Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Comando Vermelho

Mototaxista foi assassinado por traficantes do TCP em Nova Iguaçu só porque postou foto no Morro do Vidigal (CV)

O mototaxista Renan Velasco Dias foi assassinado em julho por traficantes da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, área dominada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, do Terceiro Comand Puro, só porque postou uma foto em rede social em um ponto turístico do Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, reduto do Comando Vermelho. O crime ocorreu no dia 1º daquele mês, na Rua Bassea Furman, nº 504, bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaç. Os assassinos armados com fuzis calibre 5,56mm e pistolas calibre 9mm, efetuaram diversos disparos contra a vítima atingindo-lhe regiões vitais e causando-lhe morte imediata. Após a execução, os criminosos subtraíram a sua motocicleta, uma moto Honda/CB 300F Twister, cor dourada, placa SRU9J44, bem como seu aparelho celular, evadindo-se rapidamente da cena do crime e tomando rumo ignorado. Foram decretadas as prisões preventivas de três envolvidos no crime,, de vulgos Macaulay, Bebel e Russinho. Segundo consta nos autos, vítima trafegava em via pública quando foi surpreendida pelos denunciados que, de maneira repentina, realizaram a abordagem e passaram a efetuar disparos sucessivos contra Renan, que faleceu instantaneamente. Um amigo de Renan disse que no dia do fatos viu circular em um grupo de mensagens no WhatsApp, a foto de uma pessoa morta; que a vítima na imagem usava um casaco vermelho semelhante ao que Renan costumava usar; que, diante disso, entrou em contato com LEO, amigo em comum, o qual confirmou que o amigo havia sido assassinado; que, imediatamente, dirigiu-se até o local do fato e constatou a veracidade da informação ; Ouviu comentários de que Renan teria sido morto por ter tirado uma foto em um ponto turístico no Morro do Vidigal, área dominada pela facção Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia, sendo esta última sob domínio da facção Terceiro Comando Puro (TCP), cujo chefe seria Peixão. Contou ainda que , no grupo de WhatsApp denominado Jornal Destaque da Baixada, circularam informações de que os autores do homicídio de Renan seriam os indivíduos Macauli e Bebel. Na época do crime, , a Comunidade do Danon estaria envolvida em confronto com uma facção criminosa rival ; Um suspeito que foi preso com a moto de Renan disse que pediu o veículo emprestado para um dos envolvidos no crime, vulgo Bebel, Ele disse ue Bebel é gerente de um dos pontos de venda de drogas na Comunidade do Danon e atualmente um dos líderes do tráfico na região. Contou que antes de ser preso, o traficante conhecido como ” Macauly”, era o frente (líder) da comunidade; Antes de ser preso, ” Macauly” recebia ordens dos dois donos do tráfico de drogas na comunidade do Danon, conhecidos como “Flamengo e Bóris. Uma testemunha disse que ;Renan não fazia uso de drogas e trabalha fazendo entregas e como mototaxista em um ponto próximo à estação ferroviária de Nova Iguaçu, utilizando a motocicleta Honda/CB 300F Twister, de cor dourada, a qual desapareceu no dia do ocorrido; Contou que no mês de junho do corrente , a comunidade passou a ser palco de disputa territorial entre os traficantes da localidade (Terceiro Comando Puro) e do Comando Vermelho, oriundos do Conjunto da Marinha (Complexo do Grão Pará); Disse que Renan e a declarante gostavam muito de visitar um ponto turístico no Morro do Vidigal, área que agora toma conhecimento que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a depoente reside; Inicialmente, a declarante pensou que o Renan havia sido vítima de roubo seguido de morte, mas depois ouviu comentários dando conta de que ele havia sido executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde Renan residia; Circulou na comunidade, que dias antes de sua morte, o Renan havia participado de uma confraternização para comemorar o aniversário de um amigo, que já havia pertencido à facção criminosa Comando Vermelho; Em uma página da plataforma WhatsApp, intitulada Plantão Baixada, no dia do sepultamento da vítima, circulou a mensagem apontando que os envolvidos na morte do Renan.” Uma segunda testemunha disse que Macauley, Russinoh e Bebel” passaram a liderar o tráfico de drogas na Comunidade do Danon; que o declarante ainda possui parentes morando no interior da Comunidade do Danon e, recentemente, soube que o traficantes conhecido pelo vulgo “Russinho , teria sido um dos autores da morte de Renan, ocorrida no interior da Comunidade do Danon; que o Renan foi executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia.” Russinho também teve a prisão preventiva decretada pelos homicídios de Dinei Fábio Alvares e Italo Batista Soares de Medeiros, que foram mortos na Estrada de Madureira, em Nova Iguaçu, ocorridos em 16 de junho. Um sobrevivente disse que seguia com amigos em um carro para o Conjunto da Marinha, área dominada pelo CV, um carro branco fechou o veículo e desembarcaram os executores. Reconheceu os atiradores como sendo Russinho, Meteoro, Da Vovó e João Luiz. Disse que Russinho já o havia ameaçado de morte pela qual chegou a se mudar para Coroa Grande; Diziam que se vissem eles “dando mole na rua, o carro iria passar”; Afirmou acreditar que no dia dos fatos alguém informou a Russinho que ele e o amigo estavam no veículo alvejado; Russinho também responde pela morte de um barbeiro ocorrida em 2023 por acreditar que  a vítima era “X9” da facção Criminosa Comando Vermelho. Também foi acusasdo de cometer um homicídio em 2022.

Assassinato de PM na Barra teria custado R$ 200 mil

O assassinato do PM Marcos Antônio Cortiñas López na Barra da Tijuca em fevereiro deste ano pode ter custado R$ 200 mil.,   O crime teria sido motivado pela briga do Comando Vermelho contra o grupo paramilitar pelo controle da comunidade do Catiri, em Bangu. Em depoimento prestado nos autos do Inquérito Policial nº 901-00206/2025 um.suspeito  após ser questionado sobre o homício em questão, afirmou que um hoimem foi em sua casa na Vila Kennedy e teria lhe oferecido R$ 200 mil  para executar a vítima, mas que não pôde fazê-lo porque tinha sido baleado no pé dias antes, ficando a cargo de um indivíduo identificado como “Chel” a execução da empreitada criminosa. . Dois.envolvidos no crime foram presos..Jefferson Senra Amaral e um.outro, Caio Felipe da Cruz, apontado como autor dos disparos. Para a polícia, os envolvidos estão ligados à Tropa do RD, braço do Comando Vermelho responsável por guerras na Zona Oeste do Rio contra milicianos.

Após ser agredido por milicianos, homem se ofereceu para trabalhar para o CV. Começou como olheiro e virou cobrador e zelador de condomínios explorados pelos traficantes no Itanhangá

Um homem preso em outubro na comunidade da Tijuquinha no Itanhangá admitiu que trabalhava como cobrador de traficantes do Comando Vermelho em condomínios ao redor e tinha a incumbência de retirar as câmeras instaladas pela milícia para vigiar o tráfico. Mas curiosa mesmo foi a história que contou sobre como decidiu ajudar o Comando Vermelho. Segundo ele, no 01/01/2025, após ter levado seu sobrinho no dia anterior à comunidade “Sítio Pai João, foi agredido por integrantes da milícia local na áreaconhecida como “Entrada 48”, tendo sua motocicleta quebrada; Em razão da agressão sofrida, no mesmo dia, procurou um homem de vulgo “Gordinho” e se ofereceu para trabalhar para a facção criminosa do“Comando Vermelho”, iniciando como olheiro da comunidade; Atualmente sua função é gerenciar condomínios como zelador, trabalhando lá há mais ou menos seis meses. Recebe o valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para gerenciar os condomínios como zelador; Disse que recebe em espécie através do dinheiro pago pelos condôminos para a manutenção do condomínio e pagamento de seu salário. Não trabalha de carteira assinada. Utilizava parte do dinheiro arrecadado para a manutenção dos locais e o restante é enviado através de PIX, em uma conta do NUBANK, através da chave de e-mail condominionovo2930@gmail.com; Contou ainda que também teve como tarefa retirar as câmeras de segurança das redondezas quando a facção do “Comando Vermelho” assumiu o controle da área; Ao ser perguntado quem seria o criminoso de vulgo “Gordinho”, o depoente preferiu permanecer em silêncio; Quando foi preso, estava com um revólver Taurus calibre 38, com numeração suprimida, e 42 munições, R$ 580,00 em espécie, 2 fichas preenchidas e 5 talonários de cobrança

Traficante do CV solto em fevereiro mandou expulsar provedores de internet de Itaboraí para sua quadrilha controlar o serviço e impôs taxas de segurança a moradores e comerciantes

Traficantes do Comando Vermelho estavam expulsando comerciantes provedores de internet de diversos bairros de Itaboraí, a fim de que o próprio grupo criminoso passe a explorar economicamente o serviço. A quadrilha agia sob liderança do criminoso vulgo Paiol que estava preso até o mês de fevereiro de2025 e que ostenta diversas anotações pela prática de crimes de homicídio, tráfico, associação para o tráfico, tortura e latrocínio. Os bandidos vinham praticando extorsão, furtos, ameaças e constrangimentos ilegais contra comerciantes locais.visando ao controle econômico de serviço básico da região (internet). O bando usava armas de fogo para fazer ameaças aos moradores e comerciantes , com a finalidade de obter vantagem econômica, passando a extorqui-los em troca de uma “segurança”, além de implantar sua própria rede de internet e venda de gás, obrigando os moradores a comprarem tais serviços. Paiol virou réu esse ano por homicídio. Ele já respondia a procvesso por assassinato desde 2000. Sua base na cidade é o bairro da Cidade Nova. O caso que virou inqurito na 71ª DP está tramitando na 1ª Vrara Criminal da cidade.

TCP voltou a tentar tomar área perdida para o CV em Belford Roxo

Os traficantes do Terceiro Comando Puro do Complexo da Serrinha, em Madureira, na última noite mais uma vez tentaram retomar a comunidade do Gogó da Ema, no Bom Pastor, em Belford Roxo, que está sob o controle da facção criminosa Comando Vermelho. Houve tiroteio que apavorou os moradores. O ataque foi postado nas redes sociais. ATENÇÃO MORADORES RELATAM TIROS NAS PROXIMIDADES DO GOGÓ DE BOM PASTOR PRÓXIMO A DIVISA COM SÃO LEOPOLDO. INFORMAÇÕES DE GUERRA ENTRE FACÇÕES, EVITEM A REGIÃO. Durante essa semana, o TCP fez um ataque em uma praça na localidade que deixou dois mortos. O Gogó da Ema voltou para as mãos do CV ainda no fim de semana quando a PM foi acionada para uma invasão no local e prendeu um suspeito portando um fuzil. De vulgo Cracudinho, ele seria um dos responsáveis por divresos ataques do CV no Gogó e também na Guacha. Ao ser preso, ele admitiu ser vinculado ao CV.

Veja como ficou a situação judicial de TH Joias, assessor, traficantes e policiais envolvidos com ele

O TRF manteve prisão do ex-deputado estadual TH Joias, emvilvido com o Cimando Vermelho. Os eens apreendidos serão destinados à Polícia Federal A denúncia do MPF seguiu em análise após a prisão do relator original, desembargador Macário Ramos Júdice Neto, acusado de vazamento de decisão judicial. 🔎 O processo foi desmembrado: DESMEMBRAMENTO📝Os crimes serão julgados separadamente. Parte dos suspeitos terá o processo analisado no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Permanecem no TRF-2:

Hackers invadiam sistema do TJ-RJ para apagar mandados de prisão de traficantes do CV

o O sistema era manipulado, mas o crime não passou despercebido. Policiais civis da 126ª DP (Cabo Frio) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (18/12), a “Operação Firewall”, uma ofensiva contra a manipulação criminosa de dados públicos. A ação acontece contra um grupo criminoso responsável por invadir plataformas informatizadas de administração pública, com o objetivo de beneficiar integrantes do Comando Vermelho. Agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão no Rio de Janeiro, com apoio da Polícia Militar fluminense, e em Minas Gerais, em conjunto com a Polícia Civil do estado. Até o momento, duas pessoas foram presas. A investigação teve início em julho deste ano, após equipes da unidade, em ação conjunta com policiais militares, identificarem que criminosos estavam oferecendo a remoção de mandados de prisão do sistema do Tribunal de Justiça mediante o pagamento de R$ 3 mil. Em todas as divulgações do esquema criminoso, havia alusões diretas ao Comando Vermelho, oferecendo o serviço aos integrantes da facção criminosa. Diante da gravidade dos fatos, as equipes iniciaram um amplo trabalho de inteligência para apurar o esquema e desmantelar a rede criminosa. Segundo as investigações, os hackers usavam VPN com senha dos servidores da justiça para acessar o sistema do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP). No momento do acesso, como não era possível apagar os mandados, eles alteravam os dados que permitiam a localização da ordem judicial. Dessa forma, quando policiais consultavam o sistema pelo nome correto, o mandado não era identificado, dando a falsa impressão de inexistência do mesmo.Ainda segundo o apurado, os criminosos ainda ameaçavam os contratantes dizendo que, se não pagassem o valor, emitiriam outra série de mandados contra eles. Para desmantelar o esquema, as equipes identificaram, inicialmente, os bandidos responsáveis pela divulgação dos anúncios nas redes sociais e, na sequência, passaram a seguir o fluxo financeiro para chegar aos demais envolvidos. Com isso, agentes constataram que a namorada de um desses homens cedia sua conta bancária para a movimentação do valor arrecadado de forma criminosa. Por meio da mulher, foi detectado um intercâmbio financeiro com outros criminosos de Minas Gerais.Por fim, os policiais localizaram o líder do esquema. O criminoso já trabalhou em empresas de certificados digitais e conseguiu “apagar” um mandado de prisão da Justiça Federal do Rio de Janeiro. Ao perceber o êxito, passou a oferecer os serviços a terceiros. O homem havia sido preso por agentes da 36ª DP (Santa Cruz) em setembro deste ano, por violação do segredo profissional, associação criminosa e estelionato.Enquanto o criminoso trabalhava nessa empresa de certificados digitais, ele realizava a quebra de autenticação em duas etapas, decodificação de certificados digitais, manipulação de dados cadastrais de magistrados e emissão fraudulenta de alvarás judiciais.Até o momento, as investigações apontam que não houve envolvimento de servidores no crime. Segundo os agentes, esses profissionais seriam vítimas de roubo de dados de login e senha.

CV voltou a atacar a Carobinha (milícia)

Soldados do Comando Vermelho entraram na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, no início da noite de quarta-feira e permaneceram em alguns pontos da região até a madrugada desta quinta-feira. Em seguida, o grupo retornou para a Vila Kennedy, também na Zona Oeste. Segundo fontes ouvidas pelo repórter Bruno Assunção, houve confronto com integrantes de um grupo miliciano que atua na área. De acordo com os relatos, o avanço do grupo rival não teria sido contido devido ao grande número de envolvidos e ao uso de armamento pesado. Ao longo dos últimos meses de disputa, moradores da região relataram à reportagem o impacto da violência no dia a dia da comunidade. Uma das fontes afirmou: “Não queremos o tráfico aqui, mas também não aguentamos mais ser extorquidos pela milícia.” Em outro desabafo, o morador destacou o clima de insegurança: “Não sabemos o que pode acontecer. Aqui sempre foi um lugar de paz, mas isso acabou quando começamos a ter que pagar taxas”.

Adolescentes que moram em área do CV levaram menor residente em favela do TCP para ser morto no ‘tribunal do tráfico’ em Caxias

Um video que circulou na semana passada mostrou um grupo de adolescenres levando um menor de 16 anos chamado Miguel.Eduardo a força para uma boca de fumo na regido de Gramacho, em Duque de Caxias. Segundo relatos, os agressores são moradores da Comunidade do Corte 8 (CV). Eles teriam reconhecido Miguel como residente da comunidade Barro Vermelho (TCP) e pretendiam entrega-lo ais teaficantes. ,Os.adolescentes teriam inventado que Miguel os teria roubado uma mulher(mãe de um deles), como forma de “pretexto” para levá-lo ao ”Tribunsl do.Trafico’.mas nada foi comprovado, nem mesmo a suposta vítima apareceu, e ninguém sabe informar quem seja. O corpo do Miguel foi encontrado no Rio Iguaçu na tarde da última sexta-feira (12)

Dois PMs, sendo um deles do BOPE, presos suspeitos de vazar informações para chefões do CV vão a conselho de disciplina que pode expulsá-los da corporação

Os dois PMs presos na semana passada suspeitos de vazamento de informações para chefes do Comando Vermelho estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina que pode decidir pela expulsão dos dois da corporação. O sargento do BOPE Rodolfo Henrique da Rosa teria repassado, ao menos, duas ações policiais realizadas nos Complexos da Penha e do Alemão, sendo uma delas deflagrada em janeiro de 2024. Já o cabo Luciano da Costa Ramos Júnior, que atuava no Tribunal de Justiça, fornecia ao núcleo da facção dados que ele afirmava obter por intermédio de uma segunda fonte ligada ao BOPE, ainda não identificada. Ambos mantinham contato direto com três traficantes vinculados ao núcleo dirigente da facção criminosa. Segundo a PMERJ, as informações de natureza confidencial em poder dos policiais militares no exercício legal e funcional da aplicação da lei devem ser mantidas em segredo, a não ser que o cumprimento do dever ou as necessidades da justiça estritamente exijam outro comportamento;

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima