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guerra de facções

Peixão (TCP) estaria planejando atacar base de Beira Mar (CV) no RJ, diz repórter

O repórter Bruno Assunção publicou em suas redes sociais que obteve informações que o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como “Peixão”, apontado como uma das principais lideranças do Terceiro Comando Puro (TCP), estaria planejando uma ofensiva para tentar invadir a Favela Beira-Mar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que é a principal base de Fernandinho Beira Mar no RJ. A comunidade Beira-Mar é considerada uma área estratégica pela localização. O território fica próximo a importantes vias de ligação da região metropolitana, à Baía de Guanabara e ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio. A região também é conhecida historicamente por ter sido um dos principais redutos do Comando Vermelho (CV). O nome da comunidade ganhou projeção nacional nas décadas de 1990 e 2000 por causa de Luiz Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, uma das lideranças mais conhecidas do Comando Vermelho. Ele construiu sua trajetória no tráfico de drogas com forte atuação na região da Baixada Fluminense antes de ser preso em 2001. Segundo as informações obtidas, Peixão retornou ao Rio de Janeiro há cerca de um mês e, no último fim de semana, realizou uma festa em Vigário Geral para marcar os 19 anos de domínio do TCP na região. O evento foi marcado como uma demonstração de força da facção, que tenta ampliar sua área de influência. Além da possível investida contra a Beira-Mar, a liderança do TCP também estaria buscando avançar sobre outras áreas próximas ao Complexo de Israel, como as comunidades do Dourado e Tinta, em Cordovil, regiões próximas ao Quitungo e ao Complexo da Penha. Essas comunidades há dias têm sido palco de tiroteios e registrou uma chacina de sete mortos no último fim de semana. Peixão também está em guerra com traficantes do CV no Jardim América.

Polícia encontrou cabeça humana em local onde ocorreu explosão em Curicica

Equipes do Esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) foram acionadas para uma ocorrência de explosão na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, supostamente ligada à disputa entre grupos criminosos rivais. O fato ocorreu ontem de noite na sede da associação de moradores. Durante as buscas, os cães farejadores localizaram uma cabeça humana dentro de um saco plástico em uma área apontada como possível cemitério clandestino. Na varredura, também foram encontrados vestígios de explosões compatíveis com artefatos explosivos improvisados (AEIs), que podem ter sido lançados por drones. Os pontos atingidos incluem uma residência, um templo religioso e uma via pública. As investigações seguem para identificar os responsáveis e esclarecer todos os fatos A comunidade Dois Irmãos é controlada pela milícia do Capitão América e tem sido alvo de traficantes do Comando Vermelho. . Traficantes da Tropa do Tricolor (CV) já haviam anunciado a intenção de invadir as áreas dominadas pela milícia do Capitão América. Eles estão chamando os membros da milícia para pularem através das redes sociais.

ADA fez uma série de ataques ao TCP em Campos e deixou rastro de sangue. VIDEO

Integrantes dos Amigos dos Amigos (ADA) realizaram quatro ataques contra o TCP em Campos dos Goytacazes, em represália à morte de um gerente da facção no mês passado. O primeiro ataque ocorreu no Morro do Coco, onde os criminosos executaram dois irmãos dentro de uma residência. O segundo foi em Santa Clara, onde um homem foi morto e outros dois ficaram feridos. O terceiro aconteceu no Eldorado, mas os traficantes do TCP já estavam preparados e conseguiram repelir a investida dos rivais. O quarto ataque ocorreu no Codin, onde os criminosos executaram um homem.

Veja quem é o traficante responsável pela política expansionista da quadrilha de Peixão (TCP)

Jorge Diego Cardozo Martins, de 39 anos, conhecido no meio criminoso como Jamelão, é apontado como o braço direito de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, sendo considerado um dos principais nomes da organização criminosa em atuação nas ruas. Jamelão é apontado como o principal financiador das sucessivas ofensivas da facção nas regiões do Tinta, Dourados, Quitungo e Guaporé, em Brás de Pina. Atualmente, Jamelão dividiria a posição de número dois na hierarquia do Complexo de Israel com Aldo Malaquias Santa Rosa, conhecido como Sardinha da Cidade Alta, irmão de Peixão. Além da atuação no tráfico de drogas, ele também é apontado como um dos chefes de uma organização especializada em roubos de cargas e veículos em toda a Baixada Fluminense. Ao lado de Sardinha, ainda seria um dos responsáveis pela ampliação do uso de tecnologias pela facção, incluindo drones e os chamados “capetinhas”, equipamentos utilizados para bloqueio de sinais de comunicação. Após a morte de Geremias, conhecido como Rei do Fumo, Jamelão teria assumido parte da coordenação da política expansionista doa quadrilha de Peixão em diversos territórios da Baixada Fluminense. Entre as áreas citadas estão as comunidades de Aymoré, Inferninho, Nova Brasília e Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, além de Parque Paulista e Massapê, em Duque de Caxias. Segundo as informações, ele também seria responsável por coordenar o envio de reforços e armamentos para comunidades sob influência de Peixão na Baixada Fluminense. Com a perda de diversos integrantes considerados estratégicos da facção na região, Jamelão também teria passado a auxiliar na logística de comunidades de Belford Roxo, entre elas Morro do Machado, Morro das Pedrinhas e Gogó da Ema. Jamelão também é apontado como um dos articuladores dos antigos confrontos entre o TCP e o Comando Vermelho (CV) nas localidades de Imbariê, Santa Lúcia e Rodrigues, em Duque de Caxias. Em 2024, ainda segundo as informações, teria comandado a expansão da facção para áreas que até então não possuíam atuação do tráfico, como os complexos do Mirante e do Mangue Seco, em Pilar, além de costurar acordos com milicianos da região do Parque Santo Antônio (PSA). Essa ofensiva tinha como objetivo estabelecer um novo reduto para abrigar Peixão, que à época era alvo de operações policiais frequentes em Parada de Lucas. Atualmente, os traficantes que ocupavam essas localidades teriam sido redistribuídos entre o Parque Paulista, em Duque de Caxias, e o Buraco do Boi, em Nova Iguaçu. Mais recentemente, Peixão, também conhecido pelo apelido de Moreno, teria assumido parte do controle do tráfico no Morro do Danon, em Nova Iguaçu, utilizando a comunidade como base para investidas do TCP contra áreas controladas pelo Comando Vermelho em Mesquita, incluindo as comunidades da Barreira e do Alto Uruguai. Em imagens divulgadas na Internet, ele aparece usando cordões de ouro com inscrições de versículos bíblicos ao lado do MC FL, identificado como um dos porta-vozes da facção, durante a festa em comemoração aos 19 anos do domínio da comunidade de Vigário Geral pelo TCP, realizada na madrugada do último sábado (11). Jamelão também foi visto ao lado de Peixão e de seus seguranças durante a festa que celebrou os 19 anos do domínio do Terceiro Comando Puro sobre a região da Parada Geral.

Suposta perseguição do CV na Bolívia teria levado Peixão (TCP) de volta ao Brasil

Circulam nas redes sociais informações que, até o momento, não receberam confirmação oficial das autoridades, dando conta de que o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, teria retornado ao Brasil após permanecer por um período na Bolívia. Segundo esses relatos, o criminoso teria deixado o país vizinho porque estaria sendo alvo de uma suposta perseguição de integrantes de uma facção rival. Ainda de acordo com essas informações, a suposta ordem para caçá-lo teria partido do traficante conhecido como Zeus, apontado como integrante do Conselho do Comando Vermelho. Oriundo da Região Norte do país, Zeus atualmente é apontado como uma das principais lideranças da facção na comunidade da Muzema, localizada no Itanhangá, Zona Oeste do Rio. Os mesmos relatos afirmam que, diante da alegada ameaça, integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam providenciado a retirada de Peixão da Bolívia, permitindo seu retorno ao território brasileiro. Não há, contudo, confirmação oficial sobre essa versão dos fatos. Na época em que familaires de Peixão foram detidos por policiais rodoviários indo para a Bolívia, chegou a ser publicado que membros do PCC estavam dando segurança ao traficante carioca. Já de volta ao Rio de Janeiro, Peixão voltou a desafiar e a debochar das autoridades. No último fim de semana, o traficante teria promovido um grande baile em Vigário Geral para celebrar os 19 anos da ocupação das comunidades que compõem o chamado Complexo de Israel. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a presença de diversos MCs e de criminosos portando fuzis durante o evento. VEJA OS VÍDEOS: https://twitter.com/CDFNOTICIA/status/2076421030763991432/video/3 https://twitter.com/RioWarz21/status/2076666120510071275/video/2

Irmã de jovem autista morta em ataque do tráfico em Cordovil disse que ela foi abusada sexualmente e jogada sem roupa no rio. ACESSE O LINK E ASSISTA

A irmã de Karolaine Nascimento Neves, moça autista que  foi morta durante um ataque de traficantes do Terceiro Comando Puro na comunidade do Dourado, em Córdovil disse que ela teria sido abusada sexualmente pelos assassinos. A jovem teria sofrido mutilação das partes íntimas e atirada sem roupa dentro de uma vala. “Minha irmã lnão é traficante. Ela tem um retardo mental..Foi brutalmente asassinada. Abusaram dela porque ela tava pelada  e jogaram o corpo no Rio e a gente que reve que titar”. Acesse o link e veja a entrevista https://www.instagram.com/p/DaqMdMNxIwS A jovem autista muito querida na região. Nas redes sociais, dezenas de mensagens de carinho e despedida demonstram a comoção causada por sua partida. Familiares afirmam que ela tinha a mentalidade de uma criança, não fazia mal a ninguém e era uma pessoa sem qualquer maldade. De acordo com relatos, Karolaine foi baleada durante a invasão e teve o corpo lançado em um valão. Ainda de acordo com testemunhas, após Karolaine ser baleada, criminosos do TCP teriam lançado o corpo da jovem em um valão, acreditando que a correnteza o levaria. No entanto, segundo esses relatos, a água não tinha força suficiente e o corpo ficou preso na vegetação. Apesar de ter sido divulgado que houve cinco mortos, moradores disseram que teriam sido sete sendo todos inocentes. Relatos de moradores apontam que a invasão provocou cenas de desespero e obrigou muitas famílias a se protegerem dentro de casa enquanto os disparos eram ouvidos em diversos pontos da comunidade. Vestidos com fardamentos semelhantes aos utilizados pelo Exército de Israel, armados com fuzis e tentando esconder os rostos com emojis, soldados do Terceiro Comando Puro (TCP) exibiram nas redes sociais imagens do ataque à Favela do Dourado. As fotografias foram divulgadas pelos próprios criminosos. Segundo a polícia, porém, a estratégia de ocultar a identidade não adiantou, já que os envolvidos estariam sendo identificados pelas equipes de investigação. Há tempos que a comunidade do Dourado tem sidopalco de guerras entre facções. Em 2024, por exemplo, o traficante Peixão do Terceiro Comando Puro teria tomado o local mas seu rival Doca (CV)  enviou reforços. Houve intenso tiroteio e o CV retornou para a Penha. Comentários nas redes socias dão conta que os ttraficantes do Dourado nsatisfeitos com a gestão da Penha que não enviaria soldados nem armamento e queriam a troca de facção A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de cinco pessoas, ainda não identificadas, na região de Cordovil, na Zona Norte do Rio. Diligências estão em andamento para apurar os fatos.

Ataque do CV em Rio das Pedras encerra trajetória de miliciano condenado por arma de uso restrito e acusado de execução

Morto durante o ataque promovido por criminosos do Comando Vermelho (CV) na última sexta-feira, o miliciano Maycon Lucas da Silva Ferreira já havia sido alvo de investigações por crimes envolvendo armas e homicídio na Justiça do Rio de Janeiro. Em agosto de 2024, Maycon foi condenado por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, após ser preso em flagrante com uma pistola Glock calibre 9 mm municiada, durante uma ocorrência em Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. Segundo a sentença, policiais militares faziam buscas após um cabo da Polícia Militar relatar que havia sido alvo de diversos disparos contra seu veículo nas proximidades da comunidade. Minutos depois, Maycon foi localizado pilotando uma motocicleta vermelha e, durante a abordagem, os agentes encontraram com ele uma pistola Glock carregada com 11 munições. O policial que sofreu o ataque afirmou que seu carro foi atingido por cinco disparos, mas, por ser blindado, ninguém ficou ferido. Apesar disso, durante o julgamento, a Justiça entendeu que não havia provas suficientes para responsabilizar Maycon pelos tiros contra o veículo, já que a vítima não conseguiu identificar o autor dos disparos e os policiais que efetuaram a prisão também não presenciaram o ataque. Por esse motivo, ele foi absolvido da acusação de disparo de arma de fogo, mas acabou condenado pelo porte ilegal da pistola de uso restrito. A pena foi fixada em três anos de reclusão, posteriormente substituída por prestação de serviços à comunidade e limitação de fim de semana, permitindo que respondesse em liberdade. Além dessa condenação, Maycon também se tornou réu em outro processo, desta vez acusado de participação na execução de Pedro Henrique dos Santos Pires, morto a tiros em maio de 2023, na entrada do Condomínio Jardim Clarice, no Anil. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Maycon teria atuado ao lado de Gerlan Anacleto de Oliveira, conhecido como “GL Moreno”, apontado nas investigações como integrante da milícia de Rio das Pedras. Imagens de câmeras de segurança e o reconhecimento feito pela companheira da vítima embasaram a acusação. Segundo o Ministério Público, Pedro Henrique foi executado por homens que chegaram ao local em motocicletas e efetuaram diversos disparos de arma de fogo. A companheira da vítima afirmou reconhecer Maycon e Gerlan porque ambos moravam em Rio das Pedras e eram conhecidos da região. Ela também relatou que Pedro Henrique havia se desentendido meses antes com “GL Moreno”, que teria ameaçado “fazer algo pior” contra ele. Ao receber a denúncia, a Justiça entendeu haver indícios suficientes de autoria e materialidade para instaurar a ação penal e decretou a prisão preventiva de Maycon e Gerlan. Na decisão, o magistrado destacou a gravidade da execução em via pública, o modo de agir dos acusados, a necessidade de preservar a ordem pública e o risco de intimidação das testemunhas, que relataram medo em razão da suposta atuação dos denunciados na milícia da região. Agora, a trajetória de Maycon termina de forma violenta. Ele está entre os mortos do ataque atribuído a criminosos do Comando Vermelho, encerrando uma sequência de processos judiciais que o colocaram no centro de investigações envolvendo armas e um homicídio praticado na Zona Oeste do Rio. . Em menos de 24 horas, houve dois ataques do CV em Rio das Pedras deixando dois mortos e dois feridos. Entre os mortos está um homem identificado como LC, apontado pelas investigações como uma das lideranças do grupo paramilitar que atua na localidade conhecida como Sertão. Segundo a apuração, soldados da tropa de Kauan invadiram o imóvel onde ele estava. Outro homem, conhecido como Pitomba, também foi alvo da ação, mas conseguiu fugir. Os criminosos ainda levaram armas, celulares desbloqueados e outros materiais ligados ao grupo rival. Após o ataque, perfis atribuídos ao Comando Vermelho divulgaram imagens de um fuzil nas redes sociais com a frase “Presente do Doca” e voltaram a ameaçar lideranças rivais. Investigadores avaliam que a facção vem adotando uma estratégia de expansão territorial baseada no monitoramento prévio de seus alvos e em ataques direcionados, um fenômeno que especialistas classificam como uma “mexicanização” do crime organizado, pela semelhança com métodos empregados por cartéis mexicanos na disputa por territórios. Ver menos

Cinco pessoas foram mortas em guerra de facções em Cordovil

Uma guerra entre facções criminosas na Favela do Dourado, em Cordovil, na Zona Norte do Rio, deixou ao menos cinco pessoas mortas, segundo moradores da região. Entre as vítimas está uma jovem mulher, que, de acordo com relatos, seria autista. Segundo informações apuradas pelo repórter Bruno Assunção, criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) teriam tentado invadir a comunidade, dando início a um intenso confronto. Durante o tiroteio, que começou na madrugada e se estendeu até a manhã deste sábado, moradores relataram que as vítimas foram atingidas. Após o confronto, moradores de diferentes regiões de Cordovil e Brás de Pina realizaram manifestações pedindo justiça e cobrando uma intervenção das forças de segurança para impedir novos confrontos e a disputa entre as facções criminosas. Ver menos

CV volta a atacar Rio das Pedras e baleou três

Segundo informações divulgadas pelo repórter Bruno Assunção, traficantes do Comando Vermelho voltaram a atacar a comunidadei Rio das Pedras está noite. De acordo com o jornalista , três homens suspeitos de pertencer a milícia teriam sido baleados no ataque. Um deles morreu. A ação ocorreu em um bar a tiros na Rua do Amparo, próximo à Rua Velha. No vídeo filmados por uma câmera de segurança local, é possível ver o momento de tensão na hora dos disparos, com todos se jogando no chão. Segundo informações, dois homens foram atingidos dentro do estabelecimento, um deles sendo miliciano, que morreu no local. De acordo com relato, outros dois milicianos que estavam fora do Bar também foram atingidos e não resistiram. Rio das Pedras vive um cenário de forte tensão devido à disputa entre traficantes e milicianos, que tem provocado confrontos frequentes e colocado moradores em risco. A quadrilha do ex-miliciano Kauan que pulou para o CV e tem sido um dos pivôs desta recente guerra já tinha feito ameaças.

CV mata liderança da milicia em Rio das Pedras

Um homem identificado como LC, apontado pelas investigações como suspeito de integrar a liderança de um grupo paramilitar que atua na localidade conhecida como Sertão, localidade de Rio das Pedras, foi morto durante um ataque promovido por criminosos armados. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, o grupo responsável pela invasão seria ligado à organização criminosa Comando Vermelho (CV), com participação de soldados da chamada tropa de Kauan. Durante a ação, outro homem conhecido como Pitomba também teria sido alvo dos criminosos, mas conseguiu escapar, mesmo ferido. Ainda de acordo com a apuração, um fuzil, uma pistola, celulares, anotações e outros materiais que estariam ligados ao grupo rival foram levados. Após o ataque, perfis atribuídos a criminosos passaram a divulgar imagens de um fuzil nas redes sociais acompanhadas da frase: “Presente do Doca”, em aparente referência a um dos principais líderes da organização criminosa. Conforme apurado pelo jornalista, o episódio faz parte da ofensiva do Comando Vermelho para ampliar sua atuação em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Publicações atribuídas ao grupo também trazem ameaças contra os milicianos, prometendo buscar todas as lideranças do grupo em casa. Mesma tática utilizada para tomar outras regiões do Rio de Janeiro.

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