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homicídios

Depois de 16 anos, Justiça fixa em 90 anos em regime fechado pena de PMs acusados de matar seis pessoas no Morro da Coroa. RELEMBRE O CASO

A Justiça fixou em 90 anos em regime fechado a pena de três PMs acusados das mortes de seis pessoas Morro da Coroa, no Catumbi, em 2009 e determinou a imediata prisão dos militares. No dia 2 de abril de 2009, por volta de 17 horas e 30 minutas, no Morro da Coroa, bairro do Catumbi, no local em que se situa o Bar do Rubens, os denunciados, com vontade livre e consciente de matar, efetuaram disparos de arma de fogo contra Josenildo Estanislau dos Santos, Gabriel Borges Correa Avila, Gregory Marinho Castilho, Luiz Cesar de Castro Alves, Diego Edilson do Carmo e Rafael Martins. Tais ferimentos, por sua natureza e sede, em sua grande maioria na cabeça e pelas costas, foram a causa das mortes das vítimas. Os denunciados, todos policiais militares em serviço – segundo alegaram por determinação superior – realizavam incursão no citado morro, tendo em dado momento detido as vítimas e as levado para o local em que decidiram consumar os homicídios. As provas orais e testemunhais colhidas ao longo da investigação rechaçaram a tese de legítima defesa lançada pelos policiais em seus depoimentos por ocasião da apresentação da ocorrência em sede policial, tendo se demonstrado que agiram com violência imoderada e desnecessária, sem que tenham comprovado haver sofrido qualquer ataque. Ainda buscando dar aparência de licitude aos atos violentos que cometeram e sob o pretexto de prestar socorro às vítimas, os denunciados transportaram os cadáveres para o Hospital Municipal Souza Aguiar, não obstante a evidente letalidade dos ferimentos que haviam provocado, demonstrada à abundância nos esquemas de lesões que ilustram os autos de exames cadavéricos. Agiram os denunciados por motivo torpe, eis que se vingaram das vítimas indiscriminadamente sob o falacioso fundamento de que seriam traficantes, o que ainda verdadeiro jamais os autorizaria a praticar o “justiçamento sumário” que perpetraram. Do mesmo modo, a descrição minuciosa dos ferimentos suportados pelas vítimas demonstra que os denunciados agiram de forma anão lhes permitir qualquer chance de defesa e nem mesmo a tentativa de fuga ou rendição. A participação de cada um dos denunciados no conjunto de homicídios, ainda que, em relação a alguma das seis vítimas tenha consistid numa atitude corporal inerte, redundou em força moral cooperativa, pela certeza da solidariedade entre todos, tendo eles mantido odioso pacto de silêncio da verdade ao longo de toda a investigação Laudos de Exame de Necropsia revelaram que todas as vítimas foram executadas sumariamente, com disparos pelas costas, mormente na região da cabeça, à curta distância, com trajetória de trás para frente e de cima para baixo, sendo certo que várias apresentavam orla de tatuagem, o que definitivamente aniquila a tese de que os apelantes teriam agido acobertados por uma excludente de ilicitude, que foi devidamente rejeitada pelos Jurados. FONTE; TJ-RJ

PM prende chefão do CV de Teresópolis em Duque de Caxias

A PM e o MPRJ fazem operação hoje contra traficantes do Comando Vermelho que atuam em Teresópolis que são investigados pelos crimes de homicídio e associação para o tráfico. Três investigados foram presos no curso da operação, entre eles Carlos Eduardo Santos da Silva, o Gorila, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho no interior do Estado. A ação ocorre nas comunidade do Corte Oito, Santuário e Sapo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e em comunidades em Teresópolis, principalmente Quinta Lebrão, Fonte Santa e Paineiras. Nesse período, as investigações permitiram a realização de prisões e apreensões que enfraqueceram significativamente a atuação do Comando Vermelho em Teresópolis. Foram apreendidos mais de 100 kg de cocaína, veículos e diversas armas — incluindo um fuzil AK-47 Kalashnikov — além de cerca de R$ 50 mil em espécie. Ao menos sete integrantes da facção foram presos ao longo das investigações. A ação conta com o apoio da Secretaria de Estado de Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Batalhão de Choque, do Batalhão de Ações com Cães e da Polícia Militar do Espírito Santo, e se concentra no Complexo da Mangueirinha, área sob domínio das facções investigadas. As diligências são resultado de mais de um ano de monitoramento realizado pelo MPRJ, por meio da CSI/MPRJ e do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP/MPRJ). FONTE: MPERJ

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Miliciano mandou mãe parar de procurar adolescente que foi morto por ele e ainda disse que “tinha comido o corpo do seu filho”

Um miliciano envolvido nos homicídios de dois adolescentes em 2020 em Nova Iguaçu foi até a casa da mãe de uma das vítimas onde além de ordenar que ela parasse de “fazer barulho”, disse que “teria comido o corpo do seu filho. A mãe do outro disse que parou de procurar pelo corpo de seu filho por medo de sofrer represálias da milícia que domina o local e não age às escondidas. Houve diversas tentativas da Justiça de intimação da mãe de um deles para comparecimento à audiência de instrução e julgamento dos envolvidos, mas não foi encontrada em nenhum dos endereços indicados pelo Ministério Público. As vítimas Marlon Douglas Alves e Pedro Lucas Lemos Salsa foram mortos a tiros pelos paramilitares. No dia dos fatos, o grupo de milicianos, ocupando um veículo GM/Prisma, cor prata, e um veículo Renault/Duster, cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem no porta-malas do veículo Prisma e os conduziu até o local conhecido como Graxa, onde os adolescentes foram torturados e mortos.Consta, ainda, que os homicídios foram praticados por motivo torpe, pois, além de terem os adolescentes se envolvido com o tráfico de drogasPedro ainda encontrava-se praticando atos infracionais na localidade, bem como que foram praticados mediante emboscada, pois um elemento, enquanto amigo das vítimas e previamente acordado com Jackson, atraiu os adolescentes para a rua, onde foram sequestrados. Na sequência, os criminosos ocultaram os cadáveres dos adolescentes, colocando-os em local incerto e não sabido. Poucos dias após a prática dos homicídios, os milicianos buscando favorecer interesses próprios consistentes em livrar-se do risco de serem incriminados, dirigiram-se à residência da mãe da vítima Pedro, onde, mediante grave ameaça, disseram “para de fazer barulho” e “você deveria ter medo da gente”, incutindo, assim, medo na vítima para que ela desistisse e desacreditasse o registro policial O caso voltou a tona na Justiça este ano pela decisão de transferir o julgamento dos envolvidos para a capital por conta do risco de imparcialidade dos jurados. Alegou-se que o um dos suspeitos integra violenta milícia privada, com atuação voltada para a prática de crimes de extorsão, homicídios, ameaças, causando grande temor nos moradores de Nova Iguaçu e de toda a Baixada Fluminense. FONTE: TJ-RJ

Justiça decretou preventivas de três milicianos de Belford Roxo suspeitos de matar mulher por causa de furto de celular

A Justiça decretou a prisão preventiva de três milicianos que mataram uma mulher porque ela havia praticado o furto de um celular em Belford Roxo.Consta da denúncia que, no dia 04 de janeiro de 2025, por volta das 13h40min, no Caminho do Jango, birro Nova Aurora, os criminosos abriram fogo contra Fabiana Souza da Silva, que veio a óbito. Consta da denúncia que, no mesmo dia, os denunciados executaram outra vítima, que foi capturado junto com Fabiana, fato apurado no IP nº 861-0006/2025. Consta, ainda, que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que teve o intuito de demonstrar o poder do grupo paramilitar constituído sob a forma conhecida como “milícia”, que domina os bairros Nova Aurora e Shangrilá, por existiram notícias de que a vítima teria praticado um furto de celular na região no ano de 2024. Além disso, consta que o crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, que foi surpreendida pela superioridade numérica e armada dos denunciados, que a capturaram e a executaram com diversos disparos de arma de fogo, bem como com emprego de arma de fogo de uso restrito. Por fim, consta que o crime foi cometido por integrantes de milícia privada, sob o pretexto de prestação de serviço de segurança, vez que os denunciados são integrantes da “milícia” que domina o local, tendo praticado o crime a pretexto de extirpar da área criminosos que não estiverem associados a eles. FONTE: TJ-RJ

Leia detalhes das mortes de dois sargentos do Exército na Baixada que foram queimados vivos por causa de dívidas de agiotagem. Ex-militar comandou ação

Leia agora como foram as mortes de dois militares do Exército que foram carbonizados ainda vivos em Nova Iguaçu em.abril por conta de dívidas de agiotagem. O crime foi comandado por um ex-militar que havia dado baixa no.inicio do ano mas outras duas pessoas também tiveram as prisões decretadas. Narra a denúncia que “no dia 04 de abril de 2025, entre 13h30 e 14h00, na Estrada do Vai e Vem, bairro Tinguá, município de Nova Iguaçu, os criminosos constrangeram Ricardo Jefferson Moura Gomes a realizar transferências bancárias por meio do sistema PIX. Segundo consta dos autos, Ricardo e Matheus da Silva Souza foram sequestrados e levados para um local ermo, de difícil acesso, na Estrada do Vai e Vem, bairro Tinguá, Nova Iguaçu, onde foram rendidos sob violência e grave ameaça com emprego de arma de fogo. No local dos fatos, a vítima Ricardo  foi coagida a efetivar uma transferência no valor de R$ 20.000,00 sendo realizadas ainda tentativas adicionais de R$ 14.000,00 (quatorze mil reais) para o irmão de um dos envolvidos. Consumada a extorsão, os denunciados colocaram as vítimas no interior de um veículo e atearam fogo, provocando a morte de Matheus, que foi encontrado carbonizado no local.  A vítima Ricardo embora gravemente ferida, com 90% do corpo queimado e múltiplas fraturas, conseguiu sair do automóvel, sendo socorrida, mas faleceu posteriormente no Hospital Geral de Nova Iguaçu. Importa destacar que, mesmo em estado crítico e ainda lúcido, Ricardo identificou expressamente o ex-militar  como o autor e mandante da ação criminosa. Ele agiu como como mentor intelectual e executor direto da ação criminosa, sendo indicado como autor pela vítima Ricardo antes de sua morte. O irmão dele teve sua conta bancária como destino de transferências sob coação, tendo participado da divisão do produto da extorsão e, portanto, do planejamento e execução dos crimes. Já um outro envolvido denunciado foi o beneficiário direto da quantia de R$ 20.000,00, recebida sob coação da vítima, desempenhando papel essencial para a ocultação e movimentação do produto do crime. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, vingança pessoal decorrente da cobrança de dívida oriunda da prática de agiotagem. A execução foi realizada de modo extremamente cruel, mediante emprego de fogo enquanto as vítimas ainda se encontravam vivas, causando sofrimento e morte lenta, conforme demonstrado por laudos periciais.  Além disso, os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, uma vez que estas foram atraídas para local ermo, subjugadas repentinamente, sem qualquer possibilidade de reação ou fuga. Uma testemunha afirmou que a vítima Ricardo teria ido na casa do ex-militar afim de cobrar uma dívida mas ele não.estava em casa. Depois disso, Ricardo afirmou que o ex-militar  lhe fez ameaças o acusando de ameaçar e agredir sua mãe com tapas juntamente com mais outros dois homens. Ricardo negou e o suspeito pediu desculpas. Depois, o mandante do crime pediu a Ricardo para ir a sua casa buscar o dinheiro; A dívida seria em torno de R$1600,00;. Ricardo foi até lá e depois nào foi.mais visto.e a testemunha ficou sabendo através de um policial amigo de Ricardo que ele foi socorrido a um hospital. A vítima pediu para não avisar a esposa que estava grávida. Um.militar colega de quartel das vítimas foi até o. local onde o veículo foi queimado. Viu que Ricardo estava caído, com uma fratura exposta na perna e tinha queimaduras em todo o seu corpo. Ricardo pediu ajuda ao declarante para conseguir um veículo a fim de levá-lo para o hospital e que o sargento Matheus estava morto dentro do veículo em chamas;. O.militar informou que foi pegar seu veículo a fim de socorrer, mas lembrou que não podia mexer no corpo do sargento Ricardo, pois devido ao seu estado fatalmente iria prejudica-lo e que populares ja tinham solicitado o Samu;. Enquanto aguardava o sargento Ricardo confessou ao declarante que o autor seria um ex-militar  e outras quatro pessoas. O militar ligou para um sargento  e informou que o sargento Silva Souza estava morto e o sargento Ricardo estava muito ferido;. Esse sargento que foi avisado fez uma nova ligação e pediu para falar com o sargento Ricardo e o declarante ao lado escutou o sargento Ricardo comentar que eles tinham sido sequestrados e foram levados para o local a fim de ser executados. Ricardo ainda disse que tomou um tiro na cabeça. Um.outro colega de quartel disse ter ouvido Ricardo dizer a Matheus “Coé Negão bora logo que eu tenho que resolver uma parada” Mais um colega de quartel afirmou que tinha conhecimento que Ricardo praticava agiotagem mas Matheus não. FONTE: TJ-RJ

Depois de quase 12 anos, traficante responsável por ataque a Fórum de Bangu que deixou criança e policial mortos foi condenado a 95 anos de prisão

O traficante Alexandre Bandeira de Melo, conhecido como Piolho, foi condenado a 95 anos e 6 meses de prisão, em regime fechado, na terça-feira (02/07). Ele foi considerado culpado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e tentativa de homicídio qualificado, ambos por duas vezes. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), o réu e outros comparsas invadiram o Fórum de Bangu, na Zona Oeste do Rio, no dia 31 de outubro de 2013, com o objetivo de resgatar detentos. Na ação criminosa, uma criança e um policial foram mortos. A ação penal ajuizada em janeiro de 2014 apontou Alexandre Bandeira de Melo como o mandante da invasão, além de responsável por fornecer apoio e auxílio aos executores dos disparos. Outras pessoas forma denunciadas por homicídio e tentativa de homicídio e ainda serão julgadas. Os acusados, que planejavam seus próprios resgates, integravam o tráfico de drogas na comunidade da Vila Vintém e estavam presos em Bangu IV. O acusado seria o Chefe do Tráfico no Morro do Dezoito e umas das lideranças da facção ADA.Os jurados acolheram integralmente a tese da Promotoria de Justiça, que demonstrou a existência de premeditação, motivo torpe e o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas. O réu participou da sessão por videoconferência, uma vez que está custodiado em presídio federal. FONTE: MPRJ

Apreendida namorada de menor suspeito de matar os pais e o irmão de três anos

A namorada do adolescente suspeito de matar os pais e o irmão de 3 anos em Itaperuna, no Norte do Rio de Janeiro, foi apreendida, nesta segunda-feira, em Mato Grosso do Sul. De acordo com o delegado Carlos Augusto da Silva, titular da 143ª DP e responsável pela investigação, a garota, de 15 anos, responderá pelos mesmos crimes: triplo homicídio e ocultação de cadáver. A participação dela no crime ainda não foi detalhada pela polícia mas segundo relatos, ela assistiu tudo por uma chamada de vídeo. Segundo a polícia, ela foi uma ‘grande incentivadora’ dos assassinatos e também planejava matar os próprios pais após se encontrar com o namorado virtual. Agora, a adolescente de 15 anos também responderá pelos mesmos crimes do namorado virtual: triplo homicídio e ocultação de cadáver. FONTE; RO em Foco (Facebook)

Assaltantes caíram no ‘tribunal’ do CV e corpos foram deixados perto da Serrinha (TCP)

Suspeitos de praticar assaltos em Jacarepaguá e em bairros da Zona Norte, dois homens foram sequestrados e ‘julgados à morte’ pelo tribunal do tráfico. Os corpos foram encontrados próximo ao Complexo da Serrinha, em Madureira. A principal suspeita é de que eles tenham sido executados pelo Comando Vermelho (CV), já que os supostos locais dos roubos ficam em áreas dominadas pela facção. FONTE: informações do jornalista Bruno Assunção

Teve chacina em Nova Iguaçu no último fim de semana. Chefe da milícia está entre os quatro mortos

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de quatro homens ocorridas em Nova Iguaçu no ultimo fim de semana. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. Um dos quatro mortos é Ednilson Jesus da Silva, vulgo Baiano, comandava uma milícia na cidade sendo apontado como executor e mandante de diversos crimes, em especial a conduta de conceder empréstimos de valores em dinheiro com juros exorbitantes, utilizando violência ou grave ameaça nas cobranças. Em seu perfil do Whatsapp constava a imagem de um caveira com os dizeres: “Deus julgará meus inimigos – Eu apenas providencio o encontro – Nova Iguaçu – Bonde do Trem.” Os milicianos de sua quadrilha atuavam como justiceiros na região. Eles usavam equipamentos e vestuários de uso militar, dentre eles coturno, roupas militares, capa de colete balístico. Em uma escuta telefônica, Baiano recebeu informação de um comparsa que comandava uma milícia em Belford Roxo que lhe disse que obtivera informações de dentro do Batalhão da Polícia Militar sobre algum documento que poderia prejudicá-los. O bando praticava ainda crimes de extorsão, homicídios, furtos e fornecimento de serviço de telecomunicação clandestino, vulgarmente conhecido como´gatonet´. A base do grupo era o bairro da Grama e localidades adjacentes, Outro morto, Fabiano de Melo Alves chegou a ser preso armado suspeito de pertencer a uma milícia na cidade. FONTE: PCERJ e TJ-RJ

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