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homicidio

Viúva de chefão do Alemão (CV) é investigada de ser a suposta mandante de homicídio de homem que teria dado desfalque na quadrilha

A viúva do traficante Dilminho, que era um dos principais fornecedores de drogas para o Complexo do Alemão, é investigada por ser suspeita de ser a mandante do homicidio de Bruno Macedo dos Santos. Bruno trabalhava para o Comando Vermelho  com a incumbência de administrar os bens deixados por Dilminho auferidos por meio da atuação do tráfico de drogas. Segundo a linha investigativa traçada pela autoridade policial, a vítima teria ocasionado um “desfalque” no patrimônio de Dilminho de modo que sua atuação teria atingido, precípua e diretamente, a investigada. Esta, por sua vez, teria relação próxima com a vítima, o que se constatou por meio do IP 901-00249/2023, em que o primo da vítima aponta a investigada como mandante do crime. Os elementos de informação colhidos no inquérito supramencionado apontam, portanto, o envolvimento da investigada com a liderança do tráfico local e seu provável interesse no obito de Bruno. Pelos fatos acima expostos, há suficientes indicativos de que eventuais aparelhos e documentos armazenados na residência da investigada podem contribuir à compreensão dos fatos, sobretudo ao considerar os indícios de que o crime cometido em desfavor da vítima foi previamente ajustado, não se limitando, portanto, à atuação dos executores. Os nomes de dois supostos autores são citados mas não há prisão decretada. FONTE: TJ-RJ

Homem que estava querendo deixar o tráfico de drogas foi assasssinado em São João da Barra (RJ)

Um homem que estava tentando deixar o tráfico de drogas foi executado na madrugada de hoje, em Atafona, em São João da Barra, no Norte Fluminense. Alexsandro Vieira dos Santos, de 23 anos, foi assassinado a tiros na Comunidade Carrapicho, O jovem estava na casa de uma amiga, quando dois homens o chamaram na frente do imóvel. Ele levou pelo menos 13 tiros. Segundo a polícia, a facção crimnosa não teria aceitado o fato de Alexandre querer largar o crime. FONTE: Imprensa da região

Homem que trabalhava para vereador foi morto em Guadalupe

Um homem chamado David, que trabalhava na equipe do vereador Fábio Silva (Podemos), como voluntário, foi assassinado a tiros na tarde desta sexta-feira, na Rua Marcos de Macedo, em Guadalupe, na Zona Norte do Rio. De acordo com relatos, a vítima estava em uma motocicleta quando foi atingida pelos disparos. Segundo testemunhas, criminosos teriam tentado roubar a moto, e David tentou fugir, mas acabou sendo baleado. Policiais militares do Batalhão de Irajá foram acionados, mas, ao chegarem ao local, a vítima já estava sem vida. A área foi isolada, e a Delegacia de Homicídios da Capital assumiu as investigações. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Justiça decretou as prisões preventivas de traficantes do TCP suspeitos de matarem vice-presidente da associação de moradores de Vargem Pequena que peitou criminosos

A Justiça decretou essa semana as prisões preventivas dos traficantes Negão, GB e Kikito pelo assasssinato da vice-presidente da Associação de Moradores de Vargem Pequena. Os três são integrantes da facção criminosa Terceiro Comando Puro e o delito foi cometido porque a vítima nos últimos meses, vinha travando uma luta com os traficantes e milicianos por ser contra as cobranças realizadas por eles aos moradores e comerciantes da região, fato que teria motivado a sua morte. Negão seguindo as ordens de GB e auxiliado por Kikito, que pilotava a moto, executou a vítima Frauzenete com diversos disparos de arma de fogo no interior da casa de festas Espaço Soares, estabelecimento comercial de sua propriedade, fugindo do local em seguida. Após ser preso em flagrante em outro procedimento, Negão confessou ter recebido no dia 24/2/2025 uma ligação de GB”, na qual recebeu a ordem para executar a vítima e seu filho e ter pedido ao acusado Kikito, que o levasse de motocicleta até o local do crime. FONTE: TJ-RJ

Três integrantes de grupo de extermínio foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio, três tentativas de assassinato e de aborto

Três homens foram condenados a 246 anos de prisão por homicídio qualificado, tentativas de homicídio e tentativa de aborto. Os crimes ocorreram na madrugada de 12 de abril de 2020, no bairro Vila Maria Helena, em Duque de Caxias, quando os acusados invadiram a residência de uma família e dispararam contra quatro pessoas, incluindo uma mulher grávida de oito meses. Foram condenados Guilherme Silva, Lucas de Souza e Igor da Silva. Guilherme e Lucas foram sentenciados pelo homicídio qualificado de Adriel Gomes da Silva, por três tentativas de homicídio contra familiares da vítima, além da tentativa de aborto uma mulher que estava grávida. Igor, que aguardava os comparsas no carro utilizado na fuga e participou do planejamento do crime, também foi condenado por todas as infrações penais, na condição de partícipe. Segundo a denúncia, os réus integravam um grupo de extermínio com atuação na Baixada Fluminense e teriam promovido o ataque em uma ação de “justiçamento”, após não aceitarem o envolvimento de um dos familiares com o tráfico de drogas. Adriel foi executado com diversos disparos de arma de fogo, enquanto os demais moradores foram alvejados. A vítima que estava grávida, mesmo baleada, sobreviveu e conseguiu dar à luz após ser socorrida. FONTE: MPRJ

Justiça decretou prisão de traficante da Gardênia Azul (CV) suspeito de matar homem que teria dado golpe na boca de fumo

Apesar de o crime ter ocorrido no ano passado, a Justiça decretou na semana passada somente a prisão preventiva de um traficante da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, suspeito de matar um homem que teria dado um golpe na boca de fumo. Uma testemunha que levou os criminosos até a casa da vítima e os avisou que o alvo estava lá Disse que foi abordado pelos criminosos Gazoy do Juramento, Loirinho do Gardênia e Playboy da VK da Vila Kennedy quando ia na boca comprar maconha. Foi obrigado a entrar no carro já que os bandidos disseram que era papo de vida ou morte. Após informar aos suspeitos de que a vítima, Pablo Soares de Almeida, estava em casa, os criminosos foram lá e o mataram. Perguntada sobre o motivo dos caras do tráfico estarem atrás de Pablo, a testemunha, afirmou que soube que ele tinha dado uma volta na boca e que ele estava pagando e devendo. Segundo relatos da testemunha, Pablo teria confessado que matou o mestre de baterias Paulão e também um homem conhecido como Tuninho, investigado no IP 901-00490/2024; Pablo teria roubado 4 cargas de maconha do ponto de vendas da ponte na Gardênia próximo à praça;.Por isso os traficantes queriam matar ele. Após matar Paulão, Pablo passou a “meter bronca. Ele andava armado e dizia que não gostava de ladrão. A testemunha disse ainda que Loirinho era o frente da boca e disse acreditar que ele matou Pablo para ficar de fente na boca, pois antes de morrer a vítima era o responsável pela venda de drogas deste ponto. Disse que Playboy da VK também ficaVA no ponto de venda de drogas próximo à Rua Vitória; Dos três acusados do crime, apenas Gazoy teve a prisão decretada já que foi o único que teve descoberta a sua qualificação. FONTE: TJ-RJ

Polícia apura se garoto matou os pais e o irmão porque queria receber a grana do FGTS

A Polícia Civil apura se o adolescente de 14 anos que matou os pais e o irmão de 3 anos em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, porque queria receber uma grana alta. O pai do menor tinha R$ 33 mil a receber do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e o rapaz pesquisou pelo celular como poderia fazer para receber esse dinheiro de pessoas mortas. O garoto disse aos policiais da 143ª DP (Itaperuna) que se relacionava com uma adolescente que mora no município de Água Boa, no Mato Grosso (MT), desde os 8 anos. Os dois se conheceram durante um jogo on-line e, seis anos depois, a menina teria lhe dado um ultimato para que a visitasse, mas os pais dele o proibiram de viajar. Além da questão financeira, os agentes investigam esse desentendimento como outra possível motivação para o triplo homicídio Ao depor, o menino relatou que bebeu um “pré-treino” para se manter ativo e esperou a família dormir. Em seguida, pegou a arma do pai e atirou nas cabeças do casal e no pescoço do irmão. Por fim, arrastou os corpos para a cisterna. FONTE: RO em Foco (Facebook)

Casal foi atacado a tiros em Campos (RJ). Mulher morreu

 Um casal com passagens pela policia foi atacado a tiros na manhã de hoje na comunidsde da Palmeirinha, que fica no Travessão, distrito de Campos dos Goytacazes. A mulher identificada como Geziane Pontes da Silva, de 42 anos, morreu no local. O marido dela identificado como Simeão dos Santos Souza, de  27 anos, foi socorrido em estado grave para o Hospital Ferreira Machado.  Segundo a Polícia, os dois suspeitos dos assassinatos foram identificados como Jonatham e Otávio. FONTE: imprensa da região

Justiça manda de novo prender três envolvidos em sequestro milionário e morte de advogada em Petrópolis

A Justiça decretou as prisões preventivas de três dos réus acusados pelo assassinato da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy: Henrique Vieira Fadiga, Maria Luíza Vieira Fadiga e Rebecca Azevedo dos Santos de Carvalho. O pedido do MPRJ, apresentado em aditamento à denúncia, foi motivado pelo surgimento de novas provas, incluindo a localização do corpo da vítima, o laudo de necropsia, perícias em veículos utilizados no crime e o conteúdo extraído de aparelhos celulares apreendidos. Esses elementos reforçam os indícios da participação dos réus no feminicídio, na ocultação do cadáver e no crime de extorsão. Embora os três acusados tenham sido soltos anteriormente — por serem primários e possuírem bons antecedentes —, a Promotoria reforçou o pedido de prisão com base nas novas provas, que evidenciam os riscos à ordem pública e à instrução criminal, além da possibilidade de fuga, considerando a gravidade dos crimes e as penas elevadas que poderão ser impostas. O juízo acolheu integralmente os fundamentos do MPRJ e decretou novamente a prisão preventiva. O crime ocorreu em 29 de fevereiro de 2024. A vítima, de 54 anos, foi atraída para um motel, assassinada e teve o corpo ocultado na residência do acusado Lourival Correa Netto Fadiga, pai de Henrique e Maria Luíza, e amante de Rebecca. Segundo as investigações, os réus arquitetaram um plano que resultou na morte de Anic e na extorsão do viúvo da vítima, de quem obtiveram R$ 4,6 milhões. O caso segue em tramitação, com fase de instrução processual, na 1ª Vara Criminal de Petrópolis. Os réus já contavam com o recebimento da quantia milionária que pretendiam extorquir. Meses antes do homicídio, todos tiraram ou planejaram tirar a carteira de habilitação para poderem conduzir veículos que seriam adquiridos com os recursos ilícitos obtidos com a extorsão que fariam. Parte do dinheiro foi usada na aquisição de cerca de 950 aparelhos celulares, numa negociação feita por Maria Luiza e Rebecca, junto a um fornecedor paraguaio, com dinheiro ilícito obtido na extorsão. Lourival confessou que matou Anic, tendo voluntariamente participado da macabra reconstituição do laudo, mostrando em detalhes a forma como atraiu a vítima para um motel, executou-a no quarto, colocou o corpo no bagageiro do automóvel e o levou para ser enterrado na garagem de sua residência em Teresópolis, cujo buraco já estava aberto. Uma reconstituição que serve de inspiração para um filme de terror! Tudo muito bem planejado e organizado, numa empreitada que não foi apenas de quem matou. Todas essas circunstâncias, principalmente a prévia aquisição de carteiras de habilitação para os veículos que seriam adquiridos com o produto da extorsão e as inúmeras ligações telefônicas entre os réus no dia do crime, mostram os fortes indícios de autorias dos réus Henrique, Maria Luiza e Rebecca. FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Policiais civis suspeitos da morte do adolescente João Pedro em São Gonçalo irão a júri popular

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) obteve na Justiça a aceitação do recurso apresentado para que os policiais civis envolvidos na morte do adolescente João Pedro Mattos Pinto sejam julgados por júri popular. A decisão unânime foi proferida, nesta terça-feira (24/06), pelos desembargadores da Sexta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. João Pedro foi morto em maio de 2020, durante uma operação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Federal no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. As investigações apontaram que o tiro que matou o adolescente de 14 anos partiu da arma de um policial. O GAESP/MPRJ denunciou os policiais civis Mauro José Gonçalves, Maxwell Gomes Pereira e Fernando de Brito Meister por homicídio duplamente qualificado. Segundo a denúncia, os acusados assumiram o risco de matar um inocente ao efetuarem disparos em direção a uma residência com vidros espelhados, sem visibilidade de quem estava no interior. O documento também ressaltou que a perícia da própria Polícia Civil não comprovou que houve disparos vindos de dentro da casa, afastando a hipótese de legítima defesa por parte dos agentes. FONTE: MPRJ

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