A quadrilha do chefe do tráfico no Morro do 18, em Agua Santa, Jean do 18; formeceu arma para cometimento de um homicidio em maio representou. Segundo consta nos autos, a vítima Breno Ávila Martins após defender um homem que vendia balas em um bar e que estava sendo molestado pelo assassino envolveu-se em uma briga com este, sendo atingido por disparos de arma de fogo, que lhe causaram a morte. Segundo uma testemunha, Breno se encontrava num bar conversando e bebendo cerveja, quando houve desentendimentos; Um homem que vendia balas no bar estava sendo molestado por outro e Breno interveio dizendo que ele estava apenas trabalhando, vendendo balas; O declarante tomou conhecimento que o homem molestador é conhecido pelo vulto Di Belem “chamou Breno para uma briga de homem; Di Belém. deixou sua arma de fogo, que carregava consigo, com um comparsa e entraram em luta corporal; Logo após, o comparsa devolveu a arma de fogo para “ Di Belem “, que a pegou e efetuou dois disparos contra Breno; A testemunha também tomou conhecimento que, em uma outra ocasião, Breno e “Di Belem se desentenderam por conta de “mulher”; Disse ainda que Di Belém é traficante e realiza vendas de drogas ilícitas através de esticas, sendo os locais de venda na Praça do IAPC, com acesso pelas Rua Silvério, altura do nº 40, e Rua Tomaz Alves, altura do do do 38, Cascadura; O suspeito do crime disse que o comparsa conseguiu a arma Glock 9mm com os traficantes do Morro do 18, dominado por Jean. O declarante informa que já conhecia Breno e inclusive já teriam tido uma desavença, pois Breno teria emprestado sua moto e a mesma foi devolvida com o pedal danificado, e o declarante acha que por já terem este desentendimento é que Breno teria partido para agredi-lo no momento da discussão; Falou ainda que tem como função no tráfico “atravessar” coisas de uma comunidade para outra, recebendo por este serviço a quantia de R$400,00 por semana; Ele é o comparsa estão com prisão temporária decretada.