roupa camuflada específica de guerrilha e com seu fuzil AK47 adornado com uma fita vermelha, o qual, também aparece diversas vezes Ele também tem a função de treinador de soldados do tráfico, usando de sua larga experiência no emprego de armas de grosso calibre para instruir mais criminosos a serviço do Comando Vermelho. De sorte a ter predomínio bélico, o denunciado BMW com apoio das principaislideranças do Complexo da Penha,”, ostenta e exibe armamento de uso restrito militar de alta letalidade e bastante variado. (…) Além disso, em nome do predomínio violento da facção criminosa Comando Vermelho, o denunciado BMW orienta a prática de

Contabilidade do tráfico da Penha (CV) tinha anotação de R$ 4.500 para arrego de policiais

Uma contabilidade divulgada em um documento da investigação sobre o tráfico no Complexo da Penha tem uma anotação que reserva R$ 4.500 para um suposto arrego para policiais. Uma outra escrita também faz menção ao arrego, mas no valor de R$ 4.300. O responsável pelas anotações é um traficante conhecido como Vinicius. Segundo a investigação, ele gerencia o tráfico de drogas da organização criminosa “Comando Vermelho” no Complexo da Penha. Isso porque, em diversas fotos, notam-se de sua posse, cadernos de anotações quecomprovam a margem de lucro da comercialização das drogas.Nas anotações, foi possível constatar uma grande movimentação de dinheiro proveniente do tráfico de entorpecentes na região. Vinicius foi visto em diversas fotos documentando o recebimento dos entorpecentes, bem como conferindo a embalagem dos materiais para posterior venda. FONTE: Polícia Civil do RJ

Diálogos mostram traficantes da Penha (CV) mencionando suposto pagamento para policiais para devolução de material apreendido . Major da PM ligou para bandido para pedir recuperação de veículo roubado. Há conversas também sobre homícidios e uso de drones pela quadrilha

Conversas extraídas de traficantes do Complexo da Penha revelam conluio com policiais mencionando suposto pagamento a agentes da lei e a devolução de material apreendido mediante quantias. Quem faz a menção sobre as negociações é o traficante vulgo Belão, que foi preso durante a megaoperação da última terça-feira que deixou 121 mortos, a mais letal da história do Rio A polícia descobriu que um major da PM entrou em contato direto com o traficante Grandão para solicitar a recuperação de um veículo 7, em nome de Nestor Sant’anna , que foi subtraído em 26/04/2024. A investigação mencionou também homicídios. Em um vídeo filmado pelo traficante Bafo um homem não identificado aparece amarrado e ensanguentado com vísiveis sinais de tortura, sendo possível ouvir que Bafo comentando que “deu uma massagem” no sujeito e, logo em seguida,, o bandido perguntar ao homem: “quer morrer?” Bafo também pediu a outro suspeito contatar um terceiro a fim de que dê fim a um corpo. O traficante Gadernal foi flagrado determinando a execução (morte) de um vapor da boca por ter perdido muitos carregamentos de drogas. Determinaque o gerente da boca pratique o homicídio. O uso de drones também foi falado. Gadernal solicita que Grandão realize um monitoramento com drone da comunidade. Depois, disse que eles devem se adequar à tecnologia e adquirir drone com visão noturna. Afirma ainda que “o traficante Bochecha Rosa” irá comprar um drone com visão noturna para a facção. FONTE: PCERJ

Chat exclusivo para tramar roubo de veículos, escala de plantões, aluguel de casas, regras para o almoço, veja as ordens transmitidas pelo traficante Gadernal (CV), um dos homens fortes de Doca

O traficante Gadernal, um dos braços-direitos do chefão da Penha, Doca, mantém um chat privado. Nele envia seus contatos telefônicos e também encaminha fotografias dediversos veículos roubados, com sua autorização. As fotografias de veículos constam também de chats privados com os responsáveis pelos roubos dos mesmos, onde estes oferecem os carros para Gadernal por valores muito abaixo dos de mercado. Em alguns chats, os roubadores solicitam autorização expressa para realizarem oroubo, tendo Gadernal autorizado e determinado a comunidade para onde os veículosdeveriam ser levados. Somente após a retirada do rastreador do seguro, os veiculos deveriam ser levados para a Penha afim de evitar ações policais no local Em um chat, Gadernal demonstrou sua frieza e periculosidade ao afirmar que seus subordinados não devam agir com o coração, e que o lema dele é o crime. Gadernal foi pego em um diálogo determinando que os subordinados não demorem durante o horário de almoço, e solicitou que informem quem souber de casas para alugar, o que revela mais uma tatica do trafico de nao deixar casas vazias no cinturão de seguranca da facção. O bandido também foi flagrado comentando sobre o rodízio nos plantões da quadrilha disse quea s mudanças da escala de plantão era para confundir os X9. FONTE: Polícia Civil do RJ

Diálogos captados pela polícia apontam segurança reforçada na casa de Doca (CV) e bandido dando esporro em seus subordinados

Dialogos captados pela polícia revelam a segurança que existe para a residência onde vive o chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca. Na conversa, o traficante Gadernal disse que no portáo do pai ninguém entra armado e sem autorização. Quem deixar passar sem avisar será parado.Gadernal estabeleceu quem faria a segurança da porta da residência do chefe O traficante Grandão estabelecia as escalas de plantão, incluindo a segurança pessoal de Doca. “Com o pai, Grandão, 51. Pinduca, Perna, Filhão e Marinho”., revela diálogo captado. “Ninguém sobe sem autorização prévia do pai” A casa do Doca tinha o codinome de Toca. O local, na região conhecida como “Cabaré”, é ininterruptamente monitorado por traficantes fortemente armados que realizam a segurança no portão de acesso e nos arredores do imóvel, como se verá adinate. Grandão ainda disse “Fica proibida qualquer atitude de qualquer amigo da firma sem comunicar ao Doca e ao Bala, meus irmãos. Isso não será admitido”. Doca foi flagrado dando esporro nos seus subordinados “Vamos parar de piadinha” “Essa parada de piada vamos deixar para mulher que vcs são bandidos”. Em outra mensagem, Doca fez mais cobranças “Não tem que obedecer só a mim tem que respeitar quem está na visão” “Se não está respeitando o amigo, não está respeitando a mim” Doca é hoje, em liberdade, a maior das lideranças da cúpula da Facção Comando Vermelho, e segundo informações de inteligência, o mais violento dos líderes da facção, responsável por uma postura de enfrentamento ao Estado e por fomentar roubos a transeuntes, veículos e cargas. Doca possui 269 anotações criminais, e 26 mandados se prisão pendentes de cumprimento, por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa, roubo, receptação, extorsão, tortura, ocultação de cadáver, corrupção de menores, dentre outros.Além de ser o chefe do Complexo da Penha, Doca também é o chefe de diversas outras comunidades, tais como Vila Kosmos, Juramento, Morro do 18, Cesar Maia,l Quitungo, Guaporé, Ipase, etc. Doca e seus homens mais próximos usam grupos de Whatsapp emitem ordens sobre a comercialização dedrogas para os subordinados, determinam as escalas de plantões sejam em pontos decomercialização de drogas (bocas), pontos de visão (monitoramento), ou pontos de contenção(segurança armada). Também chamam atenção de seus subordinados, falam sobre veículos roubados, monitoramento de viaturas policais, contabilidade sobre venda de drogas e execução de rivais. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Veja como é a hierarquia da quadrilha de Doca, o chefão do Complexo da Penha (CV)

Investigação revela que devido a seu poderio bélico, táticas de guerrilha e controle territorial, o Complexo da Penha é uma das comunidades mais difíceis de ter o Estado presente. Após aprofundamento das diligências investigativas, tornou-se possível compreender que os traficantes Doca e Pedro Bala exercem a liderança do tráfico noComplexo da Penha, tendo o primeiro maior protagonismo na facção. Abaixo deles, ficam Grandão e Gadernal, que são os responsáveis por executarem os planos e ordens daqueles, comandando todos os demais integrantes. Grandão, por exemplo, monitora diariamente os pontos estratégicos para a averiguação de presença dos soldados escalados nos plantões da localidade, nos prints abaixo ele ameaça alguns com corte de pagamento se não cumprem seu papel. Além do monitoramento das posições estratégicas, “Grandão”, também gerencia armas munições, controle de câmeras e até um bunker. No terceiro escalão do Complexo da Penha temos os gerentes dos pontos decomercialização de drogas e os chefes de outras comunidades como Urubu, Castelar, Barão, Gardênia Azul, todos com poder de comando sob diversos integrantes do terceiro escalão. Dentre esses podemos destacar BMW, Bergue, Samuca da 29, Tizil, Perna, Boris, Danado, Alex Macarrão, Neguinho da lInha, Du MEC, Soró, Taz ou TH do Rasta, Revoltado, Matuê (morto), Belão (preso) e Caio. Já no quarto escalão do Complexo da Penha se encontram os soldados, vapores e visão. São eles Vaguinho ou Malvadão Pequeno Homem, Hurley, Filipe, Boca Rosa, Juninho 51, Gato Brabo, Bafo, Piu Piu, Pinguim ou Gelo, Ceguinho, Cantor Matdor, Coruja, Fielzin, Sardinha, Faixa, Dilma, Vinicius, Novinho, Jonas Gabriel, Josinaldo, Adílson, Fabrício, Rosimaria, Eduardo, Cinquenta, Patin, BR, Guilherme, Leonardo, Leozin, Luís Carlos, Pedro Inácio, NG ou Negão, Usher, Faísca, Marinho, Coruja, Mato Velho, Davi, Juan Kayky, Henrique, Pimenta, TH, Filhão, Polegar ou Orelhão, , Bruno, Sedex, Drope, Filhote O grupo criminoso objeto desta demanda estruturou-se solidamente de forma a viabilizar a exploração de vários crimes tudo mediante a imposição de domínio territorial com violência, emprego de armas de fogo, além da prática de diversos outros crimes conexos. A investigação revelou que os investigados participavam ativamente de grupos de WhatsApp utilizados por traficantes de drogas com a finalidade de comunicação, coordenação e gerenciamento das atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de entorpecentes. Nos referidos grupos, constatou-se que os membros trocavam informações sobre comercialização, armazenamento e distribuição de drogas, ações de vigilância contra forças policiais, uso de armas de fogo, bem como repassavam instruções operacionais, realizavam obranças e dividiam tarefas com clar eobjetivo de obter êxito nas atividades crimnosas. FONTE: Polícia Civil do RJ

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