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guerra de facções

Polícia mira quem marcou encontro com casal morto no Terreirão e aponta: identificação é crucial para destravar investigação

A investigação sobre a execução de um casal no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, passou a ter como eixo central a identificação da pessoa que marcou o encontro com as vítimas, considerada peça fundamental para esclarecer a dinâmica do crime. Sem testemunhas presenciais e ainda sem autoria definida, a Delegacia de Homicídios da Capital direciona os esforços para reconstituir os momentos que antecederam o ataque, especialmente a partir das comunicações mantidas pelo casal nos dias e horas anteriores. O crime ocorreu no dia 29 de abril e foi marcado por extrema violência. As vítimas foram atingidas por múltiplos disparos de arma de fogo, com a perícia apontando a presença de diversos estojos de calibre 9mm no local, o que indica uma ação de alta intensidade. O homem morreu na hora, enquanto a mulher, grávida de cerca de seis meses, chegou a ser socorrida ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos. O bebê também morreu. Diante da ausência de testemunhas e de imagens conclusivas que ajudem a identificar os autores, os investigadores consideram que os dados do celular da vítima são hoje um dos elementos mais importantes para o avanço do caso. O aparelho foi apreendido no local do crime e pode concentrar informações decisivas sobre contatos recentes, registros de chamadas, mensagens trocadas, localização e até dados eventualmente apagados que possam ser recuperados por meio de perícia especializada. A Polícia Civil já pediu à Justiça autorização para a extração forense completa do conteúdo do telefone, além da quebra de sigilo de dados telemáticos vinculados às contas das vítimas em aplicativos de mensagens e redes sociais. A expectativa é mapear toda a cadeia de comunicação, identificar interlocutores relevantes e, principalmente, esclarecer quem participou da marcação do encontro e em que circunstâncias ele foi combinado. Esse ponto é tratado como estratégico porque pode ajudar a entender o contexto da presença das vítimas no Terreirão, além de indicar possíveis conexões ainda desconhecidas pela investigação. No atual estágio do inquérito, os dados digitais são vistos como a principal ferramenta para superar as lacunas deixadas pela falta de testemunhas e pela dificuldade de reconstrução da cena do crime. Familiares das vítimas, ouvidos pelos investigadores, afirmaram que o casal não tinha qualquer envolvimento com atividades criminosas, o que reforça a linha de cautela adotada pela polícia e a necessidade de uma apuração técnica e aprofundada. A ausência de vínculos com o crime organizado também amplia a complexidade do caso e afasta, por ora, explicações simplificadas para a motivação do ataque. Com forte repercussão e pressão por respostas, a investigação segue concentrada na análise dos dados telemáticos e na identificação do responsável pelo encontro, considerados pontos-chave para esclarecer a autoria e a dinâmica de um crime que, até o momento, permanece sem solução. O que circulou na imprensa foi que o casal foi até a comunidade buscar encomenda para o chá de bebê e que na hora teria ocorrido um ataque de traficantes do Comando Vermelho a milicianos.

Em embates na Zona Norte carioca, CV teria matado quatro do TCP e pego dois fuzis

Informações que circulam nas redes sociais nesta segunda-feira apontam que traficantes do Comando Vermelho teriam matado quatro rivais do Terceiro Comando Puro durante amanhã. Segundo relatos, o CV atacou a comunidade do Amarelinho em Irajá, matou dois inimigos e pegou um fuzil. Em outra ação, o TCP deu um baque msl sucedido na comunidade Faz Quem Quer, em Turiaçu, tendo foi-se integrantes mortos e um fuzil perdido.

Prisão decretada: Justiça manda caçar traficantes do CV por execução na guerra do Morro do Chaves — invasão e terror vêm à tona

A Justiça apertou o cerco e mandou prender dois traficantes do Comando Vermelho acusados de envolvimento em um homicídio ligado à guerra sangrenta que tomou conta do Morro do Chaves, em Barros Filho, na Zona Norte do Rio. Entre os alvos está o criminoso conhecido como GB. Mesmo sem revelar o nome da vítima ou a data do crime, os autos expõem um cenário de terror. A investigação aponta que a comunidade foi invadida por criminosos do CV, que passaram a ameaçar moradores e caçar possíveis integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP). A vítima teria desobedecido a ordem de deixar a área e acabou marcada para morrer. Foi rotulada como colaboradora da facção rival e executada em meio à escalada de violência. Um dos envolvidos já está preso. Ele foi flagrado com um verdadeiro arsenal de guerra: fuzis, munições e até uma granada. O avanço do CV faz parte de uma ofensiva para dominar territórios estratégicos e pressionar áreas do Complexo da Pedreira, controladas pelo TCP. Enquanto isso, moradores vivem sob medo constante. Há relatos de restrições ao direito de ir e vir e até suspensão de atividades escolares. Em fevereiro, a disputa ganhou novos contornos. Criminosos do TCP exibiram nas redes sociais vídeos e fotos da tentativa de retomada do morro, em tom de provocação. “Falaram que a gente não iria vir de novo… Olha onde a gente tá! Pesado, naquele pique”, diz um deles, mostrando um fuzil. Em seguida, o desafio: “Bota a cara pra morrer, pô. Cadê? Saíram correndo”. Em outra postagem, a ameaça é ainda mais direta: “Bota a cara pra morrer que eu tô doido pra arrastar cadáver”. As imagens mostram criminosos armados, em meio a pichações do CV, reforçando o clima de guerra aberta e o domínio do medo na região.

Guerra na Tijuca: CV diz que proibiu cobrança de taxas após invasão, mas domínio das comunidades segue indefinido

A guerra entre facções na Tijuca, que explodiu neste fim de semana e espalhou pânico entre moradores, continua repercutindo com força nas redes sociais, alimentando ainda mais a tensão na região. Uma página no Instagram, supostamente ligada ao Comando Vermelho, publicou um recado direto após a invasão das comunidades da Casa Branca, Chácara do Céu e Morro do Cruz. No texto, a facção afirma que estaria proibida a cobrança de taxas de comerciantes e tenta se apresentar como uma espécie de “reguladora” local: “Nossa facção CV não admite esse tipo de ato. A partir desta semana estaremos normalizando a internet e a TV a cabo para todos, a instalação será gratuita”. Enquanto isso, versões conflitantes aumentam o clima de incerteza. Há relatos de que o CV teria assumido o controle das comunidades, mas também circula a informação de que, após a chegada da Polícia Militar, os invasores recuaram e traficantes do Terceiro Comando Puro retomaram as áreas — cenário que mantém o território instável e moradores sob constante medo de novos confrontos.

Tijuca em guerra: facções se enfrentam nas redes e vídeos mostram balas traçantes no céu

A disputa entre facções criminosas que transformou a Tijuca, na Zona Norte do Rio, em cenário de guerra neste fim de semana ganhou mais um capítulo — agora escancarado nas redes sociais e acompanhado em tempo real por moradores aterrorizados. Relatos indicam que traficantes do Comando Vermelho (CV), que atuam no Morro do Borel, lançaram uma ofensiva para tentar invadir os morros do Cruz, Casa Branca e Chácara do Céu, áreas sob domínio do Terceiro Comando Puro (TCP). A região, considerada estratégica, virou alvo de uma disputa violenta por território. Nas redes, o TCP negou qualquer avanço rival e reforçando a permanência na área. “Nada mudou na Casa Branca. Só TCP na pista, doido para matar comando”, escreveu o grupo. Os integrantes do CV, no entanto, chegaram a anunciar a suposta tomada da Chácara do Céu. “TCP aqui nunca mais. Nós que tá permanecendo”, diz a postagem, em tom de provocação e afirmação de controle. A resposta do TCP veio logo depois, também pela internet, negando qualquer avanço rival e reforçando a permanência na área. “Nada mudou na Casa Branca. Só TCP na pista, doido para matar comando”, escreveu o grupo. Enquanto isso, vídeos compartilhados por moradores mostram o céu da Tijuca riscado por balas traçantes durante a madrugada, evidenciando a intensidade dos confrontos e o risco para quem vive na região. Diante da escalada da violência, equipes do BOPE foram acionadas e reforçaram o policiamento com o uso de veículo blindado, o caveirão. A presença policial tenta conter o avanço dos criminosos, mas o clima segue de tensão e medo entre os moradores.

Moradores ficaram em pânico com mais uma madrugada de tiroteio na Tijuca. “Foi um horror, fiquei desesperada”. VIDEO

. Tiro que nao acabava mais. Estamos entregues. Cidade maravilhosa pra quem?? . Muito tiro!! Guerra! Assustador!! muitos tiros ainda !!! pesado é no cruz atrás do meu prédio acordei com o barulho só pela misericórdia divina, é muito tiro,né preocupo com as pessoas que estão saindo para trabalhar e aquelas que estão chegando. E os que podem ter suas casas atingidas…foi um terror a noite e início da manhã.. Foi um horror eu fiquei desesperada porque não sabia da onde estava vindo os tiros .Parecia Guerra. Foi uma noite infernal. Tijuca voltando aos velhos tempos. Escutamos muito e infelizmente acabaram com a paz que reinava !!!!! Essas foram algumas reações nas redes sociais dos moradores da Tijuca que passaram por momentos de pânico durante a madrugada em um intenso tiroteio no bairro. Segundo relatos, teria ocorrido um ataque de traficantes do Morro do Borel, dominado pelo Comando Vermelho, ao Morro do Cruz, área do Terceiro Comando Puro;Há vários meses vem ocorrendo confrontos na região mas nas últimas semanas, houve uma parada. O CV vem há tempos tentando tomar o Cruz e por vezes também ataca os morros da Casa Branca e Chácara do Céu, que também são dominados pelo TCP.

Jovem foi morto por traficantes do TCP em Costa Barros após ser parado em falsa blitz e ser confundido com olheiro de facção rival

Um jovem de 21 anos foi morto após ser abordado durante uma falsa blitz realizada por criminosos ligados ao Terceiro Comando Puro (TCP), em Costa Barros, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com informações obtidas pela reportagem, o crime teria ocorrido na última segunda-feira, quando homens armados, apontados como seguranças de Thiago Henrique Muniz dos Santos, conhecido pelos apelidos “Cego” ou “Morcego”, montaram uma barreira irregular na região. Durante a ação, o jovem identificado como Lucas Monteiro Alves Carneiro foi abordado e levado para o interior da comunidade do Bairro 13, área sob forte influência do grupo criminoso. Segundo relatos preliminares, Lucas teria sido executado após o traficante suspeitar que ele fosse “olheiro” do Complexo do Chapadão, território dominado por uma facção rival. Fontes ouvidas pela reportagem indicam ainda que a atuação de “Cego” tem gerado insatisfação entre integrantes da própria organização criminosa, devido à frequência de ações violentas que vêm chamando a atenção para a região. As informações sâo do jornalista Bruno Assunção

Favela no Recreio onde casal foi executado estaria sob influência de três grupos criminosos e disputa violenta por território

A comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes — onde um casal foi assassinado na tarde de ontem — vive sob a influência direta de três grupos criminosos, em um cenário de disputa, tensão constante e medo entre moradores. As vítimas foram Ygor e Ariane, que estava grávida. Segundo relatos, o casal havia ido até a comunidade buscar uma encomenda para o chá de bebê, quando acabou sendo executado. De acordo com informações divulgadas pela página Milícia RJ News, o território estaria atualmente dividido: o Comando Vermelho (CV) domina uma pequena área no Pontal, enquanto o Terceiro Comando Puro (TCP) controla a maior parte da favela. Já milicianos atuam na cobrança de comerciantes, explorando economicamente a região. Ouvida por veículos de imprensa do Rio, a família afirmou acreditar que o casal foi morto por engano. Segundo publicações da mídia, Ygor — morador de Vargem Grande, área sob influência do TCP e da milícia — teria sido confundido com um paramilitar por traficantes do CV, hipótese que pode ter motivado a execução. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. Na reportagem publicada ontem por nosso site, um morador já havia relatado o agravamento da situação na comunidade. Segundo ele, após um suposto rompimento entre milícia e TCP, a violência teria disparado no Terreirão, com registro de diversas mortes.. O cenário que se desenha é o de uma área fragmentada entre diferentes forças criminosas, onde a disputa por território e poder tem ampliado o risco para quem vive ali — e onde, como indica o caso do casal, até uma ida para buscar itens de um chá de bebê pode terminar em morte.

Relato expõe terror após ruptura entre milícia e TCP no Terreirão, onde guerra voltou a matar casal — mulher grávida — no Recreio

A comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, voltou a ser palco de violência extrema na tarde de hoje, com a morte de um casal que foi até o local buscar uma encomenda para um chá de bebê e acabou surpreendido por um suposto tiroteio entre facções rivais. A mulher estava grávida. O alvo dos disparos, segundo relatos, seriam milicianos. O homem morto seria ligado a um grupo paramilitar. A região, no entanto, já carrega um histórico de confrontos violentos entre grupos criminosos, que ao longo dos anos deixaram um rastro de mortes. O Ministério Público colheu o depoimento de um morador do Terreirão que revelou que há uma disputa territorial antiga entre milícia e tráfico. Segundo ele, diferentes milícias atuavam na área e, por um período, mantinham aliança com traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP). Esse acordo, porém, foi rompido. Cada grupo seguiu por conta própria — e a partir daí, a guerra começou. O morador relatou que vivenciou de perto essa violência: perdeu amigos, foi baleado na perna, no braço e no peito, e disse que sua mãe e seu irmão também foram atingidos em meio aos confrontos. Ele afirmou ainda que traficantes passaram a matar pessoas sem qualquer envolvimento com o crime. Segundo o relato, “a facção é covarde e só mata trabalhador”. De acordo com o depoimento, três inocentes que trabalhavam como barbeiros teriam sido executados. Em outro episódio, duas pessoas foram mortas e uma terceira baleada — e o próprio morador disse ter chegado ao local e visto os corpos. Ele também contou que um primo foi assassinado e outro, que não tinha envolvimento com o crime — sendo apenas usuário — acabou baleado. Segundo o morador, todas essas mortes têm relação direta com a quebra do acordo entre o TCP e a milícia, embora o Comando Vermelho também tenha presença na comunidade. Um inquérito de 2024 apontou que o TCP atuava tanto no Terreirão quanto na região do Posto 12, no Recreio, onde há registros de uma intensa guerra contra o Comando Vermelho, com diversas mortes contabilizadas.

CV recorre à milícia: prints revelam pedido de ajuda para invadir áreas do PL e do TCP e ampliar domínio na Zona Oeste do Rio

Novos prints de conversas divulgados pela Polícia Civil e publicados pela BandNews FM em redes sociais escancaram uma aliança perigosa entre o miliciano André Boto e o traficante Gadernal, apontado como um dos chefes do Comando Vermelho, em meio à disputa por territórios na Zona Oeste do Rio. Em um dos trechos mais reveladores, Gadernal pede apoio direto para avançar sobre áreas dominadas pela milícia do PL, sucessora do grupo de Zinho, e também por facção rival: “Aí homem me deixa forte para montar esse base para mim atacar Antares e 48. Carobinha estou com meus homens parados”. Antares, em Santa Cruz, e Carobinha, em Campo Grande, são redutos da milícia do PL, enquanto o 48, em Bangu, é área controlada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). A resposta de Boto evidencia o alinhamento imediato entre os dois: “Vou agitar isso para você. Amanhã vou desenrolar com o amigo lá. Ali é uma reta só”. Em outro momento, o tom violento da conversa fica ainda mais explícito, quando Boto fala sobre um rival direto da milícia do PL:“Pegar o Zulu lá e quebrar 80% das pernas dele”. Zulu é apontado como integrante da milícia do PL, o que reforça o nível de conflito interno e disputa por poder nas regiões dominadas por grupos paramilitares. Os dois também discutem possíveis invasões em outras áreas. Boto chega a oferecer suporte para uma ofensiva na Vila Sapê, em Curicica:“Se minha área fosse perto você já estaria lá, Vila Sapê é o maior favelão”. Na sequência, ele sugere outro ponto estratégico:“O Catiri é o ideal mesmo”.Gadernal responde demonstrando facilidade de acesso a outra região:“O Boqueirão eu consigo, posso entrar a hora que quiser”. O diálogo também revela pressão de outros grupos armados na região. Ao comentar sobre o Catiri, Boto afirma:“Os crias da Vila Kennedy não saem de cima”.Gadernal responde indicando movimentação de aliados:“Eles vão vir para o Alemão e Penha, mas confia. Quando eu entrar você vai estar acompanhando. Vou precisar da sua ajuda”. Em um dos trechos mais graves, o traficante revela uma estratégia para tomada de território: usar o nome de milicianos para “limpar” a área e depois entregar ao tráfico. Boto responde sem hesitar:“Isso é mole”. Os diálogos também citam Rio das Pedras, em Jacarepaguá, outro alvo do Comando Vermelho:“Lá só tem bunda rachada”, diz Boto.“Eles estão esculachando vários moradores”, responde Gadernal.“Eles sempre fazem isso. O dono de lá é um bunda rachada. Cuzão de primeira”, completa o miliciano. Por fim, os dois mencionam o histórico de violência no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Gadernal afirma:“Teve um mês que teve 40 homicídios”.Boto relembra um confronto envolvendo o grupo do miliciano Tandera, da Baixada Fluminense, que terminou com cinco mortos e seis feridos. Para investigadores, os prints reforçam um cenário alarmante: a aproximação entre milicianos e traficantes para coordenar ataques, expandir domínio territorial e intensificar a violência em comunidades da Zona Oeste do Rio.

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